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2009

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Até 13 de novembro

Lançado na segunda-feira (28/9), o Prêmio Inovar é uma ação de estímulo à promoção da excelência na gestão de fundos de capital inteligente capitaneada pela Finep. As inscrições estarão abertas até o dia 13 de novembro.

 

"Reconhecer que o venture capital é, hoje, uma realidade em franca ascensão e premiar os protagonistas desse processo são os nossos desafios", disse Patricia Freitas, superintendente da Área de Investimentos da Finep.

 

A premiação conta com três categorias: Governança, Equipe e Operação. Estão aptas a participar empresas gestoras de fundos, constituídos, no mínimo, há dois anos, segundo as instruções CVM 209 ou 391, e que sejam não-proprietários e não-exclusivos, ou seja, possuam mais de uma empresa na carteira de investimentos.

 

As firmas gestoras poderão realizar mais de uma inscrição nas categorias Governança e Equipe para diferentes fundos em atividade, e na categoria Operação para diferentes formas de investimento e desinvestimento em uma empresa, realizadas por um mesmo fundo ou por fundos diversos. Em todos os casos, existe a necessidade de envio de arquivos individuais para cada inscrição.

 

A comissão organizadora do Prêmio Inovar 2009  realizará  uma pré-qualificação  de todas as propostas inscritas, com caráter eliminatório. Nesta etapa, serão verificados o envio correto do arquivo e as respostas completas a todas as perguntas do questionário de inscrição, bem como o atendimento às condições de participação.

 

As propostas pré-qualificadas serão avaliadas nos dias 25 e 26 de novembro por uma comissão julgadora composta por dois representantes da FINEP, um representante de cada um dos Investidores Parceiros Inovar, um representante do Jornal Valor Econômico e dois representantes externos convidados, com ampla experiência na indústria de venture capital e private equity.

 

Os interessados devem responder a um formulário, disponível em: www.finep.gov.br/premioinovar

 

As respostas deverão ser enviadas em um único arquivo no formato pdf, respeitando o limite de três megabytes por arquivo, para o e-mail [email protected]

(Informações da Assessoria de Imprensa da Finep)




A Secretaria de Gestão (Seges) do Ministério do Planejamento fez um levantamento sobre a força de trabalho da administração pública federal desde 2003 e concluiu que aumentou em 75,4% no número de servidores do Poder Executivo com doutorado, livre-docência, PhD ou pós-doutorado, que passaram de 21 mil para 36,9 mil em maio de 2009, sendo que 10 mil do total são professores nas universidades federais.

 

O aumento na quantidade de doutores, segundo o estudo, reflete principalmente o empenho do governo federal em melhorar a qualidade do ensino e a quantidade de vagas nas universidades federais, que dobrou desde 2003, passando 113 mil para 227 mil este ano. Além disso, foram implantadas 12 novas universidades federais o que elevou o número de instituições do gênero para 55 espalhadas por todas as regiões do país.

 

O estudo aponta ainda um aumento de 26% no número de servidores civis ativos com curso superior no Poder Executivo federal. Em maio de 2009, segundo o estudo, o governo federal tinha 244 mil servidores com curso superior ou 44% do total de servidores.

 

Segundo o estudo da Seges, o aumento de servidores de nível superior se justifica por uma política deliberada e consistente de dimensionamento, seleção e recrutamento da força de trabalho na administração pública com reforço para servidores com formação escolar superior.

 

O recrutamento por meio de concurso público autorizado pelo Ministério do Planejamento através da Secretaria de gestão permitiu o aumento líquido de 57 mil servidores na administração pública federal no período de 2003 a 2008. Eles passaram de 485 mil janeiro de 2003 para 543 mil em maio de 2009, o que representa um aumento líquido (ingressos menos aposentadorias e demais exclusões) de 57.102 servidores.

 

O aumento mais expressivo de servidores com nível superior foi na Educação que passou de 88 mil servidores em 2003 para 112 mil em 2009, em decorrência da política de expansão e aprimoramento das universidades federais.

 

Na Fazenda houve um incremento de servidores na área de fiscalização, principalmente auditores, e o número de servidores com nível superior passou de 17 mil em 2003 para 24 mil em 2009.

 

Menos servidores têm apenas o primeiro grau

 

Segundo o estudo da Secretaria de Gestão, com base nos dados do Boletim Estatístico de Pessoal, elaborado pela Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, um dos resultados da recomposição de quadros na administração pública federal foi que a quantidade de servidores com primeiro grau completo caiu 14% de janeiro de 2003 a maio de 2009 e o de analfabetos retrocedeu 71%, para 131 servidores.

 

A íntegra do estudo da SEGES está disponível em http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/noticias/seges/091002_ComunicadoSEGES.pdf

(Informações do Portal do Ministério do Planejamento)




Auxílios são para o país e para o exterior

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) divulgou nesta quinta-feira, 1º de outubro, o resultado referente ao cronograma dois para as Bolsas Especiais 2009 – País e Exterior.

 

Foram contempladas as modalidades Pesquisador Visitante (PV), Pós-Doutorado Empresarial (PDI), Doutorado Sanduíche no País (SWP), Doutorado-Sanduíche Empresarial (SWI), Pós-Doutorado Júnior (PDJ) e Pós-Doutorado Sênior (PDS), para desenvolvimento no país e Doutorado Sanduíche (SWE), Estágio Sênior (ESN) e Pós-Doutorado (PDE), no exterior.

 

A relação de aprovados esta disponível em: http://www.cnpq.br/resultados/2009/bolsas_esp_cron02.htm

 

A Associação Nacional dos Pós-Graduandos, em parceria
com o Ministério da Ciência e Tecnologia, lançou o Projeto
Memória ANPG. Ao longo de 2009, uma equipe de pesquisadores
vai passar a limpo a trajetória do movimento dos pósgraduandos
no Brasil.

Ajude a ANPG a contar esta história de lutas, debates e
conquistas. Se você já participou do movimento de pósgraduandos,
há várias formas de colaborar: grave ou conceda
seu depoimento, escreva sobre suas experiências, doe ou
empreste materiais. Sua participação vai integrar a revista e o
livro a serem publicados ao fim da pesquisa.
 

Entre em contato com o projeto: memó[email protected]

Com o tema "Popularização da Ciência no Brasil", o objetivo do Salão é estimular a discussão e o debate acerca da importância do conhecimento científico no cotidiano do indivíduo, além da produção de conhecimento fora da universidade, protagonizada pela comunidade no seu dia-a-dia. O evento vai contar com presenças importantes da comunidade acadêmica que promove e difunde a ciência no país. A atividade faz parte da Semana de Ciência e Tecnologia, que coloca em pauta neste ano o papel e as atribuições da ciência e tecnologia para o crescimento e desenvolvimento com o tema "Ciência no Brasil".
O evento pretende reunir estudantes e cientistas, estejam eles ligados ou não a programas de iniciação e fomento à produção cientifica. Estão programadas palestras, exposições e atividades culturais, além da mostra científica, que pretende reunir trabalhos produzidos por estudantes dos três níveis de ensino. Assim, poderão participar e inscrever trabalhos para as mostras, estudantes do nível médio, de graduação e pós-graduação.
Circularão pelo evento aproximadamente duas mil pessoas no 1° Salão Nacional de Divulgação Científica, que terão a oportunidade de acompanhar e participar das discussões acerca de políticas de financiamento e incentivo à pesquisa científica no país e como ocorre o processo de produção e distribuição do conhecimento científico, entre outros temas relevantes
Outras informações: www.salaonacional.org.br

O evento acontecerá na PUC-SP, entre os dias 21 a 23 de outubro de 2009 e será organizado pela Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) em conjunto com a União Nacional dos estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Comissão Executiva Nacional do Programa Tutorial (CENAPET). Tal evento faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e aceitará trabalhos de pesquisadores do ensino médio, graduação e pós-graduação. Para Hugo Valadares, presidente da ANPG, “essa atividade será um marco na história da participação juvenil brasileira na ciência do país. Não à toa esperamos receber centenas de jovens de todos os cantos do Brasil. Serão 3 dias de debates, propostas, atividades culturais e apresentações de trabalho. Os eixos que nortearão o tema do evento – Popularização da Ciência – serão: educação, ciência e tecnologia, e juventude. Também estão previstos debates sobre as experiências de popularização da ciência no Brasil, cultura e arte, comunicação, Pré-Sal, a interação entre escola e ciência, protagonismo juvenil, a Conferência Nacional de Educação e a Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia. Os participantes também contarão com uma diversificada programação cultural que celebrará o encontro. Participe você também! Mais informações no site www.salaonacional.org.br Contato: [email protected] Tel: 11 5081-5566




O evento acontecerá na PUC-SP, entre os dias 21 a 23 de outubro de 2009 e será organizado pela Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) em conjunto com a União Nacional dos estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Comissão Executiva Nacional do Programa Tutorial (CENAPET). Tal evento faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Serão 3 dias de debates, propostas, atividades culturais e apresentações de trabalho. Os eixos que nortearão o tema do evento – Popularização da Ciência – serão: educação, ciência e tecnologia, e juventude.

Também estão previstos debates sobre as experiências de popularização da ciência no Brasil, cultura e arte, comunicação, Pré-Sal, a interação entre escola e ciência, protagonismo juvenil, a Conferência Nacional de Educação e a Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia.  

Todos os estudantes e pesquisadores em todos os níveis estão convidados para essa atividade que pretende ser um marco na história da participação juvenil brasileira na ciência do país.

Participe você também! Mais informações em breve no site www.salaonacional.org.br

Contato: [email protected]

Tel: 11 5081-5566







Por meio de projetos pedagógicos inovadores, que consideram as vocações e demandas locais, as quatro universidades federais a serem implementadas em 2010 buscam promover a integração dentro e fora do país

Daniela Oliveira e Vinicius Neder escrevem para o "Jornal da Ciência":

 

Em 2010, o Brasil terá quatro novas universidades federais – duas no Sul, uma no Nordeste e outra no Norte – cujas propostas apontam como prioridades a integração entre regiões, dentro e fora do país, a inovação nas propostas pedagógicas e o foco nas vocações e demandas locais. O projeto de criação de uma delas, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última terça-feira, dia 15.

 

Primeira das quatro novas instituições a ter o projeto de lei de criação aprovado pelo Congresso Nacional, a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) será composta por cinco campi, localizados nos municípios de Chapecó, em Santa Catarina, Realeza e Laranjeiras do Sul, no Paraná, e Erechim e Cerro Largo, no Rio Grande do Sul – todos próximos à fronteira com a Argentina.

 

Segundo Dilvo Ristoff, presidente da Comissão de Implantação da UFFS, a escolha pela fronteira Sul tem como um dos objetivos combater a "litoralização" da população. "Queremos segurar os jovens na região. Quando chega a época do vestibular eles saem, e muitos nunca mais voltam", observa.

 

Para reverter esse processo de êxodo, a UFFS pretende não apenas oferecer educação superior de qualidade, mas também promover o desenvolvimento regional integrado, que garanta a permanência dos estudantes graduados na universidade. Para isso, os cursos de graduação e as atividades de pesquisa e extensão da UFFS vão explorar as necessidades da região.

 

Ristoff cita, como exemplo, a presença de uma bacia leiteira muito forte e que pode se beneficiar com os conhecimentos gerados na instituição. Assim, entre os 19 cursos de graduação oferecidos neste primeiro ano estão Medicina Veterinária, Agronomia, com ênfase em Agroecologia, e Desenvolvimento Rural e Gestão Agroindustrial.

 

Amazônia

 

Da mesma forma, a Universidade Federal da Integração da Amazônia (Uniam) – que será criada a partir dos campi da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) em Santarém (PA) – foi buscar nas vocações locais a motivação para implementação das novas graduações. Ao lado dos nove cursos já em andamento (oito da UFPA e um da Ufra), com cerca de dois mil alunos matriculados, entrarão em funcionamento cinco institutos, nas seguintes áreas: C&T das Águas, Biodiversidade de Florestas, Geociências e Engenharias, Ciências da Sociedade e Ciências da Educação.

 

Idealizada originalmente como Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), a Uniam tem como missão principal atender à população daquela região paraense. Mas a posição estratégica do município de Santarém, localizado no meio do caminho entre Belém e Manaus, e o interesse pela integração regional faz com que a instituição amplie sua área de abrangência.

 

"Vamos abrir a possibilidade de atrair estudantes de toda a região. E não só da Amazônia brasileira. Queremos desenvolver um programa de cooperação com a Pan-Amazônia, inicialmente em pesquisa e pós-graduação. Mas estaremos atentos também à possibilidade de aceitar alunos, em nível de graduação, dos países vizinhos. Queremos nos tornar, de fato, uma universidade de integração amazônica", afirma José Seixas Lourenço, coordenador da Comissão de Implantação da Uniam.

 

A dimensão internacional do ensino superior brasileiro será ampliada com a criação de outras duas instituições.

 

Situada em Foz do Iguaçu (PR), na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) propõe um projeto pedagógico inovador e ousado. Os cursos de graduação serão divididos em quatro campos temáticos – Espaço Interterritorial e Sociedade; Interculturalidade e Comunicação; Natureza e Vida; Educação e Saúde Pública. Não haverá cursos de graduação convencionais; serão todos interdisciplinares, em áreas não oferecidas tradicionalmente e que deem formação inovadora.

 

"Não vamos dar curso nem de Engenharia, nem de Direito, nem de Medicina, mas vamos ensinar as três disciplinas", explica Hélgio Trindade, presidente da Comissão de Implantação da Unila. Em vez do curso de Engenharia com suas habilitações – Civil, Mecânica, de Produção etc. -, haverá um curso de Engenharia de Macroinfraestruturas. A formação de Medicina estará no curso de Saúde Coletiva e Preventiva e o curso de História terá foco específico na questão dos direitos humanos.

 

Também inovador é o projeto da Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab), a ser instalada no município de Redenção, no Ceará, primeira cidade brasileira a libertar seus escravos. A instituição oferecerá, inicialmente, cursos nas áreas da saúde (Enfermagem), ciências agrárias (Agronomia), gestão (Administração Pública e Privada), formação docente (Licenciatura em Ciências da Natureza e Matemática) e energia (Engenharia em Energia).

 

Metade das vagas na instituição será oferecida para estudantes de países de língua portuguesa, especialmente os africanos. A outra metade deverá atender à região do Maciço do Baturité, composta por 13 municípios sem atendimento de ensino superior público ou privado. "Trata-se de uma região com potencial econômico e cultural muito grande, e estamos trabalhando com o governo do Ceará a implementação de um programa de desenvolvimento regional para esta área. Creio que a universidade terá uma repercussão muito grande", afirma Paulo Speller, coordenador da Comissão de Implantação da Unilab.

 

Semelhanças

 

Consideradas as especificidades, as novas federais terão outros pontos de aproximação. Um deles é a estrutura da formação em ciclos, com a adoção de um tronco comum de disciplinas nos períodos iniciais. Outro aspecto compartilhado pelas instituições é a preocupação com a formação de professores – as quatro oferecerão também licenciaturas, em diferentes áreas.

 

No total, as novas universidades pretendem receber, já no próximo ano, quase cinco mil alunos, a serem selecionados pelo novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No caso da Unila e da Unilab, haverá reserva de 50% das vagas para estudantes de fora do país. Eles prestarão o exame, com provas adaptadas à realidade de seus países de origem e, para os candidatos à Unila, traduzidas para o espanhol.

 

O quadro de docentes e técnicos-administrativos necessário para atender aos novos graduandos será composto por meio de concursos públicos, previstos para acontecer ainda este ano. A Uniam, no entanto, já conta com os recursos humanos dos campi da UFPA e da Ufra em Santarém, que reúnem atualmente cerca de 80 professores e 70 técnicos-administrativos. A nova universidade paraense poderá aproveitar também a infraestrutura física de suas antecessoras, o que não acontece com Unila, UFFS e Unilab.

 

De acordo com a previsão das comissões de implantação, as quatro universidades necessitarão cerca de R$ 1 bilhão para sua plena instalação. O projeto de lei orçamentária para 2010, enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional, prevê R$ 46,33 milhões para a implantação da UFFS; R$ 27,2 milhões para a Unilab; R$ 22,9 milhões para a Unila; e R$ 5,85 milhões para a Uniam.

 

Unila já conta com Instituto de Estudos Avançados

 

O caráter inovador do projeto da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) vai além da proposta pedagógica, chegando a seu formato de implantação. Com a inauguração, em 20 de agosto, do Instituto Mercosul de Estudos Avançados (Imea), as atividades já começaram: ao longo deste semestre, 10 cátedras serão oferecidas e valerão créditos para pós-graduação.

 

A primeira cátedra inaugurada foi "Ciência, Tecnologia, Inovação e Inclusão Social", com Amilcar Herrera (Argentina) como patrono. Fundada pela venezuelana Hebe Vessuri, ela foi ministrada entre 31 de agosto e 5 de setembro. As nove outras cátedras funcionarão em sete blocos sucessivos, até dezembro – veja a programação em www.unila.ufpr.br

 

Entre os patronos, estão nomes como Celso Furtado, Crodowaldo Pavan e Juan José Giambiagi. Os seminários terão a duração de uma semana e os alunos de pós-graduação terão direito a créditos acadêmicos reconhecidos em seus currículos, por diploma expedido pela UFPR.

 

Hélgio Trindade, presidente da Comissão de Implantação da Unila, destaca o pioneirismo de dar os primeiros passos da instituição no âmbito do Imea, com atividades de pós-graduação. "Nenhuma universidade federal começou tendo como unidade precursora um instituto de estudos avançados", lembra.

 

A atuação do instituto permitirá a integração entre graduação, pós e pesquisa, uma das inovações do projeto pedagógico. "Cada catedrático, além dos seminários sobre as áreas em que são especialistas, vai propor a forma de organizar o ensino de graduação e de pós-graduação e, ao mesmo tempo, as linhas de pesquisa prioritárias para atingir esse benefício", diz Trindade.

 

Para o presidente da CI-Unila, o funcionamento do Imea garante o caráter internacional da construção da nova universidade. O instituto foi inaugurado já com um Conselho Consultivo (Consultim), formado por 25 membros de 15 países latino-americanos. Trindade lembra de outro detalhe para mostrar que a integração latino-americana já começou na prática: as atividades do Imea são transmitidas, ao vivo, no site da Unila.

 

 

Nota da redação: Esta matéria foi publicada originalmente no "Jornal da Ciência", que tem conteúdo exclusivo. Informações sobre como assinar a edição impressa pelo fone (21) 2295-6198 ou e-mail [email protected]

 




Instituto integra as três categorias de redes do Sibratec: Extensão Tecnológica, Centros de Inovação e Serviços Tecnológicos

Criado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia para dar suporte ao desenvolvimento tecnológico das empresas brasileiras e consolidar um ambiente favorável à inovação em áreas estratégicas para a soberania do país, o Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec) conta com a participação ativa do Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT).

 

A importância dessa atuação foi destacada pelo ministro Sergio Rezende, em reunião com o diretor do INT, Domingos Manfredi Naveiro, no dia 9 de setembro. O Instituto integra as três categorias de redes do Sibratec: Extensão Tecnológica, Centros de Inovação e Serviços Tecnológicos.

 

As redes de Extensão Tecnológica funcionarão em nível estadual, prestando assistência tecnológica às micro, pequenas e médias empresas com vistas à inovação e à solução de gargalos na gestão tecnológica, projeto, desenvolvimento, produção e comercialização de bens e serviços.

 

O INT coordena a Rede Estadual de Extensão Tecnológica do Rio de Janeiro, juntamente com o grupo gestor que reúne a Rede de Tecnologia (Redetec), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RJ) e a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (Faperj). O Instituto atuará ainda como co-executor da rede do Mato Grosso e também estará assessorando à rede do Mato Grosso do Sul.

 

No Rio de Janeiro, as funções da rede absorverão progressivamente dois serviços já centralizados pelo Instituto no estado: o Programa de Apoio Tecnológico à Exportação (Progex-RJ), que visa a qualificação de produtos de empresas para atuarem no mercado externo, e o Projeto Unidades Móveis (Prumo), voltado para a assistência tecnológica ao setor de plásticos e borrachas.

 

"Realizará, no entanto, um atendimento mais amplo, suprindo necessidades tecnológicas de setores variados e abrangendo a qualificação de produtos das empresas de forma a superar gargalos tecnológicos e aumentar sua competitivamente no mercado interno", explica o coordenador de Gestão da Qualidade e Inovação Tecnológica do INT, Carlos Alberto Teixeira.

 

Além das entidades que compõem o grupo gestor, a rede fluminense de Extensão Tecnológica conta ainda na elaboração de suas ações estratégicas com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis) e de Ciência e Tecnologia (Secti), além do Inmetro e do Senai/Cetiqt.

 

Redes temáticas de Serviços Tecnológicos

 

Outra vertente do Sibratec são as redes temáticas de Serviços Tecnológicos, que congregam 53 instituições de pesquisas tecnológicas e 253 laboratórios em torno de temas estratégicos para o desenvolvimento das empresas nacionais. Essas redes se voltam para suprir demandas identificadas como estratégicas e prioridades definidas pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP).

 

Compreendem serviços de calibração, ensaios e análises, avaliação da conformidade – compulsória ou voluntária -, além de atividades como normalização e regulamentação técnica, associadas à superação de exigências técnicas para o acesso a mercados.

 

Atualmente estão formadas 19 redes temáticas, dentre as quais o INT coordena duas: Produtos para a Saúde – agregando 46 laboratórios – e Biocombustíveis, com 21 laboratórios. O Instituto participa ainda de outra rede temática na área de produtos e dispositivos eletrônicos.

 

Redes de Centros de Inovação

 

A terceira modalidade de redes do Sibratec está voltada exclusivamente para a inovação. Como as vertentes de extensão tecnológica e serviços, as redes de Centros de Inovação partirão da identificação de demandas nas empresas. O trabalho, no entanto, estará inteiramente voltado para o desenvolvimento projetos de inovação, que irão gerar produtos ou processos comercialmente viáveis. Essa nova tecnologia será desenvolvida de forma complementar, alinhavando as competências das instituições componentes.

 

Das onze redes que se formaram inicialmente o INT participa de cinco, coordenando uma delas: a Rede de Tecnologias para o Setor de Plásticos e Borracha, que também agregará a experiência já desenvolvida no atendimento tecnológico das unidades móveis do projeto Prumo.

 

Além da integração entre os centros de inovação participantes, essas redes pretendem ter uma grande interação com o setor privado, tanto contribuindo para o incremento do processo de inovação nas empresas existentes, como estabelecendo as bases tecnológicas para o surgimento de novas empresas inovadoras.

(Informativo INT, n.13)




 Modalidade terá como público-alvo estudantes de graduação e instituições interessadas no intercâmbio científico

O Conselho Curador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) aprovou a criação do Programa de Iniciação Científica Internacional. A modalidade terá como público-alvo estudantes de graduação e instituições interessadas no intercâmbio científico.

 

O programa funcionará em duas vias, ou seja, candidatos mineiros podem apresentar proposta para o exterior, assim como candidatos de outro país (cujas agências assinarem acordo com a Fapemig) podem apresentar proposta, no país de origem, e vir para Minas Gerais.

 

Para os candidatos mineiros, a Fapemig irá financiar as passagens aéreas de ida e volta e o país receptor disponibilizará bolsa para custeio do candidato pelo período de estada no exterior. No caso do candidato estrangeiro em Minas Gerais, a agência estrangeira financia as passagens aéreas de ida e volta e a Fapemig financia bolsa para o custeio do candidato no período de estadia no estado.

 

Ao todo, serão investidos R$ 500 mil por ano no Programa, que terá duração de três anos, podendo ser renovado em 2011 mediante avaliação conclusiva de resultados. As propostas serão julgadas pela diretoria científica, que poderá solicitar parecer das Câmaras de Assessoramento com base nos critérios de mérito, relevância e qualidade da proposta.

 

Serão consideradas também a instituição de destino e o conhecimento de língua estrangeira do candidato. O programa entrará em vigor a partir da publicação da deliberação do Conselho no Diário Oficial.

 

Parceria

 

A idéia para o Programa surgiu durante viagem de uma comitiva mineira à Alemanha no mês de julho. Na ocasião, o presidente da Fapemig, Mario Neto Borges, discutiu propostas de cooperação com a Fundação de Pesquisa Alemã (DFG) e com o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD). Por isso, a princípio, o país de destino da BIC Internacional será a Alemanha.

 

"O Programa exige a parceria com uma agência de fomento no país estrangeiro. Já temos esse acordo firmado com a Alemanha e vamos continuar buscando parceiros a fim de expandir as possibilidades", explica o presidente.

(Assessoria de Comunicação da Fapemig)

CNPq apoia eventos de C&T   Prazo vai até 28 de setembro

O segundo cronograma do Edital 007/2009 prevê apoio financeiro para a realização de congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclos de conferências e eventos similares no Brasil. A iniciativa é do CNPq e da Finep, agências do MCT. No total serão aplicados R$ 20 milhões.

 

Podem se candidatar professores, pesquisadores e especialistas com vínculo empregatício ou funcional com Instituições de Ensino Superior (IES), centros e institutos de pesquisa e desenvolvimento, empresas públicas que executem atividades de pesquisa.

 

O pesquisador deve ter currículo cadastrado e atualizado na Plataforma Lattes. Os eventos aprovados deverão ser realizados entre 1º de julho de 2009 e 30 de junho de 2010.

 

Para mais informações consulte o edital em www.cnpq.br/editais/ct/2009/007.htm

(Com informações da Assessoria de Comunicação do CNPq)