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Luciano Rezende, ex-presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos, escreve artigo sobre o 1º Salão de Divulgação Científica promovido pela ANPG em parceria com UNE, União Nacional de Estudantes, da UBES, União Brasileira de Estudantes Secundaristas e da CENAPET Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial.

A ANPG e a divulgação científica no Brasil

Luciano Rezende *

Pela primeira vez a Associação Nacional de Pós-graduandos, ANPG, realizará um evento nacional de divulgação e popularização da ciência no Brasil. Justamente no ano em que comemoramos dois importantes acontecimentos científicos em nosso país: os 300 anos da construção do primeiro balão de ar quente, realizado pelo padre Bartolomeu de Gusmão, e o centenário da descoberta da doença de Chagas feita pelo médico sanitarista Carlos Chagas.

O 1° Salão Nacional de Divulgação Científica, promovido pela entidade que representa todos os pós-graduandos brasileiros, será realizado na PUC-SP, entre os dias 21 e 23 de outubro. O evento faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia promovido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio do Departamento de Popularização e Difusão de C&T, que coloca em pauta neste ano o papel e as atribuições da ciência para o crescimento e desenvolvimento da nação, com o tema "Ciência no Brasil". O Salão é organizado em conjunto com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Comissão Executiva Nacional do Programa Tutorial (Cenapet).

Atividade como essa reforça outras iniciativas em prol da divulgação e popularização da ciência, tais como as próprias Semanas Nacionais de C&T, as Olimpíadas da Matemática e da Língua Portuguesa, os diversos prêmios destinados às redações e trabalhos científicos setoriais, dentre outras iniciativas inovadoras que vêm somar-se às Reuniões Anuais da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), às Bienais da UNE e a alguns encontros de sociedades científicas.

Será, portanto, mais uma importante contribuição dos movimentos estudantil e de pós-graduandos, única em todo o mundo, a essa altiva causa da popularização da ciência, ainda mais tendo em conta que 85% da população brasileira (principalmente a juventude) desconhecem cientistas e instituições de pesquisa importantes, conforme atesta pesquisa realizada pelo MCT entre os anos de 2006 e 2007. Dessa forma, o Salão Nacional de Divulgação Científica da ANPG também buscará ampliar o conhecimento da população sobre os cientistas brasileiros.

O Salão tem também o objetivo de estimular a discussão e o debate acerca da importância do conhecimento científico no cotidiano do indivíduo, além da produção de conhecimento fora da universidade, protagonizada pela comunidade no seu dia-a-dia. O evento vai contar com presenças importantes da comunidade acadêmica que promove e difunde a ciência no país e pretende reunir estudantes e cientistas, estejam eles ligados ou não a programas de iniciação e fomento à produção científica.

Estão programadas palestras, exposições e atividades culturais, além da mostra científica, que almeja reunir trabalhos produzidos por estudantes dos três níveis de ensino. Assim, poderão participar e inscrever trabalhos para as mostras, estudantes do nível médio, de graduação e pós-graduação. Em todas elas terão a oportunidade de acompanhar e participar de importantes discussões sobre a política científica, desde o financiamento e incentivo à pesquisa no país até o processo de produção e distribuição do conhecimento, entre outros temas relevantes.

Os jovens cientistas progressistas podem dar grande contribuição incorporando-se a essa atividade, principalmente a partir das Associações de Pós-graduandos locais que devem ser mobilizadas a participarem, ajudando a divulgar as contribuições dessa área (C&T) que “certamente foi uma das que mais evidenciou mudanças de orientação estratégica nas políticas governamentais” a partir do governo Lula, como ressalta a tese do movimento Com Ciência e Atitude, no congresso passado da ANPG.

Mais informações na página da entidade na internet: www.anpg.org.br

 

 

 

 




A 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (4ª CNCTI) foi convocada por decreto presidencial de 3 de agosto, com o tema "Política de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação com vista ao Desenvolvimento Sustentável", e está prevista para acontecer de 26 a 28 de maio.

 

O encontro será precedido de cinco conferências regionais, uma para cada região do país, a ocorrerem até o final de março de 2010. A realização de encontros estaduais e de fóruns de discussão por todo o país devem também ser estimulados como mecanismos de preparação da conferência.

 

A conferência deverá analisar os programas e resultados do Plano de Ação 2007-2010, e encaminhar sugestões para a formulação de uma Política de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação que tenha como objetivo principal um desenvolvimento sustentável, cujos aspectos econômico, ambiental e social sejam respaldados por uma discussão ampla com a sociedade.

 

No ar em caráter experimental e ainda em fase de construção e aperfeiçoamento, o Portal da 4ª CNCTI disponibilizará informações sobre o planejamento e a definição da programação da conferência, bem como calendário de eventos, reuniões técnicas, sala de imprensa, comunidades na internet (twitter e orkut), dados sobre as conferências anteriores, notícias e informações de caráter geral sobre CT&I, entre outros assuntos.

 

O Portal pode ser acessado por meio do link www.cgee.org.br/cncti4

(Com informações da Assessoria Técnica da 4ª CNCTI)

A Petrobras vai investir US$ 10 milhões na construção de um centro internacional de pesquisa para a área do pré-sal. O centro será construído no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em uma área de 8 mil metros quadrados, ao lado do Laboratório Oceânico (Lab Oceânico) da Coordenadoria dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe).  Para isso foi assinado nessa quinta-feira (10) convênio entre a Petrobras, a UFRJ e a multinacional Schlumberger – empresa franco-americana da área de suprimento em tecnologia e soluções para a indústria de petróleo e gás.
 
O convênio é o primeiro resultado de um acordo de cooperação tecnológica firmado em fevereiro deste ano entre a Petrobras e a multinacional. Com o objetivo de desenvolver pesquisas para os reservatórios do pré-sal, foram negociados quatro projetos – de tecnologias elotromagnéticas para melhorias na caracterização de reservatórios profundos, de tecnologias de análise de dados sísmicos, também para melhorar a caracterização dos reservatórios, de tecnologia de ressonância magnética nuclear, destinado à caracterização de reservatórios complexos e de sensores eletroquímicos. Mais seis projetos estão em fase de negociação.
 
A instalação do centro de pesquisa para o pré-sal é parte de uma estratégia da Petrobras de fomento à formação de um parque tecnológico de ponta em território nacional que envolve três fatores: incremento da infraestrutura experimental da própria Petrobras; investimentos em universidades e institutos de pesquisa brasileiros para a construção de novos laboratórios de padrão internacional; e atração de fornecedores estratégicos da Petrobras em atividades voltadas para o desenvolvimento de tecnologia.
 
"A parceria entre a Petrobras, universidades e fornecedores é histórica. Agora, com o pré-sal, essa sinergia aumenta e será benéfica tanto para a Petrobras quanto para eles da Schlumberger – que é a primeira de muitas companhias de serviço que estabelece seu centro de pesquisas no Brasil. Esperamos que outras também façam o mesmo e já existem negociações em andamento", disse o gerente executivo do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), Carlos Tadeu Fraga.
 
Segundo a Petrobras, a Schlumberger focará sua atuação no desenvolvimento de novas tecnologias na área de petróleo e gás no Brasil, em três áreas: desenvolvimento de software de geociências para o setor de exploração e produção; novas tecnologias para os desafios de produção e caracterização de reservatório no pré-sal; e a criação de um centro de excelência em processamento e interpretação geofísica, cobrindo tecnologias de 4D e medições sísmicas e eletromagnéticas.
 
Para o diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, Mauricio Guedes, a chegada de um parceiro multinacional enriquece ainda mais a rede de pesquisa, desenvolvimento e inovação localizada no campus da Cidade Universitária. Além de soluções para os desafios tecnológicos do pré-sal, serão criadas grandes oportunidades para empresas de base tecnológica de menor porte e para pesquisas acadêmicas na universidade, prevê Guedes.
 
Ele adiantou que até o fim deste ano de quatro a cinco empresas nacionais e internacionais estarão instalando novos centros de pesquisa voltados para a exploração e a produção de petróleo na área do pré-sal no Parque Tecnológico da UFRJ, o que proporcionará investimentos de R$ 500 milhões nos próximos três anos.
 
"São centros voltados para o pré-sal, mas que atuarão também em outras áreas. Nós vamos criar aqui um ecossistema de muita vitalidade, envolvendo uma grande empresa como é a Petrobras, uma grande universidade como é a UFRJ, grandes empresas como a Schlumberger e um número cada vez maior de pequenas empresas, que possibilitarão a criação de um movimento virtuoso de tecnologia de inovação nessa área".
 
O diretor do Parque Tecnológico disse não ter dúvidas de que a descoberta do pré-sal está sendo fundamental para atrair esse grande número de empresas. "O Brasil passou a ser um país extremamente relevante para a indústria de petróleo no mundo e nós estamos sendo procurados por todas as grandes players dessa indústria".
 
Para ele, o Brasil tem "cada vez maior importância no cenário econômico-político internacional e a descoberta do pré-sal coloca o país em um patamar inimaginável até há bem pouco tempo no setor de petróleo e, por ser um petróleo localizado abaixo da camada do sal, se impõe às empresas um desafio tecnológico nunca antes enfrentado", avaliou.
 
Também presente à solenidade, o presidente da Schlumberger na América Latina, Cesar Jaime, destacou que o Brasil foi selecionado, entre outros países, "devido às suas características de talentos profissionais altamente qualificados provenientes de reconhecidas universidades, à grande disponibilidade de fornecedores de alta tecnologia e aos desafios apresentados pelos reservatórios localizados no pré-sal".
 
Estatal quer criar maior parque tecnológico de petróleo e gás
 
O gerente executivo do Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes), Carlos Tadeu Fraga, disse que a estatal brasileira vem investindo cada vez mais em pesquisa tecnológica de ponta, principalmente nas universidades do país, para construir o maior parque tecnológico na área de petróleo, gás e energia do mundo.
 
Para isso, ressaltou, a empresa vem investindo na implantação de um conceito de rede temática, onde foram listados 39 temas de seu interesse, mapeadas as universidades com capacidade para trabalhar junto com os pesquisadores e ajudar a estatal em seu objetivo.
 
"Nós estamos trabalhando em rede com essas universidades como se fosse uma única equipe centrada naquele tema. Quando a gente olha os desafios tecnológicos que a Petrobras tem hoje, sabe que eles demandam recursos e integração com universidades do Brasil e do exterior. Para fazer frente, a Petrobras está construindo novos laboratórios e duplicando a sua capacidade de pesquisa, porque para superar esses desafios é preciso entendê-los e gerar soluções", disse.
 
O executivo da Petrobras lembrou que a empresa está investindo anualmente cerca de US$ 300 a US$ 400 milhões nas universidades brasileiras para adequá-las à nova realidade que surge com o pré-sal.
 
"Estamos investindo na adequação, modernização e construção de laboratórios nas universidades em cada um desses temas. A visão é ter no Brasil instalações experimentais que não fiquem nada a dever, nas áreas onde precisamos, às mais modernas instalações de ensino e pesquisa do mundo".
 
"Repito: a nossa ambição está se materializando e tem por objetivo criar no país o maior parque tecnológico na área de óleo, gás e energia no mundo. Estamos investindo nesse sentido. Não tem por que ser diferente: nós temos grandes desafios e estamos investindo nesse sentido".
 
As declarações do gerente executivo do Cenpes foram dadas durante a solenidade de assinatura de contrato entre a Petrobras, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Schlumberger para a instalação, no Parque Tecnológico da instituição, de um centro internacional de pesquisa para o pré-sal.
 
O centro está sendo criado para estimular a interação entre a universidade e empresas que investem na inovação. São 350 mil metros quadrados, destinados a abrigar empresas de setores intensivos em conhecimento, com prioridade para as áreas de energia, meio ambiente e tecnologia da informação.
 
"Este ambiente de convivência entre empresários, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação, além de estimular o empreendedorismo entre os alunos e gerar programas de estágio, garante às empresas um acesso privilegiado a laboratórios, profissionais de alta qualificação e novas oportunidades de negócios", disse Tadeu.
(Nielmar de Oliveira, Agência Brasil, 11/9)
 

A premiação visa reconhecer os melhores trabalhos de estudantes, jovens pesquisadores e equipes de pesquisa que representem potencial contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países membros e associados ao Mercosul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
 
O prêmio é patrocinado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e Petrobrás e apoiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) e o Movimento Brasil Competitivo (MBC).
 
O incentivo à pesquisa, além da contribuição para o processo de integração regional e difusão das realizações e avanços nesses países são os principais objetivos. Existem quatro categorias: Iniciação Científica, destinada a estudantes do ensino médio que tenham no máximo 21 anos de idade; Estudante Universitário para alunos que cursem o ensino superior; Jovem Pesquisador para quem já concluiu a graduação e tem menos de 35 anos e Integração, voltada para equipes compostas por pelo menos dois pesquisadores de nacionalidades ou naturalidades diferentes, que residam em países membros ou associados ao Mercosul e possuam ensino superior completo.
 
O tema dessa edição é "Agroindústria". Serão analisados os critérios: Atualidade do tema; Inovação e criatividade; Metodologia aplicada; Mérito técnico-científico; Pertinência e aplicabilidade do trabalho; Impacto social e ambiental; Potencial de contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico e a sustentabilidade no âmbito do Mercosul. A premiação varia de U$ 2.000 a U$ 10.000 mil.
 
O prazo para envio dos trabalhos termina dia 30 de setembro e a divulgações dos vencedores (primeiros lugares) e dos agraciados com menção honrosa (segundos lugares) está prevista para 19 de outubro.
 
Saiba mais no site www.brasilia.unesco.org/premiomercosul
(Assessoria de Comunicação do CNPq)
 




A Universidade Federal do Rio Grande do Norte abrirá inscrições, de 14 de setembro a nove de outubro, para concurso público de professores nas classes Auxiliares, Assistentes e Adjuntos. São 133 vagas de professor de 3º grau, distribuídas nas várias áreas do conhecimento.

 

As vagas são oferecidas pelos departamentos de Fisiologia, Bioquímica, Geofísica, Letras, Comunicação Social, Engenharia Civil, Engenharia de Computação e Automação, Nutrição, Cirurgia, Direito, Engenharia Biomédica, Ciências Administrativas, entre outros.

 

Mais informações no site www.prh.ufrn.br

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), lançaram o edital para a seleção pública de propostas que possibilitem o direito à educação para assentados pela Reforma Agrária, além de capacitação profissional e a especialização nas diferentes áreas do conhecimento.

Executar políticas de educação e capacitação em todos os níveis, estimular, propor, criar, desenvolver e coordenar projetos educacionais, utilizando metodologias voltadas para a especificidade do campo, tendo em vista contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável, são os objetivos do Edital. As propostas selecionadas deverão promover a capacitação e a especialização de estudantes dos assentamentos de Reforma Agrária reconhecidos pelo Incra, no âmbito do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera).

Estão disponíveis R$ 13,4 milhões, provenientes Incra, a serem liberados de acordo com a descentralização do Instituto e conseqüente com a disponibilidade financeira do CNPq. Podem apresentar propostas: pesquisadores mestres ou doutores que possuam ampla experiência na área, tenham seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes e ainda possuam vínculo empregatício ou funcional com a instituição de execução do projeto.

Os projetos devem ter como foco central, para o plano dos programas de concessão de bolsas para atividades, pelo menos uma das seguintes linhas temáticas: Desenvolvimento Rural e Políticas Publicas para programas de assentamentos rurais; Produção Agrícola e Zootecnia e  Economia Camponesa em áreas de Reforma Agrária; Agroecologia e Sustentabilidade agrária em programas de assentamentos; Educação ampla e profissional com foco para a realidade  rural; Capacitação para extencionismo tecnológico adequado para as áreas de assentamentos rurais; Comunicação e Cultura em comunidades de assentamentos rurais; Diversidade e sujeitos do campo em áreas de assentamento e Formação de educadores do campo.

As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por meio do Formulário de Propostas Online , disponível na Plataforma Carlos Chagas, (http://www.carloschagas.cnpq.br/ ), até o dia 13 de outubro.

Mais informações estão disponíveis no edital:http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/004.htm

 

Fonte: FAPEMA

A Associação dos Pós-Graduandos da Universidade Federal de Lavras (APG da UFLA) informa que o XVIII Congresso de Pós-Graduação da universidade será realizado de 19 a 23 de Outubro de 2009 com o tema “Ciência e Tecnologia aplicadas ao crescimento sustentável” e contará nesta edição com workshops e ciclos de palestra de diversas áreas.
 

Serão aceitos trabalhos nas formas de resumo simples e/ou expandido, em Word até 11/09/2009. A inscrição, escolha de workshops ou ciclos de palestras e submissão de trabalhos podem ser feitas pela pa´gina eletrônica da APG (www.apg.ufla.br).

As normas dos resumos, bem como os modelos já estão disponíveis na página da APG. O público alvo são alunos de pós-graduação, graduação e profissionais. 
  
 
Mais informações: (35) 3829-1216 e [email protected], [email protected]
 

Fonte: APG da UFLA

1- Organizar uma reunião com todos os pós-graduandos interessados para discutir a formação da APG, seus objetivos e os passos a serem seguidos. O ideal é fazer uma boa divulgação via e-mail e cartaz.

 

2- Durante a reunião forme uma comissão pró-APG, que divulgará as idéias debatidas, a proposta de estatuto. Essa comissão deve explicar para que serve a APG, a necessidade dos pós-graduandos se organizarem. Podem até marcar outras reuniões com mais pessoas para discutir. Sendo assim, é preciso marcar uma Assembléia Geral com os pós-graduandos.

 

3- Na Assembléia Geral, eleja uma mesa para dirigir os trabalhos. A pauta é única: Fundação da Associação dos Pós-Graduandos. A Assembléia Geral pode tanto marcar a data das eleições elegendo uma comissão – que organizará todo o processo eleitoral, providenciará as urnas e cédulas, fará o edital de convocação das eleições e irá divulgá-lo, receberá a inscrição das chapas, etc. – quanto poderá eleger por assembléia geral a composição da nova diretoria da APG. Ganha proposta que tiver maioria simples dos votos dos presentes. Qualquer estudante pós graduando tem direito a voz e voto.

4- Elaborar ATA DA ASSEMBLEIA, ATA DE POSSE e ATA DE ELEIÇAO DA APG relatando o que ocorreu durante todo processo.

 

5- Após as eleições, não esquecer de registrar os documentos (estatuto e ata de posse da diretoria) em cartório. Comunique a ANPG sobre a criação da APG para receber boletins, cartazes etc. Procure também outras APG`s, de outras universidades ou institutos de pesquisa, para manter intercâmbio.

 

6- Entre em contato com a ANPG para participar dos encontros, conselhos, congressos e construa o movimento de pós-graduandos de sua instituição de ensino

 

 

Equipamentos de microeletrônica, software para organização e implementação de concursos públicos, sistema de comunicação por rádio freqüência e produção de vídeo com tecnologia 3D são os projetos selecionados para participar do Programa Primeira Empresa Inovadora (PRIME), lançado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, em Brasília.

Os projetos são desenvolvidos por alunos da graduação, mestrandos, professores e por pessoas da iniciativa privada. As atividades inicialmente científicas ganham contexto comercial e representam parte de um processo mais amplo, que consolida a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), como incubadora de empresas.

Na Universidade a aprovação dos projetos foi feita por meio da Pantanal Incubadora Mista de Empresas, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP). Sob a coordenação do professor do departamento de Engenharia Elétrica, João Onofre Pereira Pinto, as atividades da incubadora vêm obtendo resultados positivos.

Incentivos

Cada um dos projetos, transformados em microempresas, selecionados pelo PRIME, concorre a R$ 120 mil, como incentivos e créditos para o desenvolvimento dos trabalhos. São bons frutos que colhemos pela seriedade com que encaramos cada iniciativa, avalia o professor João Onofre. De acordo com o docente as atividades da incubadora compreendem um completo sistema de orientação, consultoria, montagem, experimento da aplicabilidade dos projetos e providências para consultorias especializadas de outras instituições ou empreendimentos. Os empreendimentos orientados e aprovados, acabam por se tornar empresas referenciais, explica.

Os quatro projetos aprovados configuram-se em quatro novos cenários em favor do empreendedorismo em Mato Grosso do Sul. As pesquisas comprovam que a produção científica da Universidade pode e deve ser utilizada para a sociedade.

Um equipamento de microeletrônica, a etiqueta inteligente, apresenta ampla aplicabilidade no comércio varejista, principalmente em supermercados. O projeto desenvolvido pelos mestrandos Rene Alfonso Capitanio e André Muniz Soares traz como inovação a possibilidade dos preços serem fixados eletronicamente e conectados, por meio de tecnologia da informação por rádio freqüência. A viabilização do estudo está sendo feita por meio da Hiperon Engenharia Ltda, especializada em desenvolvimento de equipamentos eletro-eletrônicos customizáveis, hardware e software.

Inovação

Já com relação a softwares inovadores a Olimpo MMHCC Tecnologia da Informação Ltda. desenvolveu um sistema para organização e implementação de concursos públicos. Os programas de computador construídos para essa finalidade incrementam recursos de hipermídia para web. O projeto foi desenvolvido por Marcio Aparecido Inácio da Silva, Marcio Roberto Silva, Humberto Rafael Henrique Pereira e Hercules da Costa Sandim.

Os acadêmicos, agora sócios da WAT Consultoria Ltda ME, Luigi Galotto Junior e Ruben Barros Godoy desenvolveram uma interação entre as atividades de engenharia, com eletrônica e tecnologia da informação, por meio da criação de um sistema de comunicação por rádio freqüência para empresas com ampla utilização de energia renovável.  A idéia é disponibilizar aos usuários uma opção economicamente mais vantajosa do que a informática convencional.

Por fim, a produção de vídeo com tecnologia 3D ganha força de empreendimento tecnológico no campo da arte e da comunicação. O vídeo tridimensional desenvolvido como projeto de pesquisa na UFMS conquista novas fronteiras e abre vertentes para os campos da publicidade, do cinema e da produção de vídeos. A Photon 3D cinema e vídeo Ltda tem como sócios Sara Cristiane Jara Grubert e Hélio Augusto Godoy de Souza e atua como produtora de filmes, dedicando-se preferencialmente ao 3D, oferecendo soluções desde a filmagem, pós-produção (edição e montagem), até a exibição.

Fonte: UFMS

Equipamentos de microeletrônica, software para organização e implementação de concursos públicos, sistema de comunicação por rádio freqüência e produção de vídeo com tecnologia 3D são os projetos selecionados para participar do Programa Primeira Empresa Inovadora (PRIME), lançado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, em Brasília.

Os projetos são desenvolvidos por alunos da graduação, mestrandos, professores e por pessoas da iniciativa privada. As atividades inicialmente científicas ganham contexto comercial e representam parte de um processo mais amplo, que consolida a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), como incubadora de empresas.

Na Universidade a aprovação dos projetos foi feita por meio da Pantanal Incubadora Mista de Empresas, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP). Sob a coordenação do professor do departamento de Engenharia Elétrica, João Onofre Pereira Pinto, as atividades da incubadora vêm obtendo resultados positivos.

Incentivos

Cada um dos projetos, transformados em microempresas, selecionados pelo PRIME, concorre a R$ 120 mil, como incentivos e créditos para o desenvolvimento dos trabalhos. São bons frutos que colhemos pela seriedade com que encaramos cada iniciativa, avalia o professor João Onofre. De acordo com o docente as atividades da incubadora compreendem um completo sistema de orientação, consultoria, montagem, experimento da aplicabilidade dos projetos e providências para consultorias especializadas de outras instituições ou empreendimentos. Os empreendimentos orientados e aprovados, acabam por se tornar empresas referenciais, explica.

Os quatro projetos aprovados configuram-se em quatro novos cenários em favor do empreendedorismo em Mato Grosso do Sul. As pesquisas comprovam que a produção científica da Universidade pode e deve ser utilizada para a sociedade.

Um equipamento de microeletrônica, a etiqueta inteligente, apresenta ampla aplicabilidade no comércio varejista, principalmente em supermercados. O projeto desenvolvido pelos mestrandos Rene Alfonso Capitanio e André Muniz Soares traz como inovação a possibilidade dos preços serem fixados eletronicamente e conectados, por meio de tecnologia da informação por rádio freqüência. A viabilização do estudo está sendo feita por meio da Hiperon Engenharia Ltda, especializada em desenvolvimento de equipamentos eletro-eletrônicos customizáveis, hardware e software.

Inovação

Já com relação a softwares inovadores a Olimpo MMHCC Tecnologia da Informação Ltda. desenvolveu um sistema para organização e implementação de concursos públicos. Os programas de computador construídos para essa finalidade incrementam recursos de hipermídia para web. O projeto foi desenvolvido por Marcio Aparecido Inácio da Silva, Marcio Roberto Silva, Humberto Rafael Henrique Pereira e Hercules da Costa Sandim.

Os acadêmicos, agora sócios da WAT Consultoria Ltda ME, Luigi Galotto Junior e Ruben Barros Godoy desenvolveram uma interação entre as atividades de engenharia, com eletrônica e tecnologia da informação, por meio da criação de um sistema de comunicação por rádio freqüência para empresas com ampla utilização de energia renovável.  A idéia é disponibilizar aos usuários uma opção economicamente mais vantajosa do que a informática convencional.

Por fim, a produção de vídeo com tecnologia 3D ganha força de empreendimento tecnológico no campo da arte e da comunicação. O vídeo tridimensional desenvolvido como projeto de pesquisa na UFMS conquista novas fronteiras e abre vertentes para os campos da publicidade, do cinema e da produção de vídeos. A Photon 3D cinema e vídeo Ltda tem como sócios Sara Cristiane Jara Grubert e Hélio Augusto Godoy de Souza e atua como produtora de filmes, dedicando-se preferencialmente ao 3D, oferecendo soluções desde a filmagem, pós-produção (edição e montagem), até a exibição.

Fonte: UFMS