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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou na quarta-feira (26), em parceria com as fundações de amparo à pesquisa dos estados da região Amazônica, o programa Pró-Amazônia: Biodiversidade e Sustentabilidade. 
 
O evento acontece em Manaus, na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), durante reunião do Fórum Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação da região Norte (Foprop/Norte).
 
Por meio do programa será realizada seleção de projetos de implantação de redes de cooperação acadêmica no país voltadas para pesquisas entre instituições de ensino superior (IES) e demais instituições que se enquadram nos termos do edital a ser lançado e que estejam em consonância com as demandas do País quanto ao fortalecimento das ações de biodiversidade, meio ambiente, sustentabilidade e desenvolvimento.
 
Entre as temáticas a serem apoiadas estão agroecologia, fármacos, sustentabilidade em núcleos urbanos, biotecnologia.
 
Benefícios 
 
No âmbito do programa, os projetos aprovados serão contemplados com as seguintes modalidades de bolsas: iniciação científica, doutorado, pós-doutorado e professor visitante nacional, além de recursos de custeio para a execução dos projetos.
 
Estão previstas missões de docentes e discentes entre as IES da região amazônica e a participação dos professores visitantes nacionais oriundos de instituições de outras regiões brasileiras em universidades da região.
 
Fonte: Ascom da Capes
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A II Semana do Pós-Graduando "Empreendedorismo, Internacionalização, Políticas Educacionais, Ciência e Tecnologia" acontece de 01 a 03 de outubro, no Teatro Marcos Lindemberg, no campus da Unifesp. Organizam a atividade a Associação de Pós-Graduandos da Unifesp (APG-UNIFESP) e Agência Promotora de Capacitação e Empreendedorismo (APCE). 

A programação agrega nomes de peso da pós-graduação. Diversos debatedores estrangeiros, membros de agências de cooperação, compõem a grade de programação, que resultará em uma válida troca de conhecimento entre os participantes. Entidades representativas como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), e representantes da ANPG, também estarão presentes.
Para acessar a programação completa, clique aqui
 
O evento é gratuito e vale 02 créditos. Inscreva-se aqui
 
Serviço
II Semana do Pós-Graduando
Data: 01 a 03 de Outubro 
Local: Teatro Marcos Lindenberg, Rua Botucatu 740 3° Andar, UNIFESP
 
 

A Associação de Pós-Graduandos da FEEC-UNICAMP (APOGEEU) está promovendo o debate sobre o Open Acess. A atividade acontece dia 10 de Outubro e traz debatedores que são referência no assunto. 

A participação é gratuita e as vagas são limitadas. Para se inscrever, clique aqui
 
Sobre o Open Acess
Esse é um assunto que tem colocado fogo na comunidade científica internacional, trazendo a ideia de não cobrar mais pelo acesso a artigos, de modo que os custos (e muitas vezes o lucro) de periódicos sejam arcados por autores ou por entidades patrocinadoras, como universidades, governos e fundações.
 
O objetivo do debate é fazer a troca de experiências e ouvir relatos de projetos  similares no país e dentro da própria Unicamp, discutindo também os pontos positivos, negativos e alternativas relacionadas ao modelo de publicação científica.  
 
 
Serviço
Data: 10 de Outubro de 2012
Horário: 14h00
Local: Auditório da Faculdade de Engenharia Química (FEQ)
Informações: http://www.apogeeu.fee.unicamp.br/notícias/3133
 
Da redação, com informações de APOGEEU
 
 

 

 

Com intuito de debater a “Formação dos Cientistas”, a TV Câmara promoverá o encontro da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (MCTI) no programa de debate, Expressão Nacional, trasmitido ao vivo na terça-feira, 21h30. Jouhanna Menegaz, secretária geral da ANPG, representará a entidade na ocasião.

O programa pretende debater temas relevantes da pós-graduação brasileira e os desafios para a formação de novos pesquisadores. Atenção especial será destinada ao Ciências Sem Fronteiras e a proposta de ampliação no número de pesquisadores na Amazônia, por meio de bolsas acadêmicas.

O Expressão Nacional aborda os grandes temas brasileiros, sempre com representantes do governo federal, da sociedade civil organizada e deputados, que debatem de forma aprofundada assuntos como economia, política externa, meio ambiente e tecnologia, entre outros.  

O público participa enviando perguntas, respondidas ao vivo pelos convidados. As perguntas podem ser enviadas ao email [email protected], pelo telefone 0800619619 ou pelo twitter @xnacional.

O programa vai ao ar terça-feira, às 21h30, com reprises na quinta, às 4h, sexta, às 11h, sábado, às 3h30 e domingo, às 5h30.

Da redação

 

A Mostra Nacional de Divulgação Científica da ANPG acontecerá de 15 a 17 de Outubro, no Rio de Janeiro. A atividade ocorre simultaneamente a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), e faz parte de um conjunto de ações que a ANPG promoverá conectadas à programação da Semana. 

O edital para inscrição de trabalhos na Mostra Cientifica está aberto. Poderão apresentar trabalhos estudantes de graduação, pós-graduação e pesquisadores vinculados à instituição de ensino no país. As inscrições serão aceitas até 30 de Setembro. 
 
O objetivo da mostra é difundir a diversidade da produção científica de todos os cantos do país em uma mostra que contemple trabalhos relacionados ao fomento da inovação científica, social, artística e cultural.
 
Fique atento às datas: 
 
01 de outubro de 2012 – Divulgação da aprovação
08 de outubro de 2012 – Data limite para envio do documento de apresentação do trabalho
12 de outubro de 2012 – Divulgação da programação final
 
Os trabalhos deverão relacionar-se a um dos eixos:
 
1) Inovação de processos e/ou produtos;
2) Políticas e ações de fomento à inovação;
3) Experiências exitosas em inovação;
4) Inovação: conceito e crítica nas ciências humanas;
5) Experiências e propostas em divulgação científica;
6) Inovação e desenvolvimento sustentável
7) Inovação: conceito, crítica e processos de criação em arte e linguagem.
 
 
 
A diretoria executiva da Associação Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se reuniram na última quarta-feira (19) em Brasília para discutir sobre o cumprimento da lei que regulamenta o sistema de cotas sociais e raciais como critério de ingresso nas Universidades Federais. O outro tema que entrou em pauta foi o valor do orçamento para 2013 enviado ao Congresso.
 
Os reitores apresentaram ao ministro preocupação com o cumprimento da lei, uma vez que ela determina que a reserva de 50% das vagas das universidades seja para estudantes de escolas públicas ainda no processo seletivo deste ano. Para o presidente da Andifes, Carlos Maneschy, é necessária uma regulamentação do governo federal para evitar problemas jurídicos na implantação da nova regra, uma vez que a consulta formulada pela Andifes às universidades federais identificou uma diversidade muito grande de interpretações e de realidades sobre as quais a lei terá de ser aplicada.
 
"O ministro Aloizio Mercadante nos informou que está sendo formulado um decreto de regulamentação que dará suporte às universidades na aplicação da lei. Esse documento trará informações uniformes sobre como as universidades devem exigir a comprovação de renda familiar e também, qual o certificado que os alunos precisam apresentar para comprovarem que estudaram em escola pública dentro do período mínimo exigido", explicou Carlos Maneschy.
 
Sobre a aplicação da lei ainda no processo seletivo deste ano, o presidente da Andifes disse que o ministro repassou o entendimento afirmado pelo governo federal do percentual para cotistas já entrar em vigor nos editais de 2012. "Esse é um ponto bastante questionado pelas universidades que já lançaram o edital antes da sanção da lei, agora cada instituição terá que avaliar juridicamente quais medidas serão adotadas", afirmou Maneschy.
 
Outro aspecto discutido foi a importância de preparar as universidades para prover também assistência acadêmica àqueles alunos que ingressam sem o conteúdo necessário para acompanhamento e desenvolvimento das exigências universitárias. Segundo o presidente da Andifes, o desafio imposto às universidades é aumentar a inclusão sem descuidar do mérito acadêmico característico destas instituições. O ministro afirmou ser parceiro na busca de soluções para esse problema.
 
Verba 
 
O segundo ponto debatido com o ministro da Educação foi a insatisfação por parte dos dirigentes das universidades federais com o orçamento de 2013. Os reitores sinalizaram, mais uma vez, para Aloizio Mercadante que há preocupação com o aumento insatisfatório nos recursos de investimento, custeio e assistência estudantil, que ficaram distantes da realidade necessária para o funcionamento das universidades.
 
No tema orçamento ainda foi destacada pelos reitores a preocupação com a verba do PNAES, que atualmente já não atende às necessidades dos alunos. O presidente da Andifes lembrou ao ministro que com a lei de cotas esse número de discentes deve aumentar já no próximo ano, tornando necessário um reajuste maior. "O ministro Mercadante solicitou que discutíssemos o assunto e elaborássemos um projeto para levarmos diretamente à presidente Dilma Rousseff no encontro que teremos nos próximos meses", finalizou Carlos Maneschy.


Fonte: Ascom da Andifes
 

Um dia triste para todas as pessoas que se colocam no campo da revolução social, faleceu, nesta quinta-feira (20) o teórico marxista Carlos Nelson Coutinho. Sempre pontuando debates controversos dentro do campo, nunca deixou de ter a admiração de grande parte de seus questionadores.

 
Livre-docente da UFRJ, Coutinho tornou-se reconhecido internacionalmente como um dos maiores especialistas no pensamento do filósofo húngaro György Lukács e do italiano Antonio Gramsci. 
 
Além de responsável pela coordenação e edição da obra de Gramsci no Brasil, Carlos Nelson Coutinho, que nasceu em Itabuna (BA), publicou livros fundamentais para os estudos de teoria política no país, como Gramsci, um Estudo sobre seu Pensamento Político e A Democracia como Valor Universal, entre outros.
 
Professor titular de Teoria Política na Escola de Serviço Social (ESS−UFRJ), formou-se em filosofia na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e se dedicou à crítica cultural nos anos 60 e 70, concentrando sua atenção na filosofia política e articulando sua reflexão teórica com a prática militante.
 
Coutinho, que também foi diretor-geral da Editora UFRJ entre 2003 e 2011, era arguto analista da conjuntura política, como mostra a entrevista exclusiva, e ainda atual, que concedeu ao Jornal da UFRJ, em 2005.
 
O corpo de Carlos Nelson Coutinho será velado nesta quinta-feira (20) no átrio do Palácio Universitário, no Campus da Praia Vermelha, e cremado amanhã de manhã (21), no cemitério do Caju.
 
Fonte: UFRJ
 
A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) inaugura, nesta quinta-feira (20), um núcleo da Rede Universitária de Telemedicina (Rute) na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), às 10h (9h no horário local). O espaço conta com uma sala de videoconferência com equipamentos para conexão em banda larga que permitem assistência remota a pacientes e atividades de educação a distância e pesquisa colaborativa. Formada por 158 instituições, a Rute é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) coordenada pela RNP.
 
Segundo o coordenador da Rute, Luiz Ary Messina, o fomento a essas ações possibilita o desenvolvimento da atenção à saúde no país. "Com a interação de grupos de interesse, os especialistas discutem novas metodologias de tratamento e passam dados para os residentes. Já a educação a distância promove homogeneidade da formação na área médica em lugares remotos do país. Possibilita também a assistência de especialistas de grandes centros, especialmente nos hospitais de ensino, que geralmente não são acessíveis para a população em localidades distantes. Dessa forma, estamos na linha de frente nessa atuação no mundo e, por isso, temos recebido o reconhecimento mundial da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS)", afirma Messina.
 
Na UNIR o projeto vai impactar diretamente cerca de 150 médicos e 300 alunos e ex-alunos. "Para um Estado como o nosso, que tem uma comunidade médica que carece de conhecimento, o lançamento desse projeto será um divisor de águas para saúde, com resultados imediatos e também de longo prazo", afirma coordenador local do núcleo, professor José Serbino. A ideia é que a universidade possibilite aos alunos acesso ao que há de melhor na área acadêmica e que também sirva como uma multiplicadora de conhecimento para todo o estado. A UNIR pretende atrair ainda a comunidade médica de fora da universidade para o projeto e firmar parcerias e convênios com todos os municípios de Rondônia, para levar saúde para lugares remotos.
 
Com a inauguração do núcleo da UNIR, a Rute passará a ter 58 núcleos em operação em todo o Brasil. A iniciativa é considerada a maior do mundo. Existem ainda 50 SIGs (Grupos de Interesse Especial, na sigla em inglês) em várias especialidades e sub-especialidades da saúde em plena operação com 600 sessões/ano de vídeo e webconferências.
 
RNP
 
A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) é uma Organização Social (OS), associada ao ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável pelo Programa Interministerial RNP, que conta com a participação do Ministério da Educação (MEC), da Saúde (MS) e da Cultura (MinC). Pioneira no acesso à Internet no Brasil, a RNP planeja e mantém a rede Ipê, a rede óptica nacional acadêmica de alto desempenho. Com Pontos de Presença em 27 unidades da federação, a rede tem mais de 800 instituições conectadas. São aproximadamente 3,5 milhões de usuários usufruindo de uma infraestrutura de redes avançadas para comunicação, computação e experimentação, que contribui para a integração entre o sistema de Ciência e Tecnologia, Educação Superior, Saúde e Cultura.
 
Fonte:  Comunicação da RNP
 

Até o dia 24/9, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) recebe inscrições para seu edital do Programa Nacional do Apoio à Pesquisa (PNAP), que oferece 25 bolsas-auxílio de pesquisa em sete categorias, representando um investimento total de R$ 516 mil.

Criada há 8 anos, a iniciativa tem por objetivo incentivar trabalhos acadêmicos que se utilizem do acervo da FBN como principal fonte de pesquisa. Podem se escrever pesquisadores de qualquer nível do ensino superior – de graduandos a doutorados. O programa engloba as áreas de Biblioteconomia e Ciências da Informação, Ciências Sociais, Comunicação, Educação, História e Letras.
 
Os valores das bolsas variam de acordo com o nível de formação de cada pesquisador – graduandos em iniciação científica serão financiados com R$6 mil; mestrandos receberão R$20.400; incentivos de R$22.800 serão destinados a pesquisadores mestres; e doutorandos e doutores serão contemplados, respectivamente, com R$26.400 e R$30 mil.  Esses valores correspondem ao valor total de cada uma das bolsas, que duram um ano.
 
Além disso, duas vagas serão destinadas a pesquisadores estrangeiros que estejam fazendo mestrado e doutorado. Nesses casos, as bolsas têm duração de seis meses e valores totais de R$ 20.400 e R$ 26.400, respectivamente.
 
Serão avaliadas a consistência, base teórica, metodologia e planejamento dos projetos de pesquisa inscritos, que deverão ter relação, em qualquer enfoque disciplinar, com o estudo da formação da cultura letrada no Brasil.
 
Acesse o edital aqui
 
Fonte: Revista Cult
Um grupo de reitores de universidades do Norte do País pretende finalizar até novembro uma proposta de ampliação no número de pesquisadores na Amazônia. Por meio de bolsas acadêmicas, espera-se que em uma década 10 mil novos acadêmicos se fixem na região – atualmente, seriam cerca de três mil.
 
Um esboço da proposta foi apresentado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) no fim de agosto, em audiência no Senado. Um plano inicial prevê para os próximos dez anos investimentos de R$ 1,7 bilhão no total, com bolsas de R$ 3 mil mensais pagas durante os primeiros cinco anos de contrato com uma instituição acadêmica ou de pesquisa na região.
 
O programa de desenvolvimento da capacidade de pesquisa e de formação em pós-graduação deve ser estendido a todas as universidades federais dos estados amazônicos. Segundo Carlos Maneschy, reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), a ideia é que o projeto esteja pronto até o próximo encontro do Fórum de Reitores das Universidades da Região Norte, em novembro, no Amapá. "Os senadores receberam com bons olhos, assim como o Ministério de Ciência e Tecnologia. Mas o projeto ainda precisa ser discutido", afirma.
 
A assessoria do ministério confirma que houve uma aceitação inicial após a audiência realizada no Senado, mas afirma que ainda não há nenhuma ação concreta e que só vai avaliar a questão quando receber a proposta de maneira oficial.
 
Ennio Candotti, diretor do Museu da Amazônia e vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), afirma que mesmo os três mil pesquisadores não apresentam graduação suficiente para uma pesquisa de qualidade. "Desses três mil, diria que cerca de dois mil são jovens que estão se iniciando na área de pesquisa", afirma Candotti. "Há muito poucos laboratórios de excelência na região."
 
Segundo ele, seriam apenas dez os pesquisadores da categoria 1 no nível 1A – classificação máxima concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicos (CNPq).
 
Insuficiente 
 
Um dos principais argumentos usados pelos reitores é um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), de 2007, que mostrou que quase 70% dos trabalhos publicados nas principais revistas científicas do mundo eram produzidos por pesquisadores que não viviam nos estados amazônicos.
 
Para Adalberto Luis Val, diretor do Inpa, o fornecimento de bolsas não resolve o problema. "Não adianta usar instrumentos frágeis de fixação de recursos humanos como são as bolsas", diz Val. "Faltam concursos para a contratação definitiva, pois sem esse sistema a gente fica numa situação frágil. São poucas instituições na área e os recursos destinados pelo MCTI são escassos."
 
Fonte: O Estado de São Paulo