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São três Bolsas de Pós-Doutorado destinadas ao desenvolvimento de pesquisa sobre os seguintes temas: Novos modelos de formação de professores em serviço em países da América Latina e O trabalho docente nos diferentes modelos criados na América Latina para formação de professores em serviço.

O valor da bolsa é de R$ 5.028,90 mensais. A duração do projeto será de 12 meses. Há também Reserva Técnica, conforme tabela da FAPESP. Os pré-requisitos para aplicações são:

  • Ter título de doutor, com comprovada competência na área e tema proposto;
  • Se houver vínculo empregatício, comprovar a concordância da instituição em conceder afastamento sem vencimentos;
  • Apresentar currículo atualizado, carta de recomendação, carta contendo breve relato de sua experiência e objetivo de carreira. Os documentos devem ser enviados em formato PDF.

Os candidatos aceitos deverão:

  • Apresentar ao menos um artigo científico para publicação em periódicos nacionais ou internacionais na área da pesquisa e um relatório anual de atividades;
  • Participar ativamente do Grupo de Pesquisa e apresentar ao menos um seminário por semestre;
  • Reconhecer e citar o Grupo de Pesquisa nos resultados do projeto de pesquisa, como livros, artigos e outras formas de transferência de conhecimento.

As propostas deverão ser enviadas até o dia 31 de março de 2011 para a dra. Marilene Proença, no e-mail [email protected].A vaga está aberta a brasileiros e estrangeiros.

Outras vagas de Bolsas de Pós-Doutorado, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades, em www.oportunidades.fapesp.br.

 

Fonte: Agência FAPESP
 

 

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) anunciou o tema do concurso de trabalhos escritos e desenhos do Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento de 2011. Este ano será "Química: Nossa Vida, Nosso Futuro". Os interessados têm até 5 de setembro para enviar os trabalhos escritos e desenhos para a Unesco, juntamente com a ficha de inscrição.

De acordo com o regulamento, o concurso destina-se a estudantes do ensino médio regular, do ensino médio integrado à educação profissional e do ensino médio especial das redes pública e privada do Brasil, orientados por professores de suas escolas. Estudantes e professores serão igualmente premiados.

O Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento (10 de novembro) foi estabelecido pelo Sistema das Nações Unidas em 2001 e é celebrado no Brasil desde o ano 2005.

Foto:Marie Curie.

O concurso ocorre em comemoração também ao Ano Internacional da Química (2011), além de aludir ao centenário do Prêmio Nobel de Química de Marie Curie.

Ela foi a primeira pessoa a receber dois Prémios Nobel em campos diferentes, Física em 1903 e Química em 1911. A única outra pessoa, até hoje, foi Linus Pauling.

No entanto, Marie  foi a única pessoa a receber dois prémios Nobel em áreas científicas.

Mais informações: http://eventos.unesco.org.br/diadaciencia/index.php

 

Da redação.

A consolidação de nosso sistema de Pós-Graduação, Ciência e Tecnologia é parte do processo democrático onde os estudantes brasileiros já demonstraram seu protagonismo. Os desafios em P&D que são colocados aos pós-graduandos brasileiros exige da ANPG maior capacidade de intervenção na comunidade científica nacional. 
 
É bem verdade que hoje a ANPG já participa do CS (Conselho Superior) e CTC (Conselho Técnico Científico) da CAPES, assim como, está em vias de assegurar a representação dos pós-graduandos no CD (Conselho Deliberativo) do CNPq, mas os desafios são demasiadamente amplos e precisamos, sem dúvida, de uma maior participação discente nas sociedades de área. 
 
 
Portanto é com muito entusiasmo que convocamos todos os estudantes brasileiros a se filiarem na maior comunidade científica brasileira, a SBPC. “Trata-se de uma sociedade que há mais de 60 anos vêm defendendo os interesses nacionais, a consolidação de nossa P&D, a divulgação da pesquisa e popularização da ciência”, confirma Elisangela Lizardo, presidente da ANPG. 
 
A 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) ocorrerá de 10 a 15 de julho de 2011, na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO), terá como tema central “Cerrado: água, alimento e energia”.  Você pode encontrar maiores informações no sítio eletrônico da SBPC. 
 
Para saber mais sobre a filiação acesse http://www.sbpcnet.org.br/goiania/associe/  Para saber mais sobre a inscrição acesse http://www.sbpcnet.org.br/goiania/inscricao/
 
Confira os valores (R$) para cada categoria e a promoção para quem se tornar novo associado da SBPC. Não perca os descontos oferecidos, que variam conforme o prazo da inscrição. 
 

Prazos

14/nov a 25/fev

26/fev a 07/abr

14/abr a 28/jun
e durante o evento

Categorias

Categoria 1

Categoria 2

Categoria 1

Categoria 2

Categoria 1

Categoria 2

Sócio quite da SBPC

20,00

50,00

30,00

60,00

40,00

70,00

Não Sócio

40,00

100,00

60,00

120,00

80,00

140,00

Sócio Novo da SBPC (promoção)

60,00 de anuidade + inscrição grátis

110,00 de anuidade + inscrição grátis

60,00 de anuidade + 10,00 de inscrição

110,00 de anuidade + 10,00 de inscrição

60,00 de anuidade + 20,00 de inscrição

110,00 de anuidade + 20,00 de inscrição

 
Categoria 1: 
 
Estudante de Ensino Superior e/ou 
Professor de Educação Básica ou Profissionalizante e/ou 
Sócio da SBPC que também é Sócio de Sociedade Associada
Estudantedo Ensino Médio e/ou Profissionalizante (apenas p/ submissão de resumo de IC, IFs ou equivalente)
 
Categoria 2:  
 
Professor de Ensino Superior e/ou 
Profissionais diversos: Pesquisador, Profissional da Indústria e outros.
 

Por Thiago Oliveira Custódio, Diretor de Tecnologias da Informação e da Comunicação da ANPG 

Marco Antônio Raupp foi nomeado, nesta quarta-feira (2), presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB).
 
"Fico honrado com o convite do ministro Aloízio Mercadante e aceito o desafio de contribuir para aumentar a efetividade do Programa Espacial Brasileiro", disse Raupp. A solenidade de posse será marcada nos próximos dias.
 
Ex-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), não é a primeira vez que Raupp trabalha no Programa Espacial. Ele é pesquisador titular e ex- diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Raupp é, também, especialista em análise numérica, ex-diretor e pesquisador titular do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), e membro titular da Academia Internacional de Astronáutica (IAA).
 
A frente da agência, tem a missão de gerenciar os programas de satélites, cujo carro chefe é o projeto Cbers em parceria com a China, além da estruturação dos programas de lançadores de satélites (VLS) e de centros de lançamento. O principal desafio da AEB é permitir o lançamento do VLS, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.
 
Raupp substitui Carlos Ganem, presidente da instituição desde março de 2008, que retorna para a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
 
Finep
 
O Diário Oficial da União (DOU) de ontem também publicou a nomeação de João Alberto de Negri como diretor de inovação da Finep. Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desde 1996, Negri tem mestrado em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutorado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB). Coordenou diversos estudos sobre a indústria nacional com ênfase na inovação tecnológica e tem diversas obras editadas sobre essa temática.
 
Fonte: Jornal da Ciência
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, anunciou na quarta-feira (2), um conjunto de medidas simplificadoras na logística das importações para pesquisa a serem adotadas conjuntamente pelo CNPq, Receita Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e pelo Sistema de Vigilância Agropecuária (Vigiagro).
 
Mercadante apresentou o resultado do Grupo de Trabalho que se reuniu por dois meses convergindo para um novo modelo de logística que deve reduzir significativamente o tempo de liberação de importações de insumos e equipamentos para pesquisa científica.
 
Inicialmente, este novo sistema será implantado, como um projeto piloto, no Terminal de Cargas da Infraero em Guarulhos (SP), que hoje concentra cerca de 60% das importações para pesquisa. Após um período operacional que permita avaliar sua eficácia e realizar os ajustes necessários, pretende-se expandir estes procedimentos para outros aeroportos.
 
A iniciativa visa resolver uma demanda antiga de pesquisadores e cientistas no sentido de desburocratizar e simplificar os procedimentos para as importações destinadas à pesquisa.
 
Fonte: Jornal da Ciência
Novo presidente da Finep diz que falta visão estratégica nas tentativas de estimular empreendedorismo de cientistas no Brasil. 
 
Quem estiver perto do sociólogo Glauco Arbix vai ouvir com frequência a música tema de "Indiana Jones", personalizada como toque de seu telefone celular.
 
Desde que ele assumiu a presidência da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), as ligações não param. "Sua demanda é legítima, mas não é comigo que você deve tratar disso", argumentava Arbix ao celular quando recebeu a Folha.
 
A Finep é hoje uma das principais engrenagens do motor da inovação brasileira, embora as tentativas de transformar ciência em tecnologias lucrativas ainda engasguem em boa parte das grandes empresas do país.
 
No ano passado, o órgão desembolsou R$ 3,3 bilhões entre créditos e subvenções (valor não reembolsável para empresas fazerem pesquisa). Em 2011, mesmo com contigenciamentos, o orçamento deve chegar a R$ 4 bilhões. O sociólogo entrou em cena para transformar a instituição numa espécie de "banco da inovação", num contexto em que empresários estão começando a inovar. "Não é a universidade que deve ter patentes", diz. Acompanhe a entrevista.
 
Folha – Como surgiu o convite do ministro Aloizio Mercadante [Ciência e Tecnologia] para a Finep?
 
Glauco Arbix – Tenho contato com ele há muitos anos. Também fui presidente do Ipea [Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada] no primeiro mandato do presidente Lula [2003 a 2006]. O Aloizio era líder do governo no Senado e o Ipea fazia uma série de previsões para o governo. Mas eu não pensava em voltar a Brasília depois da experiência do Ipea…
 
Folha – O que aconteceu na sua experiência no Ipea?
 
Glauco Arbix – Bom, era presidente e coordenador do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Isso me deu uma posição privilegiada – para o bem e para o mal. Quando você está dentro das entranhas do monstro, sabe como ele funciona. A experiência de governo é muito absorvente e você não tem tempo de ler nem telegrama de casamento. Estava afastado do meio acadêmico e quis voltar. Estar à frente de uma instituição muito tempo não é bom. Ela te molda e você molda a instituição. É preciso sacudir as instituições com a mudança de gestão.
 
Folha – O que o sr. poderia apontar como problemático na maneira como a Finep funciona?
 
Glauco Arbix – Existe um problema institucional que é desenhar a Finep como uma instituição financeira. A Finep é uma instituição financeira, mas não é acompanhada e supervisionada pelo Banco Central. Isso significa que os processos que a Finep tem nem sempre estão adequados às regras definidas pelo marco regulatório financeiro.
 
Folha – Há um mundo enorme: contabilidade, gestão de risco, áreas críticas, montagem da carteira. Esse é um problema, ou seja, como conceber a Finep como uma instituição financeira "especial"?
 
Glauco Arbix – Ela não é um banco, e não adianta falar que ela será simplesmente um "banco de inovação". Ela não será um banco qualquer. Sem a Finep hoje a universidade brasileira acaba se esfarelando em minutos. Foram cerca de R$ 2 bilhões para as universidades do país em 2010. Estamos estabelecendo uma relação com as empresas que nunca tivemos no Brasil. Os países avançados fazem isso há muito tempo. Os instrumentos são desenvolvidos a partir de modelos dos Estados Unidos.
 
Folha – O modelo de inovação dos EUA funciona plenamente?
 
Glauco Arbix – Não. É um modelo que conheço bem. No semestre passado passei o segundo semestre dando aula no MIT [Instituto de Tecnologia de Massachussets]. Eles têm problemas muito semelhantes, como o preconceito da indústria, que diz que a academia fica "voando". Em todo lugar existe isso. O MIT é de 1861, nasceu com esse espírito e ainda enfrenta problemas gigantescos: coisas como controle do tempo da pesquisa, agenda, resultados. Institucionalmente falando, universidade e empresa não casam porque têm uma temporalidade diferente. A empresa é geradora e a universidade é gastadora.
 
Folha – Mas essa aproximação não seria papel das agências de inovação das universidades?
 
Glauco Arbix – Acompanhei as agências de inovação do MIT. Mas as nossas são muito centradas na ideia de aproveitar o conhecimento da universidade para desenvolver patentes [de produtos inovadores.] Ajudam o professor a desenvolver patentes e, eventualmente, licenciar – o que nem sempre é muito claro, já que para licenciar é preciso ter análise comercial. Não basta fazer patente para currículo. No MIT a análise da patente está próxima da análise de comercialização. As agências de inovação aqui parecem mais um "despachante inteligente", que está atrás de ideias. Os americanos começaram a estimular o processo patentário. Isso se espalhou pelo mundo todo e está chegando aqui.
 
Folha – Está mesmo chegando?
 
Glauco Arbix – Acho que sim. As empresas brasileiras estão atentando para isso. O lugar para gerar patentes é nas empresas e não nas universidades. Estou em contato com uma empresa chinesa chamada Foxconn, que tem 37 mil patentes. É uma máquina de fazer patentes, e ela foi criada para isso. Entrar numa política dessas significa dar um valor à inovação para convencer o financeiro. Não basta só olhar o vizinho. Mas as empresas precisam ter isso internalizado.
 
Folha – E a China está dando um banho no Brasil nessa área?
 
Glauco Arbix – A China está avançando muito, mas conta com "facilidades" que a gente não tem porque aqui vivemos numa democracia. Eu visitei Pequim duas vezes e, entre uma vez e outra, havia um anel viário novo na cidade. Não se constrói um anel viário em São Paulo nessa velocidade. Aqui você tem de convencer. O empresariado brasileiro está acordando, mas o debate sobre inovação no Brasil ainda é levantado pelo poder público. Surgiram as leis de inovação, os incentivos fiscais. Sem isso não dá pra fazer inovação no Brasil. Inovação é muito caro, existe um custo de transição, você demora. A economia brasileira inova pouco e não é ligada à inovação. Esses são dois grandes gargalos.
 
Folha – As empresas brasileiras sabem como inovar?
 
Glauco Arbix – Os empresários devem entender que inovação se faz com pessoas. Tecnologia é resultado de gente. Hoje, na esmagadora maioria das empresas, salário continua sendo visto como custo. Mas não se inova, remodela e repensa um processo se o pessoal não receber bem. É preciso fazer inovação a partir de pessoas que ganham bem. E elas têm de ganhar bem porque têm de ler, falar inglês, ter vida cultural ativa para ter um fluxo de ideias. Elas têm de funcionar como uma espécie de "antena" que capta informações. A verdadeira herança maldita do Brasil é achar que não se deve investir nas pessoas.
 
Fonte: Folha de S. Paulo
 
 

Nas reuniões de 1º de março de 2011, as Câmaras de Administração e de Ensino, Pesquisa e Extensão da Unicamp aprovaram por unanimidade moção proposta pela representação discente da pós em apoio à demanda dos alunos pelo aumento no valor de suas bolsas de pesquisa no país. 

 

Docentes presentes às reuniões chegaram a relatar dificuldade em obter novos alunos de mestrado e
doutorado tendo em vista os baixos valores de subvenção oferecidos, especialmente quando comparados ao salário do mercado. O texto será enviado aos Ministérios de Educação e de Ciência e Tecnologia, à
CAPES, ao CNPq e ao Congresso Nacional.
 
Com mais de 8 mil pós-graduandos stricto sensu matriculados, segundo a Geocapes, a Unicamp é um importante centro de referência para a P&D brasileira, sua moção fortalece a campanha de bolsas e revela o caráter necessário e inadiável desse direito indispensável ao desenvolvimento e consolidação da ciência nacional. 
 
Confira a moção aprovada na Unicamp:

 

 “As Câmaras de Administração e de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Estadual de Campinas manifestam seu apoio aos estudantes de pós-graduação, representados por sua associação nacional – ANPG -, na justa reivindicação pelo reajuste das CAPES e CNPq, congeladas desde 2008.

O bom andamento da Ciência e da Tecnologia no país, fundamental para uma nação que almeja tornar-se uma das potências no presente século, deve se pautar por avanços quantitativos, por meio do aumento do
número de bolsas, e também pela melhoria de sua qualidade, através de valores reais compatíveis com a formação e a atividade esperadas destes futuros docentes e pesquisadores”.
 
Da redação, com informações da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Unicamp, do Pró-pós e da APOGEEU.
 

Mario Neto Borges foi reeleito, por unanimidade, e continua à frente do Conselho Nacional de Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). A eleição ocorreu na última quinta-feira (24) na primeira reunião do ano do Conselho, na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Espírito Santo (Fapes).

A vice-presidência foi assumida por José Ricardo de Santana, presidente da Fundação de Apoio à pesquisa e Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE).

Borges, que ocupa o cargo desde março de 2009, citou na reunião alguns desafios do Confap, como as questões do arcabouço legal e do diálogo com órgãos de controle. "Temos avançado, mas o que vemos são conquistas fragmentadas. Temos que trabalhar junto ao Senado Federal e precisamos pensar em um pacote sistemático de arcabouço legal para ciência e tecnologia, além de conseguir que haja uma intermediação do debate com os órgãos de controle", explicitou.

Entre outras colocações, o presidente reiterou a ação fundamental para o desenvolvimento sustentado de longo prazo: a criação de leis estaduais de inovação no sentido de ampliar o relacionamento das fundações com o setor empresarial.

O Confap 

O Confap é uma organização sem fins lucrativos que tem por objetivo maior articular os interesses das agências estaduais de fomento à pesquisa. Criado oficialmente em 2007, o conselho já agrega fundações de 22 estados mais o Distrito Federal. Em 2009 o conjunto das FAPs investiu perto de R$ 1,6 bilhão e concedeu próximo de nove mil bolsas de mestrado e doutorado em todo o País.

A mais recente fundação, que teve sua criação em 2010, é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá (Fundação Tumucumaque). Agora, para que o Confap reúna instituições de todo o País, resta apenas que Rondônia, Roraima, e Tocantins criem as suas fundações.

Para saber mais sobre a organização, acesse o site http://www.confap.org.br/index.php

Fonte: Jornal da Ciência

O próprio ministro da Educação, Fernando Haddad, esclareceu nesta terça-feira (1), em Pernambuco, que a pasta perderá R$ 1 bilhão em relação ao que foi inicialmente previsto no Orçamento. Segundo Haddad, a redução não deverá afetar políticas educacionais do governo federal. "Nosso orçamento iria de R$ 62 bilhões [em 2010] para R$ 70 bilhões [neste ano]. Agora vai para R$ 69 bilhões. Em 2002, eram R$ 17 bilhões", informou o ministro, em nota.
 
Haddad mencionou o ensino superior e garantiu que ele será preservado. Isso porque o Ministério do Planejamento informou que as 61 universidades federais e institutos tecnológicos devem passar por auditorias para revisão de gastos. O presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Edward Madureira Brasil, explicou que as auditorias citadas são, na verdade, um pedido da Secretaria de Planejamento e Orçamento do MEC aos reitores para fazerem um exercício de redução de 10% dos gastos de custeio e 50% das despesas com diárias e passagens aéreas.
 
"Somos um pouco diferentes dos outros ministérios, porque nos encontramos num momento de expansão, os alunos estão chegando, não dá para absorver grandes reduções. Um corte de programas é impensável", reitera Brasil. Segundo ele, os cortes nas universidades não serão lineares.
 
Fonte: Valor Econômico
O Escritório Regional da Academia de Ciência para o Mundo em Desenvolvimento para a America Latina e Caribe (Twas) divulga o Prêmio de Educação Científica 2011, que será atribuído a um cientista que tenha feito contribuições significativas e inovadoras de material educativo, científico, especialmente o desenvolvimento de programas criativos a fim de estimular a educação científica nas crianças em idade escolar e que tenha contribuído para o avanço da qualidade do ensino das ciências na Região.
 
O candidato pode acessar as regras e o formulário de inscrição nos anexos e se inscrever diretamente no site.
 
A Twas é uma organização internacional autônoma, com sede em Trieste, na Itália, que promove a excelência científica para o desenvolvimento sustentável nos países do Sul. 

Criada em 1983, por Abdus Salam, paquistanês laureado com oPrêmio Nobel em física, com o nome de Academia de Ciências do Terceiro Mundo (Twas, na sigla em inglês), teve entre seus fundadores eminentes pesquisadores brasileiros.

Atualmente denominada Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento, é uma das mais importantes organizações associadas à Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), cuja missão é a de promover o desenvolvimento de CT& I nos países em desenvolvimento, reunido em seus quadros os melhores cientistas desses países – Índia, Brasil, China, África do Sul, entre outros.

Com a eleição do presidente da ABC, Jacob Palis, para a Presidência da Twas, em 2007, a Academia passou a sediar o Escritório da presidência da Twas.

Da redação, com Jornal da Ciência e ABC