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2009

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O encontro da Associação Brasileira de Ciência Polícia (ABCP) será de 4 a 7 de agosto de 2010, no Recife (PE). O tema geral da sétima edição será "Política, desenvolvimento & inclusão social no Brasil: desafios da próxima década".

 

A submissão do trabalho é feita em forma de proposta. O trabalho completo, após aprovação inicial, deverá ser enviado até 12 de julho de 2010. Informações detalhadas sobre o processo de submissão dos trabalhos estão no site da ABCP: www.cienciapolitica.org.br

 

Cada participante poderá inscrever uma única proposta como primeiro autor e deve ser associado à ABCP.







 

Apoiar o desenvolvimento intelectual contínuo dos alunos do ensino superior, incentivando a pesquisa, a arte e a cultura. Esses são os objetivos do 9º Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC), realizado na Casa Metropolitana do Direito da FMU.  O presidente Luis Inácio Lula da Silva prestigiou a abertura do CONIC, nesta manhã, 13, assim como o presidente da UNE, Augusto Chagas, os ministros Fernando Haddad (MEC) e Orlando Silva (Esportes) e o prefeito Gilberto Kassab.

 

 “Os estudantes são as grandes estrelas deste evento”, declarou Augusto Chagas em seu discurso. Para o presidente da UNE, o avanço da ciência é um dos grandes desafios na construção do desenvolvimento do Brasil. “Por isso é fundamental a popularização e o acesso à ciência”, concluiu. Ele mencionou ainda a importância da Ciência e Tecnologia com a descoberta das jazidas de petróleo do pré-sal, reforçando a campanha da entidade para que 50% dos recursos vindos da exploração sejam destinados à educação.

 

Lula afirmou que quer deixar um legado para o país na área da educação. "A Educação é a base mais concreta e objetiva para darmos um salto de qualidade", afirmou o presidente da república, afirmando que proibiu no governo que investimentos na área fossem chamados de gastos e decidiu investir pesado em educação profissional.

 

Fonte: Estudantenet

 







A Capes vai premiar as melhores teses aprovadas em 2008 no Brasil nos programas de doutorado reconhecidos pela instituição, por meio do Prêmio e do Grande Prêmio Capes de Teses, em sua quarta edição.

 

Até o dia 20 de janeiro de 2010, as Pró-Reitorias de Pós-Graduação interessadas em participar da edição 2009 da premiação devem encaminhar a Capes as teses indicadas pelos cursos de doutorado na respectiva área de conhecimento. Não é necessário que o aluno se inscreva para o concurso. A tese pode ser indicada pelo orientador, por membros da banca ou comissão específica para este fim.

 

O Prêmio Capes de Teses selecionará 46 trabalhos, um para cada área de avaliação da instituição. Os autores dos estudos vencedores receberão certificado, medalha e bolsa de pós-doutorado nacional de um ano. Seus orientadores ganharão auxílio equivalente a uma participação em congresso nacional ou valor semelhante para aplicar em custeio de pesquisa.

 

Já o Grande Prêmio Capes de Teses selecionará as obras vencedoras da outra premiação, agrupadas em grandes áreas do saber. Serão três premiados, um em cada categoria: "José Leite Lopes", para os trabalhos em Engenharias, Ciências Exatas e da Terra; "Lucio Costa", designado às Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas e Lingüística, Letras e Artes; e "Carlos Chagas", para as Ciências Biológicas, Ciências da Saúde e Ciências Agrárias. Os nomes das categorias são homenagens anuais a personalidades das grandes áreas.

 

O Grande Prêmio de Teses consistirá em certificado, medalha e bolsa de pós-doutorado internacional de um ano, para o autor da tese. Ao orientador caberá auxílio equivalente a uma participação em congresso internacional ou soma semelhante para custear projeto de pesquisa. Os vencedores devem usufruir das bolsas em até dois anos.

 

Mais informações sobre a premiação no site da Capes: www.capes.gov.br

( Fonte: Jornal da Ciência com informações da Assessoria de Imprensa da Capes)

 







O Programa de Apoio aos Núcleos de Excelência (Pronex) 2009 busca dar suporte à continuidade de projetos de grupos consolidados de pesquisas científicas, tecnológicas e de desenvolvimento, de excelência reconhecida. Cada núcleo de excelência que solicite apoio deverá contar com três pesquisadores com bolsa de produtividade nível 1 pela avaliação do CNPq e o coordenador do projeto deverá ser bolsista 1A ou 1B.

 

Esta é a terceira versão do edital, que este ano apresenta algumas novidades em relação à versão anterior. A principal delas é a duplicação dos recursos, que saltou de R$ 20 milhões em 2006 para R$ 40 milhões na edição atual. Destes recursos, R$ 24 milhões serão disponibilizados pelo CNPq e R$ 16 milhões pela Faperj.

 

O prazo para submissão de propostas on-line vai de vai até o dia 28 de janeiro de 2010 e a entrega de cópia impressa do projeto deverá ser realizada até o dia 5 de fevereiro de 2010. A divulgação dos resultados está prevista para acontecer a partir de 8 de abril de 2010. O edital está em www.faperj.br/redir.php?obj_id=5920

 

Pensa Rio destinará R$ 30 milhões

 

Também lançado nesta quinta-feira, 12 de novembro, o edital Pensa Rio – Apoio ao Estudo de Temas Relevantes e Estratégicos para o Estado do Rio de Janeiro 2009 destinará R$ 30 milhões para pesquisas em temas específicos que contribuam de maneira efetiva para o desenvolvimento socioeconômico das diversas regiões fluminenses. Esta é a segunda edição do programa.

 

Encaminhadas por um coordenador de equipe – bolsista de produtividade nível 1 do CNPq e produção científica de reconhecida qualidade no tema a ser trabalhado -, as propostas deverão ser desenvolvidas por equipes de pesquisadores com grau de doutor ou equivalente, com vínculo empregatício em instituições de ensino e pesquisa no estado.

 

O prazo para submissão de propostas se estende até 4 de fevereiro de 2010, e a entrega da cópia impressa da documentação deve ser feita até 11 de fevereiro. A divulgação dos resultados está prevista para acontecer a partir de 8 de abril de 2010. O edital está em http://www.faperj.br/redir.php?obj_id=5921

(Com informações da Assessoria de Comunicação da Faperj)

 




Há mais de 50 vagas em várias áreas para classe Auxiliar/Especialização, Assistente e Adjunto, com diferentes regimes de trabalho 40 horas semanais; e Classe Adjunto, regime de trabalho 40 horas semanais com Dedicação Exclusiva.

 

As inscrições devem ser feitas de segunda à sexta-feira, no horário de expediente da Divisão de Protocolo (8h às 12h, 13h30min às 17h30min e 18h às 20h45min), no campus Carreiros – Avenida Itália, Km 8, telefone (53) 3233 6696.

 

O edital está disponível em:

http://www.sarh.furg.br/arquivos/editais/001461.pdf




Artigo de Luciano Rezende

 

Josef K. estudou na Uniban?

 

Luciano Rezende*

 

“Alguém certamente havia caluniado Josef K., pois uma manhã ele foi detido sem ter feito mal algum”.

 

Frase introdutória do livro “O Processo”, de Franz Kafka.

 

         Afinal, do que Josef K. é acusado na célebre trama kafkiana? É a mesma pergunta que fazemos em relação à jovem Geisy, estudante da Uniban – agora por diante conhecida com Uni(tali)ban.

 

         Esse é uma assunto que, merecedoramente, chama atenção de todos justamente por, tal como na ficção de Kafka, “difundir a sensação de que a razão pode muito pouco contra a banalização da violência irracional”.

        

         Geizy é acusada de usar um vestido curto e provocar outros estudantes. Daí sua execração pública em plena universidade e sua posterior expulsão (revogada diante da enorme repercussão mundial).

 

         Seus algozes, aqueles que a insultaram, são tratados como vítimas por terem seus instintos animalescos despertados pela Geni, ou melhor, Geisy. Por isso, todo aquele alvoroço digno de uma alcatéia ao sentir o feromônio da loba no ar.

 

         A questão do vestido que era usado por Geisy é o que menos importa nesse debate. O ponto central, merecedor de reflexão, é a gravidade da escalada da violência contra o gênero humano. Se o capitalismo prima pela competição inserindo valores cada vez mais individualistas em detrimento da solidariedade e respeito entre as pessoas, a grande mídia exacerba esse processo com uma programação “cultural” cada vez mais repleta de insultos, intolerância, arbítrio, alienação e desrespeito. É a animalização do homem na busca desenfreada pelo “Ibope”.

 

         Alguém bem intencionado pode até dizer que a sala de aula não comporta alunos ou professores com trajes, digamos, licenciosos. Mas o que dizer sobre a compatibilidade de uma universidade (ou mesmo a sociedade) com a intolerância? Mesmo se Geisy tivesse cometido algum crime, nada justificaria a revalidação do código de Hamurabi em pleno século XXI.

 

         Já a “universidade” em questão é outra aberração que merece ser melhor debatida. Verdadeiras fábricas de diplomas, em sua grande maioria, não têm o mínimo compromisso com a formação de valores humanísticos e princípios democráticos. Proliferaram-se assustadoramente pelo Brasil afora durante o governo neoliberal de FHC – que se eximiu de investir na educação pública de qualidade -, com o máximo compromisso em lucrar e a mínima obrigação em educar.

 

         Precisamos humanizar essa sociedade cada vez mais enferma pelo capitalismo. O “novo homem” de Martí precisa ser perseguido tenazmente. Jamais podemos nos conformar com cenas de bestas-feras agredindo seu semelhante e ainda por cima contando com a complacência de uma considerável parte da sociedade que julga ser correto achincalhar o próximo em razão de uma suposta agressão ao seu senso estético ou aos seus valores morais.

 

O preconceito que o vice-reitor da Uniban diz vitimar o corpo discente e docente da Uniban após o fatídico episódio não é nada perto do tormento que vive Geisy e seus familiares ao enfrentarem esse “processo” kafkiano. Uma preocupação mais digna de quem ocupa um posto tão elevado dentro de uma instituição universitária deveria ser em torno da imagem da democracia agredida ao invés da cotação de sua empresa de ensino na bolsa de valores.

 

E a todos que querem a cabeça de Geisy servida numa bandeja, relembramos Brecht, e pedimos com insistência:

“não digam nunca:

isso é natural!

diante dos acontecimentos de cada dia,

numa época em reina a confusão,

em que corre o sangue

em que o arbítrio tem força de lei

em que a humanidade se desumaniza

não digam nunca:

isso é natural!

para que nada possa ser imutável!”

 

  • Luciano Rezende é agrônomo, doutorando na Universidade Federal de Viçosa (UFV), da APG-UFV e ex-presidente da ANPG

 

Centrais sindicais e integrantes de movimentos sociais promoveram nesta quarta-feira, 11, a maior das mobilizações já realizadas desde 2004, de acordo com os organizadores. O movimento estudantil marcou presença e levou ao evento pelo menos 1500 estudantes, vindos de escolas e universidades de todo o país. A caminhada passou pela explanada dos Ministérios e seguiu até a Praça dos Três Poderes, onde aconteceu o ato político com a participação da ANPG e de outros movimentos sociais, como a UNE, a UBES, a UBM, o MST, e os presidentes das centrais sindicais (CTB, Nova Central, CUT, Força Sindical, UGT e CGTB).

“Conseguimos demarcar na Marcha a defesa do Pré-sal, para que a riqueza que proveniente da exploração seja revertida aos interesses nacionais e repartida com todo o povo brasileiro”, afirmou Augusto Chagas, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), mencionando a campanha prioritária da entidade no último período, que é feita em conjunto coma  União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e a própria ANPG. A proposta dos estudantes é que 50% do Fundo do Pré-sal sejam investidos na Educação. Sobre o evento, que reuniu cerca de 50 mil brasileiros no Distrito Federal, Chagas comentou a união das centrais. “A marcha de 2009 demonstra maturidade, que com certeza vai garantir mais direitos para os trabalhadores do Brasil”.

E as centrais também reconhecem que a unidade do movimento traz mais conquistas . "Esta unidade das centrais sindicais tem avançado e a CTB reforça a necessidade de realizarmos uma nova Conclat (Conferência da Classe Trabalhadora)”, comentou Wagner Gomes, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil). Ele afirma que evento seria um grande encontro das centrais, capaz de ampliar os avanços na defesa de um projeto de desenvolvimento com valorização do trabalho e distribuição de renda.

“Mais de 43 milhões de brasileiros vivem com um salário mínimo, sendo 18 milhões de aposentados. Esse povo espera e quer que o Congresso aprove a política de valorização do salário mínimo, que foi fruto da mobilização das centrais, para garantir que a valorização do mínimo permaneça até 2023, fazendo com que isso não seja uma política apenas do governo Lula, mas também de Estado”, defendeu o presidente nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique.

Audiências com Temer e Sarney

Enquanto as lideranças sociais ainda comandavam o ato político em frente ao Congresso, os presidentes e outras lideranças das seis centrais sindicais foram recebidos pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP). Sobre a redução da jornada sem redução de salário, cuja PEC está à espera de votação em plenário da Casa, Temer afirmou que se trata de uma matéria polêmica, sem dúvida. “Simplesmente marcar uma data para votação em plenário não dá certo. O que eu quero é fazer sentar deputados que representam o grupo contrário à medida e os favoráveis, mais as centrais sindicais, e encontrar um caminho para encaminhar o tema com entendimento entre os líderes partidários", disse. Ele prometeu instalar uma espécie de comissão de deputados e centrais para elaborar uma forma de encaminhar a PEC ao plenário com grande possibilidade de aprovação. Já o presidente do Senado, José Sarney, em uma audiência relâmpago, garantiu colocar a ratificação da convenção 151 para votação, com prioridade. A 151, que estabelece a negociação sindical e coletiva permanente no serviço público, já foi ratificada pela Câmara.

Da redação, com Estudantenet

 

A Associação nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) pretendem reunir cerca de 10 mil estudantes em Brasília na marcha de amanhã, para um ato em favor do uso de 50% da verba do fundo social do petróleo da camada pré-sal em projetos de educação.

Para o presidente da ANPG, Hugo Valadares, não há contradição em defender 50% do fundo para a Educação e cobrar mais investimentos também em Ciência e Tecnologia e Inovação ou em outras áreas. Hugo defende que a Educação é transversal: "não tem como fazer investimentos maciços em Ciência, Tecnologia e Inovação, por exemplo, sem investir em Educação. As coisas estão diretamente relacionadas. Para aumentar a produção de pesquisa no país precisamos qualificar mais gente, melhorar a qualidade dos cursos de pós-graduação e outras demandas que dependem de uma boa base educacional".

“É a oportunidade de um novo período de desenvolvimento para nosso país e lutaremos para que isso de fato ocorra”, defende Augusto Chagas, presidente da UNE. Além de defender a porcentagem do fundo para investimentos em Educação, os estudantes pressionam o Congresso também pela aprovação de um novo marco regulatório do petróleo, com o monopólio estatal.

10 mil pela Educação

O presidente da Ubes, Ismael Cardoso, ressalta que o objetivo da atual campanha das entidades estudantis "é interiorizar esse debate, como nós fizemos no fim da década de 1940, início da década de 1950, com a campanha O Petróleo É Nosso”. A bandeira é pauta de debates e mobilizações do Congresso da entidade, que ocorre na primeira quinzena de dezembro em Belo Horizonte (MG).

O projeto que cria o Fundo Social, enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro do pacote de regras do pré-sal, recebeu mais de 200 emendas até o dia 18 de setembro, prazo limite para que os deputados as apresentassem. Caso as alterações no Fundo Social sejam aprovadas, parte do dinheiro poderá ir para a demarcação e titulação de áreas de quilombolas, para assistência à agricultura familiar, para o desenvolvimento do esporte, para o sistema penitenciário, para o setor de saúde e para a promoção da igualdade de gênero, raça e etnia, entre outras destinações sugeridas pelos deputados.

Redução da Jornada

As principais reivindicações da Marcha são: a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários e a reivindicação de 50% da verba do Fundo Social do Pré-Sal para a Educação.

A bandeira histórica da redução da jornada, associada a uma regulação mais restritiva das horas extras e do banco de horas, é tida como fundamental para a geração de 2,5 milhões de empregos na economia nacional e, consequentemente, para o processo de desenvolvimento. A diminuição da jornada é importante tanto par os trabalhadores das cidades como para assalariados e assalariadas rurais, que estão submetidos a condições de trabalho exaustivas e penosas.

Por Luana Bonone

 Conforme Sergio Rezende, a 4ª CNCTI, que se realizará em maio de 2010, em Brasília (DF), deve analisar os resultados já alcançados pelo Plano de Ação e encaminhar sugestões para a consolidação de uma Política de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação que tenha como objetivo principal o desenvolvimento sustentável, cujos aspectos econômico, ambiental e social sejam respaldados por uma discussão ampla com a sociedade.

 

Com a presença de mais de 200 pessoas o auditório do MCT ficou pequeno e autoridades como o Presidente da SBPC e deputados ficaram de pé para prestigiar essa importante Conferência que acontecerá ano que vem. O Ministro Resende ficou surpreso com a quantidade de autoridades presentes e pediu desculpas por não poder acomodar bem todos os presentes. Mas já evidenciou o sucesso do evento com as presenças de representantes de orgãos de várias instâncias relacionadas à CT&I.  

 

Cumprindo agenda oficial o presidente da ANPG, Hugo Valadares, esteve presente, manteve contatos e expôs algumas reividicações dos pós graduandos às autoridades presentes, inclusive ao Ministro Resende.  

 

Serão abordados os seguintes temas na 4ª Conferência: a utilização sustentável da biodiversidade, mudanças climáticas, energia, recursos naturais, desigualdades regionais, educação científica de qualidade em todos os níveis, uso da C&T para o desenvolvimento social, saúde, entre outros, serão as principais vertentes da Conferência.

 

A respeito da Conferência, seu secretário-geral, Carlos Aragão, falou no lançamento:  “Isso irá requerer uma estrutura flexível, que permita a inclusão de temas que venham a ser sugeridos pelas discussões entre todos os atores”. Falou também que existem grandes expectativas, em todo mundo, de que C,T&I venham a encontrar respostas certas e compatíveis com o desenvolvimento sustentável que todos buscam. “Outro ponto a se destacar é que um dos grandes desafios da Conferência será a sua divulgação para o grande público, não apenas nos meios especializados, mas especialmente na grande imprensa, por intermédio de sua ligação com desafios atuais”.

De Brasília

Marney Cruz

Mestrando em Educação – UnB

Diretor Centro Oeste ANPG

 

 

 Para o presidente da ANPG, Hugo Valadares, a meia entrada é um direito conquistado pelos estudantes brasileiros e não deve ser descaracterizado “Em meio as lutas pela aprovação do PL dos pós-graduandos a ANPG está atenta também as discussões sobre a meia entrada e defende a sua garantia e regulamentação”

 O relatório do deputado Chico Lopes, do PC do B do Ceará, aprovado nesta quarta-feira, 4, retirou a restrição ao direito da meia entrado aos estudantes. Segundo Chico Lopes, fixar o número de vagas seria o mesmo que restringir o acesso à cultura e à formação humanística.



"Ora, 40% pra você saber num show, se tem 40% de estudantes, e outros 60 de inteira, eu pedi aos defensores dessa idéia que colocassem tecnicamente o que iria fazer: se ia ficar uma pessoa na porta do cinema contando: entrou 40% de estudante, agora não entra mais. Então, isso não tinha viabilidade técnica, nem política, porque isso foi uma conquista ao longo dos anos"



 

A meia-entrada beneficia estudantes em todos os níveis – secundarista, universitário e pós-graduando – e é garantida pela Carteira de Identificação Estudantil.


O texto aprovado determina que terá direito ao benefício o estudante que, no momento da compra do ingresso e na portaria do evento, apresentar a Carteira de Identificação Estudantil. A famosa "carteirinha de estudante" será confeccionada pela Casa da Moeda, seguindo um modelo único para todo o país.

Já a expedição dela continua sob responsabilidade das associações representantivas dos estudantes, como a UNE, a UBES e a ANPG.

 
O presidente da União Nacional dos Estudantes, Augusto Chagas, afirmou que a meia-entrada é importante para a formação do aluno. "É através da meia-entrada que a juventude consegue ter acesso à cultura, a espetáculos de teatro, de cinema; exibição de shows. Para nós é algo que joga a um papel muito determinante na formação da juventude, dos estudantes, e é por isso que a gente tanto reinvindica que esse direito possa ser cumprido. E que a gente possa regulamentar novamente a meia-entrada no Brasil, que, no último perído tem passado por uma série de dúvidas, incertezas, disputas sobre a sua aplicação e interpretações da justiça".

Pelo texto, a medida vale para estudantes, da pré-escola à pós-graduação, e para idosos com mais de sessenta anos. A matéria ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social; de Educação e Cultura; e de Constiuição e Justiça.

 * Clique aqui e ouça a reportagem veiculada na Rádio Câmara.

Da Redação, por Luisa Barbosa com informações do Estudantenet, Agencia da Câmara e Rádio Câmara.