O evento acontecerá na PUC-SP, entre os dias 21 a 23 de outubro de 2009 e será organizado pela Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) em conjunto com a União Nacional dos estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Comissão Executiva Nacional do Programa Tutorial (CENAPET). Tal evento faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.
Serão 3 dias de debates, propostas, atividades culturais e apresentações de trabalho. Os eixos que nortearão o tema do evento – Popularização da Ciência – serão: educação, ciência e tecnologia, e juventude.
Também estão previstos debates sobre as experiências de popularização da ciência no Brasil, cultura e arte, comunicação, Pré-Sal, a interação entre escola e ciência, protagonismo juvenil, a Conferência Nacional de Educação e a Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia.
Todos os estudantes e pesquisadores em todos os níveis estão convidados para essa atividade que pretende ser um marco na história da participação juvenil brasileira na ciência do país.
Por meio de projetos pedagógicos inovadores, que consideram as vocações e demandas locais, as quatro universidades federais a serem implementadas em 2010 buscam promover a integração dentro e fora do país
Daniela Oliveira e Vinicius Neder escrevem para o "Jornal da Ciência":
Em 2010, o Brasil terá quatro novas universidades federais – duas no Sul, uma no Nordeste e outra no Norte – cujas propostas apontam como prioridades a integração entre regiões, dentro e fora do país, a inovação nas propostas pedagógicas e o foco nas vocações e demandas locais. O projeto de criação de uma delas, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última terça-feira, dia 15.
Primeira das quatro novas instituições a ter o projeto de lei de criação aprovado pelo Congresso Nacional, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) será composta por cinco campi, localizados nos municípios de Chapecó, em Santa Catarina, Realeza e Laranjeiras do Sul, no Paraná, e Erechim e Cerro Largo, no Rio Grande do Sul – todos próximos à fronteira com a Argentina.
Segundo Dilvo Ristoff, presidente da Comissão de Implantação da UFFS, a escolha pela fronteira Sul tem como um dos objetivos combater a "litoralização" da população. "Queremos segurar os jovens na região. Quando chega a época do vestibular eles saem, e muitos nunca mais voltam", observa.
Para reverter esse processo de êxodo, a UFFS pretende não apenas oferecer educação superior de qualidade, mas também promover o desenvolvimento regional integrado, que garanta a permanência dos estudantes graduados na universidade. Para isso, os cursos de graduação e as atividades de pesquisa e extensão da UFFS vão explorar as necessidades da região.
Ristoff cita, como exemplo, a presença de uma bacia leiteira muito forte e que pode se beneficiar com os conhecimentos gerados na instituição. Assim, entre os 19 cursos de graduação oferecidos neste primeiro ano estão Medicina Veterinária, Agronomia, com ênfase em Agroecologia, e Desenvolvimento Rural e Gestão Agroindustrial.
Amazônia
Da mesma forma, a Universidade Federal da Integração da Amazônia (Uniam) – que será criada a partir dos campi da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) em Santarém (PA) – foi buscar nas vocações locais a motivação para implementação das novas graduações. Ao lado dos nove cursos já em andamento (oito da UFPA e um da Ufra), com cerca de dois mil alunos matriculados, entrarão em funcionamento cinco institutos, nas seguintes áreas: C&T das Águas, Biodiversidade de Florestas, Geociências e Engenharias, Ciências da Sociedade e Ciências da Educação.
Idealizada originalmente como Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), a Uniam tem como missão principal atender à população daquela região paraense. Mas a posição estratégica do município de Santarém, localizado no meio do caminho entre Belém e Manaus, e o interesse pela integração regional faz com que a instituição amplie sua área de abrangência.
"Vamos abrir a possibilidade de atrair estudantes de toda a região. E não só da Amazônia brasileira. Queremos desenvolver um programa de cooperação com a Pan-Amazônia, inicialmente em pesquisa e pós-graduação. Mas estaremos atentos também à possibilidade de aceitar alunos, em nível de graduação, dos países vizinhos. Queremos nos tornar, de fato, uma universidade de integração amazônica", afirma José Seixas Lourenço, coordenador da Comissão de Implantação da Uniam.
A dimensão internacional do ensino superior brasileiro será ampliada com a criação de outras duas instituições.
Situada em Foz do Iguaçu (PR), na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) propõe um projeto pedagógico inovador e ousado. Os cursos de graduação serão divididos em quatro campos temáticos – Espaço Interterritorial e Sociedade; Interculturalidade e Comunicação; Natureza e Vida; Educação e Saúde Pública. Não haverá cursos de graduação convencionais; serão todos interdisciplinares, em áreas não oferecidas tradicionalmente e que deem formação inovadora.
"Não vamos dar curso nem de Engenharia, nem de Direito, nem de Medicina, mas vamos ensinar as três disciplinas", explica Hélgio Trindade, presidente da Comissão de Implantação da Unila. Em vez do curso de Engenharia com suas habilitações – Civil, Mecânica, de Produção etc. -, haverá um curso de Engenharia de Macroinfraestruturas. A formação de Medicina estará no curso de Saúde Coletiva e Preventiva e o curso de História terá foco específico na questão dos direitos humanos.
Também inovador é o projeto da Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab), a ser instalada no município de Redenção, no Ceará, primeira cidade brasileira a libertar seus escravos. A instituição oferecerá, inicialmente, cursos nas áreas da saúde (Enfermagem), ciências agrárias (Agronomia), gestão (Administração Pública e Privada), formação docente (Licenciatura em Ciências da Natureza e Matemática) e energia (Engenharia em Energia).
Metade das vagas na instituição será oferecida para estudantes de países de língua portuguesa, especialmente os africanos. A outra metade deverá atender à região do Maciço do Baturité, composta por 13 municípios sem atendimento de ensino superior público ou privado. "Trata-se de uma região com potencial econômico e cultural muito grande, e estamos trabalhando com o governo do Ceará a implementação de um programa de desenvolvimento regional para esta área. Creio que a universidade terá uma repercussão muito grande", afirma Paulo Speller, coordenador da Comissão de Implantação da Unilab.
Semelhanças
Consideradas as especificidades, as novas federais terão outros pontos de aproximação. Um deles é a estrutura da formação em ciclos, com a adoção de um tronco comum de disciplinas nos períodos iniciais. Outro aspecto compartilhado pelas instituições é a preocupação com a formação de professores – as quatro oferecerão também licenciaturas, em diferentes áreas.
No total, as novas universidades pretendem receber, já no próximo ano, quase cinco mil alunos, a serem selecionados pelo novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No caso da Unila e da Unilab, haverá reserva de 50% das vagas para estudantes de fora do país. Eles prestarão o exame, com provas adaptadas à realidade de seus países de origem e, para os candidatos à Unila, traduzidas para o espanhol.
O quadro de docentes e técnicos-administrativos necessário para atender aos novos graduandos será composto por meio de concursos públicos, previstos para acontecer ainda este ano. A Uniam, no entanto, já conta com os recursos humanos dos campi da UFPA e da Ufra em Santarém, que reúnem atualmente cerca de 80 professores e 70 técnicos-administrativos. A nova universidade paraense poderá aproveitar também a infraestrutura física de suas antecessoras, o que não acontece com Unila, UFFS e Unilab.
De acordo com a previsão das comissões de implantação, as quatro universidades necessitarão cerca de R$ 1 bilhão para sua plena instalação. O projeto de lei orçamentária para 2010, enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional, prevê R$ 46,33 milhões para a implantação da UFFS; R$ 27,2 milhões para a Unilab; R$ 22,9 milhões para a Unila; e R$ 5,85 milhões para a Uniam.
Unila já conta com Instituto de Estudos Avançados
O caráter inovador do projeto da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) vai além da proposta pedagógica, chegando a seu formato de implantação. Com a inauguração, em 20 de agosto, do Instituto Mercosul de Estudos Avançados (Imea), as atividades já começaram: ao longo deste semestre, 10 cátedras serão oferecidas e valerão créditos para pós-graduação.
A primeira cátedra inaugurada foi "Ciência, Tecnologia, Inovação e Inclusão Social", com Amilcar Herrera (Argentina) como patrono. Fundada pela venezuelana Hebe Vessuri, ela foi ministrada entre 31 de agosto e 5 de setembro. As nove outras cátedras funcionarão em sete blocos sucessivos, até dezembro – veja a programação em www.unila.ufpr.br
Entre os patronos, estão nomes como Celso Furtado, Crodowaldo Pavan e Juan José Giambiagi. Os seminários terão a duração de uma semana e os alunos de pós-graduação terão direito a créditos acadêmicos reconhecidos em seus currículos, por diploma expedido pela UFPR.
Hélgio Trindade, presidente da Comissão de Implantação da Unila, destaca o pioneirismo de dar os primeiros passos da instituição no âmbito do Imea, com atividades de pós-graduação. "Nenhuma universidade federal começou tendo como unidade precursora um instituto de estudos avançados", lembra.
A atuação do instituto permitirá a integração entre graduação, pós e pesquisa, uma das inovações do projeto pedagógico. "Cada catedrático, além dos seminários sobre as áreas em que são especialistas, vai propor a forma de organizar o ensino de graduação e de pós-graduação e, ao mesmo tempo, as linhas de pesquisa prioritárias para atingir esse benefício", diz Trindade.
Para o presidente da CI-Unila, o funcionamento do Imea garante o caráter internacional da construção da nova universidade. O instituto foi inaugurado já com um Conselho Consultivo (Consultim), formado por 25 membros de 15 países latino-americanos. Trindade lembra de outro detalhe para mostrar que a integração latino-americana já começou na prática: as atividades do Imea são transmitidas, ao vivo, no site da Unila.
Nota da redação: Esta matéria foi publicada originalmente no "Jornal da Ciência", que tem conteúdo exclusivo. Informações sobre como assinar a edição impressa pelo fone (21) 2295-6198 ou e-mail [email protected]
Instituto integra as três categorias de redes do Sibratec: Extensão Tecnológica, Centros de Inovação e Serviços Tecnológicos
Criado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia para dar suporte ao desenvolvimento tecnológico das empresas brasileiras e consolidar um ambiente favorável à inovação em áreas estratégicas para a soberania do país, o Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec) conta com a participação ativa do Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT).
A importância dessa atuação foi destacada pelo ministro Sergio Rezende, em reunião com o diretor do INT, Domingos Manfredi Naveiro, no dia 9 de setembro. O Instituto integra as três categorias de redes do Sibratec: Extensão Tecnológica, Centros de Inovação e Serviços Tecnológicos.
As redes de Extensão Tecnológica funcionarão em nível estadual, prestando assistência tecnológica às micro, pequenas e médias empresas com vistas à inovação e à solução de gargalos na gestão tecnológica, projeto, desenvolvimento, produção e comercialização de bens e serviços.
O INT coordena a Rede Estadual de Extensão Tecnológica do Rio de Janeiro, juntamente com o grupo gestor que reúne a Rede de Tecnologia (Redetec), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RJ) e a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (Faperj). O Instituto atuará ainda como co-executor da rede do Mato Grosso e também estará assessorando à rede do Mato Grosso do Sul.
No Rio de Janeiro, as funções da rede absorverão progressivamente dois serviços já centralizados pelo Instituto no estado: o Programa de Apoio Tecnológico à Exportação (Progex-RJ), que visa a qualificação de produtos de empresas para atuarem no mercado externo, e o Projeto Unidades Móveis (Prumo), voltado para a assistência tecnológica ao setor de plásticos e borrachas.
"Realizará, no entanto, um atendimento mais amplo, suprindo necessidades tecnológicas de setores variados e abrangendo a qualificação de produtos das empresas de forma a superar gargalos tecnológicos e aumentar sua competitivamente no mercado interno", explica o coordenador de Gestão da Qualidade e Inovação Tecnológica do INT, Carlos Alberto Teixeira.
Além das entidades que compõem o grupo gestor, a rede fluminense de Extensão Tecnológica conta ainda na elaboração de suas ações estratégicas com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis) e de Ciência e Tecnologia (Secti), além do Inmetro e do Senai/Cetiqt.
Redes temáticas de Serviços Tecnológicos
Outra vertente do Sibratec são as redes temáticas de Serviços Tecnológicos, que congregam 53 instituições de pesquisas tecnológicas e 253 laboratórios em torno de temas estratégicos para o desenvolvimento das empresas nacionais. Essas redes se voltam para suprir demandas identificadas como estratégicas e prioridades definidas pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP).
Compreendem serviços de calibração, ensaios e análises, avaliação da conformidade – compulsória ou voluntária -, além de atividades como normalização e regulamentação técnica, associadas à superação de exigências técnicas para o acesso a mercados.
Atualmente estão formadas 19 redes temáticas, dentre as quais o INT coordena duas: Produtos para a Saúde – agregando 46 laboratórios – e Biocombustíveis, com 21 laboratórios. O Instituto participa ainda de outra rede temática na área de produtos e dispositivos eletrônicos.
Redes de Centros de Inovação
A terceira modalidade de redes do Sibratec está voltada exclusivamente para a inovação. Como as vertentes de extensão tecnológica e serviços, as redes de Centros de Inovação partirão da identificação de demandas nas empresas. O trabalho, no entanto, estará inteiramente voltado para o desenvolvimento projetos de inovação, que irão gerar produtos ou processos comercialmente viáveis. Essa nova tecnologia será desenvolvida de forma complementar, alinhavando as competências das instituições componentes.
Das onze redes que se formaram inicialmente o INT participa de cinco, coordenando uma delas: a Rede de Tecnologias para o Setor de Plásticos e Borracha, que também agregará a experiência já desenvolvida no atendimento tecnológico das unidades móveis do projeto Prumo.
Além da integração entre os centros de inovação participantes, essas redes pretendem ter uma grande interação com o setor privado, tanto contribuindo para o incremento do processo de inovação nas empresas existentes, como estabelecendo as bases tecnológicas para o surgimento de novas empresas inovadoras.
Modalidade terá como público-alvo estudantes de graduação e instituições interessadas no intercâmbio científico
O Conselho Curador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) aprovou a criação do Programa de Iniciação Científica Internacional. A modalidade terá como público-alvo estudantes de graduação e instituições interessadas no intercâmbio científico.
O programa funcionará em duas vias, ou seja, candidatos mineiros podem apresentar proposta para o exterior, assim como candidatos de outro país (cujas agências assinarem acordo com a Fapemig) podem apresentar proposta, no país de origem, e vir para Minas Gerais.
Para os candidatos mineiros, a Fapemig irá financiar as passagens aéreas de ida e volta e o país receptor disponibilizará bolsa para custeio do candidato pelo período de estada no exterior. No caso do candidato estrangeiro em Minas Gerais, a agência estrangeira financia as passagens aéreas de ida e volta e a Fapemig financia bolsa para o custeio do candidato no período de estadia no estado.
Ao todo, serão investidos R$ 500 mil por ano no Programa, que terá duração de três anos, podendo ser renovado em 2011 mediante avaliação conclusiva de resultados. As propostas serão julgadas pela diretoria científica, que poderá solicitar parecer das Câmaras de Assessoramento com base nos critérios de mérito, relevância e qualidade da proposta.
Serão consideradas também a instituição de destino e o conhecimento de língua estrangeira do candidato. O programa entrará em vigor a partir da publicação da deliberação do Conselho no Diário Oficial.
Parceria
A idéia para o Programa surgiu durante viagem de uma comitiva mineira à Alemanha no mês de julho. Na ocasião, o presidente da Fapemig, Mario Neto Borges, discutiu propostas de cooperação com a Fundação de Pesquisa Alemã (DFG) e com o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD). Por isso, a princípio, o país de destino da BIC Internacional será a Alemanha.
"O Programa exige a parceria com uma agência de fomento no país estrangeiro. Já temos esse acordo firmado com a Alemanha e vamos continuar buscando parceiros a fim de expandir as possibilidades", explica o presidente.
(Assessoria de Comunicação da Fapemig)
CNPq apoia eventos de C&TPrazo vai até 28 de setembro
O segundo cronograma do Edital 007/2009 prevê apoio financeiro para a realização de congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclos de conferências e eventos similares no Brasil. A iniciativa é do CNPq e da Finep, agências do MCT. No total serão aplicados R$ 20 milhões.
Podem se candidatar professores, pesquisadores e especialistas com vínculo empregatício ou funcional com Instituições de Ensino Superior (IES), centros e institutos de pesquisa e desenvolvimento, empresas públicas que executem atividades de pesquisa.
O pesquisador deve ter currículo cadastrado e atualizado na Plataforma Lattes. Os eventos aprovados deverão ser realizados entre 1º de julho de 2009 e 30 de junho de 2010.
Para mais informações consulte o edital em www.cnpq.br/editais/ct/2009/007.htm
(Com informações da Assessoria de Comunicação do CNPq)
Chamada pública vai selecionar encontros acadêmicos voltados a temas de saúde e inovação no setor. As inscrições seguem abertas até o dia 16 de outubro
O Ministério da Saúde destinará R$ 1 milhão em apoio a eventos científicos a serem realizados em 2010. As inscrições para a chamada pública vão até 16 de outubro no site www.saude.gov.br/eventos
Os interessados devem preencher formulário eletrônico com informações sobre o evento e a instituição organizadora e encaminhar documentação pelo correio.
Serão selecionados encontros científicos centrados em temas relevantes para o Sistema Único de Saúde, voltados à inovação no setor e a agenda nacional de pesquisa na área. O objetivo do Ministério da Saúde é promover o intercâmbio entre pesquisadores e gestores, incentivando a disseminação e incorporação de novas tecnologias e conhecimento em saúde.
O financiamento poderá cobrir despesas com passagens (aéreas e terrestres) para conferencistas e pessoas que apresentarão trabalhos, alimentação, aluguel do espaço do evento e de equipamentos, material de consumo, entre outros. O resultado da seleção será divulgado até o dia 6 de novembro, no Portal Saúde – www.saude.gov.br
Esta é a 14º edição da chamada pública realizada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde. Desde a primeira edição, em 2003, 236 eventos foram contemplados pela iniciativa.
Mais informações sobre a chamada pelo fone (61) 3315-3778 ou e-mail [email protected]
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o King’s College London assinaram nesta quarta-feira (16/9), em Londres, um acordo de cooperação. O objetivo é estimular e apoiar projetos de pesquisa conjuntos entre pesquisadores da instituição britânica e de instituições de ensino superior e de pesquisa sediados no Estado de São Paulo.
Com a cooperação, que se expande por todas as áreas do conhecimento, o King’s College London se torna a primeira universidade britânica parceira da Fapesp. As duas instituições trabalharão em conjunto para analisar e selecionar projetos de propostas submetidos.
"Estamos muito felizes com a escolha, por parte da Fapesp, do Kings’ College como parceiro para projetos de pesquisa internacionais. O Brasil é um país de grande importância para nossa instituição e tenho certeza de que a assinatura deste acordo marca o início de uma colaboração importante que estimulará relações de pesquisa e levará ao desenvolvimento de pesquisas de alta qualidade por todas as áreas do conhecimento", disse Keith Hoggart, vice-reitor para Artes e Ciências da instituição britânica.
"A colaboração internacional é fundamental para o desenvolvimento da ciência em São Paulo e no Brasil. Ao colaborar com o King’s College London, a Fapesp abre um amplo conjunto de oportunidades para a colaboração científica. Como é tradição na Fundação, esperamos propostas em todos os campos científicos", disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, na assinatura do acordo em Londres.
O acordo de cooperação entre as instituições apoiará a realização de projetos de pesquisa conjuntos – que podem incluir o intercâmbio de pesquisadores e de alunos de pós-graduação – em todas as áreas de conhecimento, selecionados por meio das chamadas de propostas.
Áreas prioritárias podem ser estabelecidas dentro das chamadas pelo Comitê Gestor encarregado da administração do programa de cooperação. As chamadas de propostas serão realizadas a cada dois anos.
As propostas selecionadas serão financiadas por dois anos. Esse apoio poderá ser prorrogado pelo prazo máximo de um ano, especialmente quando houver alunos de pós-graduação ligados ao projeto de pesquisa.
No lado britânico, o critério de elegibilidade é que a proposta deva ser submetida apenas por pesquisadores do King’s College London. No lado brasileiro, o critério é que a proposta deva ser submetida apenas por pesquisadores de instituições de ensino superior e de pesquisa localizadas no Estado de São Paulo.
O acordo se soma às diversas relações entre o King’s College London e instituições de ensino e de pesquisa em São Paulo, como a Universidade de São Paulo. A universidade britânica sedia o Centro para o Estudo da Cultura e Sociedade Brasileiras.
Fundada pelo rei George IV e pelo duque de Wellington, então primeiro-ministro, em 1829, o King’s College London é a quarta mais antiga universidade na Inglaterra. É uma das 25 melhores instituições de ensino superior no mundo, segundo o levantamento Times Higher Education 2008. Tem mais de 21 mil alunos, de quase 140 países, e cerca de 5,7 mil funcionários.
Seminário de Orientação Profissional e Educacional
Entre os dias 23 e 24 de outubro, na UNIPLI em Niterói-RJ, será realizado em parceria com a ANPG, o 1º Seminário de Orientação Profissional e Educacional: dialogo entre orientador profissional e educacional. O seminário tem como
publico alvo alunos de gradução, pós-gradução, orientadores educacionais, profissionais, pedagogos, psicólogos e recursos humanos.
O evento acontecerá na PUC-SP, entre os dias 21 a 23 de outubro de 2009 e será organizado pela Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) em conjunto com a União Nacional dos estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Comissão Executiva Nacional do Programa Tutorial (CENAPET). Tal evento faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.
Serão 3 dias de debates, propostas, atividades culturais e apresentações de trabalho. Os eixos que nortearão o tema do evento – Popularização da Ciência – serão: educação, ciência e tecnologia, e juventude.
Também estão previstos debates sobre as experiências de popularização da ciência no Brasil, cultura e arte, comunicação, Pré-Sal, a interação entre escola e ciência, protagonismo juvenil, a Conferência Nacional de Educação e a Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia.
Todos os estudantes e pesquisadores em todos os níveis estão convidados para essa atividade que pretende ser um marco na história da participação juvenil brasileira na ciência do país.
Seleção para Serviço Temporário (CÓDIGO BRA/04/051-127)
16/09/2009 | CONTRATAÇÕES
Formação de nível superior em Ciências Humanas. Envio de currículos até o dia 21/09/2009.
Seleção para Serviço Temporário (CÓDIGO BRA/04/051-126)
16/09/2009 | CONTRATAÇÕESFormação de nível superior em Ciências Humanas. Envio de currículos até o dia 21/09/2009.
Seleção para Serviço Temporário (CÓDIGO BRA/04/051-125)
16/09/2009 | CONTRATAÇÕES Formação de nível superior em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Envio de currículos até o dia 21/09/2009.
Seleção para Serviço Temporário (CÓDIGO BRA/04/051-124)
16/09/2009 | CONTRATAÇÕESFo rmação de nível superior em Ciências Humanas. Envio de currículos até o dia 21/09/2009.
Seleção para Serviço Temporário (CÓDIGO BRA/04/051-123)
16/09/2009 | CONTRATAÇÕES Formação de nível superior em Ciências Humanas. Envio de currículos até o dia 21/09/2009.
Seleção para Serviço Temporário (CÓDIGO BRA/04/051-122)
16/09/2009 | CONTRATAÇÕES Formação de nível superior em Ciências Humanas. Envio de currículos até o dia 21/09/2009.
O Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia, concedido pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), incluirá pela primeira vez a categoria de jornalismo científico. Na 23ª edição do Prêmio, a nova categoria contemplará um jornalista que tenha se destacado pela realização de reportagem impressa ou eletrônica na área de ciência, tecnologia e inovação, veiculada em meios de comunicação do Paraná.
Com a inclusão dessa nova categoria, a Seti visa ampliar a divulgação de projetos, pesquisas e assuntos das áreas de ciência, tecnologia e inovação, bem como reforçar a prestação de contas à sociedade dos recursos aplicados pelo Fundo Paraná em todas as áreas do conhecimento, em instituições de ensino superior e pesquisa paranaenses.
Podem concorrer à nova categoria jornalistas, pesquisador ou professor, radicado no Paraná e com atuação comprovada em veículos de comunicação do estado.
O jornalista vencedor receberá um prêmio em dinheiro equivalente a 60% do valor do vencimento de professor titular em regime de dedicação exclusiva, incluindo a gratificação de incentivo à titularidade de doutor, destinado a custear a participação do jornalista em evento de jornalismo científico ou curso de aperfeiçoamento de sua livre escolha ou aquisição de equipamentos e materiais.
O prêmio também é concedido a pesquisadores-cientistas, pesquisadores-extensionistas, estudantes de graduação e, desde 2008, a um inventor independente.