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O projeto estabelece uma bolsa qualificação que poderá chegar a dois salários mínimos por jornada de 40 horas semanais


O projeto que incentiva a celebração de convênios que visem à qualificação profissional de estudantes do ensino superior beneficiários do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) será votado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) em reunião nesta terça-feira (15). A decisão da CE é terminativa.
 
O PLS 9/2010, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), estabelece uma bolsa qualificação que poderá chegar a dois salários mínimos por jornada de 40 horas semanais, para atividades promovidas por estados, municípios e Distrito Federal. A participação nos programas de qualificação será de até 12 meses, podendo ser prorrogada por igual período. De acordo com o projeto, além da renda e do ganho de qualificação, o participante será beneficiado ainda com o abatimento mensal de 1% do saldo devedor do Fies – programa gerido pela Caixa Econômica Federal que permite ao estudante o pagamento total ou parcial do curso superior.
 
Emenda acolhida pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) propõe a fixação em reais dos valores das bolsas e dá prioridade aos beneficiários que atuem em áreas de maior necessidade por parte do ente federativo. Em seu relatório favorável ao projeto, o senador Benedito de Lira (PP-AL) considera que a proposta consiste em "medida de pouco custo, mas capaz de atenuar distorção na satisfação do direito e princípio constitucional de acesso à educação, segundo a capacidade de cada um".
 
Educação básica
Também será analisado pela CE, em decisão não terminativa, o projeto (PLS 518/2009) do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) que transforma o Ministério da Educação em ministério da Educação de Base, a quem caberia a promoção desde a educação infantil até o ensino médio. Com a mudança, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação passaria a regular o ensino superior. O senador argumenta que a mudança é necessária, porque, segundo ele, o governo federal tem dado mais importância ao ensino superior do que à educação básica, o que considera um erro.
 
O relator na CE, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), reconhece o mérito da proposta, embora frise que a União vem atuando, nos últimos anos, de maneira crescente na educação básica. Entretanto, Aloysio aponta vício de iniciativa, já que a criação de ministérios e órgãos da administração pública é competência exclusiva da Presidência da República, assim como a organização e o funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. Como a análise da constitucionalidade compete à CCJ, ele deu voto favorável à matéria para que ela prossiga na tramitação e lá seja reavaliada.
 
 
 
 


Prazo para as inscrições termina 16 de outubro 

 
O Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) prorrogou, até o próximo dia 16 de outubro, o prazo para as inscrições nos cursos de mestrado e doutorado com início em 2014. O objetivo dos cursos é possibilitar ao pós-graduando as condições para o desenvolvimento de estudos que demonstrem o domínio dos instrumentos conceituais e metodológicos essenciais na Sociologia, qualificando-o como pesquisador e docente de nível superior por meio de trabalhos de investigação e ensino.
 
O Programa disponibiliza 20 vagas para o mestrado e 15 vagas para o doutorado, distribuídas nas linhas de pesquisa "Cultura, Diferença e Desigualdade", "Estrutura Social, Poder e Mobilidades" e "Urbanização, Ruralidades, Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental". A seleção para o mestrado consta de três etapas: prova escrita; análise do projeto de pesquisa; e exame oral. A seleção para o doutorado também consta de análise do projeto de pesquisa; exame de proficiência em Língua Inglesa; e exame oral.
 
O PPGS permanece entre os melhores programas de Sociologia do Brasil. Foi avaliado recentemente pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o conceito 5. O Programa realiza convênios e intercâmbios nacionais e internacionais estimulando a complementação da formação dos alunos em bolsas-sanduíche e recebendo candidatos de convênios e de programas especiais.
 
As inscrições podem ser feitas pessoalmente na Secretaria do PPGS, que fica na área Sul do Campus São Carlos da UFSCar, ou pelos Correios, via Sedex. O formulário está disponível no site www.ppgs.ufscar.br e deverá ser entregue na Secretaria do PPGS, no horário das 8h30 às 11h30.
 
Os procedimentos de inscrição, a relação dos docentes e as linhas de pesquisa estão disponíveis no site www.ppgs.ufscar.br. Outras informações pelo email [email protected] ou pelo telefone (16) 3351-8673.
 
(Ascom da UFSCar)

(Jornal da Ciência)

 

 No 39º CONAP (COnselho Nacional de Associações de Pós Graduandos) iremos discutir e aprovar um novo Estatuto para a ANPG. 

Pretende-se um organização democrática, com regras claras para a participação de todos. Acesse aqui a minuta elaborada pela Diretoria e envie suas contribuições através do delegado de sua APG ou Comissão Pró-APG para o CONAP ou mande para o email [email protected]

Inscrições podem ser realizadas até 16 de outubro
 
O Programa de Pós-Graduação em Informática Aplicada (PPGIA) da Universidade de Fortaleza (Unifor) está selecionando doutores para uma vaga de pós-doutorado. O pós-doutorando receberá uma bolsa no valor de R$ 4.100,00 mensais durante um período de 12 meses. O início das atividades acontecerá imediatamente após a seleção. O bolsista selecionado irá conduzir suas pesquisas junto ao Programa. O candidato deverá atender a todos os requisitos exigidos pela Capes.
 
As inscrições podem ser realizadas até 16 de outubro. Os interessados devem se inscrever enviando e-mail [email protected] com o assunto "Vaga Pós-doc". Os documentos necessários são: diploma de doutorado digitalizado, curriculum vitae (CV) do candidato ou o link para o CV Lattes, descrição dos motivos pelos quais acredita ser um bom candidato à vaga, contato de um professor doutor que poderá atestar suas habilidades. Os candidatos mais bem qualificados serão entrevistados via Skype ou presencialmente para decisão final.
 
Acesse o edital aqui. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (85) 3477-3268 ou pelo e-mail mencionado.
 
(Jornal da Ciência)
         
    

 

O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) acaba de lançar a “Conselho em ação”, uma revista bimestral que divulgará as iniciativas e agenda da entidade. Esta edição traz como tema principal o Estatuto da Juventude, recentemente sancionado pela presidenta Dilma Roussef. 

Os assuntos da publicação incluem: Reforma do Ensino Médio, PL dos autos de resistência, meio ambiente e maioridade penal, além de temas que denunciam a discriminação social, a discussão sobre a  criação de conselhos municipais e estaduais da juventude, o Sistema Nacional de Juventude, o passe-livre e outros. 


A iniciativa do Conjuve busca mobilizar e compartilhar informações referentes às políticas para a juventude. Acesse a revista na íntegra. 
 

 


Parceria entre a Cern e a Coppe/UFRJ

O professor de engenharia elétrica do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), José Manoel de Seixas, disse que os pesquisadores brasileiros que integram a Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (Cern) [Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire, na antiga sigla em francês] se sentem reconhecidos com o anúncio do Prêmio Nobel de Física de 2013 para os cientistas britânico Peter Higgs e belga François Englert.
 
Higgs e Englert receberam o Nobel pelo desenvolvimento de pesquisas sobre a teoria que explica como as partículas adquirem massa. A teoria que foi proposta de forma independente em 1964, e, em 2012, as pesquisas dos cientistas foram confirmadas a partir da descoberta de partícula identificada por Higgs em pesquisas em Genebra, na Suíça nos detectores Atlas (A Toroidal LHC Apparatus) e CMS (CompactMuonSolenoid), conduzidas no LargeHadronCollider (LHC) da Cern. A partícula foi batizada de bóson de Higgs, mas também é conhecida como a partícula de Deus.
 
"A decisão da academia sueca de dar os prêmios tem um componente fundamental na Cern, nos detectores Atlas e CMS, que finalmente viram que aquela partícula existia e comprovaram experimentalmente. Então essa é a sensação do pessoal experimental que claramente está contemplado neste Prêmio Nobel", explicou, em entrevista à Agência Brasil, o professor que foi um dos primeiros brasileiros a integrar os grupos de pesquisa da Cern.
 
A parceria entre a Cern e a Coppe começou quando um grupo de professores do instituto visitou as instalações da organização na Suíça, em 1988, e passou a participar do projeto. Em setembro de 2008, a Cern acionou o maior acelerador de partículas construído até hoje, o LHC.
 
Segundo José Manoel Seixas, professores de seis universidades federais, entre elas a da Bahia, a de São Paulo, a do Rio de Janeiro e a Federal Fluminense, participam dos estudos do maior detector do LHC, o Atlas. Ele é operado por 3.800 pesquisadores em uma colaboração internacional de 38 países. A equipe brasileira é coordenada por Seixas e pelo professor do Instituto de Física da UFRJ, Fernando Marroquim.
 
"O Brasil está desde a primeira formação do Atlas quando foi feita a carta de intenções do experimento deste porte para o LHC. Nós temos uma participação bastante intensa. A parte de eletrônica foi feita aqui no Brasil, a partir de projeto da Coppe. É um conjunto grande de pesquisadores de físicos, engenheiros e informáticos. O Prêmio Nobel é uma alegria, mas é apenas um pedaço de caminho. O Brasil está como um ator importante e não coadjuvante nesse cenário eletrizante que é o trabalho com a Cern", disse.
 
Para o pesquisador, os cientistas agora terão que se aprofundar para completar as pesquisas sobre o bóson de Higgs. " O Cern e todos os institutos estão voltados para um programa de pesquisa e desenvolvimento de melhorias, tanto na máquina aceleradora, quanto nos aceleradores. Estamos envolvidos em projetos que tentam melhorar o Atlas, para em um processo que vai até 2023, atingir o máximo da máquina", adiantou Seixas.
 
O professor Fernando Marroquim disse à Agência Brasil que soube com satisfação do prêmio sobre a descoberta da partícula de Higgs, que desde 1964 aguardava a comprovação. "É um grande feito da ciência. É sempre bom participar de um grupo de importância e de grande experiência. Estou bastante satisfeito de participar da experiência que comprovou a parte teórica", contou.
 
 
Reunião com pró-reitores de pesquisa aconteceu nos últimos dois dias 

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) realizou, entre os dias 8 e 9 de outubro, o complemento da 4° Reunião de Trabalho com Pró-Reitores de Pesquisa e Coordenadores do PIBIC/PIBIC-Af/PIBIT. O encontro que teve como objetivo debater o cenário para 2014, dos programas relacionados à Iniciação Científica (IC), foi iniciado na última reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada na cidade de Recife (PE).
 
O presidente Glaucius Oliva e a diretora de Cooperação Institucional (DCOI/CNPq), Liane Hentschke, participaram da reunião. A iniciação científica é um modelo de pesquisa acadêmica desenvolvida por alunos de graduação nas universidades brasileiras, em diversas áreas do conhecimento. Em geral, os estudantes que se dedicam a esta atividade possuem pouca ou nenhuma experiência em trabalhos de pesquisa científica, sendo acompanhados por orientadores durante a função.
 
Para Glaucius, a iniciação científica possui contribuições marcantes para o desenvolvimento nacional ao longo da história. "O IC é a raiz do CNPq. Nasceu em 1951 para fornecer bolsas de demandas originadas por pesquisadores de São Paulo e Rio de Janeiro, e tem, cada vez mais, preenchido um papel essencial no cenário científico brasileiro", acredita. "Atualmente, temos agências federais envolvidas, além das estaduais, oferecendo experiências práticas para o desenvolvimento dos bolsistas", completou.
 
Criado em 1988, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC)foi o primeiro programa institucional estruturado para a iniciação científica nacional. "Com isso demos um salto de qualidade, pois mudamos o foco anterior. Antes o pesquisador apresentava sua demanda de bolsas de acordo com sua necessidade e era atendido", lembrou. "Após a criação, a bolsa IC ganhou um caráter mais voltado ao estudante, visando a qualidade da formação educacional e pedagógica", destacou Glaucius.
 
De acordo com o presidente, a iniciação científica adotada no Brasil, é o modelo moderno que está sendo proposto pelo mundo atualmente. "Pudemos constatar esse fato através do nosso Programa de Internacionalização, destinado a conhecer novas metodologias empregadas, entre outras funções", diz.
 
Ele acrescenta que o processo de formação agrega tanto para o ensino superior quanto para o bolsista. "O aluno se engaja e é o empreendedor do seu processo de formação. Isso é o que o ambiente externo profissional necessita. Habilidades, competências e interesse para compor o aprendizado, que ofereçam soluções de qualidade aplicáveis à realidade", descreveu. "Esta é a dinâmica exigida hoje, tanto no mercado de trabalho quanto nas instituições acadêmicas, e isso só o IC oferece na formação", disse.
 
Reestruturação – Segundo Glaucius, a iniciativa inovadora empregada na iniciação científica foi o fator estimulante para a reestruturação dos demais programas do CNPq, em formatos semelhantes. "E ainda temos como objetivo incluir todas as necessidades dos projetos de pesquisa em apenas uma demanda, entre eles os recursos humanos e os financiamentos de custeio, criando assim uma alínea única para o investimento", enfatizou. "Isso já consta no marco regulatório da ciência brasileira que está circulando no congresso nacional, pois seria importante para programas como esse, que são essenciais e centrais na política de fomento do CNPq".
 
O presidente destacou, ainda, que os programas de Iniciação Científica estão ganhando importância no cenário nacional privado. "Temos financiado com recursos exclusivamente do CNPq cerca de 25 mil bolsas todos os anos. E elas têm servido de parâmetro para avaliar o interesse dos alunos por atividades complementares a sua formação tradicional, como no caso dos processos de seleção que vem sendo instituídos por RHs de empresas".
 
O CNPq vem procurando criar ambientes mais favoráveis à ampliação do número de projetos de pesquisas científicas no país, sem contar exclusivamente com recursos destinados para o setor. "Neste ano, aproximadamente 30 editais contaram com recursos de outros ministérios, além do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Assim, conseguimos arrecadar mais de R$ 300 milhões para projetos", informou. "Acredito que a iniciação científica possui margem para buscar parcerias externas semelhantes, visando o financiamento de bolsas relacionadas aos projetos de interesse, sejam públicos ou privados, de forma regional ou específica", opinou.
 
A diretora de Cooperação Institucional (DCOI/CNPq), Liane Hentschke, corroborou com a opinião do presidente e acrescentou que a comunidade científica brasileira já há algum tempo produz muito, mas ainda divulga pouco. "Esperamos proporcionar uma nova visão, onde a ampliação da capacitação dos recursos humanos, o acompanhamento intrínseco dos programas e a criação de projetos de grande vulto em conjunto, estejam naturalmente inseridos na cultura dos pesquisadores", concluiu.
 
O CNPq possui um programa estruturado para bolsas de iniciação científica financiado com recursos próprios e externos. As modalidades que estão sendo geridas pelo programa institucional do conselho ou contam com parcerias estabelecidas, em 2013, são: PIBIC (24.210 bolsas); PIBIC-EM (5.588 bolsas); Fap´s (4.359 bolsas); Obmep/Impa (3.200 bolsas); PIBIT (3.094 bolsas); PIBIC-Af (800 bolsas); e PICME/Impa (650 bolsas). Outra modalidade do programa ainda deve ser criada, mas não há prazo estipulado para isso.
 
(Ascom do CNPq)

(Jornal da Ciência)

Instituto de Campinas recebe inscrições até 31 de outubro
O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) está com inscrições abertas para o curso de Mestrado "strictu sensu" de Pós-Graduação em Agricultura Tropical e Subtropical IAC, de até 31 de outubro de 2013. A inscrição pode ser feita pelo site www.iac.sp.gov.br, no link Processo Seletivo 2014-2016. A seleção será realizada nos dias 11,12 e 13 de novembro de 2013 e a divulgação dos nomes dos aprovados, em 10 de dezembro, no site do IAC. As aulas terão início em março de 2014. O curso tem duração de dois anos.
 
Os interessados podem consultar a relação da documentação exigida e todas as informações sobre o processo seletivo no site, incluindo o programa da prova escrita e as literaturas recomendadas para as áreas de concentração: Gestão de Recursos Agroambientais, Genética, Melhoramento Vegetal e Biotecnologia e Tecnologia da Produção Agrícola.
 
Podem ser candidatos ao curso engenheiros agrônomos, engenheiros agrícolas, biólogos e outros profissionais com diplomas universitários que desenvolvam atividades relacionadas com as ciências agronômicas e ambientais. Nas turmas atuais, há 47 alunos no Mestrado e 50 no Doutorado.
 
O curso de Pós-Graduação em Agricultura Tropical e Subtropical do Instituto Agronômico tem como objetivo a formação de pesquisadores, docentes e profissionais especializados em programas de mestrado e doutorado. Desde 1999, já foram defendidas 332 dissertações no Mestrado. O curso de Doutorado teve início, em 2009. A primeira defesa de tese ocorreu, em agosto de 2012 e o tema do estudo foi: "Regiões climáticas e qualidade natural de bebida do café arábica no Estado de São Paulo". Até o momento foram defendidas 9 teses.
 
O IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, possui curso de Pós-Graduação, desde 1999, credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Em 2010, o curso de Pós-Graduação em Agricultura Tropical e Subtropical IAC passou a ter nota 5 pela CAPES. A nota refere-se ao conceito "Muito bom", que possibilita a participação dos estudantes em programas específicos da CAPES para cursos com esse conceito ou superior. "A nota facilita o estabelecimento de intercâmbios com universidades e instituições fora do País", diz a pesquisadora e coordenadora do curso de Pós-Graduação do IAC, Adriana Parada Dias da Silveira.
 
Alunos da PG-IAC contam com bolsas de estudos junto a financiadoras como CAPES, Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (FAPESP), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e iniciativa privada. A Pós-Graduação do IAC busca oferecer formação voltada para a pesquisa aplicada, com geração de tecnologia específica para cada cultura ou para cada linha de pesquisa no universo da agricultura tropical e subtropical.
 
Em 2012, a PG-IAC abriu o curso de MBA em Fitossanidade a distância, em parceria com Associação Nacional de Defesa Vegetal (ANDEF), que está com a segunda turma em andamento.
 
(Carla Gomes, Ascom da IAC)
 
(Jornal da Ciência)