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Natasha Ramos

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Instituto de Ciências Matemáticas e Computação - USP
Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação – USP

Um mestrado profissional voltado à indústria será oferecido a partir deste ano pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. O novo mestrado profissional é o primeiro do país que vai abarcar, de forma abrangente, áreas específicas da matemática, estatística e computação aplicadas à indústria.

O objetivo do novo Programa de Mestrado Profissional em Matemática, Estatística e Computação Aplicadas à Indústria (MECAI) é melhorar a formação dos profissionais e atender à demanda da indústria para proporcionar um avanço em geração de produtos ou aplicação de métodos inovadores, para que as empresas se tornem mais competitivas nacional e internacionalmente. O MECAI tem grande importância para o ICMC por propiciar esse estreitamento de relações entre a Universidade e as empresas.

Aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o MECAI terá seu primeiro processo seletivo no próximo mês de maio, quando será divulgado o edital com a especificação dos critérios de seleção na internet e no Diário Oficial do Estado de São Paulo. A primeira turma terá início em agosto de 2014.

Fonte: Agência USP de Notícias

Plenária Final no XXIII Congresso Nacional de Pós-Graduandos
Plenária Final no XXIII Congresso Nacional de Pós-Graduandos

Faltam 40 dias para o XXIV Congresso Nacional de Pós-Graduandos. Para participar do evento como delegado (com direito a voz e voto), é preciso ser eleito por meio de um processo eleitoral. Fique atento aos prazos!

As APGs e Comissões Pró-APG têm até a próxima segunda-feira (24) para convocarem sua eleição de delegados. Vale lembrar que somente as APGs e Comissões Pró-APGs filiadas à ANPG podem conduzir os processos de eleição de delegados ao XXIV Congresso Nacional de Pós-Graduandos.

Confira as APGs e Comissões Pró-APGs Cadastradas
Importante:
As APGs e Comissões Pró-APGs que não são cadastradas precisam, antes de tudo, enviar um requerimento de filiação (uma carta assinada pelo representante da APG, oficializando o pedido de inclusão), juntamente com os seguintes documentos:
a) Ata de Fundação e/ou Estatuto;
b) Ata de Eleição e Posse da atual Diretoria e/ou Comissão.
Os documentos poderão ser enviados por correio para a sede da ANPG (Rua Vergueiro, 2485. Vila Mariana. São Paulo-SP CEP 04101-200) ou, ainda, pelo e-mail [email protected]. Não será aceita a dupla representatividade entre APGs e/ou Comissões local e geral.

 Confira o passo a passo para participar do XXIV CNPG:

1)      Procure a APG da sua Universidade ou Campus e se informe sobre o processo de eleição de delegados ao XXIV CNPG;
2)      Caso não exista APG, reúna pós-graduandos interessados em participar do congresso e forme uma comissão de 10 pós-graduandos.
3)      Acesse o link https://www.anpg.org.br/?p=435. Imprima o Regimento Geral do Congresso e a Ata Padrão de Eleição de Delegados.
4)      Baixe o modelo de edital e o modifique conforme suas necessidades. Divulgue o Edital de Convocação da Eleição pela sua Universidade/Campus. Atenção: a Comissão Eleitoral pode ser candidata, a não ser que seja vedada expressamente pelo edital.
5)      Cadastre o processo eleitoral preenchendo o formulário aqui. No campo “Edital” do formulário, insira o texto do edital da eleição, Não esqueça de enviar o edital de convocação para o email [email protected]. O processo eleitoral será publicizado através do site da ANPG dentro das primeiras 24 horas, possibilitando eventuais recursos.
6)      Se não houverem recursos, seu processo eleitoral estará em curso. Atenção aos dados importantes que precisam ser recolhidos de cada delegado e também da comissão eleitoral.
7)      Após a apuração, reúna todas as informações e preencha a Ata Padrão. Ela deve ser escaneada preenchida e enviada, junto com os demais comprovantes de matrícula para o email [email protected] até o dia 19 de abril.
8)      As regras estão disponíveis no Regimento Geral e dúvidas podem ser enviadas para o email [email protected]

Confira o calendário com as datas importantes referentes ao 24º CNPG:

quadro

 

Da Redação

Matéria relacionada:

Inscreva seu trabalho na Mostra Científica do 24º CNPG

 

 Estação USP Leste

Estação USP Leste

Maioria dos cinco mil alunos da unidade estudará na zona leste; instituição ainda tenta desbloquear campus na Justiça

Para abrigar as aulas do campus Leste da Universidade de São Paulo (USP), interditado judicialmente há mais de dois meses por problemas ambientais, a reitoria recorreu a uma instituição privada, uma Faculdade de Tecnologia (Fatec) e outras escolas da universidade. A decisão de espalhar temporariamente os cerca de 5 mil alunos da unidade só foi anunciada nesta quinta-feira, 20, a quatro dias do começo das atividades acadêmicas, previsto para segunda-feira (24).
As outras unidades da USP já têm aulas desde 17 de fevereiro, como determinava o calendário oficial. O início do ano letivo do campus Leste havia sido adiado duas vezes por dificuldades da reitoria para encontrar espaço adequado. Com o atraso, as férias de julho da unidade também devem ser prejudicadas.
Os alunos dos cursos da manhã e da tarde terão aulas em um prédio da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), instituição particular próxima ao metrô Carrão, na zona leste da cidade. Já as graduações noturnas ficarão mais distantes e divididas. Parte ficará na Fatec Itaquera, também na zona leste, e outros irão para o quadrilátero de Saúde da USP, na zona oeste, que reúne as escolas de Medicina, Enfermagem, Saúde Pública e o Instituto de Medicina Tropical, a mais de 25 quilômetros da USP Leste. Os ingressantes em Engenharia de Computação também estudarão longe: na Escola Politécnica, no campus Butantã, também na zona oeste.
Em comunicado aos professores, alunos e funcionários, a diretoria da unidade esclareceu que os locais atendem aos apelos de que as aulas se mantivessem na zona leste. A escolha dos prédios também se orientou pelas possibilidades de acesso: as áreas emprestadas ou alugadas ficam próximas a estações de metrô. A diretoria disse ainda que o esforço era de alocar mais cursos no campus Butantã, mas essa alternativa não obteve sucesso.
“O problema é que não levaram em conta na transferência a infraestrutura para aulas práticas, além das atividades de pesquisa, cultura e extensão”, criticou a professora da USP Leste Adriana Tufaile. Docentes, alunos e funcionários já marcaram assembleias hoje para discutir o “plano B”. Estudantes também convocam nas redes sociais novo ato na terça-feira (25) contra a postura da reitoria para resolver os problemas do campus.
“Essa resolução não agrada a Comissão de Graduandos, que achou a medida inviável. Ainda não temos um comunicado oficial, pois estamos aguardando um posicionamento de cada categoria”, explicou Maria Salete Perrone, representante dos estudantes, à ANPG.
Desbloqueio
A USP ainda tenta na Justiça reabrir o campus Leste, interditado pela contaminação por gás metano e presença de óleos minerais cancerígenos, causada pelo depósito de terra de origem desconhecida na unidade em 2010 e 2011. Em contestação à Justiça no começo do mês, a USP alegou que os problemas ambientais são anteriores à instalação do campus e que não representam riscos à saúde. Segundo professores da USP Leste, o Ministério Público Estadual, que pediu o fechamento do campus no ano passado, está disposto a firmar termo de ajustamento de conduta com a USP, mas ainda não vê medidas suficientes para recomendar a liberação do terreno.
Da Redação com informações do jornal O Estado de S.Paulo

Inscrições até o dia 10 de abril

Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Universidade Tecnológica Federal do Paraná

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) acaba de abrir os cursos de Engenharia de Computação e Engenharia de Bioprocessos que estão com inscrições abertas até o dia 10 de abril. Os cursos serão oferecidos no campus Toledo, onde também são oferecidos os cursos de Engenharia Civil e Eletrônica, a graduação em Tecnologia em Processos Químicos e a licenciatura em Matemática. Este é um campus novo com apenas sete anos.
Os novos cursos incluem as seguintes ares e subáreas: BIOPROCESSOS / Biotecnologia; COMPUTAÇÃO / Algoritmos, Programação e Estrutura de Dados; COMPUTAÇÃO / Desenvolvimento para Internet e Banco de Dados; COMPUTAÇÃO / Sistemas Operacionais, Segurança e Arquitetura de Computação; ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO / Sistemas Embarcados; ENGENHARIA / Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia; FÍSICA / Física Geral HISTÓRIA E SOCIOLOGIA; MATEMÁTICA / Equações Diferenciais; MATEMÁTICA / Geometria; MATEMÁTICA / Matemática Discreta; QUÍMICA / Química Orgânica e Química Geral.
A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) é a primeira assim denominada no Brasil e, por isso, tem uma história um pouco diferente das outras universidades. A Instituição não foi criada e, sim, transformada a partir do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR). Como a origem deste centro é a Escola de Aprendizes Artífices, fundada em 1909, a UTFPR herdou uma longa e expressiva trajetória na educação profissional.
Edital e Informações:http://www.utfpr.edu.br/concursos/campi/td/cpcp/edital-no-017-2014-cpcpc-td
(UTPR)
Fonte: Jornal da Ciência

mARCA anpg, III Encontro de Pós-Graduandos em Saúde

A ANPG promove, por meio do Fórum de Pós-Graduandos em Saúde da entidade, o III Encontro Nacional de Pós-Graduandos em Saúde, nos dias 11 e 12 de abril, em Fortaleza (CE). Com o tema “Formação e Participação do Pós-Graduando em Saúde: a experiência do Fórum Nacional de Pós-Graduandos em Saúde da ANPG”, o evento integra a programação do 11º Congresso Internacional da Rede Unida, que acontece de 10 a 13 de abril.
O encontro abordará o lugar político e social dos pós-graduandos nas questões de pesquisa  a formação de pesquisadores em defesa do caráter público, universal e de atenção integral no Sistema Único de Saúde.
O debate envolverá a discussão e avaliação da experiência de organização dos pós-graduandos em saúde frente aos desafios de saúde, formação e desenvolvimento de ciência e tecnologia na área, na perspectiva da construção de uma agenda do movimento para o próximo período.
“No atual momento do Fórum, optamos por valorizar a construção até aqui realizada, através do relato das pessoas que vêm construindo o Fórum de Pós-Graduandos em Saúde da ANPG ao longo dos últimos quatro anos. São estudantes de diferentes espaços, que vêm contribuindo significativamente para o debate da formação em saúde. Desejamos avaliar a caminhada até aqui para que possamos nos organizar para novos desafios”, comenta Jouhanna Menegaz, secretária geral da ANPG e membro do Fórum.
Histórico
O I Encontro de Pós-Graduandos em Saúde da ANPG foi realizado em 2010, no XXII Congresso Nacional de Pós-Graduandos, que aconteceu no Rio de Janeiro (RJ).
O II Encontro de Pós-Graduandos em Saúde da ANPG foi realizado em 2012, junto ao Congresso da Rede Unida, realizado no Rio de Janeiro (RJ).
Serviço:
Onde: Centro de Eventos do Ceará – Sala 40 Capiba
Quando: 11/04, das 13h30 às 17h30
Távola: Formação e Participação do pós-graduando em Saúde: a experiência do Fórum Nacional de Pós-Graduandos em Saúde da ANPG
Moderadora: Luana Meneguelli Bonone – Presidenta da ANPG
Debatedoras:
Ana Cristina de Lima Pimentel – Médica. Mestranda em Saúde Coletiva na UERJ
Jouhanna Menegaz – Enfermeira. Secretária Geral da ANPG. Conselheira Nacional de Saúde. Doutoranda em Enfermagem na UFSC
Lúcia Dias da Silva Guerra – Nutricionista. Representante da ANPG no Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da ABRASCO. Doutoranda em Saúde Pública na USP
Manuelle Maria Marques Matias – Enfermeira. Mestranda em Saúde Coletiva na UERJ
Mariana Bertol Leal – Sanitarista. Doutoranda em Saúde Pública na USP
Quando: 12/04, das 9h30 às 11h30
Reunião com Departamento de Residências e Pós-Graduação da Rede Unida
Debatedoras:
Daniela Dallegrave – Rede Unida
Ana Cristina de Lima Pimentel – Doutoranda Saúde Coletiva IFF
Lúcia Dias da Silva Guerra – Doutoranda Saúde Pública USP
JouhannaMenegaz – Doutoranda Enfermagem UFSC
Mariana Bertol Leal – Doutoranda Saúde Pública USP
Rosana Mira – Coordenação do FNRS
Confira a programação completa do evento aqui!
Da Redação

Por Joseph E. Stiglitz*

Em todo o mundo, há enorme entusiasmo pelo tipo de inovação tecnológica simbolizada pelo Vale do Silício. A engenhosidade dos EUA representa sua verdadeira vantagem comparativa, que outros lutam para imitar. Mas há um quebra-cabeça: é difícil detectar os benefícios dessas inovações nas estatísticas do PIB.

O que acontece hoje é análogo ao que ocorreu há algumas décadas, no início da era dos computadores pessoais. Em 1987, o economista Robert Solow – Prêmio Nobel por seu trabalho pioneiro sobre o crescimento – lamentou que “você pode ver a era do computador em todo lugar, menos nas estatísticas de produtividade”. Há várias explicações possíveis para isso. Talvez o PIB não capture a melhora no padrão de vida que a inovação tecnológica está engendrando. Ou talvez essa inovação seja menos significativa do que seus entusiastas acreditam.

Recorde como há alguns anos, logo antes do colapso do Lehman Brothers, o setor financeiro se orgulhava de sua capacidade de inovação. Dado que as instituições financeiras atraíam os melhores e mais brilhantes de todo o mundo, não se podia esperar menos. Mas, após inspeção detalhada, tornou-se claro que a maior parte da inovação envolvia criar meios mais eficazes de enganar os outros, manipular os mercados sem ser apanhado (pelo menos por um longo tempo) e explorar o poder desses mercados.

Nesse período, quando os recursos fluíam para este “inovativo” setor, o crescimento do PIB foi marcadamente menor do que antes. Mesmo nos melhores anos, não levou a uma elevação dos padrões de vida (exceto para os banqueiros), e acabou numa crise da qual só agora estamos nos recuperando. A contribuição social líquida de toda essa “inovação” foi negativa.

De forma similar, a bolha das ponto.com que precedeu aquele período foi marcada pela inovação – sites na internet pelos quais se podia encomendar on-line comida para cachorro ou refrigerantes. Pelo menos, esta era deixou um legado de ferramentas de busca eficientes e estrutura de fibra ótica. Mas não é algo simples calcular como a economia de tempo proporcionada pelas compras via internet, ou a redução de custo que poderia resultar do aumento da competição (devido à facilidade de comparação de preços on-line), afeta nosso padrão de vida.

Duas coisas devem ficar claras. A primeira: a lucratividade de uma inovação pode não ser uma boa medida de sua contribuição para nosso padrão de vida. Em nossa economia tipo “o vencedor leva tudo”, um inovador que criar um site melhor para compras on-line e entrega de comida de cachorro pode atrair todos os que usam a internet para comprar esse produto, obtendo enormes lucros. Mas, sem o serviço de entrega, grande parte dos lucros simplesmente iria para outras pessoas. A contribuição para o crescimento econômico dos sites na web pode ser de fato relativamente pequena.

Além disso, se uma inovação, como os caixas automáticos de bancos, eleva o desemprego, nada relativo ao custo social – nem o sofrimento dos que são demitidos nem o aumento do custo fiscal para pagar-lhes seguro-desemprego – se reflete na lucratividade da companhia. Da mesma forma, nossa métrica do PIB não reflete o custo do crescimento da insegurança para os que temem a perda do emprego. Igualmente importante, ela não reflete acuradamente a melhora do bem-estar resultante da inovação.

Num mundo mais simples, em que a inovação simplesmente significa baixar o custo de produção de, por exemplo, um automóvel, era fácil calcular o valor de uma inovação. Mas quando a inovação afeta a qualidade de um automóvel, a tarefa é muito mais difícil. E isto é ainda mais aparente em outras áreas: como avaliar com eficácia o fato de que, devido ao progresso da medicina, o sucesso da cirurgia cardíaca é muito maior hoje do que no passado, resultando em significativo aumento na expectativa e na qualidade de vida?

Ainda assim, não se consegue evitar a desagradável sensação de que a contribuição das recentes inovações tecnológicas na melhora dos padrões de vida pode ser bem menor do que apregoam os entusiastas. Um grande esforço intelectual tem sido devotado a maximizar os orçamentos de propaganda e marketing – enfocando consumidores, especialmente os afluentes, que podem realmente comprar o produto. Mas os padrões de vida poderiam ter subido ainda mais se todo esse talento inovador tivesse sido alocado para pesquisa mais fundamental – ou mesmo para pesquisas aplicadas que poderiam ter levado a novos produtos.

Sim, estar mais bem conectado aos outros, via Facebook ou Twitter, tem seu valor. Mas como comparar essas inovações com o laser, o transistor, o mapeamento do genoma humano? Cada um deles levou a uma enxurrada de produtos inovadores.

*Artigo do economista Joseph E. Stiglitz publicado em O Globo. 
Fonte: Jornal da Ciência
Os artigos publicados não expressam necessariamente a opinião da ANPG e são de total responsabilidade dos autores.
 

No começo de abril, o Cedem (Centro de Documentação e Memória da Unesp) e o OEDH (Observatório de Educação em Direitos Humanos da Unesp/Bauru), com o apoio da Proex/Pró-Reitoria de Extensão Universitária da Unesp, promovem o seminário Golpe militar: 50 anos – memória, história e direitos humanos, aproveitando que 2014 marca cinco décadas do golpe militar no Brasil. O evento acontece nos dias 2, 3, 8 e 9 de abril, às 18h30.

Entre 1964 e 1985 a ditadura militar produziu inúmeras interferências na vida social, política, econômica e cultural na sociedade brasileira. Com a iniciativa de propor uma reflexão sobre esse período, o Cedem participará desse importante momento histórico e social com esse seminário, que faz parte da programação de um ciclo de debates, exposições e exibições de filmes, que serão realizados em várias unidades universitárias da Unesp pelo interior do Estado de São Paulo e na capital, acerca das dimensões das intervenções militares no Brasil e seus desdobramentos.

Confira os destaques da programação:

Dia 2 de abril: “Tenho algo a dizer: memórias da Unesp na ditadura (1964 a 1985)”
Mesa redonda sobre os resultados parciais da pesquisa sobre o arbítrio institucional e as lutas de resistência nos, então, “institutos isolados” e posteriormente na Unesp durante a ditadura.
Convidados: Antônio Celso Ferreira (historiador, professor da Unesp-Assis e coordenador do Cedem/Unesp), Maria Ribeiro do Valle (socióloga, historiadora e professora da Unesp-Araraquara)
Coordenação: Clodoaldo Meneguello Cardoso (professor de filosofia e coordenador do Observatório de Educação em Direitos Humanos-OEDH/Unesp-Bauru)

Dia 3 de abril: “Ditadura civil-militar: memória e ressentimento”
Palestra sobre os desdobramentos do golpe civil-militar de 1964 na atual democracia brasileira.
Convidada: Maria Rita Kehl (psicanalista, ensaísta, crítica literária, poetisa, cronista brasileira e membro da Comissão Nacional da Verdade)
Coordenação: Antonio Celso Ferreira

Dia 8 de abril: “Resistência: imprensa alternativa e editoras de oposição”
Mesa redonda sobre as lutas contra a ditadura, feita por jornalistas, outros profissionais da imprensa e pelas editoras de livros de oposição.
Convidados: José Luiz Del Roio (ex- senador na Itália, escritor, radialista e membro do conselho internacional do Fórum Social Mundial), Ricardo Carvalho (jornalista, foi repórter de direitos humanos na Folha de São Paulo, atuou na TV Cultura como diretor de jornalismo e na TV Globo como editor-chefe do Globo Repórter) e Flamarion Maués (historiador, editor de livros e foi coordenador editorial da Fundação Perseu Abramo)
Coordenação: Antonio Celso Ferreira

Dia 9 de abril: “Políticas de preservação da memória”
Mesa redonda sobre as políticas de preservação da memória do período ditatorial de diversas organizações de São Paulo.
Convidados: Fundação Mauricio Grabois, Cedic/PUC, Cedoc/CUT
Coordenação: Cedem e Fundação Perseu Abramo

Confira a programação completa aqui!

INSCRIÇÕES:

As inscrições  são gratuitas, basta enviar nome completo, e-mail, RG e instituição para: Sandra Santos, e-mail: [email protected].

Certificado de participação para os participantes com presença mínima de 75%.
Local: Cedem/Unesp: Praça da Sé, 108 (metrô Sé). Tel.: (11) 3116 – 1701
www.facebook.com/cedemunesp
www.cedem.unesp.br

Da redação

Com a hashtag #TodoJovemTemDireito, a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) da Secretaria-Geral da Presidência da República iniciou uma campanha nas redes sociais para divulgar o Estatuto da Juventude, que entrou em vigor no dia 2 de fevereiro.

O documento contempla pelo menos 51 milhões de brasileiros e brasileiras, com idade entre 15 e 29 anos, e define os direitos que o Estado deve assegurar a essa parcela da população. O objetivo é divulgar amplamente o texto, para que os jovens conheçam esses direitos e reconheçam o Estatuto como um instrumento legal para suas reivindicações.

Ao todo, o documento estabelece 11 direitos, que foram definidos a partir das necessidades e anseios da juventude brasileira: Direito à Cidadania, à Participação Social e Política e à Representação Juvenil; Direito à Educação; Direito à Profissionalização, ao Trabalho e à Renda; Direito à Diversidade e à Igualdade; Direito à Saúde; Direito à Cultura; Direito à Comunicação e à Liberdade de Expressão; Direito ao Desporto e ao Lazer; Direito ao Território e à Mobilidade; Direito à Sustentabilidade e ao Meio Ambiente; Direito à Segurança e ao Acesso à Justiça.

O Estatuto foi amplamente discutido com os movimentos e entidades da sociedade civil e tramitou por quase dez anos no Congresso Nacional. Além dos direitos, o texto define dois benefícios diretos para esse público: os descontos e gratuidades em transporte interestadual para jovens de baixa renda e a meia-entrada em eventos culturais e esportivos para estudantes e jovens de baixa renda. Ambos se encontram em fase de regulamentação no governo federal.

O documento estabelece, ainda, a criação do Sistema Nacional de Juventude (Sinajuve), que vai definir o planejamento, a implementação, o acompanhamento e a avaliação das ações, planos e programas que constituem as políticas públicas de juventude, em âmbito federal, estadual e municipal.

Para participar da campanha e ajudar a divulgar o Estatuto da Juventude basta acessar e compartilhar as informações que estão disponíveis nos canais da SNJ.

Para mais informações:

Face: https://www.facebook.com/SecretariaNacionaldeJuventude
Twitter: https://twitter.com/SNJuventude
Sites: www.juventude.gov.br/
http://participatorio.juventude.gov.br/

Da redação

Evento será em Brasília de 13 a 15 de maio e terá painéis, palestras e mesas-redondas

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) promove, entre os dias 13 e 15 de maio, o 3° Encontro Acadêmico Internacional – Interdisciplinaridade nas universidades brasileiras – Resultados e Desafios. O evento acontecerá na sede da instituição, em Brasília (DF) e terá painéis, palestras e mesas-redondas.

O encontro debaterá, entre outros temas, a identificação dos avanços e desafios na implementação da interdisciplinaridade no ensino, pesquisa e extensão; a indicação de estratégias e mecanismos para institucionalização da interdisciplinaridade nas universidades, nas agências de fomento, nos conselhos profissionais e nas entidades de representação científica; e a caracterização dos avanços obtidos e perspectivas da contribuição da interdisciplinaridade na construção do conhecimento, na formação acadêmica de novos perfis e na inserção social da universidade.

Para inscrições e outras informações, acesse o site do evento.

(Agência Gestão CT&I, com informações da Capes)

Fonte: Jornal da Ciência

Interessados têm até 31 de março para enviar propostas

A Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes), destinará aproximadamente R$ 2,3 milhões para apoiar a formação de recursos humanos por meio da concessão de bolsas de doutorado. Interessados têm até 31 de março para enviar propostas.

O objetivo da iniciativa é viabilizar a execução de projetos científicos, tecnológicos, educacionais e de inovação no estado. Para participar do processo seletivo, a instituição proponente deverá ter sede no Mato Grosso do Sul. Ao candidato, é necessário ser brasileiro nato, naturalizado ou estrangeiro com visto permanente; residir no estado; ter curriculum vitae cadastrado na Plataforma Lattes (CNPq); e estar regularmente aprovado em curso de doutorado oferecido pela instituição proponente.

Cada beneficiário receberá R$ 2,2 mil por mês. O prazo de vigência das bolsas é improrrogável e será de até 36 meses. Para mais informações acesse a íntegra do edital neste link Chamada FUNDECT-CAPES Doutorado 03-2014.

(Agência CT&I)

Fonte: Jornal da Ciência