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Jornalista ANPG

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Na Universidade Federal de Santa Maria – UFSM ocorreu, na última terça-feira (11) um ato unificado entre as três categorias (estudantes, professores e TAEs) no arco de entrada do campus da UFSM de Santa Maria – RS. A manifestação se deu na busca de diálogo com os estudantes e trabalhadores que retomavam as atividades na universidade nesta semana, foram distribuídos panfletos cujo objetivo era alertar sobre os riscos que a universidade corre com os cortes do governo federal e também chamar a comunidade para lutar contra este processo.

A APG-UFSM esteve presente representando, juntamente com o DCE, a categoria estudantil da UFSM. Durante o trancamento do arco para diálogo com estudantes e trabalhadores a APG fez algumas falas criticando os cortes na educação ocasionados pela atual política de ajuste fiscal, os quais representam um retrocesso em diversas pautas do movimento nacional de pós-graduação, bem como o comprometimento da qualidade das pesquisas e até mesmo uma possível inviabilização de muitas pesquisas, principalmente se seguirem os cortes nos recursos PROAP. A tarde, aconteceu, também, uma Assembleia Geral de Pós-Graduandos, onde foram discutidos os cortes e a situação da IES frente à tais cortes. O objetivo da assembleia foi a elaboração de uma carta para ser entregue ao Reitor da universidade, ao pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa e também a Associação Nacional de Pós-Graduandos apontando problemas ocasionados pelos cortes e posicionamento de pós-graduandos frente a essa conjuntura.

 “Se os cortes seguem e isso representar a diminuição de diárias, passagens e materiais de laboratório, para além da perda de qualidade na pesquisa que isso representa, as próprias atividades de pós-graduação podem ser inviabilizadas. Não podemos aceitar esse cenário, não somos os culpados pela crise e não devemos pagar a conta, por isso dizemos NÃO AOS CORTES NA EDUCAÇÃO!”

Da redação, com informações da APG-UFSM

Neste Dia do Estudante, 11 de agosto, a Associação Nacional de Pós-Graduandos está acampada em frente ao Ministério da Educação, onde ficará até amanhã (12), com o objetivo de pressionar o governo pela reversão dos cortes na Educação, Ciência e Tecnologia, especialmente, os cortes nas verbas de custeio da Capes e a paralisação da concessão de novas bolsas em algumas modalidades.

Como parte da mobilização, atos foram feitos em diversas universidades brasileiras. Os pós-graduandos de diversas mobilidades se reuniram em diferentes mobilizações para discutir a Campanha por Mais Direitos e a busca por melhorias.

Na universidade Federal de Sergipe (UFS), estudantes da pós-graduação das mais diversas áreas do conhecimento, se mobilizaram contra os cortes na Educação, na Ciência e Tecnologia e a favor da ampliação do investimento na Ciência de forma que traga avanços na soberania nacional.

Da redação

Ana Luiza Lima, estudante de medicina da UFRN que discursou emocionada na cerimônia de dois anos do Programa Mais Médicos, em Brasília, onde falou sobre as transformações que sua vida sofreu a partir das políticas públicas educacionais do atual governo, que permitiram que pessoas de classes sociais menos abastadas pudessem, finalmente, estudar medicina e tornarem-se doutoras e doutores, foi atacada em suas redes sociais por médicos e futuros médicos, que utilizaram adjetivos como “ignorante”, “vadia” e “médica vagabunda pobre”.

Abaixo, segue relato da estudante:

QUEM QUER A CABEÇA DA ESTUDANTE DE MEDICINA?

“Me pergunta, que tipo de sentimento é o medo? Te respondo — dos outros! O meu é o mesmo há várias luas…Deixa os verme falar pelos cotovelos eu ainda falo pelas ruas!!!!” – Emicida.

Vim aqui pra deixar coisas claras. Vim falar porquê a minha garganta não aguenta o nó que se formou. E eu NUNCA fui de calar. Fui convidada a falar sobre a transformação que a educação causou na minha vida e sobre a alegria de cursar medicina. E assim escrevi um texto, de coração e de peito aberto. E hoje penso em tudo que eu disse e tudo que eu queria ter dito mas não foi ouvido. Minhas palavras ecoaram. Porém nunca foram direcionadas à NENHUM partido político. Foi o reconhecimento de um acerto e uma reafirmação do que eu acredito e luto. Fui atacada em minha página pessoal brutalmente por MÉDICOS E FUTUROS MÉDICOS, além de outras pessoas. O machismo e a elite mostraram sua cara. Fui chamada de vadia, de MÉDICA VAGABUNDA DE POBRE, ignorante, não merecedora de cursar medicina. Me foi dito que iam fazer de TUDO pra que eu não conseguisse emprego depois de formada. De que eu não sabia com QUEM estava lidando. Que eu merecia LEVAR UMA SURRA pra aprender a deixar de ser corrupta. Me mandaram CALAR MINHA BOCA NOJENTA DE POBRE E DE VADIA. De novo. Está tudo guardado, não para dar respostas. Mas porque aprendi desde cedo a não responder ódio com violência. Não. Eu NÃO tenho a SUA sede de sangue.

Mas eu tenho uma novidadinha pra essa classe COVARDE de profissionais. A mesma classe que eu já vi combinando entre si no MESMO grupo, de “tratar mal os negros, as feministas e os gays que chegassem nos consultórios médicos, pra que esse povinho aprendesse seu devido lugar”. A novidade é que minhas palavras não foram em nenhum momento pra vocês. Vocês que ignoram a realidade cruel vivida todos os dias nos hospitais públicos. Minhas palavras foram pros profissionais de saúde que dão o sangue todo dia, mesmo com condições péssimas de trabalho, com salários atrasados, numa saúde abandonada e caótica. Eles sim, são verdadeiros heróis. Minhas palavras foram direcionadas àqueles que acreditam e lutam por um mundo transformado a partir da educação e do amor. Minhas palavras foram um agradecimento aos professores, a classe Trabalhadora com T maiúsculo!! Que têm seu serviço desvalorizado ao máximo, mas toma a linha de frente na luta pela transformação diária do futuro de milhões de jovens sem oportunidade no país.

Eu não fui nenhuma heroína, e eu conheço mil médicos que são verdadeiros heróis. Que não precisaram de mais NADA além de força de vontade pra vencer na vida. Mas me desculpa, é que eu penso além. Eu sonho com o dia em que vamos cobrar das nossas crianças, apenas COMPETÊNCIA pra vencer, e não mais heroísmo.

Eu tô falando com aqueles meninos que você tem medo quando para no sinal, tô falando daqueles com fuzil na mão vigiando um fio de vida nos morros das grandes cidades. Tô falando daquela menina que mora na rua e cata latinha, daquele nos campos com enxada na mão cortando cana. Daquela que perde a infância nas esquinas da prostituição. Tô falando daqueles que você insiste em dizer que não existem. Por quê quando você percebe que ELES EXISTEM, coça em você uma ferida podre de 515 anos. Te dá um medo na espinha quando aparece alguém pra defender uma educação por eles e para eles. Te gela a alma a chegada do dia em que o povo não vai mais esquecer seus Amarildos e suas Cláudias Silvas….

Eu já consigo imaginar muitos de vocês rindo, pensando na reeleição garantida, enquanto veem no jornal o povo gritando por mais prisões e menos escolas. E apesar de me doer, eu entendo esse grito.
Eu engoli meu medo porque sei que toda luta pode ser desmerecida. Eu dei minha cabeça à prêmio, e voltei pra casa com a esperança real de um hospital universitário pra minha região onde muita gente tem sorte de ter a esperança de ter um prato de comida.

Eu recebi um agradecimento da prefeita de uma das maiores cidades do país, dizendo que graças às minhas palavras, um novo plano pra educação pública vai ser pensado, e que ela se encheu de esperança e disposição para lutar com unhas e dentes pelos professores da rede pública e pelos jovens em situação de risco. Isso já me curou de todos os medos e de todo o ódio que me foi jogado.
Esperança. Vontade de mudar. EMPODERAMENTO de um povo PELO seu povo.

Eu sei que eu não sou nada nesse sistema corrompido e intricado. Eu sei que não sou ninguém diante dos poderosos desse país. Mas eu tenho outra novidade, eu não estou sozinha, e gente como eu, é quem te causa os piores pesadelos à noite.

E eu vou seguir, mesmo frágil, mesmo com medo, mas sempre acreditando.

“Então serra os punhos, sorria. E jamais volte pra sua quebrada de mão e mente vazia.”

A rede Nacional de Médicas e Médicos Populares divulgou, nesta terça-feira (11), nota em solidariedade à jovem, que segue na íntegra:

Nota de Desagravo da Rede de Médicas e Médicos Populares à Ana Luiza Lima

A onda de ódio não passará!

A Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares vem, através desta nota, prestar solidariedade à estudante de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ana Luiza Lima, que recentemente comoveu todo o país com seu discurso na comemoração dos dois anos do Programa Mais Médicos. Seu discurso emocionado, por meio do qual agradece as recentes políticas educacionais que permitiram “a neta de um agricultor sonhar em ser doutora” (nas próprias palavras dela) inspirou milhões, mas provocou a ira de um setor reacionário e conservador, que encontra em parte da nossa categoria uma das suas mais perversas formas de expressão.

A onda conservadora dentro da categoria mostrou sua face logo após o anúncio da vinda de médicas e médicos cubanos para atender áreas de difícil provimento destes profissionais por parte do governo federal. Erigiu funerais da Presidenta Dilma e do Ministro Alexandre Padilha e perpassou por cenas nefastas como o “corredor polonês” contra os médicos cubanos no Ceará, com direito a ovos arremessados e xingamentos que não merecem mais ser repetidos. Vários colegas foram perseguidos pelos conselhos regionais de Medicina (CRMs) Brasil afora por se posicionarem favoráveis ao Programa Mais Médicos e não se alinharem com o discurso corporativista, permanecendo as ameaças dos CRMs sobre os médicos que contribuem com o programa (supervisores e tutores) até hoje.

Agora a vítima é uma estudante de Medicina que cometeu o pecado de falar a verdade. Uma estudante oriunda de família humilde que ousou entender que seu sucesso hoje foi fruto de uma política pública e ousou agradecer à Presidenta Dilma pelo esforço de manter políticas voltadas aos mais pobres deste país. O ódio contra Ana Luiza manifestou-se não apenas sob a forma de machismo – numa das regiões do país onde as mulheres mais sofrem com violência e onde o patriarcado se mantém firme e forte – mas, fundamentalmente, como ódio de classe, ódio ao que representou o seu discurso, ódio ao agradecimento à Presidenta, ódio de quem não suporta ver seus privilégios ameaçados.

Por tudo isto e muito mais, a Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares denuncia a ofensiva conservadora que se materializa no ódio à Ana Luiza e presta irrestrita solidariedade à nossa futura colega. Saiba, Ana Luiza, que assim como você, existem médicas e médicos que se preocupam com o povo brasileiro, que respeitam sua diversidade étnica, sexual, religiosa e ideológica, que se preocupam com a conformação do SUS como sistema de direitos sociais, público, gratuito, integral e de qualidade. Assim como você, existem médicas e médicos que sonham e que fundamentalmente lutam por um futuro onde este tipo de agressão à você fique num passado distante.

Todo apoio à Ana Luiza Lima

Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares

Da redação com informações do Pragmatismo Político 

Organizadas pela Associação Nacional de Pós-Graduandos, atividades vão até quarta-feira (11)

Desde a noite de domingo (9), por volta de 35 manifestantes estão acampados em frente ao Ministério da Educação (MEC) em protesto contra os cortes nas áreas de Educação e Ciência e Tecnologia. O grupo é organizado pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), que promove o Ocupe Brasília até quarta-feira (12), para pressionar o governo a reverter medidas como a paralisação na concessão de bolsas e a redução das verbas de custeio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Na terça-feira (11), definida como Dia Nacional de Mobilização contra os Cortes pela ANPG, haverá uma audiência pública da comissão no auditório do Congresso Nacional. A presidente da instituição,Tamara Naiz, e os ministros da Educação, Renato Janine Ribeiro, e de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo debaterão sobre os direitos dos pós-graduandos.

Em julho, o Capes anunciou o corte de 75% nas verbas para o Programa de Apoio à Pós-Graduação (Proap), que financia custos como a organização e a participação de pós-graduandos em congressos, passagens de professores externos para examinar bancas de mestrado e doutorado, tradução de artigos e manutenção de equipamentos. “O conhecimento não se constrói individualmente, ele depende de debates. Os cortes prejudicam o resultado das pesquisas de pós-gradução”, afirma o diretor de comunicação da ANPG Marcelo Marigliani. “Não adianta o pesquisador guardar o que produziu como se fosse algo para benefício próprio. A divulgação é uma forma de devolver para a sociedade o investimento que recebeu, mas o pós-graduando não tem dinheiro para fazer isso por contra própria”, explica Tamara Naiz, presidente da ANPG.

Segundo Marigliani, a suspensão do Edital Pró-Equipamentos 2015 interrompe pesquisas e pode causar o fechamento de laboratórios. “Nossa preocupação é de que a pós-graduação corre o risco de parar. Falamos tanto sobre desenvolvimento, mas para construir países economicamente fortes é necessário desenvolver novos produtos e tecnologias. Então, precisamos de investimento em ciência e tecnologia”, argumenta. “Queremos sensibilizar o MEC e a presidente Dilma Rousseff porque esses cortes não trazem consequências por apenas um ano. A redução do investimento pode atrasar pesquisas de trinta anos de trabalho”, afirma.

Tamara Naiz afirma que os manifestantes também querem reabrir as concessões de novas bolsas no exterior e garantir que o MEC crie um grupo de trabalho para discutir as condições dos pós-graduandos, conforme prometido em um acordo feito com a instituição em abril. Outro objetivo é promover os direitos da classe, que não possui garantias trabalhistas. “Não podemos tirar licença maternidade, então as mulheres ainda têm que escolher entre ficarem grávidas ou fazerem uma pós-graduação. Como não temos direitos previdenciários, se algum pós-graduando tiver um problema de saúde, terá que trancar a pesquisa e perder a bolsa”, exemplifica.

A ANPG também propõe que o MEC crie campanhas contra assédios sexual e moral na pós-graduação e crie mecanismos nas universidades para acolhar vítimas.

Programação

Na terça-feira (11), às 14h30, a ANPG promove uma audiência pública em frente ao Congresso Nacional. No final da tarde, haverá o lançamento de uma frente parlamentar. Durante a manhã de quarta-feira (12), o grupo participará de reuniões no Congresso para discutir projetos de leis. Na quinta-feira (13), às 12h, os manifestantes conversarão com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.

Fonte: Correio Braziliense

UFPA

Neste Dia do Estudante, 11 de agosto, a Associação Nacional de Pós-Graduandos está acampada em frente ao Ministério da Educação, onde ficará até amanhã (12), com o objetivo de pressionar o governo pela reversão dos cortes na Educação, Ciência e Tecnologia, especialmente, os cortes nas verbas de custeio da Capes e a paralisação da concessão de novas bolsas em algumas modalidades.

Como parte da mobilização, atos foram feitos em diversas universidades brasileiras. Os pós-graduandos de diversas mobilidades se reuniram em diferentes mobilizações para discutir a Campanha por Mais Direitos e a busca por melhorias.

Em ato chamado pelo SINDPROIFES, o ato realizado na UFPA teve como objetivo central chamar a atenção da sociedade para os cortes orçamentários e demonstrar o descontentamento com tal política. Além disso, o ato também quis mostrar a tentativa de golpe contra a democracia, cobrando do governo Dilma que a Pátria Educadora realmente aconteça, mas sem cair para o lado golpista. Além disso, o ato também chamou para a passeata do dia 20 em defesa de um Brasil mais justo, soberano, democrático e com direitos sociais garantidos.

Da redação

 
 

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Neste Dia do Estudante, 11 de agosto, a Associação Nacional de Pós-Graduandos está acampada em frente ao Ministério da Educação, onde ficará até amanhã (12), com o objetivo de pressionar o governo pela reversão dos cortes na Educação, Ciência e Tecnologia, especialmente, os cortes nas verbas de custeio da Capes e a paralisação da concessão de novas bolsas em algumas modalidades.

Como parte da mobilização, atos foram feitos em diversas universidades brasileiras. Os pós-graduandos de diversas mobilidades se reuniram em diferentes mobilizações para discutir a Campanha por Mais Direitos e a busca por melhorias.

Na Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, na Bahia, aconteceu uma panfletagem em comemoração ao dia do estudante e explicando a audiência pública que aconteceu em Brasília hoje contra os cortes orçamentários em Educação, CT&I. A panfletagem, que foi feita pelas salas de aula da pós-graduação da UESC, mostrou as reivindicações em defesa da democracia, por mais investimentos e contra os cortes. Além disso, a APG mobilizou uma reunião para o dia 19 para discutir os resultados da Audiência.

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Da redação

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Neste Dia do Estudante, 11 de agosto, a Associação Nacional de Pós-Graduandos está acampada em frente ao Ministério da Educação, onde ficará até amanhã (12), com o objetivo de pressionar o governo pela reversão dos cortes na Educação, Ciência e Tecnologia, especialmente, os cortes nas verbas de custeio da Capes e a paralisação da concessão de novas bolsas em algumas modalidades.

Como parte da mobilização, atos foram feitos em diversas universidades brasileiras. Os pós-graduandos de diversas mobilidades se reuniram em diferentes mobilizações para discutir a Campanha por Mais Direitos e a busca por melhorias. A APG-Fiocruz/RJ mobilizou seus estudantes para discutir a importância da pós-graduação para o avanço da pesquisa e, neste contexto, lembrar que os estudantes de pós-graduação também merecem ser valorizados.

Foi realizada uma Mesa de Discussão: “Pátria Educadora: A qualificação da ciência para o desenvolvimento nacional”  com a convidada Claudia Levy (Secretária-geral da SBPC), Mychele Alves (Diretora da ASFOC) e Geovane Lopes (Coordenador Geral da APG). A atividade foi pautada a cerca das condições da greve na Fiocruz e principalmente pelo marco que representa a data com a simultânea audiência pública em Brasília que pauta o direito dos pós-graduandos. Discussões sobre quantidade versus qualidade das produções acadêmicas, bem como a importância do pós-graduando para o desenvolvimento da pesquisa da Fiocruz e do país também foram abordadas.

Posteriormente, foi realizado um ato com a presença de gestores da Fiocruz e alunos do Escola Politécnica Joaquim Venâncio. As palavras de ordem do ato foram: “Pátria Educadora sem corte na Educação” e “Por Direitos para @s Pós-Graduand@s”.

Da redação com informações da APG Fiocruz/RJ

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Neste Dia do Estudante, 11 de agosto, a Associação Nacional de Pós-Graduandos está acampada em frente ao Ministério da Educação, onde ficará até amanhã (12), com o objetivo de pressionar o governo pela reversão dos cortes na Educação, Ciência e Tecnologia, especialmente, os cortes nas verbas de custeio da Capes e a paralisação da concessão de novas bolsas em algumas modalidades.

Como parte da mobilização, atos foram feitos em diversas universidades brasileiras. Os pós-graduandos de diversas mobilidades se reuniram em diferentes mobilizações para discutir a Campanha por Mais Direitos e a busca por melhorias.

Na USP Ribeirão Preto aconteceram palestras, organizadas pela Associação de Pós-Graduandos da universidade, na manhã e na tarde desta terça-feira sobre os cortes orçamentários sofridos pelas áreas estratégicas para o desenvolvimento do país, como a Ciência, Tecnologia, Inovação e Pesquisa.

O objetivo da APG foi esclarecer para sensibilizar pós-graduandos ainda não ligados à luta, buscando ganhar adeptos para o movimento, através de palestras e discussões acerca da importância do pós-graduandos na sociedade, a falta de investimento do governo, a formação dos docentes e o papel da representação discente.

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Da redação

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Neste Dia do Estudante, 11 de agosto, a Associação Nacional de Pós-Graduandos está acampada em frente ao Ministério da Educação, onde ficará até amanhã (12), com o objetivo de pressionar o governo pela reversão dos cortes na Educação, Ciência e Tecnologia, especialmente, os cortes nas verbas de custeio da Capes e a paralisação da concessão de novas bolsas em algumas modalidades.

Como parte da mobilização, atos foram feitos em diversas universidades brasileiras. Os pós-graduandos de diversas mobilidades se reuniram em diferentes mobilizações para discutir a Campanha por Mais Direitos e a busca por melhorias.

Na Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, foi feita uma intervenção da ANPG, através do Diretor de Políticas Educacionais, Caiubi Juhn, na Assembléia do Sindicato dos Técnicos da Ufmt – SINTUF. Na ocasião, Caiubi destacou, em sua fala, a luta contra os cortes que assolam a Educação, Ciência e Tecnologia e a Campanha por Mais direitos para as pós-graduandas e pós-graduandos, além do destaque ao lançamento da Frente Parlamente Mista em Defesa da C,T&I e Pós-Graduação.

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Da redação

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Neste Dia do Estudante, 11 de agosto, a Associação Nacional de Pós-Graduandos está acampada em frente ao Ministério da Educação, onde ficará até amanhã (12), com o objetivo de pressionar o governo pela reversão dos cortes na Educação, Ciência e Tecnologia, especialmente, os cortes nas verbas de custeio da Capes e a paralisação da concessão de novas bolsas em algumas modalidades.

Como parte da mobilização, atos foram feitos em diversas universidades brasileiras. Os pós-graduandos de diversas mobilidades se reuniram em diferentes mobilizações para discutir a Campanha por Mais Direitos e a busca por melhorias.

A USP Capital contou com dois atos em localidades diferentes, um na Avenida Paulista e outro dentro de um dos campi da universidade, no bairro do Butantã.

Na Paulista, estiveram presentes mais de dois mil estudantes de todo o Estado, entre pós-graduandos, graduandos e secundaristas, bem como diversas forças políticas e entidades estudantis. O ato saiu do vão do MASP e caminhou até a Câmara, onde acontecia uma votação do Plano Municipal de Educação.

Já no campus, a diretoria da APG Helenira “Preta” Rezende se reuniu no Restaurante Universitário Central ao meio-dia e realizou uma panfletagem sobre os problemas enfrentados pelos pós-graduandos brasileiros, buscando conscientizar a comunidade acadêmica da luta enfrentada.

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Da redação