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Fonte: Ipea

 

 

Entre os dias 24 e 26 de novembro, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) vai levar ao centro da Esplanada dos Ministérios parte do seu conhecimento em pesquisas econômicas aplicadas para realizar a 1ª Conferência do Desenvolvimento (Code). A conferência tem entrada franca e as inscrições podem ser feitas no sítio www.ipea.gov.br/code até 5 de novembro.

Durante os três dias serão ao todo nove painéis temáticos sobre o desenvolvimento, 88 oficinas do desenvolvimento e 50 lançamentos de livros. São esperados mais de 200 palestrantes e debatedores.

O objetivo da Code é criar um espaço nacional de debates no coração do Brasil, no momento em que o país volta a discutir planejamento e estratégias de desenvolvimento. Para isso, a conferência terá vídeos, apresentações de livros, instalações, projeções, oficinas e palestras. As exposições serão norteadas pelos sete eixos temáticos do desenvolvimento definidos pelo Ipea: inserção internacional soberana; macroeconomia para o desenvolvimento; fortalecimento do Estado, das instituições e da democracia; estrutura tecnoprodutiva integrada e regionalmente articulada; infraestrutura econômica, social e urbana; proteção social, garantia de direitos e geração de oportunidades; e sustentabilidade ambiental.

A programação é dividida em três tipos de atividades: painéis (palestras e debates mais abrangentes, no plenário da conferência); oficinas do desenvolvimento (exposições e mesas de debate realizadas em salas de aula dentro da Code); e desenvolvimento cultural (apresentações de experiências de desenvolvimento do ponto de vista da cultura). Para obter outras informações sobre as atividades e anotar o horário das que mais interessam, acesse www.ipea.gov.br/code.

Aberta a toda a sociedade, a conferência será realizada no canteiro central da Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral de Brasília. Estarão presentes conselheiros de orientação do Ipea, diretores e técnicos de planejamento e pesquisa do Instituto, além de acadêmicos e autoridades de todas as regiões do país.

Fonte: Ipea

       A Associação Nacional de Pós-Graduandos terá um estande na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorrerá entre os dias 18 e 24 de outubro, em Brasília. O balanço das atividades que a ANPG e APGs desenvolvem na Semana serão divulgadas a partir de próxima semana.

       A SNCT ocorre anualmente no mês de outubro desde 2004 e é coordenada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). A edição desse ano, que foi declarado pela Assembleia Geral da ONU o Ano Internacional da Diversidade Biológica, terá como principal tema “Ciência para o Desenvolvimento Sustentável”. Segundo o site oficial do evento, além de promover diversas atividades de divulgação científica, será estimulada na SNCT 2010 a “difusão dos conhecimentos e o debate sobre as estratégias e maneiras de se utilizar os recursos naturais brasileiros e sua rica biodiversidade com sustentabilidade, sempre de forma conjugada com a melhoria das condições sócio-econômicas de sua população.”

Da redação, Juliana Cruz
Alterada em 20/10 para correção de informação

A Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul já fez sua contribuição ao Plano Nacional de Pós-Graduação por meio do blog do PNPG 2011-2020, onde está disponibilizado também o relato do representante da ANPG na Comissão que elabora o plano..

Faça como eles, envie também sua contribuição ao PNPG até dia o 22 de outubro para [email protected], com a linha de assunto “PNPG”, ou também por meio de comentários no blog. Podem ser enviados artigos, propostas, relatos de debates, adendos ou sugestões de alterações do documento disponilbilizado, ou outra forma que encontre de contribuir com o debate. Participe e ajude a apontar os rumos da pós-graduação brasileira!
 
Da redação, Juliana Cruz 

 O encontro será realizado em Bento Gonçalves-RS, de 03 a 05 de novembro, e contará com professores e estudantes ligados aos Programas de Pós-Graduação da Área da Saúde no Brasil.

Sob o tema "Como promover a inovação em saúde na Pós-Graduação" serão abordados temas como os critérios de avaliação da Capes, as áreas de interesse de pesquisa em saúde, pesquisa e inovação em saúde, etc.

No dia 04 ocorrerá a reunião de Pós-Graduandos em Saúde onde pretende-se, dentre outros temas, tratar da formação de APGs nas Universidades participantes.

Dia 05, na mesa redonda sobre "divulgação de teses online", haverá participação de representante da Associação Nacional de Pós-Graduandos.

"A participação do maior número possível de pós-graduandos da área da saúde é fundamental para qualificação deste importante espaço e uma oportunidade de discutirmos a formação de APGs e as questões referentes à residência médica e multiprofissional", diz Gabriele Gottlieb, presidente da APG-UFRGS e Vice-Sul da ANPG.

Inscrições e mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected]
Telefone: (051) 3303.8825
http://sistema.ufcspa.edu.br/iv_encontro_nacional/

Ocorreu, nos dias 24 a 29 de setembro, a eleição da Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Viçosa (APG da UFV), por meio de um sistema de votação online, o que possibilitou ampla participação de todos os estudantes matriculados em cursos de pós-graduação da UFV,tendo contado com a participação de cerca de 250 pessoas.

“Consideramos que a nossa forma de votação é bastante participativa, pois dando maior prazo e facilitando o voto pela internet, o estudante fica mais à vontade para participar”, afirmam os membros da gestão, em resposta a mensagem eletrônica enviada pela ANPG.

Além disso, a eleição contou com edital próprio e divulgação para garantir o conhecimento dos estudantes. “Sentimos que ainda falta maior conscientização política sobre o processo eleitoral e sobre a própria associação local e nacional”, completaram. 

O fato de não haver outras chapas inscritas é encarada como um desafio por esta nova gestão: “Precisamos motivar os estudantes para que cada vez mais participem da APG. Consideramos que a multiplicidade de opiniões e, por que não dizer, de chapas inscritas no processo, irá, no futuro, engrandecer ainda mais a discussão em torno da pós-graduação”.

Sobre os novos projetos, a nova gestão destaca que irá retomar a discussão dos principais temas que regem a pós-graduação de qualidade que é desenvolvida na UFV, por exemplo, a avaliação dos cursos e financiamento e assistência estudantil, “além de comemorar o 31° da nossa APG/UFV (tradicional churrasco da pós) e os 50 anos da pós-graduação brasileira, que começou em parte na própria UFV, também realizaremos mais uma cerimônia de colação de grau para estudantes de pós-graduação”, afirma a gestão 2010/2011 da Associação de Pós-Graduandos, que tem composição abaixo:

APG da UFV – Gestão 2010/2011:

– Coordenadores Gerais: André Ricardo e Silva (Medicina Veterinária); Paulo Mafra de A. Costa (Genética e Melhoramento)
– Secretários Gerais: Dângelo Silva Miranda (Ciência da Computação)
Bruno Toríbio de L. Xavier (Solos e Nutrição de Plantas)
– Coordenação de Imprensa: Fábio Alessandro Pieri (Medicina Veterinária); Paulo Henrique L. Gonçalves (Meteorologia Agrícola)
– Coordenação Financeira: Mário Alberto S. Altoé (Física Aplicada)
– Coordenação Acadêmica: Thiago Martins Melo (Física Aplicada); Ana Paula M. de Faria (Eng. Civil)
– Coordenação de Esporte e Cultura: Marcus Vinícius C. Cossi (Medicina Veterinária); Gabriel Andrez T. Gomez (Medicina Veterinária)

Da redação, Juliana Cruz e Luana Bonone

Alterada às 14h17 do dia 14 de outubro para correção no texto

O Diretor de Saúde da ANPG, Pedro Tourinho, representará o Conselho Nacional de Saúde (CNS) em uma mesa do Seminário Nacional de Atenção Primária em Saúde e sobre as Relações Público-Privado no Sistema Único de Saúde (SUS).

Na mesa, que ocorre no dia 10 de novembro, em Brasília, estarão também representantes do Ministério da Saúde, do Tribunal de Contas da União (TCU), do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS). 

O Seminário Nacional de Atenção Primária em Saúde e sobre as Relações Público-Privado no SUS ocorrerá entre os dias 08 e 11 de novembro, no Hotel Nacional, em Brasília. Cerca de mil pessoas de todo o país são esperadas no evento, incluindo conselheiros municipais e membros da gestão.

Da redação, com informações do diretor de Saúde da ANPG, Pedro Tourinho
     
 

Por Antônio Arapiraca*

Como de costume, causou bastante furor na mídia internacional o anúncio dos laureados com o prêmio Nobel de 2010. Na Física, os ganhadores foram André Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester, na Inglaterra. Eles coordenam uma pesquisa com um novo tipo de material chamado grafeno – uma forma de carbono muito fina – que pode substituir o silício no processo de fabricação de chips de computadores. O grafeno chega a ser cerca de 200 vezes mais forte do que o aço estrutural e tem excelente comportamento como condutor.

Acredito que este seja um momento para debater a questão da ciência, da tecnologia e da inovação no mundo. Em se tratando do Brasil, parece que a forma em que vem sendo discutido o processo eleitoral tem abafado qualquer outro debate. Um rápido olhar na mídia mostra que a pauta sobre o Nobel no país não vem tendo a mesma relevância dada pela mídia internacional.

A concessão de um Nobel seria um ótimo momento para explorar nos meios de comunicação os extraordinários avanços que o país obteve na seara científica e tecnológica nas últimas décadas. Hoje, o Brasil conta com uma ciência em franca ascensão e a produz num nível comparável ao dos grandes centros científicos do mundo. E no tema do qual trata o Nobel 2010 o país já tem especialistas em grande quantidade.

Nova fonte de radiação foi pouco divulgada

Um bom exemplo disto é o do físico Daniel Cunha Elias, que realiza pesquisas no laboratório da dupla laureada, em Manchester. Elias publicou entre 2008 e 2009 dois artigos (1,2) sobre suas descobertas experimentais relacionadas ao grafeno em parceria com os ganhadores do Nobel em duas das mais prestigiosas revistas científicas do mundo. Mas, ao contrário do que muitos poderiam pensar, o cientista não é um destes pesquisadores brasileiros que tiveram suas formações no exterior. Ele concluiu em 2009 o doutorado no Departamento de Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), orientado pelo professor Elmo Salomão, um experimentado pesquisador brasileiro na área. Ou seja, o cientista teve toda sua formação feita no país, com alguns estágios no exterior e foi nessa fase que começou a colaboração com Geim e Novoselov.

Vale ressaltar que o Departamento de Física da UFMG é um reconhecido centro de excelência internacional na pesquisa em física e engenharia de materiais. Neste departamento existem diversos pesquisadores que dominam as técnicas de produção de dispositivos semicondutores, que servem de base para a construção de chips de computador. Estes chips são a pedra angular da microeletrônica e alteraram de forma marcante o nosso modo de vida.

Podemos citar também o Laboratório Nacional de luz Síncrotron (LNLS), em Campinas/SP, que é um grande acelerador de elétrons que permite que radiação eletromagnética possa fazer investigação da estrutura molecular dos mais diversos tipos de materiais, o que traz o desenvolvimento de novas tecnologias, como por exemplo, fármacos inteligentes que ajudariam com mais eficiência no tratamento de diversas enfermidades. Ainda sobre LNLS, é de causar estranheza que o anúncio da construção de uma nova fonte de radiação, maior e mais potente, tenha sido pouco alardeada. Esta nova fonte síncrotron, com 3 GeV de capacidade energética, é equivalente às fontes Alba (Espanha) e Diamond (Reino Unido), e é superior à fonte Soleil (França), que conta com 2,75 GeV. Não é preciso ser um expert em análise política internacional para perceber que a construção de um equipamento deste tipo consolida o país como potência detentora de uma bem sucedida engenharia de aceleradores. Os esforços empreendidos internacionalmente na construção dessas facilidades para investigações científicas e industriais poderiam ser um indicativo da necessidade de maior atenção da mídia nacional?

Expansão da rede de educação tecnológica

Além disto, o papel destacado do Brasil neste contexto tecnocientífico tem chegado aos editorias das publicações especializadas, como é o caso de editorial de 15 de julho de 2010 da publicação inglesa Nature, intitulado "Brazil’s biotech boom". Neste editoral a Nature analisa a biotecnologia no Brasil e passa em revista os impressionantes avanços conquistados em 10 anos de investimentos massivos nesta área. A Nature deixa subjacente que um país com um dos maiores biomas do mundo tem muito a acrescentar nesse contexto e complementa dando destaque à pesquisa coordenada por instituições brasileiras que levou ao sequenciamento do DNA da Xyllela Fastidiosa que é uma bactéria que acomete plantações de cítricos, como a laranja.

Não se trata aqui de negarmos a importância do papel das eleições como forma de consolidação da democracia no país, mas reafirmar a necessidade de os meios de comunicação com maior visibilidade adotarem uma agenda que promova, a um patamar de destaque, pautas como estas sobre o atual estágio de desenvolvimento nacional, notadamente o verificado na última década. Talvez um pouco mais de espaço para discutir a participação brasileira no cenário científico e tecnológico internacional fosse mais benéfico para a nação. Talvez informar a população que um país que tem microeletrônica, biotecnologia e engenharia de aceleradores, como no caso do LNLS, é um país forte, é um país que se impõe no cenário internacional e que é bem visto nas negociações geopolíticas, se gabaritando a conquistar novos horizontes.

Gostaria de deixar claro que esses foram apenas três exemplos da grande rede tecnocientífica que existe no país hoje. Um exame mais acurado, para além do campo visual do autor deste artigo, vai mostrar que muitos passos, além dos já citados, foram dados na consolidação da hegemonia brasileira no cenário mundial da tecnologia. É evidente que essas são tarefas hercúleas, sobretudo quando falamos no diálogo com a indústria e na formação de quadros para alimentar todo o sistema. Inclusive, uma preocupação recente com a formação de recursos humanos altamente especializados técnica e culturalmente vem justificando a expressiva expansão da rede de educação tecnológica do país.

Mas, informar a população disto tudo, sobretudo a juventude, é crucial, pois é preciso deixar claro que investimentos deste tipo são uma parte do esforço para ajudar o país a ter mais inclusão social.

 

Fontes: Observatório da Imprensa e Blog pessoal de Antônio Arapiraca

 

* Antônio F. C. Arapiraca é Professor do Ensino Básico, Técnico e TecnológicoCEFET – MG e Douturando em Física pela UFMG.

Crédito: G1
Reitores das sete universidades se reúnem em Lavras, em 03/08/10

Mais uma etapa para a criação da Superuniversidade do Sul-Sudeste de Minas Gerais foi finalizada. O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) unificado para a viabilização de um consórcio entre sete instituições federais do estado será entregue ao ministro da Educação, Fernando Haddad, em 15 de outubro, para avaliação das propostas. Nas próximas semanas, as universidades de Alfenas (Unifal), Itajubá (Unifei), Juiz de Fora (UFJF), Lavras (Ufla), São João del-Rei (UFSJ), Ouro Preto (Ufop) e Viçosa (UFV) apresentarão a proposta aos conselhos superiores das instituições, para apreciação e possíveis alterações, e à comunidade acadêmica, que será ouvida. A fusão, inédita no Brasil, viabilizará, além da integração acadêmica nos campos de ensino, pesquisa e extensão, formas mais eficientes e eficazes para o uso racional de recursos, parcerias para o desenvolvimento e troca de tecnologias, atuação em áreas estratégicas e ainda a discussão de soluções para os problemas sociais da região e do país.

O plano que será apresentado ao MEC também sugere a criação do projeto de lei que viabilizará legalmente a criação do consórcio entre as universidades. Atualmente, não há amparo legal para a criação da superuniversidade, já que a medida que regulamenta os consórcios no país não contempla estabelecimentos de ensino superior. Caso a lei seja aprovada, novas unificações poderão ser aprovadas em todo o Brasil. O ministério ainda trabalha para formatar juridicamente a proposta de criação do consórcio. O documento entregue pelos reitores poderá acelerar esse processo.

No entanto, mesmo antes que o projeto de lei seja aprovado, a criação da superuniversidade segue seu curso. O grupo vai elaborar um contrato entre as sete instituições para que, em 2011, algumas ações já possam ser desenvolvidas em conjunto. "Quando o projeto final for aprovado, o primeiro passo será assinar contratos indivuduais para as ações integradas. Será assim até que tenhamos amparo legal para o consórcio", explica José Luiz Rezende, vice-reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Mesmo com a indefinição, o grupo está otimista com a aprovação legal do consórcio. "Acreditamos que a proposta possa ser aprovada logo. Contamos com apoio do MEC e aqueles que participam do projeto têm apostado no impacto positivo que a superuniversidade trará para o ensino", explica Luiz Cláudio Costa, retior da UFV.

Superiniciativa

Quando concretizada, a superuniversidade contará com 90 mil alunos, 15,6 mil vagas abertas a cada vestibular, 4,1 mil professores, 273 cursos de graduação e 179 programas de mestrado e doutorado espalhados por 17 cidades mineiras. O projeto prevê a autonomia das instituições, mas propõe um único plano de desenvolvimento institucional e a unificação dos métodos de avaliação. Por enquanto, os vestibulares não serão integrados. A captação de recursos ficará mais simples, o que resultaria na contratação de professores, construção de laboratórios, além de facilitar a troca de equipamentos e tecnologias e a integração dos programas de ensino, pesquisa e extensão.

Minas Gerais é o estado brasileiro com o maior número de universidades federais. Na avaliação dos reitores, a integração das que estão distribuídas em algumas regiões estratégicas se tornaria necessária como forma de evitar a duplicação de meios para fins idênticos ou equivalentes e ainda, para o fortalecimento, por meio da integração, que possibilite atender com mais segurança às necessidades regionais, estaduais e nacionais.

Propostas
 

Implementação de políticas de integração e complementaridade de ações acadêmicas e administrativas visando o fortalecimento do ensino nas universidades parceiras; Criação de novos grupos de pesquisa em áreas com falta de profissionais, como nanotecnologia, biotecnologia e estudo de fitoterápicos; Incentivo à mobilidade estudantil por meio de bolsas de estudo e investimento direcionado para alunos que fazem transferência de município; Investimento em especialização de docentes e funcionários em unidades vizinhas; Aplicação dos mesmos parâmetros de avaliação para ingresso dos alunos na universidade; Realização de pesquisas estratégicas para o desenvolvimento sustentável e social; Promoção de práticas para desenvolvimento de tecnologias e conhecimento; Implementação de políticas integradas de gestão de pessoas; Promoção de ações integradas de graduação e de pós-graduação; Desenvolvimento de integradas de impacto social; Promoção de políticas de assistência estudantil voltadas para inclusão e permanência discente.

 

Fonte: Estado de Minas

Está em fase de elaboração o Plano nacional de Pós-Graduação (PNPG) 2011-2020. O Plano é a referência em termos de diretrizes e metas para a implementação das políticas públicas relacionadas à pós-graduação brasileira e, por isso, não poderia ser elaborado sem a contribuição do segmento discente, representado na Comissão de Elaboração do PNPG pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), na figura do seu ex-presidente Hugo Valadares.
 

No próximo dia 22 (de outubro), haverá reunião da Comissão do PNPG para fechar o documento que irá a debate público. No intuito de agregar contribuições de estudantes, parceiros e sobretudos APGs de todo o país, a ANPG lança este Blog do PNPG, cujo documento de abertura do debate é um relatório produzido pelo Hugo, já com algumas propostas sobre em que pontos a ANPG deveria intervir neste debate.
 

A proposta é que sejam enviados artigos, relatos de debates, propostas e outras contribuições a serem publicados e debatidos por meio de comentários neste blog.

 
Todos(as) que desejarem contribuir com o debate devem escrever comentários no blog e/ou enviar suas contribuições para o e-mail comunicaçã[email protected], com a linha de assunto PNPG.

 

Participe deste debate e acompanhe o debate sobre os rumos da pós-graduação brasileira!

 

Associação Nacional de Pós-Graduandos – ANPG

      

Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) distribuirá R$ 13,5 milhões nas chamadas

Entre os editais lançados na quinta-feira, dia 7, está o inédito Apoio ao Estudo da Biodiversidade do Estado do Rio de Janeiro (Biota-RJ). O objetivo da chamada é financiar pesquisas interdisciplinares que ampliem o conhecimento sobre a biodiversidade.

 Serão oferecidos R$ 4 milhões, que serão pagos em duas parcelas. As propostas deverão ser distribuídas entre as principais linhas temáticas: fauna, flora e microbiota. Os projetos deverão estar enquadrados em uma de três faixas: entre R$ 300.001 e R$ 500 mil; entre R$ 150.001 e R$ 300 mil; e até R$ 150 mil.

As inscrições para esse programa se encerram em 18 de novembro, e a entrega da cópia impressa da documentação da proposta deve ser feita até 26 do mesmo mês. A divulgação dos resultados está prevista para acontecer a partir de 16 de dezembro. Acesse o edital em http://www.faperj.br/redir.php?obj_id=6712.

Já os programas Apoio à Pesquisa Clínica em Hospitais Universitários e Apoio a Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica no Estado do Rio de Janeiro, também lançados nesta quinta-feira, dia 7, estão em sua segunda edição.

Com R$ 5 milhões em recursos, o edital para Apoio à Pesquisa Clínica em Hospitais Universitários visa financiar a aquisição e manutenção de equipamentos, além de custear obras de infraestrutura que facilitem a execução de pesquisas clínicas, visando ao diagnóstico, prognóstico e tratamento de enfermidades. Os projetos devem ser encaminhados por pesquisadores do corpo clínico dos hospitais universitários fluminenses.

As propostas serão classificadas em uma de duas faixas: entre R$ 250.001 e R$ 500 mil; e valor inferior ou igual a R$ 250 mil. As inscrições para esse programa serão encerradas em 25 de novembro. A entrega da documentação impressa da proposta deverá ser feita até 3 de dezembro e a divulgação dos resultados está prevista a partir de 16 de dezembro. Acesse o edital em http://www.faperj.br/redir.php?obj_id=6709.

 Já o edital para Apoio a Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica investirá R$ 3 milhões, a serem pagos em duas parcelas. Com inscrições abertas até o dia 11 de novembro, os proponentes deverão fazer a entrega da documentação impressa de suas propostas até 19 do mesmo mês. Os resultados deverão ser divulgados a partir de 9 de dezembro. O edital está disponível em http://www.faperj.br/redir.php?obj_id=6711.

 Por fim, o quarto edital lançado pela Faperj, de Apoio à Melhoria do Ensino em Escolas Públicas, chega a sua quarta versão. Tal como em suas edições anteriores, a chamada contemplará projetos que abordem temas relevantes ao processo de ensino-aprendizagem e que permitam o aprimoramento da infraestrutura das escolas públicas de nível médio e fundamental.

 O programa disponibilizará R$ 1,5 milhão. Segundo o cronograma do edital, a submissão de projetos poderá ser feita até 25 de novembro, e o prazo para a entrega da documentação impressa da proposta se encerra em 3 de dezembro. A divulgação de resultados está prevista para ocorrer a partir de 16 de dezembro. Acesse o edital em http://www.faperj.br/redir.php?obj_id=6710.

(Boletim On-line da Faperj)

 

Fonte: Jornal da Ciência