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O Programa My English Online (MEO) é um curso de inglês online oferecido pelo Ministério da Educação (MEC) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) destinado aos alunos de graduação e pós-graduação, de instituições de ensino superior públicas e privadas brasileiras. 

O conhecimento da língua inglesa é requisito importante para a realização de estudos científicos (consulta em artigos, livros e periódicos estrangeiros) além de ser exigido em cursos de pós-graduação no exterior. Várias instituições estrangeiras que oferecem oportunidades de aperfeiçoamento científico também exigem que o pesquisador comprove seus conhecimentos da língua inglesa por meio de exames como o TOEFL, FCE ou CAE.
 
Segundo o professor Jorge Guimarães, a opção da Capes foi oferecer "o melhor curso de inglês online e gratuito para viabilizar o aprendizado em inglês para todos os Graduandos e Pós-Graduandos que ainda não tiveram acesso e que queiram aprender". A intenção é qualificá-los para intercâmbios, sanduíches, especialmente, pela demanda provocada pelo programa Ciencia Sem Fronteiras.
 
O curso possui 5 níveis de ensino para preparar o estudante aos exames de língua inglesa solicitados para admissão em instituições acadêmicas no exterior.  Para saber mais, acesse: http://www.myenglishonline.com.br/site
 
 
 
Da redação, com informações da Capes

Integrando a grade curricular do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Informação e Comunicação em Saúde – PPGICS, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica – Icict/Fiocruz, o curso “As redes sociais antes e depois da Internet: o que são e suas possibilidades para a Saúde”, que ocorrerá a partir de 2 de abril,  está com as inscrições abertas até o dia 1º de março. O curso é gratuito.

Na parte teórica, serão abordados os seguintes temas: “As redes sociais antes e depois da Internet: interação, colaboração e emergência”; “Redes sociais inter-subjetivas e outras”; “Rede social e Gestão”; “Rede social e Educação”, “Rede social e Controle Social”; “Redes de pesquisadores” e “Estigmérgia humana e multribuição”. Na parte prática, será realizada a oficina de redes sociais – Facebook, Rede Brasil sem Miséria, Rede Internet e Saúde, e outras.
O curso, que será ministrado pelo pesquisador Nilton Bahlis e a equipe de seu Núcleo de Experimentação de Tecnologias Interativas – Next, será realizado de 2 de abril a 9 de julho, às terças-feiras, de 13h30 as 16h30, no Prédio da Expansão do Campus de Manguinhos, que fica na Avenida Brasil, 4.036, 2º andar, sala 213. Ele é destinado a alunos de pós-graduação do Programa, também receberá discentes de outros cursos de pós-graduação stricto sensu e egressos do mestrado e doutorado, que terão direito a certificado e crédito como disciplina externa, se tiverem participação presencial.
Acadêmicos, ativistas sociais ou profissionais do SUS e da Internet poderão participar presencialmente (mediante disponibilidade de vagas) ou pela Internet, a partir do grupo no Facebook
Para aqueles que quiserem participar como ouvinte pela Internet ou de forma presencial, a inscrição poderá ser feita diretamente com o professor, também pelo Facebook.
Outras informações, podem ser obtidas pelo telefone 2598-4242 ou no endereço eletrônico http://www.fiocruz.br/pos_icict/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=84&sid=45
Serviço
Curso gratuito: As redes sociais antes e depois da Internet: o que são e suas possibilidades para a saúde
Público-alvo: Alunos de pós-graduação do PPGICS/Icict/Fiocruz ou de outros cursos, além de acadêmicos, ativistas sociais ou profissionais do SUS e da Internet
Inscrições: 25/02 a 1º/03, para alunos regulares
Período: 2/04 a 9/07 – Horário: 3ª feira, de 13h30 as 16h30
Local: Prédio da Expansão do Campus de Manguinhos, Avenida Brasil, 4.036, 2º andar, sala 213.
Informações: 2598-4242 ou no endereço eletrônico http://www.fiocruz.br/pos_icict/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=84&sid=45Um estudante pós-graduando segurando uma apostila azul enquanto anda no corredor da universidade.
 
Fonte: Ascom Icict

Soraya Smaili assume oficialmente a reitoria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) na terça-feira-(26). A transmissão de cargo feita pelo reitor do mandato cessante Walter Albertoni, ocorre em São Paulo, às 9 horas. A reitora já foi empossada oficialmente em Brasília no dia 7 de fevereiro.

Pela primeira vez, a Unifesp será dirigida por uma mulher – e que não é médica, fato também inédito. A farmacologista Soraya Smaili foi eleita pelo Conselho Universitário este mês e seu nome encaminhado para o Ministério da Educação para oficialização. 
 
Segundo Luana Bonone, presidenta da ANPG, a posse de uma reitora como a professora Soraya é uma excelente notícia para a Unifesp e para o sistema de ensino superior público. “Desde a sua atuação no movimento discente, ela demonstra o compromisso com o avanço da educação e da pesquisa. A professora Soraya conseguiu aliar uma atuação bastante ativa no movimento docente com uma produção de pesquisa louvável. Temos certeza que todos os setores da Unifesp terão espaço para o dialogo e fazemos voto de a professora Soraya Smaili conduza uma gestão que marque a história da universidade.” Afirma. 
 
Smaili é formada em Farmácia e Bioquímica pela USP, tem pós-doutorado na Thomas Jefferson University e no National Institute of Health, nos EUA.
Em 1986, foi presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e Associação dos Docentes da Unifesp.
 
 
Da redação. 
Crédito: Fora do Eixo

O Sindicato dos Químicos de São Paulo recebeu na tarde de sábado (23) a plenária da Jornada Nacional de Lutas da Juventude. Realizada todos os anos, sempre no mês de Março, a Jornada reúne em sua organização a UNE (União Nacional dos Estudantes), UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), ANPG (Associação Nacional dos Pós Graduandos), movimentos sociais e diversas organizações estudantis. 

Com o objetivo de definir o formato das manifestações Brasil afora, a Plenária articulou as atividades regionais, bem como, alinhou os eixos prioritários e bandeiras de lutas que serão defendidas pelo conjunto dos estudantes.
 
Temas como o financiamento público da educação, a melhoria das condições de trabalho e a violência contra jovens nas periferias, estão no bojo das pautas levantadas pelos estudantes. “Não nos deteremos onde os governos param. Iniciamos aqui uma caminhada de unidade e luta por reformas estruturais”, diz o manifesto assinado por 30 entidades.
 
A ANPG se soma à luta dos estudantes
 
Ao manifesto da Jornada, a entidade apresentou bandeiras específicas do movimento de pós-graduação, que tratam da destinação de 2% do PIB para a ciência, tecnologia e inovação e a consolidação de uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisas (veja abaixo).  De acordo com Luana Bonone, presidenta da ANPG, a entidade deve convocar atividades da Campanha de Bolsas 2013 alinhadas à Jornada. “O objetivo é pautar, além das bandeiras gerais da Jornada de Lutas, as necessidades centrais dos pós-graduados. O movimento que está sendo construído tem potencial de marcar história.” Afirma. 
 
 
Leia abaixo a carta aprovada na Plenária
 
Unir a Juventude Brasileira: “Se o presente é de luta, o futuro nos pertence”! Che Guevara
 
As entidades estudantis, as juventudes do movimento social, dos trabalhadores/as, da cidade, do campo, as feministas, as juventudes partidárias, religiosas, LGBT, dos coletivos de cultura e das periferias se unem por um ideal: avançar nas mudanças e conquistar mais direitos para juventude.
 
É preciso denunciar o extermínio da juventude negra e das periferias a quem o estado só se apresenta através da violência. O mesmo abandono se dá no campo, que alimenta a cidade e segue órfão da Reforma Agrária e dos investimentos necessários à permanência da juventude no campo, de onde é expulsa devido à concentração de terras, à ausência de políticas de convívio com o semiárido. Já na cidade, a juventude encontra a poluição, a precarização no trabalho, a ausência do direito de organização sindical, os mais baixos salários e o desemprego, fatores ainda mais graves no que diz respeito às jovens trabalhadoras.
 
Essa é a dura realidade da maioria da População Economicamente Ativa no país, e não as mentiras da imprensa oligopolizada, que foi parceira da ideologia do milagre brasileiro e cúmplice da ditadura, ao encobrir torturas e assassinatos e sendo beneficiária da monopolização ainda vigente.
 
É coerente que ela se oponha à verdade e à justiça, que se cale ante as torturas e ao extermínio dos pobres e negros dos dias de hoje, que busque confundir e dopar a juventude, envenenando a política, vendendo-nos inutilidades, reproduzindo os valores da violência, da homofobia, do machismo e da intolerância religiosa. mas eles não falam mais sozinhos: estamos aqui pra fazer barulho.
 
Queremos cidades mais humanas em vez de racismo, violência e intolerância. Queremos as garantias de um estado laico, democrático, inclusivo, que respeite os Direitos Humanos fundamentais, inclusive aos nossos corpos, à liberdade de orientação sexual e à identidade de gênero, num ambiente de tolerância religiosa.
 
Queremos reformas estruturais que garantam um projeto de desenvolvimento social e que abram caminhos ao socialismo. Lutamos por um desenvolvimento sustentável, solidário, que rompa com os valores do patriarcado, que assegure o direito universal à educação, ao trabalho decente, à liberdade de organização sindical, à terra para quem nela trabalha e o direito à verdade e à justiça para nossos heróis mortos e desaparecidos.
 
Para enfrentar a crise é preciso incorporar a juventude ao desenvolvimento do país. Incluir o bônus demográfico atual exige uma política econômica soberana que valorize o trabalho, a produção, o investimento e as políticas sociais, e não a especulação. Esse é o melhor cenário para tornar realidade os direitos que queremos aprovados no estatuto da juventude.
 
Iniciamos aqui uma caminhada de unidade e luta por reformas estruturais que enterrem o neoliberalismo e resguardem a nossa democracia dos retrocessos que pretendem impor os monopólios da mídia, ou golpes institucionais como os que ocorreram no Paraguai e em Honduras.
 
Desde essa histórica Plenária Nacional, unidos e cheios de esperança, convocamos a juventude a tomar em suas mãos o futuro dos avanços no Brasil, na luta pelas seguintes bandeiras consensualmente construídas:
 
1. Educação: financiamento público da educação
 
1.1. 10% PIB para Educação Pública
 
1.2. 100% dos royalties e 50% do fundo social do Pré-sal para Educação Pública
 
1.3 2% do PIB para Ciência, Tecnologia e Inovação
 
1.4 Por uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisa
 
1.5 Democratização do acesso e da permanência na universidade
 
1.6 Pela expansão e a qualidade da educação do campo
 
1.7 Cotas raciais e sociais nas universidades estaduais
 
1.8 Curricularização da extensão universitária
 
1.9 Regulação e ampliação da qualidade, em especial, do setor privado
 
2. Trabalho – trabalho decente
 
2.1 Redução da jornada de trabalho sem redução de salário! 40 horas já!
 
2.2 Condições dignas de trabalho decente
 
2.3 Políticas que visem a conciliação entre trabalho, estudos e trabalho doméstico
 
2.4 Direito de organização sindical no local de trabalho
 
2.5 Contra a precarização promovida pela terceirização
 
2.6 Pela igualdade entre homens e mulheres no trabalho e entre negros/as e não negros/as
 
3. Por avanços na democracia brasileira – Reforma Política
 
3.1 Pela Reforma política
 
3.2 Combate às desigualdades sociais e regionais
 
3.3 Contra a judicialização da politica e a criminalização dos movimentos sociais
 
3.4 Pela auditoria da Divida Publica
 
3.5 Contra o avanço do capital estrangeiro na aquisição de terras e na Educação
 
3.6 Reforma agrária
 
3.7 Aprovação do Estatuto da Juventude
 
4. Diretos sociais e humanos: Chega de violência contra a juventude
 
4.1 Contra o extermínio da juventude negra
 
4.2 Contra a redução da maioridade penal
 
4.3 Garantia do direito à Memória, à Verdade e à Justiça e pela punição dos crimes da Ditadura
 
4.4 Garantia dos direitos sexuais e reprodutivos, como à autonomia sobre o próprio corpo e o
 
combate à sua mercantilização, em especial das jovens mulheres
 
4.5 Pelo fim da violência contra as mulheres
 
4.6 Pela mobilidade urbana e o direito à cidade
 
4.7 Pelo direito da juventude à moradia
 
4.8 Desmilitarização da policia
 
4.9 Respeito à diversidade sexual, aos nomes sociais e criminalização da homofobia
 
4.10Apoio à luta indígena e quilombola e das comunidades tradicionais
 
4.11Contra a internação compulsória e pelo tratamento da dependência química através de uma
 
política de redução de danos
 
4.12 Pelo direito ao lazer à cultura e ao esporte, inclusive com a promoção de esportes radicais
 
5. Democratização da comunicação de massas
 
5.1. Universalização da internet de banda larga no campo e na cidade
 
5.2 Políticas públicas para grupos e redes de cultura
 
5.3 Apoio público para os meios de comunicação da imprensa alternativa
 
5.4. Apoio ao movimento de software livre
 
 
Da redação com informações da Agência Brasil 
 
 
 

A Associação Nacional de Pós-Graduandos se reuniu na quarta-feira (19), com o diretor de Avaliação da Capes, Lívio Amaral e o Senador Inácio Arruda (PCdoB/CE) para discutir a revalidação para diplomas de cursos estrangeiros no país. O projeto de lei que trata da questão será discutido em audiência pública no Senado Federal.

A matéria tramita na Comissão de Relações Exteriores e passará ainda pelas Comissões de Assuntos Sociais e Comissão de Educação, Esporte e Cultura, do Senado. 

A ANPG juntamente com as entidades do  movimento científico  tem buscado ampliar o debate sobre a pauta. Em Novembro de 2012, em resposta ao pleito dos cientistas, a Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal aprovou o pedido da audiência pública.

Leia também:

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     Senadores querem ouvir entidades científicas e estudantis sobre revalidação diplomas estrangeiros

Ainda não há data definida para a realização da audiência, mas os nomes dos participantes já estão confirmados. São eles Helena Bonciani Nader, presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC); Luana Bonone, presidenta da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e Vicente Celestino de França, presidente da Associação Nacional dos Pós-Graduandos em Instituições Estrangeiras de Ensino Superior (ANPGIEES).

Também estão confirmados os nomes de Carlos Estephanio, presidente da Associação Brasileira de Pós-Graduados no Mercosul (ABPós Mercosul);Jorge Almeida Guimarães, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); José Fernandes de Lima, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE); Marcos Fernando de Oliveira Moraes, presidente da Academia Nacional de Medicina (ANM), e Daniel Iliescu, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). 
 
Da redação, com informação do Portal Vermelho 
 
 
O uso de Twitter, Facebook, YouTube e outras mídias sociais para a divulgação de informações sobre pesquisas científicas foi defendido pelos participantes de um painel sobre comunicação em ciência na reunião anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS), realizada de 14 a 18 de fevereiro em Boston, Estados Unidos. O detalhe é que os panelistas eram não apenas comunicadores, mas também cientistas.
 
Entre os dados apresentados está que a internet ultrapassou os jornais como a segunda maior fonte de notícias (após a televisão) para o público geral nos Estados Unidos. Mas, no caso de informação científica e para quem tem menos de 30 anos, a principal fonte são os veículos on-line.
 
"Se os cientistas não estão utilizando as mídias sociais, eles simplesmente não estão se comunicando com a maioria da população", disse uma das palestrantes, Christie Wilcox, do Departamento de Biologia Celular e Molecular da Universidade do Havaí.
 
"Mais de 680 mil atualizações de status por minuto são compartilhadas pelo Facebook. Em um segundo, o YouTube recebe uma nova hora de vídeo e o Twitter, 4 mil novos tweets. Você pode atingir milhares de pessoas com um único tweet, mas consegue falar com apenas um punhado de pessoas em um dia", disse.
 
Até aí, nada de novo, mas o ponto principal é que os cientistas estão atrasados nessa tendência. Apesar do elevado nível de escolaridade e familiaridade com o uso de computadores e de tecnologia, em grande parte dos casos, os pesquisadores estão utilizando menos as redes sociais do que a população geral, de acordo com Wilcox.
 
"Um levantamento com chefes de laboratório apontou que mais da metade não tinha contas em serviços de mídias sociais. Sem esse alcance, cientistas ficam limitados a quantas pessoas eles podem atingir. Se você está fora das mídias sociais, pode fazer muito barulho, mas poucos serão os que o ouvirão", disse.
 
"Quando um cientista escreve um livro a respeito de sua pesquisa, as pessoas que o comprarem serão pessoas interessadas em ciência. São importantes, mas compõem apenas uma pequena parte da população. Por isso, é fundamental atingir aqueles que ainda não se interessam por ciência", disse outra palestrante, que atende pela alcunha "Scicurious", com o qual assina um popular blog científico na revista Scientific American.
 
Com doutorado e pós-doutorado em neurociências, Scicurious salientou que as mídias sociais ajudam a tornar a ciência uma experiência mais próxima do público geral e podem dar aos pesquisadores uma possibilidade de mostrar "sua personalidade fora do laboratório".
 
"A maior parte dos cientistas pode não ter tempo de manter um blog, mas felizmente plataformas como o Facebook oferecem maneiras eficientes de compartilhar informações científicas. Com 67% dos internautas usando o Facebook, os pesquisadores têm ali uma forma de atingir uma rede de pessoas com a qual, de outra forma, não poderiam se comunicar", disse.
 
Otimismos à parte, a palestrante Dominique Brossard, professora de Comunicação na Universidade de Wisconsin em Madison, concordou com a importância das mídias sociais, mas sugeriu cautela na utilização dessas formas de comunicação para a transmissão de informações científicas.
 
Em um artigo publicado no Journal of Computer Mediated Communication, Brossard concluiu que o tom dos comentários em um blog ou em um post influencia a percepção dos leitores.
 
"O ponto principal é que a publicação em mídias sociais é uma comunicação bidirecional. Cada publicação pode vir acompanhada de comentários, que podem ser favoráveis ou contrários ao que se está informando", disse.
 
De acordo com Brossard, quando comentários sobre uma pesquisa mencionada em redes sociais são rudes ou depreciativos, os leitores se tornam mais propensos a adotar um ponto de vista negativo a respeito do estudo. "Mas uma série de regras ou diretrizes de uso de mídias sociais, nesse caso, pode mitigar o problema e levar a melhorias na etiqueta on-line", disse. 


Fonte: Agência Fapesp
 

A Associação Nacional de Pós-Graduandos esteve presente nas audiências realizadas com parlamentares nesta semana em Brasília, a fim de agregar apoiadores à aprovação do Estatuto da Juventude, como matéria prioritária. Convocada pela Comissão de Parlamento do Conjuve, a qual a entidade faz parte, os membros do conselho foram recebidos pelos senadores Paulo Paim (PT/RS) e Inácio Arruda (PCdoB/CE) e Eduardo Suplicy (PT/SP).

 

Créditos: Conjuve. Clique na imagem para ampliar

A rodada de visitas aos parlamentares rendeu ao CONJUVE outras duas audiências públicas; em Brasília, dia 13 de Março e na Assembleia Legislativa de Porto Alegre, dia 15 de Março. A Comissão apresentou o texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sobretudo os itens mais polêmicos, como é o caso meia-entrada para jovens nos eventos culturais e esportivos, e debateu sugestões para as futuras audiências.

 
Novo representante da ANPG no CONJUVE
 
O Conjuve é o principal espaço de articulação de políticas públicas para juventude, e reúne em seu quadro representantes com atuação em movimentos sociais, culturais e políticos. A ANPG desde 2005 – ano da fundação do Conselho – atua como membro deste espaço de sistematização acerca das demandas e interesses da juventude.
 
Substituindo a presidenta da ANPG, Luana Bonone, a entidade destacou o vice-presidente regional São Paulo, Marcelo Arias, para cumprir a importante tarefa. Segundo Arias, apesar do pouco tempo de existência, o Conjuve angariou em sua trajetória frutos imprescindíveis como, a PEC 42/2008 que deu origem à Emenda Constitucional n°65/2010 que incluí o termo Juventude na Constituição. “A principal tarefa do Conjuve agora é a aprovação do Estatuto da Juventude. A ANPG, como membro da comissão de parlamento tem o desafio e responsabilidade de auxiliar na tramitação do Estatuto na casa legislativa. O Conselho está unificado no debate e na construção da ação política para garantirmos a aprovação.” Afirma.
 
Os membros do Conselho são escolhidos para mandato de dois anos, mediante eleição direta, e os cargos de presidente e vice-presidente são alternados, a cada ano, entre governo e sociedade civil.
 
 
Tramitação do Estatuto da Juventude
 
A matéria que já foi aprovada na Câmara, estabelece diretrizes para a implementação de políticas específicas para os mais de 50 milhões de jovens brasileiros, além de regras para acesso a espetáculos culturais, expedição da carteira de estudante, concessão de meia-entrada e reserva de assentos no transporte interestadual.
 
Depois da Comissão de Assuntos Sociais, o PLC 98/2011 ainda será encaminhado às comissões de Educação, Cultura e Esporte (CE), de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
 
Da redação, com informações do Conjuve
 
 
 
A regulamentação da Comunicação brasileira está na pauta dos movimentos sociais em 2013 e ganhará força com a elaboração de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular previsto para ser colocado em público em abril. A iniciativa é da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma Nova Lei para Um Novo Tempo”, que reúne dezenas de setores da sociedade, inclusive as entidades do movimento estudantil ANPG e UNE,  para a implementação de um novo marco regulatório para o setor e a regulamentação do capítulo de Comunicação Social da Constituição Federal.
 
O texto será elaborado pelo Comitê de Formulação da Campanha com base nas diretrizes aprovadas na I Conferência Nacional da Comunicação, realizada em 2009, e será referendado pela sociedade. O objetivo é obter cerca de 1,3 milhão de assinaturas para que o Projeto seja encaminhado ao Congresso Nacional. “O governo brasileiro, infelizmente, não dá sinais de que queira avançar com esse debate e já compromete a aplicação dos resultados da Confecom”, diz João Brant, radialista, integrante do Coletivo Intervozes, sobre a resistência do governo em não pautar o assunto e a importância da ação.
 
Neste ano, em sua terceira Mensagem da Presidência da República ao Congresso Nacional – que traz um balanço das ações implementadas pela gestão no ano anterior e prevê outras para o ano que se inicia – o governo sequer tocou no tema da renovação da legislação do setor. Desde a Confecom, a sociedade espera a publicação de consulta pública de um projeto de lei.
 
Na contramão do silêncio, o Projeto de Lei de Iniciativa Popular busca incentivar ações de conscientização da população quanto à importância da renovação da legislação e aumentar o espaço para o debate público. “Será uma excelente forma de divulgação para pressionar o governo e para o conjunto da sociedade, que depende muito dos meios de comunicação de massa para conhecer o debate. É uma estratégia para tornar conhecido o tema e pressionar tanto o Parlamento quanto o Executivo, divulgando-o nos diversos espaços de maneira mais institucional”, explica Luana Bonone, presidente da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), entidade ligada à União Nacional dos Estudantes, que participa da Campanha.
 
Orlando Guilhon, presidente da Associação das Rádios Públicas do Brasil (Arpub), destaca a importância da mobilização das entidades para o esclarecimento do assunto. “O Projeto de Lei de Inciativa Popular vem em bom momento, pois vai permitir um diálogo maior com o cidadão, fará com que os movimentos saiam às ruas, para colher assinaturas. A linguagem é importante para explicar o motivo pelo qual a causa é importante, temos que encontrar um caminho de traduzir isso para o cidadão”.
 
Guilhon explica que a Campanha irá entrar em contato com os Comitês e Frentes Estaduais pela Democratização da Comunicação para construir um cronograma de trabalho. “Vamos trabalhar para ter constantes idas às ruas, ocupar praças, logradouros públicos com materiais didáticos, bem como o projeto de lei para a tomada de assinaturas”. Além do Projeto de Lei, o radialista João Brant reforça também a importância do apoio à causa com a repercussão do tema por grupos internacionais, como a relatoria da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Liberdade de Expressão, e mesmo organizações como o Repórteres de sem Fronteiras, que apontam para a necessidade de um novo marco regulatório das comunicações no país.
 
A proposta da realização do Projeto foi referendada na última plenária nacional da Campanha, realizada em dezembro de 2012. A coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e secretária de Comunicação da CUT Nacional, Rosane Bertotti, ressalta a necessidade da regulamentação para a própria democracia no país. “Não existe no Brasil o direito à comunicação, a democracia avançou, mas temos uma legislação completamente atrasada. O Código Brasileiro de Telecomunicações não prevê critérios para problemas atuais, por exemplo, como o monopólio e oligopólios dos meios de comunicação, por isso, precisamos superar o medo de enfrentar o debate. A sociedade vai perceber que a comunicação e o acesso à informação são direitos de todos e todas e não somente de alguns poucos”, diz Bertotti.
 
Para Expressar a Liberdade
 
A campanha “Para expressar a Liberdade” foi lançada em 2012 e coloca em pauta os pontos aprovados na I Confecom. Ela apresenta 20 diretrizes fundamentais para a democratização da comunicação no país, dentre elas, a regulamentação da complementaridade dos sistemas e fortalecimento do sistema público de comunicação, a transparência e pluralidade na concessão e fiscalização de outorgas de rádio e TV, o aprimoramento de mecanismos de proteção às crianças e adolescentes, o fortalecimento das rádios e TVs comunitárias, e a promoção da diversidade étnico-racial, de gênero, de orientação sexual, de classes sociais e de crença.
 
As entidades também pedem a regulamentação de artigos do capítulo V da Constituição Federal, que trata de Comunicação Social, como o 221, que garante a produção e veiculação de conteúdo nacional e regional e estímulo à programação independente e o artigo 220, que proíbe o monopólio ou oligopólio de meios de comunicação.


Fonte: Campanha Para Expressar a Liberdade
Crédito: União Nacional dos Estudantes

A sede das entidades estudantis recebeu na segunda-feira (18), o recém-eleito presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Marcos Furtado, para tratar de temas relativos à reforma política no país. Presentes na reunião estavam Luana Bonone, presidenta da ANPG, Daniel Iliescu, presidente da UNE, Renan Alencar, diretor jurídico da UNE e Lucas Chequetti, representando a UBES. 

A aliança entre estudantes e a OAB constitui-se no sentido de interferir nos rumos da política e, através da pressão da sociedade civil, lutar pela reforma do sistema eleitoral e pelas mudanças no sistema de financiamento das campanhas políticas no país. As entidades foram convidadas, de imediato, a integrar o MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral) e a construir de forma mais aprofundada, durante o ano uma nova proposta para o formato e as regras das eleições no país.
 
De acordo com Luana Bonone, uma campanha unificada demonstra a necessidade de alguns avanços democráticos importante no Brasil. “Esta campanha cumpre o fundamental papel de apresentar qual reforma política pode de fato democratizar o processo de eleições e promover um ambiente de mais envolvimento e participação do povo no debate político nacional." Afirmou. 
 
“O gesto de visitar a UNE, logo no início da sua gestão, mostra vocação democrática e importante sintonia da OAB com as lutas do movimento social atualmente”, afirmou o presidente da UNE Daniel Iliescu, logo após o encontro. As duas entidades estiveram unidas em momentos cruciais da história brasileira, como a luta contra a ditadura militar, nos anos 60 e 70, e as campanhas pela redemocratização nos anos 80.
 
“A UNE deverá estar ao lado da OAB na criação participativa de um projeto de lei, de iniciativa popular, que vá em direção ao financiamento democrático das campanhas, corrigindo as distorções no atual sistema de doações eleitorais, que privilegiam somente o poder econômico, permitem vícios e interesses escusos”, afirmou o presidente da UNE. Segundo ele, o processo deverá ter o amplo envolvimento da sociedade, como aconteceu na criação da Lei da Ficha Limpa.
 
Por último, a OAB prometeu juntar-se ao movimento estudantil e os outros movimentos de juventude que planejam a Jornada de Lutas unificada nos meses de março e abril, por todo o Brasil. As ações estão sendo planejadas desde o mês de novembro por entidades como a UNE, UBES, ANPG, MST, CUT, Marcha Mundial das Mulheres, Fora do Eixo, movimentos negros, skatistas, ciclistas, surfistas e outros grupos. A Ordem deverá participar por meio das OABs jovens espalhadas pelo Brasil.
 
Da Redação, com informações da UNE 
As escolas da rede pública podem inscrever os alunos na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) de 2013. As inscrições vão até 5 de abril e a previsão é que aproximadamente 20 milhões de estudantes de todo o país participem da competição. As inscrições devem ser feitas no site www.obmep.org.br
 
A olimpíada visa a estimular a revelação de alunos com grande aptidão para a matemática. Qualquer escola pública pode inscrever os estudantes em três níveis: o nível 1 para alunos do 6º e 7º anos do ensino fundamental, o nível 2 para os do 8º e 9º anos e o nível 3 para os do 1º ao 3º ano do ensino médio.
 
As provas da primeira fase da competição serão aplicadas no dia 4 de junho, em horário a ser definido pela própria escola. Os alunos com melhor desempenho serão classificados para a segunda fase, que ocorrerá no dia 14 de setembro, às 14h30 (horário de Brasília), em locais que ainda serão definidos.
 
Na edição deste ano, serão lançados os clubes de matemática para disseminar o estudo da disciplina no país e incentivar o desenvolvimento intelectual dos alunos. A partir do dia 15 de fevereiro, alunos de todo o país podem formar Clubes Olímpicos de Matemática e inscrevê-los no blog http://clubes.obmep.org.br/blog.
 
A divulgação dos vencedores da olimpíada será feita no dia 29 de novembro. No total, 6 mil alunos serão premiados com medalhas, das quais 500 de ouro, 900 de prata e 4.600 de bronze. Além disso, 46.200 alunos ganharão menções honrosas. Todos os medalhistas serão convidados para participar do Programa de Iniciação Científica da Obmep, em 2014.
 
A olimpíada é um projeto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e existe desde 2005. É promovida pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Educação, com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática. No ano passado, mais de 19 milhões de alunos de 46.728 escolas participaram.
 
Fonte: Agência Brasil