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No sábado, a programação do II Encontro de Jovens Cientistas Negros e Negras da ANPG teve um de seus debates mais prestigiados, tratando sobre “O epistemicídio do pensamento negro”. Participaram da mesa, que foi mediada por Flávio Franco, secretário-geral da ANPG, o professor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Gabriel Nascimento; a mestranda da UFMG Dandara Tonantzin e Gabriel Gaspar, jornalista que fez mestrado sobre a história de Zumbi dos Palmares.

Flávio Franco, secretário-geral da ANPG , II Encontro de Jovens Cientistas Negros e Negras, O epistemicídio do pensamento negro

“Epistemicídio” é um conceito, elaborado pelo professor português Boaventura de Souza Santos, que trata da destruição de formas de conhecimento e culturas que não são assimiladas pela cultura do Ocidente branco.

Gabriel Nascimento – Professor, II Encontro de Jovens Cientistas Negros e Negras, O epistemicídio do pensamento negro

O professor Gabriel Nascimento apresentou uma crítica ao pensamento humanista, que hoje vive uma crise com a ascensão de governantes autoritários. Para ele, tal conceito separou a Humanidade: “o humanismo do Ocidente criou uns como humanos e outros como animais”.

Mas, ao falar da atual conjuntura, Gabriel disse que o momento atual exige a defesa até mesmo desse conceito, pois o fascismo volta a emergir. “A era do humanismo está acabando e quem acabou com ele não foi o negro. Quem acabou com o humanismo foram os fascistas neoliberais brancos, Donald Trump nos EUA, Jair Bolsonaro no Brasil, os partidos de extrema direita na Europa. Então, o humanismo está sendo terminado pelas mesmas mãos brancas que secularmente criaram os modelos de escravização e colonialismo no mundo inteiro”.

Gabriel Gaspar – Jornalista, II Encontro de Jovens Cientistas Negros e Negras, O epistemicídio do pensamento negro

O jornalista Gabriel Gaspar questionou se o heroísmo mítico criado entorno da figura de Zumbi não é uma forma de epistemicídio, já que este foi transformado em uma “espécie de Che Guevara negro”.

Para tanto, lembrou que o autor gaúcho Décio Freitas narra uma suposta infância cristã de Zumbi, que teria sido criado por um padre, representação da cultura do opressor, e depois retornaria para liderar os oprimidos. “Ao inserir Zumbi nesse padrão ocidental branco, não seria um marco de epistemicídio? Ainda que o objetivo dela seja criar um herói negro universal, que luta até as últimas consequências pela liberdade, isso continua sendo um epistemicídio?”, indagou.

Gaspar também problematizou se os marcos teóricos desenvolvidos na academia atualmente conseguem superar os conceitos liberais. “Será que os conceitos que temos desenvolvido academicamente estão à altura dos desafios contemporâneos? Lugar de fala, empoderamento, apropriação cultural, acho que esses conceitos não tem a consistência teórica necessária para ultrapassar a logica liberal da representatividade. Dependem de um limite teórico que é a propriedade privada”, analisou.

Dandara Tonantzin, II Encontro de Jovens Cientistas Negros e Negras, O epistemicídio do pensamento negro

Dandara Tonantzin abordou a experiência histórica dos negros na academia, que, a seu ver, tem os componentes da estigmatização e da exclusão, mas também da resistência e da superação. “É importante a gente entender o racismo institucional, as formas pelas quais opera para legitimar esse discurso que nos retira desse lugar de protagonismo”.

Para ela, há um ponto de contato entre o epistemicídio negro nas universidades e o desmonte de políticas públicas democratizantes do acesso e da permanência, pois existe uma forma não oficial, mas efetiva, de afastar os negros da academia em razão de um suposto perfil de “estudante ideal” associada a obstáculos econômicos que dificultam a popularização das universidades. “Pensar o epistemicídio é pensar para além da morte simbólica das nossas produções, mas pensar naquilo que está nos matando cotidianamente a ponto de nos fazer evadir da universidade, que não estamos conseguindo concluir nossos cursos porque estão, por exemplo, esvaziando o PNAES, o Plano Nacional de Assistência Estudantil, cortando bolsas”, avaliou.

Dando sequência aos encontros com representantes da comunidade científica e autoridades de governo para apresentar as demandas da pós-graduação, a ANPG participou da 183ª reunião do Conselho Deliberativo do CNPq, no último dia 20 de março. Na ocasião, estiveram presentes os presidentes da Capes, Anderson Ribeiro Correia, e da Finep, Waldemar Barroso, além de Júlio Semeghini e Marcelo Morales, dirigentes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações.

Vinicius Soares, diretor de Comunicação da ANPG, apresentou as duas propostas prioritárias da atual gestão, a Campanha Nacional pelo Reajuste das Bolsas e a destinação de parte dos recursos do fundo social do pré-sal para a ciência e tecnologia.

O representante dos pós-graduandos alertou para os impactos negativos para o desenvolvimento brasileiro acarretados pela falta de recursos e de prioridade estratégica para a ciência e tecnologia. “O que está acontecendo no Brasil é um enorme desperdício de talentos, uma fuga de mão de obra altamente especializada para desenvolver outras nações porque não damos condições para o pesquisador prosseguir na carreira”, ponderou.

A defasagem nas bolsas de estudo, sem reajuste desde 2013, é tamanha que se tornou praticamente impossível para o estudante sobreviver mantendo dedicação integral à pesquisa. “Em 2013, a palavra de ordem das manifestações de junho era “mãos para o alto, R$3.20 é um assalto”. Pois bem, de lá pra cá a passagem de ônibus em São Paulo, estopim do movimento, chegou a R$4.30. Só a bolsa do pós-graduando continua o mesmo valor”, comparou Vinicius. A campanha nacional pelo reajuste ganhará novo impulso no próximo dia 28, com a jornada nacional de lutas dos estudantes, que tem essa questão como uma de suas principais pautas.

As agências de fomento e o MCTIC têm demonstrado sensibilidade para a urgência do reajuste das bolsas, tanto que, em palestra realizada na Fiocruz no dia 13/3, o presidente da Capes elencou a ampliação do financiamento como uma das prioridades de sua gestão. “Minha primeira ideia para a Capes é aumentar o orçamento, porque sem isso, as ideias serão só ideias”, afirmou, em relação às restrições financeiras que, entre outras coisas, impactam o reajuste das bolsas de estudo.

Sem projeto de desenvolvimento, explode desemprego entre mestres e doutores

E ainda que consiga passar o rubicão e conclua seu projeto de pesquisa, a persistir a realidade atual, nada indica que as portas do mercado estarão abertas para o novo profissional. Por isso, a ANPG tem defendido uma política permanente de valorização da ciência e tecnologia e dos pesquisadores, através da destinação de parte dos recursos do fundo social do pré-sal para a área. Atualmente, existe um projeto de lei sobre o assunto tramitando no Senado Federal.
Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o processo de desindustrialização do país fez com que a indústria de transformação regredisse a menor participação no PIB desde 1947, sendo responsável por apenas 11,3% do total. O impacto dessa baixa na absorção de mão-de-obra qualificada é brutal e ajuda a compor um cenário de desemprego avassalador entre mestres e doutores.

“É um escândalo que 25% de mestres e doutores no país estejam desempregados. É como se o Brasil investisse para formar o profissional qualificado e dissesse: “olha, agora que você está pronto, vá gerar riqueza para outro país”. É como renunciar a um futuro melhor. Daí que é tão fundamental investir parte dos recursos do pré-sal nessa área vital para o desenvolvimento nacional”, conclui Vinicius Soares.

Da Redação

O programa ID Jovem surgiu com a intenção de dar mais oportunidade de entretenimento e formação para o jovem brasileiro. Para participar do programa é apenas necessário ter de 15 a 29 anos e ser de família de baixa renda. Em outras palavras, a renda total da família deve ser de até dois salários mínimos.

Entre os benefícios está a gratuidade para transporte entre estados brasileiros. Isso possibilita ao jovem conhecer vários estados ou, se for o caso, visitar amigos e familiares ao redor do Brasil. Pois as empresas de mobilidade são obrigadas a reservar dois lugares para trajeto gratuito. Assim sendo em ônibus, trem ou embarcação – para uso com o ID Jovem.

Após o preenchimentos desses dois primeiros lugares, a empresa ainda deve disponibilizar mais dois lugares para usuários do ID Jovem. Porém com um desconto de metade do preço sobre o valor inteiro da passagem.

Outro benefício interessante é o pagamento da meia-entrada em eventos de entretenimento e cultura. O desconto será sempre de 50 % sobre o valor total do ingresso. Para isso é preciso apresentar o cartão virtual no celular pelo aplicativo. Ou ainda imprimir o documento e apresentá-lo na hora da compra. Por questões de segurança e garantia, é aconselhado que o jovem leve ambos. Portanto, o ID Jovem 2.0 (o aplicativo e seu cartão virtual contido nele) e um em formato impresso.

Apesar do ID Jovem ser uma boa opção para conseguir desconto em ingressos, apenas o Documento do Estudante está previsto na Lei da Meia-Entrada. Dessa forma é essencial que você tenha ele para ter certeza que terá seu direito à meia garantido em todos os locais. Se você possui ID Jovem você pode fazer o Documento do Estudante gratuitamente. Para isso basta fazer o cadastro no site documentodoestudante.com.br , não efetuar o pagamento, enviar para o [email protected] o número da solicitação e a imagem do ID Jovem e aguardar reposta da DNE para seguir com a solicitação gratuita.

Veja como é simples fazer seu ID Jovem:

Entre pelo site https://idjovem.juventude.gov.br/ ou baixe o aplicativo ID Jovem

  • Preencha com os dados requisitados inclusive com o seu NIS. O cadastro irá pedir ainda seu nome completo. E também: nome da mãe, e-mail, telefone, data de nascimento e uma foto para personalizar seu documento ID Jovem.
  • Gere seu ID Jovem e esteja pronto para usufruir todos os benefícios garantidos a você!

Você não sabe como conseguir seu NIS?

O NIS é um código utilizado para identificar o cidadão inscrito no cadastro para programa social do governo, o CadÚnico. Ele é essencial pois apenas quem possui esse código pode emitir o ID Jovem. Para emitir seu NIS você precisa comparecer a um Centro de Referência da Assistência Social (CRAS).

Para se cadastrar no CadÚnico e ter o seu NIS, compareça ao CRAS mais próximo da sua residência. Se você já o tem mas não lembra o código, não entre em pânico. Pois o site do ID Jovem tem um local para você fazer a consulta e já adicionar ao seu cadastro.

Adquira também hoje mesmo o seu Documento do Estudante para poder comprar meia-entrada!!

 

A livre-docência é o mais alto grau de titulação que um acadêmico pode chegar. Ele é direcionado apenas para portadores de título de doutor. A livre-docência atesta uma qualidade superior na docência e na pesquisa.

É um título obrigatório em algumas instituições como requisito para a candidatura a professor titular. São elas: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Universidade Estadual Paulista (UNESP). Entretanto, nas universidades federais a livre-docência praticamente desapareceu visto que o doutor que já for professor-adjunto pode prestar concurso para professores titular caso haja vaga.

Outro título é o “Notório Saber” que é concedido com base no parágrafo único do art. 66 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394 de 20 de dezembro de 1996):

“ O notório saber, reconhecido por universidade com curso de doutorado em área afim, poderá suprir a existência de título acadêmico. “

Ou seja, o professor que não possui doutorado mas que possui conhecimentos equivalentes

homem de braços cruzados

Concurso de Livre-Docência

É aberto concurso por edital e o candidato inscrito deverá, além de submeter-se a uma prova escrita e a uma prova didática, também a desenvolver uma tese monográfica ou cumulativa sobre um tema acadêmico. Essa tese deve ser defendida perante uma banca examinadora.

A livre-docência é regulada pelas Lei nº. 5.802/72 e nº. 6.096/74 e pelo Decreto 76.119/75 e pelo

Pré requisitos para a Livre Docência

Os candidatos devem preencher os pré-requisitos:

  • Ter linha de pesquisa independente;
  • Financiamento para pesquisa sob sua direta responsabilidade;
  • Publicação em revistas/livros de alta qualidade na área específica de conhecimento em que a(o) candidata(o) figura como autor principal (primeiro autor ou autor de correspondência)
  • Formação de recursos humanos necessariamente no mínimo de 1 doutorado;
  • 5 anos decorridos desde o seu Doutorado.

Apesar de um título muito elevado e digno de orgulho, nem todo doutor necessariamente precisa ser livre-docente e isso não diminui a qualidade do seu trabalho e de sua pesquisa.

meia-entrada é um direito dos estudantes, mas é necessário soicitar o seu DNE para garantir esse direito.

Você já deve ter ouvido muito sobre monografia, algo como “a minha monografia está tirando meu sono” ou mesmo “o professor dessa matéria pediu uma monografia como trabalho final”. Mas você sabe realmente em que consiste a monografia e como elaborar uma? Então nós vamos te orientar nessa tarefa!

O que é monografia na faculdade

Tomando como ponto de partida a origem da palavra “monografia” temos, do grego mónos que significa “única” e graphein que significa “escrita”. Dessa forma a monografia é uma dissertação sobre um determinado objeto de estudo.

Se caracteriza portanto como trabalho de investigação científica e crítica sobre os estudos já existentes sejam eles já publicados ou não. Possui uma metodologia e visa alcançar algum objetivo ao se abordar um determinado assunto ou problema específico. Na faculdade  monografia é geralmente solicitada como um trabalho de conclusão de matéria.

Para se fazer uma monografia é preciso seguir normas ou padrões que podem ser fornecidos pelo professor de cada matéria – no caso de trabalho de graduação.

Pelo orientador – no caso de pesquisas – ou mesmo pela instituição solicitante – como revistas de disseminação científica.

É essencial que o aluno revise a bibliografia já existente, como também algum eventual material disponibilizado pelo professor. É essencial que o aluno conheça as Normas para trabalhos acadêmicos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

A Normas técnicas da ABNT levam em conta estes passos:

  • Definição do objeto de estudo;
  • Revisão da literatura existente e de outras fontes de consulta sobre o tema em questão;
  • Justificativa do estudo, ou seja, deixar claro porquê estudar e aprofundar o  assunto escolhido, como também, quais abordagens o aluno se propõe a fazer;
  • Aplicação da metodologia de pesquisa e de elaboração. isto é, a maneira como irá se desenvolver a monografia;
  • Conclusões encontradas ou sugestões para o prosseguimento da análise e da pesquisa.

Diferença entre monografia e TCC

O tão conhecido e até mesmo temido Trabalho de Conclusão de Curso é na maioria das vezes uma monografia. É feito no último ano da graduação e quando solicitado é pré-requisito para a obtenção do diploma de graduação. Pode ser feito em grupo ou individualmente. É interessante lembrar que todo TCC é uma monografia mas nem toda monografia é um TCC. Isso porque, como já dito anteriormente, um trabalho monográfico nada mais é que algo escrito – na maioria das vezes – por uma só pessoa, mas que invariavelmente se debruça por sobre apenas um objeto de estudo ou por apenas uma abordagem científica.

A monografia pode ser solicitada em diversas situações que não seja como TCC, inclusive em algumas escolas de nível médio pode ser solicitada como trabalho escolar.

Como fazer uma monografia

Antes de se iniciar a escrita monográfica é interessante fazer um breve planejamento ou uma simples listagem dos pontos que serão abordados e analisados. Feito isso é necessário preparar a folha do Word conforme os padrões normativos, como; tipo de fonte, tamanho do corpo da letra, margens, entrada de parágrafos, espaço entre parágrafos, etc. Não entre em pânico, vamos te ajudar com isso.

Formatação da monografia

A formatação indicada é de fonte tamanho 12 ou 14, fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12, com espaçamento de 1.5 cm.

O papel deve ser em formato A4. As margens utilizadas devem ser: 2,0 cm inferior; 3,0 cm superior; 2,0 cm direita e 3,0 cm esquerda.

Conteúdos principais da monografia:

  • Capa: deve conter o Título do trabalho, nome do autor do trabalho e o nome do professor. Caso seja uma monografia na graduação é interessante adicionar outros elementos que identifiquem o autor como o número de matrícula por exemplo. Também deve conter o nome da instituição a qual o aluno pertence, nome do curso e a data da conclusão (geralmente o mês e ano).
  • Dedicatória: no caso de TCC e dissertações de mestrado pode-se a monografia a uma ou a várias pessoas. É comum dedicar à família, amigos e professores. Mas tome cuidados para não dedicar o trabalho a um número exagerado de pessoas.

Essa página também pode ser utilizada para escrever uma frase, um pensamento ou até mesmo um poema caso o autor ache conveniente colocar em lugar da dedicatória, ou, na folha seguinte após ela.

  • Índice completo e Sumário: mais comum no caso de dissertações stricto sensu, mas também no TCC. O índice é útil para facilitar a leitura e recorrer a página citada com maior facilidade. Esta parte compõe-se de todos os capítulos e seus sub capítulos. Dessa forma, o sumário serve para enumerar as partes principais, indicando as páginas iniciais dos capítulos e as partes em anexo.

Pode-ser incluído agradecimentos e até mesmo um prefácio, práticas no entanto, mais comuns em monografias lato.

  • Resumo: substitui o prefácio dos livros tradicionais e fornece uma ideia geral do que conteúdo da monografia. Este resumo deve ser breve e portanto admite no máximo 20 linhas de texto ou 500 palavras e deve vir logo depois do índice.

Até aqui não se numera as páginas.

  • Introdução: nesse momento o tema proposto pelo autor é introduzido ao leitor. Deve-se dar uma ideia do assuntos sobre o qual se vai focalizar, mostrando assim o objetivo principal da monografia. A introdução deve responder às seguintes perguntas não feitas: de que assunto trata a monografia? Por que você (autor) acha importante tratar este assunto? Qual é o seu objetivo e o que pretende defender nesta dissertação?
  • Justificativa: Por quê este tema foi escolhido, ou seja, porque é importante abordar este tema? Consiste em justificar e definir o problema que foi colocado em foco e solucionado (ou analisado) na monografia.
  • Desenvolvimento do Tema: esta parte pode ser dividida em capítulos e visa expor o assunto, mostrar a maneira como o autor pensa sobre ele e qual as proposições e considerações levantadas. Estas podem concordar ou não com autores prévios.
  • Conclusões e Sugestões: é a parte final onde ocorre a síntese de tudo o que proposto e analisado; suas teorias, considerações, sugestões propostas quanto aos principais assunto tratados.
  • Referências Bibliográficas: fontes de pesquisa consultadas para elaboração da monografia. Incluem-se em referências: livros, sites, jornais, revistas, separatas e demais fontes de informações. Note que tudo deve ser citado em ordem alfabética e seguindo as normas da ABNT

Caso seja necessário pode-se incluir lista de figuras, lista de tabelas, lista de quadros, siglas e abreviaturas.

Importante: Todas essas informações devem estar apresentadas de forma clara e objetiva. Todos os conceitos devem ser explicados. Para facilitar, imagine que quem irá ler seu trabalho é alguém que não tem o mínimo de conhecimento em sua área. No entanto, ele deve entender com clareza do que se trata e o que você propõe.

Agora que  já te demos um panorama geral sobre a monografia e suas partes constituintes, é sua vez de começar a escrevê-la e caso precise de mais suporte, procurar outros materiais e livros que lhe orientem na sua dissertação.