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Em caráter permanente, a Campanha de Bolsas 2013 da ANPG está a todo vapor. Além do abaixo-assinado – que já chegou a 16 mil adesões –  a entidade convoca o movimento de pós-graduandos e APGs do Brasil para promover as ações de rua e nas redes sociais. 
 
A exigência do movimento de pós-graduandos trata do cumprimento do acordo estabelecido em Agosto de 2012 durante a Caravana dos Pós-Graduandos a Brasília, onde, após muita pressão o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, reafirmou à ANPG o compromisso com o reajuste de mais 10%. 
 
 
Confira a agenda atualizada: 
 
 

Agenda da campanha de bolsas 2013

 
Dia 7 de março: Lançamento do blog da campanha de bolsas 2013. Twittaço e compartilhaço do blog. Hashtags #campanhadebolsas2013 e #promessaédívida. Compartilhamento do link do novo sítio. Horário: 12 horas.
 
Dia 12 de março: Twittaço de cobrança pelo reajuste prometido. Hashtag #promessaédívida. Horário: 12 horas.
 
Dia 14 de março: Compartilhaço da carta unificada da ANPG e das APG’s pelo compromisso do reajuste. Horário: 10 horas.
 
Dia 19 de março: Twittaço de cobrança pelo reajuste prometido. Hashtag #reajustaMercadante. Horário: 12 horas.
 
Dia 21 de março: Compartilhaço do vídeo da ANPG e APG’s pela cobrança do reajuste prometido.
 
Dias 25-29 março: Jornada de Lutas dos Estudantes e da juventude com Paralisação Nacional pelo reajuste de bolsas, com atividades e debates em todas as universidades.
 
Dia 28 de março: Lançamento da proposta da ANPG para o PL dos Pós-graduandos. 
 
Dias 01-04  abril: Audiência com MEC/MCTI para entrega de moções, Abaixo-assinado e proposta do PL dos Pós-Graduandos ao Executivo. 
 
Dia 05 de abril: Lançamento da Nova Cartilha de APG’s.
 
Da redação.

O I Encontro Mineiro de Pós-Graduandos, com o tema “Desafios da pós-graduação em Minas Gerais”, será realizado entre os dias 01 e 03 de maio de 2013, na cidade de Ouro Preto/MG. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site http://www.apg.ufop.br/ O valor da inscrição é de R$ 35,00. 

O encontro tem por objetivo atualizar e complementar a formação social e política dos pós-graduandos, levando a fundamentadas discussões sobre os problemas, desafios e soluções da pós-graduação, além de difundir novos conhecimentos através da divulgação de trabalhos científicos, favorecendo a troca de experiências entre os participantes.

Informações do evento também podem ser obtidas na página do facebook. 
 
SOBRE A APG/UFOP
 
Fundada em 2004, a Associação dos Pós-Graduandos da Universidade Federal de Ouro Preto permaneceu inativa logo após o término da primeira gestão (2004-2005). Nos últimos anos, em vista de um crescimento vertiginoso da pós-graduação dentro da instituição, se fez de extrema urgência a existência de um orgão dinâmico e de representatividade legítima para atuar no âmbito da pós-graduação da UFOP. Assim, aos 30 dias de maio de 2012 a APG/UFOP foi reativada, e desde então, a diretoria e conselho empossados vem se esforçando para a reestruturação da associação dentro da universidade. Motivada por interesses comuns à toda comunidade acadêmica a associação vem buscando uma maior proximidade perante os alunos de pós-graduação da UFOP.
 
Defendemos uma pós-graduação de qualidade, autônoma e acessível. Crendo que este seja o mesmo objetivo de todos os programas de pós-graduação da UFOP, pretendemos nos somar a estes na busca por tais objetivos. Também somos uma entidade fiscalizadora e almejamos que as normas, portarias e toda a regulamentação estabelecida pela PROPP-UFOP, CAPES, CNPq e outros, sejam cumpridas pela universidade e programas de pós-graduação, incluindo coordenadores, professores, alunos e funcionários.
 
Da redação, com informações do site da APG/UFOP

 

Foto Arquivo: APG/UFPE na Semana Nacional de Mobilização, realizada em Novembro de 2012

 

Na próxima quarta-feira (6),  a Associação de Pós- Graduandos da Universidade Federal de Pernambuco (APG/UFPE) fará uma reunião ampliada sobre a campanha nacional pela valorização permanente das bolsas de pesquisa e dos/as pós-graduandos/as.  A agenda da UFPE será construída na oportunidade do encontro, em consonância com a mobilização da ANPG.

Todos/as os/as pós-graduandos/as estão convidados a participar, inclusive, a presença de representantes discentes  dos colegiados dos programas já foi confirmada.
 
Segundo Hercília Melo, a APG UFPE está divulgando o abaixo-assinado para todos os programas da UFPE,  na página da Pró-reitoria de pesquisa e pós-graduação  e nas redes sociais. “A divulgação do abaixo-assinado amplia o debate sobre a necessidade de uma política permanente de valorização das bolsas de pesquisa e do/a pesquisador/a, dentro de um escopo maior que é a defesa pelo desenvolvimento do Brasil e soberania nacional”. Afirma.
 
A APG UFPE informa que terça-feira (5) haverá paralisação dos/as pós-graduandos/as do departamento de química fundamental. “A paralisação dos pós-graduandos/as e a reunião da próxima quarta-feira demarcam o curso da campanha 2013 na UFPE, no sentido de contribuir com movimento e pressionar para que o governo cumpra o reajuste sinalizado na caravana da ANPG a Brasília. Valorizar o/a pós-graduando/a é também dar condições de formação digna!”.
 
Algumas agendas já foram solicitadas, como o secretário de ciência e tecnologia do Estado de Pernambuco, Marcelino Granja e o reitor da UFPE, Anisio Brasileiro. A agenda, imagens, videos e moções da campanha serão divulgadas no site da ANPG.
 
Com informações de Hercília Melo, APG/UFPE

Mais de 90 entidades de vários segmentos da sociedade civil assinaram a nota pública do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação. A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) – que tem participado das diversas ações promovidas pelo FNDC – também assina o manifesto.

Além das entidades, o manifesto recebeu também 45 assinaturas individuais. Ambas as formas de apoio podem ser realizadas por meio de manifestações de apoio encaminhadas ao endereço  [email protected]

O documento apoia o direito à comunicação à todos e rechaça a postura do governo em não colocar em debate a democratização da comunicação no país. 

 

Leia também:
 
 


NOTA PÚBLICA – GOVERNO FEDERAL ROMPE COMPROMISSO COM A SOCIEDADE NO TEMA DA COMUNICAÇÃO
 
A declaração do secretário-executivo do Ministério das Comunicações, no último dia 20, de que este governo não vai tratar da reforma do marco regulatório das comunicações, explicita de forma definitiva uma posição que já vinha sendo expressa pelo governo federal, seja nas entrelinhas, seja pelo silêncio diante do tema.
 
A justificativa utilizada – a de que não haveria tempo suficiente para amadurecer o debate em ano pré-eleitoral – é patética. Apesar dos insistentes esforços da sociedade civil por construir diálogos e formas de participação, o governo Dilma e o governo do ex-presidente Lula optaram deliberadamente por não encaminhar um projeto efetivo de atualização democratizante do marco regulatório. Mas o atual governo foi ainda mais omisso ao sequer considerar a proposta deixada no final do governo do seu antecessor e por não encaminhar quaisquer deliberações aprovadas na I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em 2009. O que fica claro é a ausência de vontade política e visão estratégica sobre a relevância do tema para o avanço de um projeto de desenvolvimento nacional e a consolidação da democracia brasileira.
 
A opção do governo significa, na prática, o alinhamento aos setores mais conservadores e o apoio à manutenção do status quo da comunicação, nada plural, nada diverso e nada democrático. Enquanto países com marcos regulatórios consistentes discutem como atualizá-los frente ao cenário da convergência e países latino-americanos estabelecem novas leis para o setor, o Brasil opta por ficar com a sua, de 1962, ultrapassada e em total desrespeito à Constituição, para proteger os interesses comerciais das grandes empresas.
 
Ao mesmo tempo em que descumpre o compromisso reiterado de abrir um debate público sobre o tema, o governo federal mantém iniciativas tomadas em estreito diálogo com o setor empresarial, acomodando interesses do mercado e deixando de lado o interesse público.
 
No setor de telecomunicações, na mesma data, foi anunciado um pacote de isenção fiscal de 60 bilhões para as empresas de Telecom para o novo Plano Nacional de Banda Larga em sintonia com as demandas das empresas, desmontando a importante iniciativa do governo anterior de recuperar a Telebrás, e encerrando o único espaço de participação da sociedade no debate desta política – o Fórum Brasil Conectado. Somando-se ao pacote anunciado de benesses fiscais, o governo declara publicamente a necessidade de rever o texto do Marco Civil da Internet que trata da neutralidade de rede, numa postura totalmente subserviente aos interesses econômicos.
 
Na radiodifusão, faz vistas grossas para arrendamentos de rádio e TVs, mantém punições pífias para violações graves que marcam o setor, conduz a portas fechadas a discussão sobre o apagão analógico da televisão, enquanto conduz de forma tímida e errática a discussão sobre o rádio digital em nosso país. Segue tratando as rádios comunitárias de forma discriminatória, sem encaminhar nenhuma das modificações que lhes permitiriam operar em condições isonômicas com o setor comercial.
 
Diante desta conjuntura política e do anúncio de que o governo federal não vai dar sequência ao debate de um novo marco regulatório das comunicações, ignorando as resoluções aprovadas na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, manifestamos nossa indignação, ao mesmo tempo em que reiteramos o nosso compromisso com este debate fundamental para o avanço da democracia.
 
De nossa parte, seguiremos lutando. A sociedade brasileira reforçará sua mobilização e sua unidade para construir um Projeto de Lei de Iniciativa Popular para um novo marco regulatório das comunicações.
 
Veja quem assina aqui

A Plenária da Jornada Nacional de Lutas da Juventude, realizada semana passada, dia 23, aprovou além do manifesto – que pode ser lido aqui – três moções que manifestam apoio aos alunos e funcionários da USP que foram denunciados pelo Ministério Público, Pelo fim da violência e extermínio da juventude negra e Pelo direito democrático de se manifestar.

Realizada todos os anos, sempre no mês de Março, a Jornada reúne em sua organização a UNE (União Nacional dos Estudantes), UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), ANPG (Associação Nacional dos Pós Graduandos), movimentos sociais e diversas organizações estudantis. 

 Temas como o financiamento público da educação, a melhoria das condições de trabalho e a violência contra jovens nas periferias, estão no bojo das pautas levantadas pelos estudantes. “Não nos deteremos onde os governos param. Iniciamos aqui uma caminhada de unidade e luta por reformas estruturais”, diz o manifesto assinado por 30 entidades.
 
Leias as moções aqui:
 
 
 
 
 
Leia também:
    
 
 
Da redação 
 

A área de pesquisa e desenvolvimento em tecnologias da informação e comunicação (TICs) no país vai receber um investimento de R$ 300 milhões nos próximos cinco anos. A iniciativa faz parte de acordo assinado na quarta-feira (27) entre a Intel Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério da Educação (MEC).

Com a medida, a Intel vai aplicar os recursos de R$ 300 milhões para investir e financiar pesquisas em universidades brasileiras e, em contrapartida, o governo federal vai oferecer bolsas a estudantes e pesquisadores, por meio de edital que será lançado ainda este semestre. Os setores de educação, energia e transporte serão os focos da pesquisa. A medida deve envolver 300  pesquisadores, entre colaboradores, pesquisadores de universidades e bolsistas.
O ministro Marco Antonio Raupp, do MCTI, destacou a necessidade de estabelecer parcerias de cooperação público-privada na área de ciência e tecnologia. “É fundamental esse esforço que o Brasil faz para entrar no desenvolvimento sustentável. (…) Fiquei felicíssimo, pois tenho apoiado essa direção, de buscar a participação das empresas privadas. Aqui estamos praticando isso. A presidenta Dilma Rousseff foi claríssima em dizer que é a receita a ser executada mesmo”, disse Raupp.
Nos setores envolvidos, o foco será o desenvolvimento de soluções de softwares, como ferramentas de visualização e simulação para extração de petróleo na camada do pré-sal, softwares educacionais, computação de alto desempenho, tecnologias para emplacamento eletrônico de carros e soluções baseadas em tecnologia de ponta para aumentar a eficiência na gestão de trânsito de passageiros e carga.
Segundo o presidente da Intel na América Latina, Steve Long, a empresa pretende “acelerar a penetração da tecnologia”, transferindo conhecimento ao país.
De acordo com o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgílio Almeida, o setor de tecnologia da informação no Brasil faturou R$ 123 bilhões em 2012 e representa atualmente a sétima posição no mercado global. “A pesquisa cientifica é a grande responsável pelo avanço tecnológico das redes, dos softwares, dos tablets”, disse Almeida.
 
Fonte: Agência Brasi

 

 

Está no ar o  volume 1 de 2013 da revista da ANPG – Ciência, Tecnologia e Políticas Educacionais. Após reformulação, a revista adota a política do Open Acess e da versão eletrônica. Com publicação trimestral, a revista reúne em seu conselho científico doutores de importante reconhecimento em diversas áreas, bem como que se aproximam da pauta política e de trabalho da entidade. (Veja aqui os membros do conselho)

A Revista está hospedada na plataforma do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER), um software que favorece as ações de editoração, dinamiza o fluxo das informações e permite aos autores um rápido processo de submissão, acesse: www.anpg.org.br/revista
De acordo com o editor da revista da ANPG, Dr. José Luiz Simões, o periódico destina-se à divulgação da produção técnico-científica relacionada à área da educação científica, políticas públicas de ciência, tecnologia e educação e avanços, descobertas e inovações científicas de todas as áreas do conhecimento.
Avaliada simultaneamente com Qualis B5 em INTERDISCIPLINAR, B5 em PSICOLOGIA e C em CIÊNCIAS AGRÁRIAS, prevê-se que neste novo momento a revista foque nas recomendações para periódicos da área de educação.
Depois de publicados os primeiros volumes do periódico, um dos critérios imprescindíveis estabelecidos no planejamento do conselho editorial, trata da tramitação de pedidos de indexação nas bases Scielo, Redalyc e Latindex. Segundo Jouhanna Menegaz, editora de seleção, outras bases com processo de indexação menos complexo podem ser ainda acrescidas a este planejamento. “Estamos buscando a excelência e a projeção da revista. Este não é um processo que se dá automaticamente, demanda esforço e planejamento. Pretendemos atingir a indexação nestas bases no período de um ano, um ano e meio” Afirma.
Em caráter permanente, os interessados em publicar artigos poderão enviar o material para submissão continuadamente. Não há um edital que estabeleça prazos. Basta acessar o site www.anpg.orb.br/revista e ler as diretrizes de submissão.
O conselho editorial também está aceitando o cadastro ad hoc de mestres e doutores como consultores nas áreas de escopo da revista, a fim de agregar um vasto número de pesquisadores que possuam expertise, possibilitando uma avaliação realmente realizada pelos pares. Para entrar em contato, envie e-mail para [email protected]
SOBRE OS EDITORES
José Luis Simões, editor da Revista da ANPG, possui graduação em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1995), mestrado em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (2000) e doutorado em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (2005). Foi coordenador das Licenciaturas Diversas na Universidade Federal de Pernambuco (2007-2009), atualmente é professor adjunto e docente no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE, tem experiência na área de Educação, com ênfase em Práticas de Ensino e História da Educação. Pesquisa principalmente os seguintes temas: História da Educação, Educação Física Escolar, Teoria do Processo Civilizador e Cidadania.
Jouhanna Menegez é mestre e enfermagem e doutoranda na Universidade Federal de Santa Catarina. Membro do grupo de pesquisa Educação em Enfermagem e Saúde (EDEn) tem como linha de pesquisa a formação profissional e docente em saúde. É também secretária-geral da ANPG, editora de seleção da Revista e representante da ANPG no Conselho Superior da CAPES.
Cintia Palu, editora de texto e Layout, é doutoranda em Biologia Celular e Molecular, com área de concentração em Farmacologia e Imunologia pela Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ/RJ
Robson Câmara, editor de submissão, é doutorando em Sociologia, Mestre em Educação.
Da redação

 Foto: Augusto Coelho – Ascom do MCTI 

 
 
A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, defendeu, no decorrer da reunião do CCT, no último dia 6, no Palácio do Planalto, o fortalecimento da pesquisa e da infraestrututura cientifica e tecnológica com vistas ao desenvolvimento sustentável do país, dentre outros pontos. 
 
Para fazer frente a esse objetivo, ela considerou fundamental, por exemplo, o desenvolvimento de pesquisas em áreas estratégias, medidas de conservação, recuperação e uso sustentável de biomas. Lembrou que seu discurso teve como base as recomendações que foram discutidas na 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada em maio de 2010, em Brasília. "Essa Conferência refletiu o envolvimento de toda comunidade, como acadêmicos, cientistas,  toda comunidade empresarial e a sociedade civil, no que se pensa que seria importante para inovação, ciência, tecnologia para o desenvolvimento sustentável", disse.
 
Na oportunidade, a presidente da SBPC elogiou o programa Ciências sem Fronteiras, mas destacou a necessidade de ajustes nesse plano, que prevê cerca de 100 mil bolsas para estudantes no exterior, ao longo de quatro anos, a fim de ampliar o número de pessoal qualificado no país. "Esse é um programa positivo e que vai ter um impacto importante nos próximos cinco a dez anos", declarou Helena.  
 
A presidente da SBPC sugeriu também investimentos em pesquisas  para o desenvolvimento de energias renováveis, ainda em rimo "tímido" no país, igualmente na química verde. Ela defendeu investimentos em pesquisas na área de área de saúde para o desenvolvimento de equipamentos e fármacos. Além disso, manteve as críticas a multinacionais, presentes no Brasil, que não investem na área de pesquisas e desenvolvimento (P&D). 
 
Helena aproveitou a ocasião para reiterar as críticas no âmbito da Lei 12.722/12, que reestrutura a carreira do magistério federal. "Falamos à presidenta Dilma que essa lei vai na contramão de todos os esforços dela e dos ministérios de melhorar a educação, ter a educação melhor possível e a internacionalização". 
 
Reconhecimento 
 
Apesar das críticas, Helena reconheceu os avanços de algumas medidas já executadas no país. É o caso da aprovação de projetos internacionais "aprovados ou em vias de aprovação" no governo Dilma, como a nova fonte brasileira de luz Síncrotron. Esse projeto, segundo especialistas, deve ampliar a competitividade nacional em áreas estratégicas de pesquisa como nanociências, biologia molecular estrutural – base para o desenvolvimento de fármacos -, materiais avançados e energias alternativas.
 
Helena reconhece também o desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden). Além da importância da aprovação do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) que, segundo Helena, deve permitir o Brasil a dar um salto na área de medicina.
 
Fonte: Jornal da Ciência

Existem muitas dúvidas referentes ao acúmulo de bolsa com vínculo empregatício. Enquanto a CAPES não se posiciona definitivamente sobre o assunto – e considerando a interpretação equivocada de diversos programas de pós-graduação sobre o que vale atualmente – a ANPG elaborou um infográfico sobre as regras atuais.

Veja a cartilha e ajude a divulgar

Clique na imagem para ampliar

 

Está no ar o  volume 1 de 2013 da revista da ANPG – Ciência, Tecnologia e Políticas Educacionais. Após reformulação, a revista adota a política do Open Acess e da versão eletrônica. Com publicação trimestral, a revista reúne em seu conselho científico doutores de importante reconhecimento em diversas áreas, bem como que se aproximam da pauta política e de trabalho da entidade. (Veja aqui os membros do conselho)

A Revista está hospedada na plataforma do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER), um software que favorece as ações de editoração, dinamiza o fluxo das informações e permite aos autores um rápido processo de submissão, acesse: www.anpg.org.br/revista
 
De acordo com o editor da revista da ANPG, Dr. José Luiz Simões, o periódico destina-se à divulgação da produção técnico-científica relacionada à área da educação científica, políticas públicas de ciência, tecnologia e educação e avanços, descobertas e inovações científicas de todas as áreas do conhecimento.
 
Avaliada simultaneamente com Qualis B5 em INTERDISCIPLINAR, B5 em PSICOLOGIA e C em CIÊNCIAS AGRÁRIAS, prevê-se que neste novo momento a revista foque nas recomendações para periódicos da área de educação.
 
Depois de publicados os primeiros volumes do periódico, um dos critérios imprescindíveis estabelecidos no planejamento do conselho editorial, trata da tramitação de pedidos de indexação nas bases Scielo, Redalyc e Latindex. Segundo Jouhanna Menegaz, editora de seleção, outras bases com processo de indexação menos complexo podem ser ainda acrescidas a este planejamento. “Estamos buscando a excelência e a projeção da revista. Este não é um processo que se dá automaticamente, demanda esforço e planejamento. Pretendemos atingir a indexação nestas bases no período de um ano, um ano e meio” Afirma. 
 
Em caráter permanente, os interessados em publicar artigos poderão enviar o material para submissão continuadamente. Não há um edital que estabeleça prazos. Basta acessar o site www.anpg.orb.br/revista e ler as diretrizes de submissão.
 
O conselho editorial também está aceitando o cadastro ad hoc de mestres e doutores como consultores nas áreas de escopo da revista, a fim de agregar um vasto número de pesquisadores que possuam expertise, possibilitando uma avaliação realmente realizada pelos pares. Para entrar em contato, envie e-mail para [email protected]
 
 
SOBRE OS EDITORES
 
José Luis Simões, editor da Revista da ANPG, possui graduação em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1995), mestrado em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (2000) e doutorado em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (2005). Foi coordenador das Licenciaturas Diversas na Universidade Federal de Pernambuco (2007-2009), atualmente é professor adjunto e docente no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE, tem experiência na área de Educação, com ênfase em Práticas de Ensino e História da Educação. Pesquisa principalmente os seguintes temas: História da Educação, Educação Física Escolar, Teoria do Processo Civilizador e Cidadania.
 
Jouhanna Menegez é mestre e enfermagem e doutoranda na Universidade Federal de Santa Catarina. Membro do grupo de pesquisa Educação em Enfermagem e Saúde (EDEn) tem como linha de pesquisa a formação profissional e docente em saúde. É também secretária-geral da ANPG, editora de seleção da Revista e representante da ANPG no Conselho Superior da CAPES.
 
Cintia Palu, editora de texto e Layout, é doutoranda em Biologia Celular e Molecular, com área de concentração em Farmacologia e Imunologia pela Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ/RJ
 
Robson Câmara, editor de submissão, é doutorando em Sociologia, Mestre em Educação. 
 
 
Da redação