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Em 21 de maio de 2010 a Associação de Pós-Graduandos da Universidade de São Paulo emitiu uma pública sobre as recentes declarações do reitor da Universidade, prof. João Grandino Rodas, acerca da greve dos funcionários.

O intuito do lançamento da nota, segundo a APG, é denunciar o clima de medo que o reitor tenta instaurar na Universidade, com comentários que vão no sentido de criminalizar os movimentos sociais e acirramento das tensões entre o movimento grevista e a administração superior.

A greve

Os funcionários da Universidade de São Paulo (USP) estão em greve por tempo indeterminado desde o dia 5 de abril.

Estão prejudicados os serviços nas bibliotecas, nos quatro refeitórios e nos laboratórios onde ocorrem as aulas práticas. As duas linhas de ônibus internas também foram atingidas, além do atendimento nos museus.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Sintusp), a categoria reivindica reposição de 16% e incorporação de R$ 200,00 ao salário-base. Os grevistas também querem a extensão, para todos os servidores das universidades estaduais paulistas, do reajuste de 6% retroativo a fevereiro concedido aos professores no início de março.

Entrevista do reitor à rádio Bandeirantes no dia 08 de maio

No dia 8 de maio, o reitor João Grandino Rodas concedeu entrevista à Rádio Bandeirantes, em que falou sobre a greve na Universidade, o uso e a segurança do campus, entre outros assuntos.

Clique aqui para ouvir a entrevista.

 

 

 

 

 








Leia a nota da APG na íntegra:

 

Nota da Coordenadoria da Associação dos Pós-Graduandos da USP/Capital (21 de maio de 2010)

(Favor divulgar amplamente)

Preocupada com a preservação do respeito mútuo entre a Reitoria da USP e as entidades representativas de professores, funcionários e estudantes, a APG-Capital vem a público enfatizar a necessidade de um efetivo e respeitoso diálogo no seio da comunidade universitária, tendo em vista que as últimas declarações do reitor da USP à imprensa só têm contribuído para agravar as tensões, tão prejudiciais às atividades de pesquisa dos pós-graduandos.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, em 8 de maio, o Reitor João G. Rodas afirmou haver “mercenários dentro da USP, de alta estatura e envergadura, amedrontando fisicamente as pessoas”. Depois, acrescentou: “o pessoal do sindicato, isso é comprovável, não são só eles, existem pessoas contratadas por eles às dezenas, que fazem, por assim dizer, grande parte do serviço sujo”. Dada a gravidade dessas e outras acusações, faz-se necessária a devida apresentação de provas, até então desconhecidas.

Durante a entrevista, os dois radialistas e o Reitor da USP passaram a nomear os funcionários em greve como “invasores” e “pessoas inescrupulosas”, responsáveis por “jogar o nome da USP no lixo”. Consideramos lamentável que o Reitor da USP tenha investido todo o seu poder e responsabilidade em uma estratégia de desqualificação de seus opositores políticos, como já havia feito em artigo publicado na Folha de S. Paulo e em entrevista ao programa Provocações.

Na Rádio, o Reitor, mais uma vez, resolveu criminalizar os opositores e se reportar, genericamente, à “sociedade”: “peço que a sociedade verifique, mande ver, porque realmente nós estamos fazendo da Universidade de São Paulo os morros do Rio de Janeiro, guetos, e com o tempo, ficarão absolutamente impraticáveis, se é que já não estão”. A preconceituosa associação entre o crime e os morros do Rio de Janeiro, analisada e posta em questão há anos por diversas pesquisas de Ciências Humanas, torna-se ainda mais grave quando utilizada pelo Reitor da maior universidade do país com o intuito de questionar o legítimo direito de greve dos funcionários.

Chamamos a atenção para os graves efeitos de uma declaração de tal teor, emanada do mais alto cargo da Universidade. Além do já exposto, o Reitor da USP investiu, ainda, na instauração de um clima de medo, absolutamente estranho ao cotidiano da comunidade universitária, ao afirmar que a USP é “uma terra de ninguém” ou sugerindo até mesmo a instalação de uma placa na entrada da Universidade com os dizeres: “entre por sua conta e risco”.

Manifestamos o nosso repúdio à criação de um clima artificial de medo e insegurança, criado justamente pelo autor do parecer que autorizou a entrada da PM no campus. Desde que a Força Tática da Polícia Militar deixou a Universidade em 2009, após lançar bombas de gás sobre chefes de departamento, professores e alunos (grevistas e não grevistas), cessou-se, entre nós, qualquer motivo para insegurança.

Espera-se do Reitor da USP o cumprimento de suas responsabilidades como gestor público. Isto implica em uma posição ativa nas reuniões de negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis, contribuindo para a sinalização de um meio termo capaz de dar fim à greve e permitir a reabertura das bibliotecas, dos restaurantes e dos demais serviços essenciais à pesquisa e ao ensino. O silêncio absoluto do Reitor da USP na última reunião de negociação, no dia 18 de maio, contrasta com a disposição manifestada em suas recentes declarações à imprensa.

Receosos de que a curta “era do diálogo” seja substituída por uma “era do medo”, a APG-Capital reafirma sua convicção de que a única saída existente para os conflitos no seio da comunidade universitária é a efetiva negociação e o efetivo respeito às diversas entidades representativas de funcionários, professores e estudantes.

 

Da redação com informações da APG USP-Capital, Sintusp e Sala de Imprensa da USP.

 







Financiamentos são assinados em evento realizado pela Fieg em parceria com a Comissão Pró-Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, da Câmara Municipal, e com a UFG







Tamara Naiz, vice-presidente regional centro-oeste da ANPG,Luis Fernandes, presidente da FINEP e Gledson Rocha,presidente do DCE do IF goiano.

Por meio de três convênios, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) irá investir R$ 24,5 milhões em projetos de pesquisa científica e de inovação tecnológica dentro de universidades e empresas goianas. A assinatura dos acordos ocorreu nesta quarta-feira, dia 9, durante evento realizado na sede da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), realizado em parceria com a Comissão Pró-Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, da Câmara Municipal, e com a Universidade Federal de Goiás (UFG).

O aporte financeiro às empresas será oferecido pelo edital do Programa de Subvenção à Pesquisa em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte no Norte, Nordeste e Centro-Oeste (PAPPE Integração). Ao todo, serão destinados R$ 11 milhões para Goiás, sendo que cada empresa pode captar até R$ 400 mil, na forma de subvenção. Dessa forma, fica dispensado o reembolso do financiamento. O governo estadual ainda oferecerá uma contrapartida de R$ 5,5 milhões, que amplia os investimentos para o total de R$ 16,5 milhões.

A estruturação do projeto Laboratórios Multiusuários do Centro Tecnológico do Estado de Goiás receberá outros R$ 7,5 milhões. Os recursos serão destinados à criação das estruturas de pesquisa. No laboratório serão realizadas análises, modelagem e simulação de alto desempenho em atividades de agronegócio. O projeto será desenvolvido em parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa de Goiás (Fapeg), a UFG e a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Sectec). O governo estadual também oferecerá contrapartida de R$ 4,5 milhões. Já um projeto para desenvolvimento de tecnologias para o biodiesel a partir de microalgas será contemplado com R$ 4,7 milhões. O projeto foi proposto pela Fapeg e pela UFG.

Dependência

A assinatura dos convênios precedeu uma palestra proferida pelo presidente da Finep, Luis Fernandes. Na ocasião, o professor afirmou que sem desenvolvimento tecnológico o Brasil se coloca no papel de colônia em relação ao mercado mundial. “Somente exportar produtos primários nos torna dependentes e subalternos. Temos de agregar valor”, disse.  

Para o presidente da Finep, o empresariado ainda precisa se conscientizar mais acerca da necessidade de se investir em inovação tecnológica para ter produtos competitivos. “O poder público tem de criar instrumentos para induzir este processo. Eventos como este são fundamentais e este é um desafio nacional”, ressaltou.

Fernandes ainda destacou que estado tem cumprido seu papel de financiar ações dirigidas, e citou casos de sucesso, como das pesquisas do pré-sal, do etanol e do biodiesel. “Temos que criar canais de cooperação e colocar os pesquisadores científicos para dialogar com as atividades empresariais”. 

Desenvolvimento

O vereador Fábio Tokarski (PCdoB), presidente da Comissão Pró-Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, afirmou a necessidade de se criar um projeto estratégico de desenvolvimento para Goiás que pense o estado para os próximos 15 anos, elaborado com a participação dos diferentes setores da sociedade. “Temos de ter capacidade de potencializar convergências, para que as cadeias produtivas se realizem na sua plenitude”, disse.

O presidente da Fieg, Paulo Afonso Ferreira, cobrou mais integração entre as universidades e as empresas, para transformar conhecimento em produtos. O reitor da UFG, Edward Madureira concordou e propôs construir uma nova relação, que trará benefícios para a sociedade.

Também participaram do evento o presidente da Fapeg, Leonardo Guedes, o presidente da Comunidade Tecnológica de Goiás (Comtec), Relly Rangel, o presidente do Sindicato das Empresas de Informática e Similares do Estado de Goiás (Sindinformatica), Ricardo Vaz, o presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Alberto Borges, a diretora da ANPG, Tâmara Naiz,  os vereadores Tatiana Lemos, Daniel Vilela, Agenor Mariano e Anselmo Pereira.

 

Fonte: Alfredo Mergulhão, Assessoria de Imprensa do vereador Fábio Tokarski.

 

Na madrugada desta quinta-feira, 10 de junho, o Senado Federal aprovou (por 38 votos favoráveis, 31 votos contrários e uma abstenção) não só a criação do Fundo Social do Pré-Sal, mas também a emenda da União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e Associação Nacional de Pós Graduandos (ANPG) que prevê a destinação de 50% das verbas do Fundo Social do Pré-Sal para Educação.

A vitória histórica dos estudantes foi fruto de ampla mobilização das entidades estudantis: debates,passeatas, atos políticos, pressão corpo a corpo em Brasília. Até guerrilha virtual nas redes sociais fez parte das ações. Milhares de mensagens foram enviadas para todos os senadores via twitter, o que provocou o compromisso público de muitos deles com a votação favorável à emenda.

As entidades criticaram veementemente por meio de nota oficial o primeiro relatório divulgado na terça-feira (8/6), que descaracterizava o objetivo do Fundo Social ao propor que os recursos deveriam ser destinados a diversas áreas, sem dizer claramente qual deveria ser a prioridade. 

Educação, ciência e tecnologia

Para Elisangela Lizardo, presidente da ANPG "A conquista de 50% do Pré-Sal pra Educação é motivo de muita comemoração para a ANPG. Há muito estamos construindo essa campanha em conjunto com a UNE e a UBES. É hora do Brasil pagar de uma vez por todas, a dívida histórica com a Educação. A expectativa agora é pra que haja investimentos em Conhecimento Científico, através do aumento de bolsas de Iniciação Científica, por exemplo. Popularizar a ciência no Brasil é necessário! A batalha das entidades estudantis continua."

A possibilidade de conferir qualidade ao ensino básico, hoje universalizado, e a ampliação de vagas e infraestrutura nas universidades públicas são bandeiras históricas e muito caras ao Movimento Estudantil em geral. A emenda aprovada prevê, ainda, que da verba destinada para a educação, 80% serão destinados ao Ensino Básico. A medida é considerada positiva, entretanto investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação também fazem parte da reivindicação na defesa do tripé universitário: Ensino, Pesquisa e Extensão.

"Essa é uma vitória obtida pelas entidades estudantis, um marco histórico nas conquistas sociais. Cabe salientar, entretanto, para inclusive fomentar o debate, que a produção norteia a demanda educacional e não o oposto. É fundamental que haja investimentos em infra-estrutura que proporcionem o cresimento do país e em ciência, tecnologia e inovação, para que esta produção cresça também em valor agregado. "declarou Vasco Rodrigo, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da ANPG. 

Sem descanso

A próxima batalha agora é na Câmara dos Deputados. E as entidades prometem não descansar.

Augusto Chagas, presidente da UNE, esteve presente durante toda a votação em Brasília: “Fiz questão de ficar até o último minuto da votação. Conversei com cada parlamentar. Mostrei a importância da nossa emenda para o futuro da nação. Fiquei realmente muito emocionado quando conseguimos a aprovação. É o sonho geracional de transformação do país. Vamos garantir para os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos e toda uma geração de brasileiros e brasileiras um futuro promissor, com uma educação pública, gratuita e de qualidade”, disse. "Agora, vamos lutar da mesma forma e com muito mais mobilização em cada canto do Brasil pela promulgação da emenda".

 

Da redação, com informações do Estudantenet.

 

 

 

Matéria originalmente publicada pela Agência Senado

www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx 

Senado aprova criação do Fundo Social do Pré-sal, regime de partilha e distribuição dos ‘royalties’ a todos os estados

 

Após mais de 11 horas de discussão, o Plenário aprovou, no início da madrugada desta quinta-feira (10), o substitutivo do senador Romero Jucá (PMDB-RR) ao projeto de lei do Executivo que cria o Fundo Social do Pré-Sal (PLC 7/10). A matéria – que recebeu 38 votos favoráveis, 31 contrários e uma abstenção – retornará para analise da Câmara, uma vez que o texto aprovado também define que o regime de partilha será o modelo adotado na exploração do petróleo da camada pré-sal, que se estende no subsolo marinho que vai do litoral de Santa Catarina ao Espírito Santo.

Os parlamentares também aprovaram emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que distribui os royalties do petróleo entre todos os estados e municípios, estabelecendo que a União compensará os estados produtores – Rio de Janeiro e Espírito Santo – pela perda de recursos. A emenda de Simon foi aprovada por 41 votos favoráveis e 28 contrários. O relator da matéria e líder do governo, Romero Jucá, afirmou, durante o debate do projeto, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá vetar essa determinação.

Também foi aprovada emenda resultante de acordo entre os senadores destinando 50% dos recursos do Fundo Social para a educação pública superior e básica. A emenda determina ainda que, do total, 80% dos recursos precisam ser aplicados na educação básica.

Partilha

O regime de partilha é previsto no PLC 16/10, que se encontra em tramitação no Senado, mas Jucá preferiu incorporá-lo ao seu substitutivo ao PLC 07/10. O senador considera que o Fundo Social é parte integrante do regime de partilha, pois a maior parte de seus recursos virá da receita da comercialização do óleo pertencente à União.

Jucá avaliou ainda que o momento atual não seria propício para discutir alterações na legislação em vigor, já que o PLC 16/10, aprovado pela Câmara, aumenta de 10% para 15% a alíquota dos royalties – compensação financeira devida a estados, municípios e Distrito Federal, bem como a órgãos da administração direta da União, em função da produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de partilha de produção, nos termos do parágrafo 1º do artigo 20 da Constituição.

O PLC 16/10 também altera a distribuição dos royalties entre os entes federativos, destitui o tratamento especial conferido a estados e municípios produtores e extingue a participação especial, que vem a ser um adicional que as empresas devem pagar quando a produção de petróleo atinge volume acima do esperado nos campos sob concessão.

Pelo regime de partilha previsto pelo Executivo e mantido no substitutivo de Jucá, o petróleo extraído passa a ser da União, depois de deduzidas as parcelas da empresa contratada referentes ao custo e participação no óleo excedente. O regime de partilha é adotado por países produtores como Síria, Omã, Nigéria, Indonésia, Angola, Egito, Índia e China, assinala Jucá em seu relatório.

Fundo

O Fundo Social é um mecanismo de natureza contábil e financeira, vinculado à Presidência da República, com a finalidade de constituir fonte de recursos para o desenvolvimento social e regional, na forma de programas e projetos nas áreas de combate à pobreza e de desenvolvimento da educação, da cultura, da saúde pública, da previdência, da ciência e tecnologia, do meio ambiente e de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Os projetos e programas do Fundo Social observarão o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e as respectivas dotações consignadas na Lei Orçamentária Anual (LOA).

Entre os objetivos do Fundo Social está o de constituir poupança pública de longo prazo com base nas receitas auferidas pela União; oferecer fonte regular de recursos para o desenvolvimento social e regional; e mitigar as flutuações de renda e de preços na economia nacional, decorrentes das variações na renda gerada pelas atividades de produção e exploração de petróleo e de outros recursos não renováveis. É vedado ao Fundo Social conceder garantias, de forma direta ou indireta.

O Fundo Social terá como recursos a parcela do valor do bônus de assinatura que lhe for destinada pelos contratos de partilha de produção; a parcela dos royalties que cabe à União, deduzidas aquelas destinadas aos seus órgãos específicos; a receita advinda da comercialização de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos da União, conforme definido em lei; os royalties e a participação especial dos blocos do pré-sal já licitados destinados à administração direta da União; os resultados de aplicações financeiras sobre suas disponibilidades; e outros recursos destinados por lei ao fundo.

A política de investimentos do Fundo Social será definida pelo Comitê de Gestão Financeira (CGFFS), que terá sua composição e funcionamento estabelecidos pelo Poder Executivo, assegurada a participação do ministro da Fazenda; do ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e do presidente do Banco Central. Aos membros do comitê não caberá qualquer tipo de remuneração pelo desempenho de suas funções. As despesas relativas à operacionalização do comitê serão custeadas pelo próprio fundo.

Partilha

O substitutivo estabelece que a exploração e a produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos na área do pré-sal e em áreas estratégicas serão contratadas pela União no regime de partilha de produção.

A Petrobras será a operadora de todos os blocos contratados sob o regime de partilha, sendo-lhe assegurada participação mínima de 30% em caso de consórcio, que deverá ser constituído com estatal a ser criada quando a petrolífera for contratada diretamente ou no caso de ser vencedora isolada de licitação.

A União não assumirá os riscos das atividades de exploração, avaliação, desenvolvimento e produção decorrentes dos contratos de partilha. Os custos e os investimentos necessários à execução do contrato serão integralmente suportados pelo contratado – a Petrobras ou, quando for o caso, o consórcio por ela constituído com o vencedor da licitação.

A União, por intermédio de fundo específico, poderá participar dos investimentos nas atividades de exploração, avaliação, desenvolvimento e produção na área do pré-sal e em áreas estratégicas, caso em que assumirá os riscos correspondentes a sua participação, nos termos do respectivo contrato.

Previamente à contratação sob o regime de partilha de produção, o Ministério de Minas e Energia (MME), diretamente ou por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), poderá promover a avaliação do potencial das áreas do pré-sal e das áreas estratégicas. A Petrobras poderá ser contratada diretamente para realizar estudos exploratórios necessários à avaliação das áreas a serem exploradas.

A União, por intermédio do Ministério de Minas e Energia, celebrará os contratos de partilha de produção diretamente com a Petrobras, dispensada a licitação, ou mediante licitação na modalidade leilão. A gestão dos contratos caberá a empresa pública a ser criada com este propósito, que não assumirá os riscos e não responderá pelos custos e investimentos referentes às atividades de exploração, avaliação, desenvolvimento, produção e desativação das instalações de exploração e produção decorrentes dos contratos de partilha.

Contratação

O ritmo de contratação dos blocos sob o regime de partilha, observando-se a política energética, o desenvolvimento e a capacidade da indústria nacional para o fornecimento de bens e serviços, será proposto ao presidente da República pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão de assessoramento do Ministério de Minas e Energia.

O CNPE também irá propor os blocos que serão destinados à contratação direta com a Petrobras sob o regime de partilha; os blocos que serão objeto de leilão; os parâmetros técnicos e econômicos dos contratos; a delimitação de outras regiões a serem classificadas como áreas do pré-sal e as que serão definidas como estratégicas; a política de comercialização do petróleo destinado à União nos contratos de partilha, assim como a política de comercialização do gás natural, observada a prioridade de abastecimento do mercado nacional.

Ao Ministério de Minas e Energia caberá planejar o aproveitamento do petróleo e do gás natural, além de propor ao CNPE, ouvida a ANP, a definição dos blocos que serão objeto de concessão ou de partilha de produção.

Também caberá ao Ministério de Minas e Energia propor ao CNPE os critérios para definição do excedente em óleo da União; o percentual mínimo do excedente em óleo da União; a participação mínima da Petrobras no consórcio, que não poderá ser inferior a 30%; os critérios e os percentuais máximos da produção anual destinados ao pagamento do custo em óleo e do volume da produção correspondente aos royalties devidos; o conteúdo local mínimo e outros critérios relacionados ao desenvolvimento da indústria nacional; e o valor do bônus de assinatura, bem como a parcela a ser destinada à empresa pública a ser criada para gerir os contratos.

O Ministério de Minas e Energia também deverá estabelecer as diretrizes a serem observadas pela ANP para promoção da licitação na modalidade leilão, bem como para a elaboração das minutas dos editais e dos contratos de partilha de produção. E ainda aprovar as minutas dos editais de licitação e dos contratos de partilha elaborados pela ANP.

À ANP caberá promover estudos técnicos para subsidiar o Ministério de Minas e Energia na delimitação dos blocos que serão objeto de contrato de partilha; elaborar e submeter à aprovação do ministério as minutas dos contratos e dos editais, no caso de licitação; promover as licitações na modalidade leilão; fazer cumprir as melhores práticas da indústria do petróleo; analisar e aprovar os planos de exploração, de avaliação e de desenvolvimento da produção, bem como os programas anuais de trabalho e de produção relativos aos contratos de partilha, além de regular e fiscalizar as atividades realizadas sob esse regime.

Paulo Sérgio Vasco e Silvia Gomide / Agência Senado

 Aprovado projeto que capitaliza a Petrobras para exploração do pré-sal

 Emenda de Simon destina mais da metade dos royalties a estados e municípios

NOTA OFICIAL

A União Nacional dos Estudantes (UNE) fará nesta quarta-feira, 9 de junho, uma “Blitz” no Congresso Nacional. O objetivo é cobrar dos parlamentares a votação e aprovação dos projetos que tratam do Pré-Sal. A UNE defende que seja aprovada uma nova legislação para tratar sobre o tema no país, por considerar que as descobertas do Pré-sal ampliam as possibilidades brasileiras na extração de petróleo e que os interesses nacionais devem ser garantidos.

Na opinião da UNE, é fundamental discutir com toda a sociedade de que forma o país aplicará estes recursos. Por isso, diretores da entidade estão em Brasília com a finalidade de pressionar os senadores para que acatem a emenda nº 5, apresentada ao PLC 07/10. A “emenda da UNE” defende que 50% dos recursos deste Fundo sejam destinados exclusivamente ao financiamento da educação, área considerada pela entidade como estratégica para o desenvolvimento do país.

Críticas
Para a UNE, a nova redação dada ao projeto pelo senador Romero Jucá nesta terça-feira (8) deixou a desejar. A entidade critica veementemente o relatório do senador, que descaracteriza o objetivo do Fundo Social ao propor que os recursos sejam destinados a diversas áreas, sem dizer claramente qual a prioridade.
 
“Manter a redação como está será a derrota da proposta do fundo. Um fundo que se dispõe a resolver todos os problemas, sem deixar claro qual a prioridade, não resolverá nenhum. Reivindicamos um fundo social de verdade!”, afirma o presidente da UNE, Augusto Chagas begin_of_the_skype_highlighting     end_of_the_skype_highlighting.
 
Não bastasse o brusco corte que o Ministério da Educação sofreu na última semana, o relatório proposto decepciona os estudantes brasileiros ao não priorizar em seu conteúdo a educação como área de investimentos dos recursos provenientes do Fundo Social do Pré-sal. É a partir da educação de seu povo que uma nação se torna grande, soberana e respeitada internacionalmente.
 
“Guerrilha virtual” pelo twitter
A UNE também está convocando desde o início da terça-feira uma verdadeira “guerrilha virtual pelo Pré-sal”. As principais armas dos estudantes são as redes sociais, a exemplo do twitter, orkut, facebook e tantas outras hoje disponíveis na web.
 
A idéia é que toda juventude brasileira envie mensagens para as caixas de correio e “perfis” dos parlamentares defendendo que 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal sejam investidos na Educação. Na página oficial da entidade (www.une.org.br) os estudantes podem ter outras informações e assistir ao vídeo produzido para a campanha.
 
A campanha teve apenas nesta terça milhares de declarações de apoio e já ganhou a adesão de diversos senadores que responderam em seus twitters assumindo o compromisso público de votar a favor pela aprovação da emenda nº 5. Abaixo, alguns dos posts:
 
– Aloizio Mercadante PT-SP “Encaminharei a preferência do Fundo Social do pré-sal para a educação.”
– Inácio Arruda PCdoB-CE “Já apoio a proposta. Sou a favor. Pode contar!”
– Cristovan Buarque PDT-DF “Minha proposta é de investirmos 100% do Fundo Social na Educação.”
– Osmar Dias PDT-PR “O PDT tem como bandeira a educação. Desde 2009 defendo q esses recursos sejam aplicados em educação de qualidade.”
– Lucia Vânia PSDB-GO  “Conte com meu apoio incondicional.”
– Valadares PSB-SE “@_une na reunião que terei agora com o Min. Padilha, representante do governo, e outros senadores, vou defender a causa da UNE”
– Fátima Cleide PT-RO “No Senado, fazendo contatos para garantir a aprovação da Emenda dos 50% do Fundo Social para a Educação”
– Flexa Ribeiro PSDB-PA “Lutarei para q educação seja contemplada com recursos do fundo do pré-sal, @_ubes @akexe @DeSouzaFranly “
– Ideli Salvatti PT-SC “Os repres. da UNE estiveram aqui no Senado há um tempo reivindicando q os recursos do Pré-Sal sejam prioritariamente dest. à educação, @_une.”
 
Passeatas pelo Pré-sal
A luta em defesa dos 50% do Pré-sal para a educação já desencadeou três passeatas organizadas pelas entidades estudantis -UNE, UBES e ANPG- em Brasília. Em novembro do ano passado milhares de estudantes ocuparam a Esplanada do Ministério, cena repetida durante a tradicional jornada de lutas no mês de março de 2010 e durante a última mobilização dia 20 de maio. A campanha é organizada pelas três entidades e inclui ainda materiais como cartazes, cartilhas, além de adesivos, panfletos e camisas.

 

 

União Nacional dos Estudantes
09 de junho de 2010

Fonte: Estudantenet

ANPG participa de atividade que debate o papel da pós-graduação brasileira para a melhoria da qualidade de vida nas metrópoles.


Estudantes, pesquisadores e coordenadores de áreas e de cursos e programas de pós-graduação das instituições de ensino superior participam nesta quarta-feira e quinta-feira, 9 e 10 de junho, em Brasília,de atividade promovida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior(CAPES).
A abertura do seminário A pós-graduação e o desafio das metrópoles contou com a presença do presidente da Capes,Jorge Almeida Guimarães, do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Mota, e do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho.

 Durante a palestra “O Papel e Perspectivas da Pós-Graduação no Enfrentamento de Questões Nacionais”, Aragão salientou a importância da interação entre a Capes e o CNPq no sentido de trazer à pós-graduação e à universidade a responsabilidade em participar na elaboração de respostas as demandas societárias estabelecidas. Nesse sentido, colocou: “estou aqui para aprender sobre o desafio das metrópoles, uma vez que moro numa cidade muito querida não menos caótica, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”.

Segurança como tema primordial

 Alex Niche Teixeixa, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), destacou a necessidade de construção de uma agenda que trate do tema da segurança nas metrópoles dentro das universidades, nos âmbitos da docência, da pesquisa e da extensão. Reafirmou também a demanda por cursos de formação para profissionais da área de segurança, pois os profissionais atingidos por essa formação atuam na ponta da demanda.

Outro ponto levantado durante a Mesa Redonda ”Segurança nas Metrópoles” foi o fomento às pesquisas aplicadas sobre o tema: diagnósticos conjunturais; cartografias sociais; e a integração em redes nacionais de pesquisa como fundamentais para o avanço da pós-graduação na área.

 Segundo Vasco Rodrigo, diretor de C,T&I da ANPG presente na atividade, “sem dúvida a discussão do fenômeno das metrópoles é de vital importância para a nossa área. Os desafios do mundo moderno precisam de soluções ousadas e baseadas em sólido conhecimento científico”. 

 Com a participação de cerca de 120 pessoas da comunidade acadêmica, o evento vai até amanhã com apresentação de palestras e mesas redondas. Serão cinco temas desenvolvidos por pesquisadores da pós-graduação brasileira com atuação direta nas áreas de Segurança; Engenharia Urbana (saneamento e problemas ambientais); Mobilidade e Transportes; Gestão Metropolitana; e Ordenamento do Território (Habitação e Urbanismo), moderados pelos coordenadores de áreas da Capes envolvidas com as pesquisas apresentadas.

Confira aqui a programação completa.

 

Da redação, com a colaboração de Vasco Rodrigo e informações da Assessoria de Imprensa da Capes.




 O Núcleo de Estudos Estratégicos (Nest) da UFF promove no dia 10 de junho palestra com o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB–SP).

A atividade faz parte do ciclo de palestras Sociedade e Defesa que contou no dia 29 de abril, com palestra sobre o tema “Sociedade e Defesa Nacional: A Visão da Secretaria de Assuntos Estratégicos”, proferida pelo Dr. Luiz Alfredo Salomão, Secretário-Executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE).


Aldo falará na próxima quinta-feira sobre “A Visão do Congresso sobre a Defesa Nacional”, às 17h, no Campus do Gragoatá, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF), Bloco O, auditório do segundo andar, São Domingos, Niterói.

 

 

NEST

O Núcleo de Estudos Estratégicos (NEST) da Universidade Federal Fluminense (UFF) foi criado pela Norma de Serviço n.° 308/86 do Magnífico Reitor da UFF, com a finalidade de organizar e desenvolver os Estudos Estratégicos na UFF.

Nesse sentido, tem como principais objetivos a análise e a pesquisa nas áreas de Defesa, Segurança Internacional, Relações Internacionais e Estudos Estratégicos propriamente ditos.
Organizado como unidade autônoma, diretamente subordinada ao Reitor da UFF, coopera também com as atividades de ensino e pesquisa do Departamento de Ciência Política (www.uff.br/gcp) e seus Programas de Pós-Graduação (www.uff.br/pgcp e www.uff.br/ppgest).
A estrutura operacional e acadêmica do NEST é composta por um Conselho Diretor, que o administra, e um Conselho Acadêmico que serve como seu órgão consultor. Muitos de seus membros estão credenciados no Programa de Pós-Graduação (PPGCP), enquanto outros nele participam na qualidade de pesquisadores associados.

 

 

Da redação, com informações do NEST.

 







Academia Brasileira de Ciências debate o tema durante atividade no Rio de Janeiro

 "A mulher na ciência e o ensino baseado na investigação" é o tema da jornada de debates que acontece no dia 14 de junho, no Rio de Janeiro.

 

A atividade contará com a participação de professores da rede pública de ensino do Rio de Janeiro que participam do programa "ABC na Educação Científica" e será aberto ao público.

A abertura será feita pela ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Nacional de Políticas para a Mulher, seguida pela vencedora do Prêmio L’Oréal-Unesco 2009 para Mulheres na Ciência, a astrônoma Beatriz Barbuy, da Universidade de São Paulo (USP), representante da Academia Brasileira de Ciências no recém-formado Grupo de Trabalho Sobre Mulheres para Ciência da Rede Ianas (WFS-WG, na sigla em inglês).

As inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas no local do evento – no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, situado na Praça Marechal Âncora s/no (próximo a Praça XV), a partir das 8h30. Confira a programação.

Da redação, com informações do boletim Notícias da ABC.

 







Luis Fernandes, presidente da FINEP, participa de eventos na Fieg e na UFG, dia 9 de junho. Programação é voltada para financiamento de ciência, tecnologia e inovação em empresas privadas e instituições públicas

O fomento público à pesquisa, desenvolvimento e inovação de produtos e processos tecnológicos será tema de dois eventos na próxima quarta-feira, 9 de junho. Na ocasião, o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Luis Fernandes, fará uma conferência para o setor privado, na sede da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), e outra voltada aos pesquisadores de instituições públicas, na Universidade Federal de Goiás (UFG).

Na FIEG, o evento terá início às 10h. A palestra será destinada a empresários e pesquisadores da iniciativa privada que buscam aumentar a competitividade de seus produtos e serviços, voltados tanto para o mercado nacional quanto ao internacional. Durante a tarde, a programação visa atender os pesquisadores vinculados às universidades. 

A iniciativa das atividades é da FIEG, da UFG e da Câmara Municipal de Goiânia, por meio da Comissão Pró Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, através de iniciativa do vereador Fábio Tokarski (PCdoB). Também apóiam o evento a Puc-Goiás, a Universidade Estadual de Goiás (UEG), o Instituto Federal de Goiás (IFG), a Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG).

Nos dois eventos, Luis Fernandes abordará formas de fomento público à pesquisa científica, tecnologia e inovação em empresas, universidades e institutos tecnológicos públicos ou privados. Na UFG e na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (Puc-Goiás) a Finep já financiou dezenas de projetos aprovados em editais lançados pelo órgão, que é vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). 

 A ANPG marcará presença nas atividades. Tamara Naiz, vice presidente regional Centro Oeste da entidade levará as contribuições acerca do tema que vem sendo elaboradas principalmente na região do cerrado brasileiro.

A partir dos recursos captados, foi possível a construção de laboratórios, aquisição de equipamentos, contratação de estudantes para iniciação científica e a execução de pesquisas em Goiás. Os financiamentos da Finep também ajudaram a desenvolver o avião Tucano, da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), projetos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Petrobras.

Palestrante

O cientista político Luis Manuel Rebelo Fernandes é formado em Relações Internacionais na Universidade de Georgetown, nos EUA. Possui titulação de mestre e doutor em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj). É professor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da PUC-Rio e do Departamento de Ciência Política (GCP) da Universidade Federal Fluminense (UFF), além do Curso de Formação de Diplomatas do Instituto Rio Branco. Lecionou no Birbeck College em Londres e foi pesquisador-bolsista na London School of Economics (LSE). Antes de ser indicado para a presidência da Finep, ocupava o cargo de secretário executivo do MCT.

 

Da redação com informações do mandato do vereador Fábio Tokarski.

 







A Revista Brasileira de Pós-Graduação (RBPG) recebe, até o dia 31 de julho deste ano, colaborações sobre o Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Os textos serão compilados em uma edição especial em comemoração aos dez anos do Portal, uma das maiores bibliotecas virtuais do mundo.

Um dos objetivos da edição temática é a abertura de espaço para as pesquisas realizadas sobre o Portal de Periódicos por diferentes áreas do conhecimento. A Revista busca assim traçar os desafios da política brasileira de acesso à informação científica em meio digital para os próximos anos.

As propostas deverão ser encaminhadas conforme especificam as Normas para Colaboração da RBPG, para o e-mail [email protected].

Acesse aqui o edital.

Portal de Periódicos
Lançado em novembro de 2000,o Portal de Periódicos da Capes é considerado uma conquista da comunidade acadêmico-científica brasileira. Atende a um grupo de mais de 300 instituições, dentre instituições públicas e privadas de ensino superior, institutos de pesquisa e fundações estaduais de apoio à pesquisa. Oferece acesso gratuito a mais de 21.000 títulos de periódicos em texto completo, com o que de mais atual é produzido nos grandes centros de pesquisa do mundo.

Dada a relevância no cenário da pós-graduação brasileira, o Portal de Periódicos tem se consolidado como objeto de estudo, sendo investigado por pesquisadores e grupos de pesquisa de áreas como Ciência da informação, Ciências Sociais Aplicadas e Ciências da Computação, dente outras.

RBPG
Lançada em agosto de 2004, a revista é voltada à divulgação de estudos, experiências e debates sobre a pós-graduação, sua situação, desafios, políticas e programas. De periodicidade semestral, está estruturada em quatro seções: Estudos, Experiências, Debates e Documentos.

Com uma média de 8,5 mil a 10 mil acessos por trimestre, a revista firmou-se como um importante veículo para a disseminação de estudos e debates sobre a pós-graduação. A cada número, são tratados temas variados como características da formação pós-graduada em várias modalidades, política da pós-graduação, demandas da comunidade científica e ações das agências de fomento. A RBPG desempenha ainda o papel de instrumento privilegiado para o estudo de temas referentes à colaboração científica internacional.

A publicação é distribuída para todas as bibliotecas e vários centros de informação do país e do exterior, além de estar disponível na página da Capes.

 

Da redação, com informações da Assessoria de Comunicação da Capes.