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                     Ouro Preto Foto: Ponto Turismo 


O 39º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP), evento de caráter deliberativo da ANPG, ocorrerá entre os dias 22 e 24 de novembro, na cidade de Ouro Preto (MG). “A pós-graduação brasileira e os direitos dos pós-graduandos” será o tema abordado. Nesta edição, especialmente, o CONAP buscará discutir os eixos para a construção de um instrumento legal que acolha as demandas dos pós-graduandos e contribua para melhorar as condições de pesquisa no país.  Para isso, realizará mesas de debates e grupos de discussão. Também está inclusa na programação a construção de um novo estatuto da ANPG.
A primeira mesa de debate versará sobre “A pesquisa no país e os direitos dos pós-graduandos”. Estarão presentes na mesa os deputados federais Glauber Braga (PSB-RJ) e Guilherme Campos (PSD-Relator do PL 2315/2013), a presidenta da ANPG, Luana Bonone, além de Débora Foguel (Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFRJ) e Eudes Baima (Professor da UECE). 
 

As outras mesas debaterão “Assistência estudantil e a pós-graduação” e o “Desenvolvimento Científico e Soberania Nacional: A atividade do pós-graduando e sua importância para a ciência do país”.

Como participar

Para participar, cada APG ou Comissão Pró-APG deve eleger um(a) delegado(a), que terá direito a voto no fórum. O(a) delegado(a) tem direito a um(a) suplente e apenas 2 observadores. Os representantes discentes que quiserem participar como observadores também podem se inscrever e devem comprovar essa condição.

Então, cada APG ou comissão pró-APG tem direito a:

1 delegado
1 suplente
2 observadores
 
Mais observadores, desde que sejam representantes discentes. Os documentos para o CONAP devem ser enviados até o dia 6 de novembro.
 
Não tem APG? Monte uma!
 
Caso na sua universidade ainda não exista APG, construa uma! Basta divulgar a proposta de montar a APG, reunir os interessados e debater o Estatuto, as eleições, etc. Modelos de estatuto, ata de fundação e posse seguem anexos.
 
Montar uma APG ou Comissão Pró-APG é fácil!
 
– Organize uma reunião de Pós-Graduandos
– Dê a maior publicidade possível
– Discutam um estatuto para a Associação
– Escolham uma diretoria
– Façam uma ata de eleição e posse
Obs: Onde não há APG, recomendamos a constituição de uma Comissão Pró-APG que poderá participar do CONAP e se debruçar por mais tempo na elaboração de um estatuto, formas de eleição, princípios e diretrizes do movimento.  

 
Consulte também:
 
1) Regimento do 39° CONAP – rege todas as regras de funcionamento da atividade
 
2) Modelo de ata de fundação da comissão pró-APG – para o caso de fundação de comissão pró-APG
 
3) Modelo de Estatuto de APG – para o caso de fundação de APG
 
 
5) Ata Padrão de eleição de delegado(a) e suplente ao CONAP – válido para todos(as) os(as) delegados(as)

6) Regulamento do CONAP 

 
 
 
Filiação à ANPG
 
Para credenciar seus delegados, a APG ou comissão pró-APG deve estar FILIADA à ANPG. Para isso, siga esses três passos:
 
1)     Preencha o formulário Online: 
 
2)     Pague a anuidade para a ANPG no valor de R$ 200,00 – Número da conta da Associação Nacional de Pós-Graduandos 6698-2 Ag. 4328-1, Banco do Brasil  (Obs: não esqueça de IMPRIMIR O COMPROVANTE).
 
3)     Envie o comprovante de pagamento junto com cópias dos documentos da entidade (ata de fundação e estatuto, ata de eleição, ata de posse) para o e-mail [email protected].
Eleição dos delegados (até 6 de novembro)

Realizar uma eleição do(a) delegado(a) é simples. Faça uma reunião da APG ou Comissão Pró-APG e defina quem será o(a) delegado(a) e o(a) suplente. Esta reunião deve ser registrada em ata padrão, que deve ser assinada pela maioria dos diretores da entidade.
 
Link da ATA PADRÃO

É a APG ou Comissão Pró-APG quem inscreve o delegado e suplente, para isso basta apenas enviar a ata de escolha do delegado e suplente preenchida, junto com os comprovantes de matricula para o email [email protected]. Lembre-se: antes de enviar a ata e os comprovantes de matrícula, a APG (ou comissão) deve estar FILIADA à ANPG.
 
Para retirar o crachá, o delegado deve comparecer ao credenciamento que será instalado em Ouro Preto nos dias do evento com seu documento de identidade, além de pagar a inscrição individual (delegados, suplentes e representantes discentes: R$ 75,00 / demais observadores: R$ 150,00). 
 
No caso de haver mais de uma APG na universidade, será considerada a APG geral. Caso não haja APG geral, todas as APGs podem se credenciar normalmente, conforme  Regimento.
 
Atenção!
 
Solicitem desde já passagens, inscrição e diárias em sua universidade!
 
Participe do CONAP e ajude a continuar a construção da história da ANPG, que já acumula 27 anos de ações em defesa da ciência e do Brasil!

Obs: A hospedagem está inclusa nos valores citados acima. Para a alimentação, o bandejão da universidade estará disponível para os inscritos e cobrará R$ 3,00 por refeição.  

 

 

      
    

                     Ouro Preto Foto: Ponto Turismo 


O 39º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP), evento de caráter deliberativo da ANPG, ocorrerá entre os dias 22 e 24 de novembro, na cidade de Ouro Preto (MG). “A pós-graduação brasileira e os direitos dos pós-graduandos” será o tema abordado. Nesta edição, especialmente, o CONAP buscará discutir os eixos para a construção de um instrumento legal que acolha as demandas dos pós-graduandos e contribua para melhorar as condições de pesquisa no país.  Para isso, realizará mesas de debates e grupos de discussão. Também está inclusa na programação a construção de um novo estatuto da ANPG.
A primeira mesa de debate versará sobre “A pesquisa no país e os direitos dos pós-graduandos”. Estarão presentes na mesa os deputados federais Glauber Braga (PSB-RJ) e Guilherme Campos (PSD-Relator do PL 2315/2013), a presidenta da ANPG, Luana Bonone, além de Débora Foguel (Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da UFRJ) e Eudes Baima (Professor da UECE). 
 

As outras mesas debaterão “Assistência estudantil e a pós-graduação” e o “Desenvolvimento Científico e Soberania Nacional: A atividade do pós-graduando e sua importância para a ciência do país”.

Como participar

Para participar, cada APG ou Comissão Pró-APG deve eleger um(a) delegado(a), que terá direito a voto no fórum. O(a) delegado(a) tem direito a um(a) suplente e apenas 2 observadores. Os representantes discentes que quiserem participar como observadores também podem se inscrever e devem comprovar essa condição. 

Então, cada APG ou comissão pró-APG tem direito a:

1 delegado
1 suplente
2 observadores
 
Mais observadores, desde que sejam representantes discentes. Os documentos para o CONAP devem ser enviados até o dia 6 de novembro.
 
Não tem APG? Monte uma!
 
Caso na sua universidade ainda não exista APG, construa uma! Basta divulgar a proposta de montar a APG, reunir os interessados e debater o Estatuto, as eleições, etc. Modelos de estatuto, ata de fundação e posse seguem anexos.
 
Montar uma APG ou Comissão Pró-APG é fácil!
 
– Organize uma reunião de Pós-Graduandos
– Dê a maior publicidade possível
– Discutam um estatuto para a Associação
– Escolham uma diretoria
– Façam uma ata de eleição e posse
Obs: Onde não há APG, recomendamos a constituição de uma Comissão Pró-APG que poderá participar do CONAP e se debruçar por mais tempo na elaboração de um estatuto, formas de eleição, princípios e diretrizes do movimento.  

 
Consulte também:
 
1) Regimento do 39° CONAP – rege todas as regras de funcionamento da atividade
 
2) Modelo de ata de fundação da comissão pró-APG – para o caso de fundação de comissão pró-APG
 
3) Modelo de Estatuto de APG – para o caso de fundação de APG
 
 
5) Ata Padrão de eleição de delegado(a) e suplente ao CONAP – válido para todos(as) os(as) delegados(as)

6) Regulamento do CONAP Filiação à ANPG

 
Para credenciar seus delegados, a APG ou comissão pró-APG deve estar FILIADA à ANPG. Para isso, siga esses três passos:
 
1)     Preencha o formulário Online: 
 
2)     Pague a anuidade para a ANPG no valor de R$ 200,00 – Número da conta da Associação Nacional de Pós-Graduandos 6698-2 Ag. 4328-1, Banco do Brasil  (Obs: não esqueça de IMPRIMIR O COMPROVANTE).
 
3)     Envie o comprovante de pagamento junto com cópias dos documentos da entidade (ata de fundação e estatuto, ata de eleição, ata de posse) para o e-mail [email protected].
Eleição dos delegados (até 6 de novembro)

Realizar uma eleição do(a) delegado(a) é simples. Faça uma reunião da APG ou Comissão Pró-APG e defina quem será o(a) delegado(a) e o(a) suplente. Esta reunião deve ser registrada em ata padrão, que deve ser assinada pela maioria dos diretores da entidade.
 
Link da ATA PADRÃO

É a APG ou Comissão Pró-APG quem inscreve o delegado e suplente, para isso basta apenas enviar a ata de escolha do delegado e suplente preenchida, junto com os comprovantes de matricula para o email [email protected]. Lembre-se: antes de enviar a ata e os comprovantes de matrícula, a APG (ou comissão) deve estar FILIADA à ANPG.
 
Para retirar o crachá, o delegado deve comparecer ao credenciamento que será instalado em Ouro Preto nos dias do evento com seu documento de identidade, além de pagar a inscrição individual (delegados, suplentes e representantes discentes: R$ 75,00 / demais observadores: R$ 150,00). 
 
No caso de haver mais de uma APG na universidade, será considerada a APG geral. Caso não haja APG geral, todas as APGs podem se credenciar normalmente, conforme  Regimento.
 
Atenção!
 
Solicitem desde já passagens, inscrição e diárias em sua universidade!
 
Participe do CONAP e ajude a continuar a construção da história da ANPG, que já acumula 27 anos de ações em defesa da ciência e do Brasil!

Obs: A hospedagem está inclusa nos valores citados acima. Para a alimentação, o bandejão da universidade estará disponível para os inscritos e cobrará R$ 3,00 por refeição.  

 

   
   

                Ouro Preto, Minas Gerais

A Diretoria da ANPG tem envidado esforços coletivos pela realização do CONAP da melhor maneira, a fim de produzir um bom resultado em termos de um estatuto adequado à realidade atual da ANPG e um documento de direitos que reflita qualidade de debate e enfrentamento a visões reduzidas do papel do Pós-graduando na sociedade.

Dentro deste esforço, conseguimos um importante apoio da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) para a realização do evento em outubro. Ocorre que todos os prédios da universidade foram requisitado, por medida de segurança, para a realização do ENEM. Passamos, então, a buscar outros espaços em Ouro Preto e poucos eram capazes de abrigar o evento a contento. Além disso, existem dificuldades burocráticas para o apoio da Universidade em evento que aconteça fora do seu campus. Na terça-feira desta semana (dia 15 de outubro), o reitor da UFOP se reuniu com os Pró-reitores e a APG local e juntos recomendaram à ANPG o adiamento do CONAP.

Diante da situação, a executiva da ANPG se reuniu ontem à noite (16), em caráter de urgência, e decidiu unanimemente pelo ADIAMENTO do 
CONAP para a data de 22 a 24 de novembro. O credenciamento passa a ter data limite para envio de documentos 6 de novembro. Os documentos já enviados terão validade, mas as APGs que assim desejarem podem enviar também cartas de correção, caso o delegado mude em função da nova data. Veja nota oficial

As atividades da programação permanecem inalteradas, bem como os procedimentos para eleição de delegados. 
Saiba mais 

O local permanece sendo Ouro Preto (UFOP). A ANPG fica à disposição para ajudar a quaisquer medidas que possibilitem a participação cada vez maior de organizações. Já estamos providenciando as condições necessárias para reorganizar o evento de acordo com a nova data.


Diretoria Executiva da ANPG:

Luana Bonone


Cristiano Junta

Jouhanna Menegaz

Tamara Naiz

Roberto Nunes

Anderson Nogueira

Hercília Melo

 

 
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) promoverá o I Encontro de Pós-Graduandos da Fiocruz nos dias 4 e 5 de novembro de 2013. O tema do encontro, em convergência com a pauta dos direitos dos pós-graduandos que será contemplada no 39º CONAP, será “A pós-graduação em saúde e os direitos dos pós-graduandos”.  

Para participar do evento não é necessária inscrição prévia. Será gratuita a participação. Todos os programas de todas as unidades da Fiocruz estão convidadas a participar, inclusive os de fora do Rio de janeiro. Apesar do evento ser direcionado ao público de pós-graduandos, os temas são bastante amplos e todos os docentes, gestores e servidores da Fiocruz estão convidados a participar. O evento também é aberto a pessoas de fora da Fiocruz. Caso haja dúvidas, entre em contato com [email protected].

Sobre a APG Fiocruz.

Programação


Local: Auditório térreo da ENSP
04 de novembro de 2013
 
09hrs – Cerimônia de abertura – Presidência da Fiocruz (Dr. Paulo Gadelha), ANPG (Luana Bonone), APG Fiocruz ( Pedro Gabriel Valle ), ASFOC (Paulo Garrido), VPEIC (Dra Nísia Trindade), CGPG (Dra. Cristina Guilam).
 
09:30 – Apresentação da proposta do evento: David Soeiro (APG Fiocruz)
 
09:45hrs – Avanços e desafios na pós-graduação em saúde
Convidados:
A pesquisa e a pós-graduação em saúde na agenda brasileira – Reinaldo Guimarães (Diretor de Propriedade Intelectual da ABIFINA e membro da Comissão de Ciência e Tecnologia em Saúde da Abrasco)
Cooperação internacional e internacionalização na pós-graduação – Paulo Buss (Centro de Relações Internacionais em Saúde/FIOCRUZ)
Mercado de trabalho e a formação de recursos humanos na pós-graduação para pesquisa em saúde e trabalho no SUS – Mario dal Poz (IMS/UERJ)
Moderação: Virgínia Valiate Gonzalez (APG Fiocruz)
 
12 às 14 hrs – Intervalo para almoço
14hrs – Fazer ciência no Brasil: regulamentação da profissão do cientista e os direitos dos pós-graduandos
Convidados:
Estatuto de direitos dos pós-graduandos – Luana Bonone (Presidenta da ANPG)
Regulamentação da profissão do cientista – Debora Foguel (UFRJ) 
O papel do legislativo – Dep. Federal Glauber Braga (PSB/RJ) (a confirmar)
Moderação: Cintia Palu (APG Fiocruz)
 
17hrs – Roda de conversa sobre a conjuntura e organização do movimento de pós-graduação na Fiocruz nas diferentes unidades
Moderação: Pedro Gabriel Valle (APG Fiocruz)
 
18hrs – Confraternização
 
05 de novembro de 2013
09:30hrs – O que nos move para militância na Fiocruz e para a defesa do SUS? As pautas e bandeiras dos movimentos estudantil e sindical na instituição e uma agenda comum possível
Convidados:
Associação de Servidores da Fiocruz – ASFOC (Paulo Garrido – a confirmar)
Associação de Pós-graduandos da Fiocruz – APG Fiocruz (David Soeiro)
Fórum de estudantes da ENSP 
Fórum de alunos do IOC 
Grêmio estudantil da Escola Politécnica Joaquim Venâncio 
Moderação: Hebert Gomes (APG Fiocruz)
 
12 às 14 hrs – Intervalo para almoço
 
14 hrs – Relatório de Gestão da APG Fiocruz 2012-2013
 
Apresentação: David Soeiro (APG Fiocruz)
 
16hrs – Assembleia Geral dos Pós-graduandos da Fiocruz
 
Pauta – Eleição da nova diretoria da APG Fiocruz
 
18hrs – Encerramento
19hrs – Confraternização
 
 
 
 

Estudantes podem concorrer a bolsas em 11 países. É preciso ter domínio da língua inglesa e bom desempenho acadêmico

As inscrições para o programa "Ciência sem Fronteiras" estão abertas a partir desta terça-feira (15) e podem participar estudantes que queiram concorrer a bolsas na modalidade graduação sanduíche em 11 países: Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Suécia, Noruega, Irlanda, China, Hungria, Japão e Áustria. A graduação sanduíche tem duração de um ano e pode chegar a um ano e meio quando for estendida em função de estágio ou curso de idioma.
 
Pode concorrer às bolsas de graduação quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e teve nota igual ou superior a 600 pontos. É preciso ter domínio da língua inglesa e bom desempenho acadêmico.
 
As inscrições seguem até o dia 29 de novembro. Para mais informações acesse a página do "Ciência sem Fronteiras".
 
 
 
 

Prefeitura arcará com pagamentos de bolsas de estudos para cursos de mestrado e doutorado. Serão disponibilizadas 60 bolsas

Os professores da rede pública de Santos que já passaram pelo estágio probatório ganharam nesta terça-feira (15), no dia dos professores, um presente do prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). O chefe do Executivo santista apresentou o programa “Mestre-Aluno”, no qual a Prefeitura arcará com o pagamentos de bolsas de estudos para cursos de mestrado e doutorados para estes professores, visando a valorização dos profissionais.
“Hoje, temos por volta de 100 profissionais da rede pública com mestrado e doutorado. Nossa meta é avançar muito nesse número nos próximos anos. Cerca de 2.300 professores estáveis (que passaram por estágio probatório) poderão participar do programa”, explica Paulo Alexandre.
O anúncio do programa foi realizado no Salão Esmeraldo Tarquíno e contou com a assinatura da secretaria de Educação, Jossélia Fontoura. “O programa é um grande sonho para todos os educadores. É  um projeto muito grande. Temos mais de 3 mil educadores e poucos têm formação completa. Ganhamos todos nós, a Cidade, a secretaria e as crianças, que são o nosso foco, devemos trabalhar por elas”, assinala Jossélia.
De acordo com o prefeito, o projeto segue para a Câmara. “Como é um projeto que gera investimentos por parte do Município, estamos aguardando a decisão da Câmara. Sendo aprovado, vamos publicar o regulamento, contendo as regras para que os educadores possam aderir”.
Paulo Alexandre explica que o programa terá exigências mínimas. “Vamos conferir mensalmente se os educadores estão indo nas aulas e participando dos cursos. Teremos uma exigência de que o profissional permaneça na rede pública o dobro de tempo que passou realizando o curso”.
Os professores poderão escolher livremente as universidades em que realizarão seus cursos. Ainda de acordo com Paulo Alexandre, mesmo que o profissional opte por uma universidade da rede pública, ele continuará recebendo a bolsa. “Servirá para arcar com os custos durante o curso”.
Segundo o chefe do executivo santista, em 2014 serão destinadas 60 bolsas (50 para cursos de mestrado e 10 para doutorado). “As bolsas são no valor de R$ 1.300 para mestrado e R$ 1.600 para doutorado, valor médio que se aplica nas principais universidades. A tendência é dobrar o número de bolsas anualmente”.

Na elite acadêmica da educação superior, primeira pós-graduação brasileira na área já formou mais de 1.050 mestres e 250 doutores

Neste mês de outubro, o Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio) comemora o jubileu de ouro da primeira pós-graduação em Engenharia Elétrica do Brasil e a primeira na própria universidade carioca. Criada em 1963 para a formação de mestres na área, o curso evoluiu para o doutorado a partir de 1981 e hoje, aos 50 anos, está na elite acadêmica do país. O programa é nota seis na Capes desde o triênio 1998-2000 e, na última avaliação (2007-2009), a PUC-Rio ficou entre as únicas oito universidades brasileiras que chegaram às notas seis e sete (nota máxima) entre os 59 programas de pós-graduação em Engenharia Elétrica avaliados em todo o Brasil. Seu corpo docente conta com 27 professores, 25 com doutorado e, destes, 20 com formação no exterior.
 
Cerca de 200 alunos cursam atualmente o mestrado e o doutorado em Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio. Petrobras, Inmetro, BNDES, IBGE, Susep, Forças Armadas, Cepel e Tribunal Regional são algumas das empresas e órgãos públicos cujos funcionários estudam nesta pós-graduação hoje, totalizando 44% dos alunos do programa. Os outros 56% são bolsistas, com tempo integral para o estudo e que escolheram a vida acadêmica como opção profissional. Os alunos podem optar por 19 linhas de pesquisa agrupadas em seis áreas de concentração: Eletromagnetismo Aplicado, Métodos de Apoio à Decisão, Nanotecnologia, Processamento de Imagem, Automação e Robótica, Sistemas de Comunicações e Sistemas de Energia Elétrica.
 
O programa de pós-graduação em Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio conta com cerca de 45% de alunos estrangeiros, em sua maioria do Peru, Bolívia e Colômbia. "Apesar de terem boas faculdades, estes países não contam com opções de qualidade para quem quer fazer pós. Com isso, a PUC-Rio acaba sendo uma excelente oportunidade de aperfeiçoamento profissional", destaca a Profª Marley Vellasco, atual diretora do Departamento de Engenharia Elétrica. "Temos ainda alunos da Índia, EUA, França, Angola e Moçambique estudando conosco", reforça o Prof. Ricardo Prada, coordenador do programa de pós-graduação em Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio.
 
Entre os alunos brasileiros, há de todas as idades. Marcos Vinícius PimentelTeixeira, de 29 anos, que abriu mão do seu trabalho, começou este ano o doutorado para seguir a carreira acadêmica. "Meu perfil é pesquisar e dar aula. Cheguei a trabalhar como engenheiro, mas isto só me serviu para confirmar que não era aquele o meu caminho. No mestrado, como aluno em tempo parcial, vivenciei a experiência e foi muito positiva. Meu objetivo agora é me especializar em Sistemas de Energia e virar professor universitário", revela ele.
 
Entre os que estão terminando o doutorado, está Luciano Reis da Silveira que, aos 55 anos, confirma a variedade de perfis dos alunos da pós em Engenharia Elétrica da PUC-Rio. Com 30 anos de carreira como engenheiro elétrico e há 19 sendo diretor da sua própria empresa, Luciano já deu aula durante 11 anos e investiu no doutorado, pois quer voltar a ser professor universitário. "A PUC-Rio te dá uma visão, não somente a do mercado, mas uma formação teórica muito boa pra você se tornar um pesquisador de ponta ou um profissional de altíssimo nível", reforça o aluno, que também fez graduação e mestrado na universidade.
 
Métodos de Apoio à Decisão – área alinhada com as necessidades do mercado
 
Métodos de Apoios à Decisão é a área mais procurada entre todas e também uma peculiaridade do programa de pós-graduação em Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio: "Historicamente, no mundo, a Engenharia Elétrica deu origem à Engenharia Eletrônica, aos estudos das Telecomunicações, à Computação, à Engenharia de Controle e, na PUC-Rio, esse processo de surgimento desta área de concentração foi natural", esclarece o professor Ricardo Prada. A professora Marley Vellasco complementa: "Por atender às diversas áreas de negócio, como energia, serviços, indústrias e finanças, esta tem sido uma área muito procurada,com pesquisas alinhadas às demandas de mercado."
 
Estão em curso 70 projetos de pesquisa que totalizam cerca de R$ 65 milhões de investimento por parte das agências de fomento (Faperj, Finep, Capes, CNPq) e empresas do setor público e privado, como Light, ANEEL, Petrobras, Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, Montreal Informática, Cemar, Cepel, CTEx, Ericsson Telecomunciações, Access Partnersip Limited/UK, IEEE, Vodafone e Ecad. O Departamento de Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio conta também com o Centro de Estudos em Telecomunicações (CETUC), que agrega os estudos neste ramo. Energias renováveis, gestão da energia elétrica, previsão de consumo residencial de energia, gestão de risco, tecnologia wi-fi, telecomunicações, satélites, estações rádio base e detecção e localização de faltas em linhas de transmissão estão entre os assuntos recorrentes nos estudos realizados na pós-graduação.
 
Entre as cerca de 1.300 teses de doutorado e dissertações de mestrado defendidas até setembro deste ano, o pioneirismo em estudar novas tecnologias se fez presente, assim como a diversidade dos temas. Assuntos como GPS (em 2001), visualização tridimensional do fígado (em 2009), reconhecimento facial e biometria (desde 2009), probabilidades de classificação e rebaixamento de equipes em campeonatos de futebol (em 1999), reconhecimento de voz (em 2009), harmonia musical (em 2006), publicidade (em 1991 e 1997) e um sistema criado para automatizar a captação, gravação e identificação de músicas executadas pelas emissoras de rádios brasileiras (2012) já foram estudados no programa.
 
O programa oferece ainda a opção do "doutorado-sanduíche", em que parte da pós é cursada no exterior. Ao todo, 17 universidades da França, Austrália, Alemanha, Áustria, Suíça, Inglaterra, Portugal, Itália, EUA e Chile compõem o intercâmbio institucional com o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica do CTC/PUC-Rio. Atualmente, 34 alunos estão matriculados nesta categoria. Entre os intercâmbios nacionais, 13 universidades brasileiras e dois órgãos do governo são parceiros do programa, como INPE, Inmetro, UFRJ, Coppe/UFRJ, UFJF, IME, UFF, entre outras.
 
(Assessoria de Imprensa do CTC/PUC-Rio)
 
(Jornal da Ciência)

 


A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2013 promoverá e incentivará atividades de divulgação e apropriação social de conhecimentos científicos entre os dias 21 e 27 de outubro, em várias cidades ao redor do Brasil. Este ano, o tema da Semana é “Ciência, Saúde e Esporte”, em referência aos grandes eventos esportivos que serão sediados no Brasil nos próximos anos, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. 

Outras atividades da programação da SNCT 2013 incluem as tendas da ciência em praças públicas, feiras de ciência, concursos, gincanas, oficinas, palestras científicas e visita de cientistas às escolas. Além disso, algumas instituições de pesquisa e ensino manterão as portas abertas para visitação – haverá jornadas de iniciação científica, distribuição de cartilhas, encartes, kits experimentais, jogos, livros e outros materiais educativos.  Haverá também espaços para exibição de filmes e vídeos científicos (Programa Ver Ciência) e programas em rádios e TVs.  Clique aqui para ver a programação em diversas cidades do país. 

A SNCT 2013 – promovida pelo governo federal e os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, Saúde e Esporte – é um evento aberto ao público, voltado para todas as instituições ligadas ao ensino e à pesquisa, assim como todas as pessoas interessadas na divulgação do conhecimento. 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação é responsável pela coordenação nacional da SNCT, por meio do Departamento de Popularização e Difusão de C&T da Secretaria de C&T para Inclusão Social. Em todos os estados há coordenações locais e a realização da Semana conta com a participação de governos estaduais e municipais, de instituições de ensino e pesquisa e de entidades ligadas à C&T de cada região.  Para saber mais, acesse o site da Semana
 
 
Na manhã de 08 de outubro mais uma menina sofreu um ato de violência. Uma mulher foi atacada e sofreu uma tentativa de estupro por um homem no banheiro feminino da Escola Politécnica. Infelizmente este não foi um caso isolado, e infelizmente sabemos que muito provavelmente não será o último. Nós, do PoliGen, amparadas por inúmeros estudos nacionais e internacionais, afirmamos que a violência de gênero é algo cotidiano e muito mais frequente do que se imagina. O combate às diversas modalidades de violência de gênero só começa ao entendermos a raiz do problema e o quanto ele está entranhado em nossa própria cultura. Assim, este é um problema de tod@s nós, já que, tod@s estamos sujeitos ou sofremos este tipo de violência ou a praticamos em seus diversos graus.
A violência contra as mulheres não está confinada a uma cultura, uma região ou um país específico. Nem a classes sociais, nem a grupos de mulheres em particular dentro de uma sociedade. A origem da violência contra as mulheres é a discriminação persistente. Entendemos violência contra mulheres em sentido amplo, o que inclui agressão verbal, psicológica, física e econômica. Práticas coercitivas como incitar colegas de curso ou trabalho a abdicarem da afirmação explicíta de seus direitos também é uma forma de violência. “Brincadeiras” e piadas diariamente ouvidas, bem como “elogios” indesejados e insistentes, também são uma violência, subjetiva, implícita e socialmente aceita. Tristemente.
Cerca de 70% das mulheres sofrem algum tipo de violência no decorrer de sua vida (ONU). As mulheres de 15 a 44 anos correm mais risco de sofrer estupro e violência doméstica do que câncer, acidentes de carro, guerra e malária, de acordo com dados do Banco Mundial. Calcula-se que, em todo o mundo, uma em cada cinco mulheres se tornará uma vítima de estupro ou tentativa de estupro no decorrer da sua vida. A cada 2 minutos cinco mulheres são espancadas e a cada três minutos uma mulher é violentada no Brasil. A cada 2 horas uma mulher é assassinada no Brasil. Esses números apresentados pelo Ministério da Saúde colocam o país em 12º no ranking mundial de homicídios de mulheres vitimadas por parentes, maridos, namorados, ex-companheiros ou homens que foram rejeitados por elas.
Apesar de elevados, esses números não retratam fielmente o problema. Isso deve-se a fatores como a dificuldade de identificar e registrar os casos de violência, levando à subnotificação. Ou seja, deve-se à não denúncia dos atos violentos. E a não denúncia é, em parte, decorrente da falta de percepção da situação como violenta, e do receio do estigma de ter sido vítima de violência. A não denúncia está relacionada de maneira ainda mais forte a uma tendência cruel de culpabilização da vítima.
Uma tentativa de estupro pauta-se no fato de que, por algum instante perdido entre o preconceito e o desvio de caráter, um homem pressupõe que uma mulher deve fazer sexo com ele mesmo contra a própria vontade. Um homem, ao imaginar que uma mulher, por assim sê-lo, deve servi-lo sexualmente ou de qualquer outra forma, está sendo machista. O ocorrido com a estudante da Poli, e com tantas outras mulheres, foi um ato de violência de gênero e deve ser entendido e tratado como tal. A estudante não foi atacada por ter posses, por ser aluna, por ser sido descuidada ou qualquer outra justificativa que normalmente se usa. Foi por ser mulher.
É imprescindível a desconstrução do que é denominado de “cultura do estupro”, ou seja, um clima culturalmente favorável à objetificação do corpo e da sexualidade feminina, onde entende-se que certos comportamentos tornam aceitável o uso do corpo da mulher pelo homem sem seu consentimento. Pode ser difícil reconhecer elementos dessa cultura no nosso cotidiano, mas quando se aconselha mulheres a se portarem de certa forma, evitarem certos lugares, certos horários, certos comportamentos, certos tipos de roupas, estamos ratificando a cultura do estupro. E cerceando a liberdade dessas mulheres.
Ao achar que esse problema está localizado fora do nosso contexto, ao sugerir a implantação de catracas para isolar os membros considerados “estranhos” ao nosso ambiente, ao imaginar que este é um acontecimento isolado ou uma violência como qualquer outra, estamos novamente ratificando a cultura do estupro, e acrescentando a ela um outro preconceito, que distancia pessoas de bem de outras pessoas pela maneira com que se vestem, ou pela classe social a que pertencem ou ainda pelo nível de educação formal que possuem.
Infelizmente, nossa Universidade e nossas entidades estudantis, após corroborarem com a cultura do estupro seguidamente e sem repreensão ou punição, agora pouco sabem lidar com o problema, pois insistem em dizer que esse problema não existe – trata-se de "um problema maior, um problema de segurança".
E a problemas de segurança tradicionalmente são dadas respostas como: aumento de policiamento militar, restrição ou controle de acesso nos locais. Tais tipos de medida não se propõem a atuar para a transformação do comportamento das pessoas, mas criam bolhas ilusórias de segurança. A morte de um estudante da FEA foi pretexto para a ação incisiva da Polícia Militar nos campi da USP com a chancela institucional. A presença de "polícia no campus" foi suficiente para evitar o que ocorreu na manhã 08 de outubro? Seria suficiente? Agora discutem-se catracas e controle de acesso aos prédios na ânsia de dar algum tipo de resposta – precipitada e incauta – ao ocorrido sem que se toque no real problema. Pensemos:

Catracas impediriam o agressor? Infelizmente, os dados mostram que a maior parte dos agressores são pessoas próximas e do convívio. É muito possível que o agressor passasse ileso por uma eventual catraca.

Precisamos ter auto-crítica e entender que a universidade não se aparta da sociedade. Pelo contrário, reproduz seus conceitos e preconceitos. E se há algo que deve ser nato do ambiente universitário é a capacidade de empreender uma crítica lúcida. A resposta a este caso não é trancar as portas, isolar os espaços e acreditar que os vilões ficarão do lado de fora. Vale lembrar que o homem que foi marido da Maria da Penha e a agrediu era um professor universitário. Vale ressaltar mais uma vez que a maioria das mulheres sofrem violência de pessoas conhecidas e próximas.
Posto isto, reivindicamos da Universidade de São Paulo, bem como da Escola Politécnica, que sejam tomadas as seguintes medidas:
(i) podar frequentemente as árvores e arbustos dos campi;
(ii) prover iluminação adequada para as pessoas em toda área dos campi;
(iii) evitar a constituição física de espaços isolados, escuros e vazios;
(iv) haver um canal de comunicação semelhante ao disque-trote para receber denúncias de violência contra a mulher, garantindo assistência e anonimato à vítima;
(v) proporcionar preparação e treinamento específico da Guarda Universitária para lidar com casos de violência contra mulher;
(vi) aumentar o efetivo feminino da Guarda Universitária;
(vii) dado que existe o convênio com a Polícia Militar, exigir que o atendimento das ocorrências por uma equipe que conte pelo menos com uma policial feminina, adequadamente treinada;
(viii) empreender campanha institucional de conscientização sobre o machismo para estudantes, servidor@s docentes e não docentes incluindo orientações de assistência à vitima e a divulgação do número 180 – Central de Atendimento à Mulher;
(ix) constituir uma política institucional clara de coibição e punição a qualquer forma de violência contra a mulher, entendida em um sentido amplo;
(x) estimular o fluxo de pessoas pelo campus, pois entendemos que mais olhos é que trazem mais segurança.
 
PoliGen – Grupo de Estudos de Gênero da Poli
10/outubro/2013

Caso sua entidade/movimento/coletivo deseje endossar esta carta, envie um email com assunto [endosso] para [email protected] com o nome da entidade/movimento/coletivo, além de nome, telefone e email de uma pessoa de contato.
 
Subscrevem este manifesto @s seguintes entidades/movimentos/coletivos:

Assembleia de Estudantes da Poli – 11/out/2013
Assembleia de Estudantes da USP – deliberação de 10/out/2013
Centro Acadêmico Rocha Lima
Coletivo Feminista Marias Baderna – Letras-USP
Coletivo Juntas!
Coletivo Para Além dos Muros
Coletivo Três Rosas (Comunicação – PUC)
Coletivo Yabá (Direito – PUC)
CCA – Conselho dos Centros Acadêmicos da USP
GENERA – Núcleo FEA de Pesquisa em Gênero e Raça
Frente Feminista da USP
Marcha Mundial das Mulheres
Movimento Mulheres em Luta
Movimento Primavera
Movimento Primavera Feminista
Núcleo de Mulheres de RI da USP

 

O texto em análise no Senado exige a destinação, até o final do período de 10 anos, de pelo menos 10% do PIB para a educação
 
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) realiza na terça-feira (15), às 9h, mais uma audiência pública sobre o projeto de lei da Câmara (PLC 103/2012) que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta é de autoria da Presidência da República e a audiência pública foi requerida pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR).
 
Vão participar do debate a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Maria NileneBadeca da Costa, o secretário executivo do Ministério da Educação (MEC), José Henrique Paim Fernandes, o presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), José Fernandes de Lima, e a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Rodrigues Repulho.
 
O texto do PNE em análise no Senado exige a destinação, até o final do período de 10 anos, de pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação. Apresentado pelo governo, o projeto possui 14 artigos e 20 metas. O plano tem duração prevista de 10 anos e tem entre suas diretrizes a erradicação do analfabetismo e a universalização (garantia de acesso) do atendimento escolar.
 
Mas um dos pontos mais polêmicos do PNE, e que vem atrasando sua apreciação, é a chamada Meta 4, que visa garantir o acesso à educação básica para os alunos com deficiência (os chamados alunos especiais) de 4 a 17 anos.
 
Quando foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), a Meta 4 previa que os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) às instituições que oferecem ensino especial (enquanto substitutas da escola regular) seriam encerrados em 2016, o que gerou diversos protestos.
 
Durante sua tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), a redação da Meta 4 foi alterada pelo relator Vital do Rêgo (PMDB-PB), depois de negociações entre o Ministério da Educação e entidades que se dedicam a essas crianças e adolescentes, como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Assim, o texto agora em análise na CE não mais prevê o fim dos repasses em 2016.