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2009

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O Colóquio Internacional "Novos Padrões de Acumulação Urbana na Produção do Habitat: Olhares Cruzados Brasil – França" ocorre de 14 a 18 de setembro, no Campus Recife da UFPE. O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano (MDU) e pelo Núcleo de Gestão Urbana e Políticas Públicas (Nugepp) da UFPE e tem como tema "Novos Padrões de Acumulação Urbana na Produção do Habitat. Olhares Cruzados Brasil – França". O colóquio é chancelado conjuntamente pelos Comissariados Brasileiro e Francês como atividade do Ano da França no Brasil.

As inscrições já podem ser feitas através de deposito bancário, no Banco do Brasil, Agência 4890-9, Conta Corrente 5469-0. O valor é de R$ 100,00 para professores, pesquisadores e profissionais e de R$ 50,00 para estudantes. As inscrições efetuadas até dia 31/08 têm 20% de desconto. O credenciamento será realizado no dia 14 de setembro, a partir das 8h, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC).

A solenidade de abertura ocorrerá no dia 14 de setembro, às 18h. Às 19h, será proferida a conferência de abertura pelo professor François Chesnais da Université de Paris XIII Villetaneuse, intitulada: "A Natureza da Crise Econômica e Financeira Atual, sua Durabilidade Plausível e Algumas de suas Consequências para Vida Cotidiana das Grandes Cidades e para o Mercado Imobiliário", seguida de debate com a professora da UFPE, Tânia Bacelar de Araújo.

No segundo dia do evento (15/9), a programação da manhã fica por conta da Conferência da professora Ermínia Maricato da USP: "Novas tendências da produção imobiliária no Brasil", das 9h às 10h e da mesa-redonda "O mercado imobiliário-turístico e os espaços residenciais fechados e/ou vigiados", das 10h às 12h30.

No terceiro dia (16/9), acontece a conferência da professora Ana Clara Torres Ribeiro. Ippur/UFRJ: "Acumulação urbana e segregação socioespacial do habitat" das 9h às 10h e a mesa-redonda "A segregação socioespacial e a apropriação dos espaços públicos", das 10h às 12h30. No dia 17 (quinta), das 9h às 10h, será realizada a conferência do professor da professor Université Paris 12, Créteil, Jean- Claude Driant: "A questão da habitação na França e as análises sobre as políticas nacionais e locais", seguida da mesa-redonda "Produção social do habitat" das 10h às 12h30, e a conferência de encerramento "As transformações econômicas do mercado imobiliário e a segregação socioespacial e política das cidades". No dia 18, será realizada visita às áreas representativas do fenômeno do habitat urbano na Região Metropolitana do Recife.

As sessões temáticas acontecem de 15 a 17 de setembro, das 14h às 17h, divididas nos seguintes subtemas: Acumulação Urbana Capitalista; Produção do Espaço e Mercado Imobiliário; Mercado Imobiliário Informal; Produção Social do Habitat; Arranjos Institucionais de Governança e Produção Imobiliária; Gestão da Cidade, Atores e Interesses.

 

Fonte: SBPC-PE







Portais de 49 instituições de pesquisa científica brasileira estão entre os mais acessados da área no mundo. O ranking, que lista duas mil instituições, foi divulgado pelo Cybermetrics Lab, um grupo de pesquisa pertencente ao Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), o maior organismo público de investigação da Espanha. Entre as organizações nacionais, estão o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), primeiro lugar no Brasil e 44º no mundo; a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), segunda no Brasil e 88ª no mundo e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), terceira no Brasil e 112ª no mundo.

O levantamento considerou parâmetros como o número de páginas web recuperadas dos buscadores Google, Yahoo, Live Search e Exalead, o número total de links de sites externos recebidos, a quantidade de formatos Adobe Acrobat (pdf), Adobe PostScript (ps), Microsoft Word e Powerpoint recuperados pelos buscadores no site considerado e o número de citações do domínio acadêmico recuperadas pelo Google Scholar (ferramenta que permite pesquisar em trabalhos acadêmicos, literatura e artigos variados).

Outras instituições brasileiras que aparecem na lista são o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), quarto no Brasil e 140º no mundo; o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), quinto no Brasil e 148º no mundo; o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sexto no Brasil e 171º no mundo; o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), sétimo no Brasil e 178º no mundo; o Instituto Nacional de Metrologia (Inmet), oitavo no Brasil e 230º no mundo; o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), nono no Brasil e 233º no mundo e o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), décimo no Brasil e 235º no mundo.

O Cybermetrics Lab é um grupo de pesquisa dedicado à análise quantitativa do conteúdo da internet e especialmente àquelas relacionadas com os processos de geração e comunicação de conhecimentos científicos acadêmicos. Esta é uma nova disciplina emergente que tem sido chamado Cybermetrics ou Webometrics.

Por meio deste ranking, Cybermetrics Lab pretende motivar acadêmicos e instituições que têm presença na web. Se o site de uma instituição tem desempenho abaixo do esperado, de acordo com a posição de excelência acadêmica, deveria reconsiderar a política na web, promovendo um aumento substancial do volume e qualidade das publicações.

Fonte: Boletim Eletrônico LQES NEWS (publicação eletrônica quinzenal gratuita, do Laboratório de Química do Estado Sólido, do Instituto de Química da UNICAMP, Campinas, São Paulo, Brasil)

 

No último final de semana, cerca de 30 APGs, comissões Pró-APGs e Universidades e 70 pós graduandos reuniram-se, na cidade de São Carlos, para o 37º Conselho Nacional de Associações de Pós-graduandos da ANPG.

Com o tema “Os Desafios para a pós-graduação brasileira frente à crise mundial: Cortes no orçamento, PNPG (Plano de Pós Graduação) e PL (PL dos pós-graduandos)”, o CONAP se mostrou um qualificado espaço de debate e organização dos pós-graduandos brasileiros e traçou encaminhamentos importantes para a efetivação de suas pautas reivindicativas. O CONAP também lançou duas importantes campanhas: Dossiê do REUNI – que visa colher opiniões de pós-graduandos de todo o Brasil sobre a implementação do Plano de Reestruturação e Apoio à Expansão das Universidades Federais – e a Caravana dos Pós-graduandos, que visa centralmente a recomposição do orçamento dos ministérios de Ciência e Tecnologia e da Educação e a aprovação do PL dos Pós-graduandos.

Para Hugo Valadares, presidente da ANPG, o CONAP foi um marco para a luta dos pós-graduandos e para a organização da ANPG. “Conseguimos aprovar uma pauta reivindicativa, desenvolvida pelas APGs, que será encaminhada a Brasília na nossa caravana. A partir daí, pretendemos de fato aprovar o PL dos pós-graduandos, que visa estabelecer critérios para os valores das bolsas de fomento, e garantir um maior investimento em ciência e tecnologia.”      

Programação do CONAP

O CONAP começou por volta das 10h do dia 30 de maio com a saudação da ANPG e das APGs realizadoras do Conselho: APG-UFSCar e APG-USP São Carlos.
 
Logo após a saudação, foi iniciada a mesa “ANPG em movimento: em defesa dos direitos dos pós-graduandos”, com Vladmir Silveira, doutor em direito pela PUC e ex-diretor da ANPG; e com Luisa Barbosa, mestranda em Sociologia e Antropologia pela UFRJ e diretora de comunicação da ANPG.

A mesa, que contou com ampla participação de APGs de diversas partes do Brasil, destacou a importância do investimento em ciência e tecnologia e da ampliação dos direitos dos pós graduandos. “A ciência do Brasil é feita principalmente pelos pós-graduandos, que desenvolvem pesquisas cotidianamente. Valorizar esses agentes é também investir na ciência do Brasil e no desenvolvimento nacional”, destacou Luisa Barbosa. As APGs também, a partir da discussão no plenário, levantaram a importância da mobilização dos pós-graduandos brasileiros e da organização de Associações de Pós-graduandos em cada universidade e instituição de ensino.
 
À tarde, o Conselho se concentrou no debate atual sobre a crise econômica e o impacto para a pós-graduação brasileira. Com o tema “A pós-graduação e a pesquisa frente à crise econômica mundial”, os presentes debateram sobre a origem da crise, seus desdobramentos e o papel do movimento social nesse cenário. A mesa contou com Antônio Carlos Spis, da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais); Edison Cardoni, do CONDSEF; e Celina Arêas, da CONTEE.

Após o debate, os pós graduandos ainda se reuniram em 3 grupos de discussão com o tema: “Desafios para o Movimento  Estudantil de Pós-graduação no atual período”  e encaminharam importantes sugestões para a ação da ANPG. Entre elas, destacou-se a proposta de uma caravana para Brasília a fim de pressionar pela aprovação da pauta reivindicativa da entidade. 
 
No último dia, após informes das APGs presentes e das comissões de trabalho da ANPG sobre o PNPG (Plano Nacional de Pós-graduação) e sobre o REUNI, inicio-se a plenária final.

A plenária aprovou as propostas e encaminhamentos apresentados nos grupos de discussão, a pauta reivindicativa da ANPG para a Caravana dos Pós-graduandos e três moções apresentadas pelas APGs presentes. Foi aprovado ainda o Regimento do XXII Congresso da ANPG.

Confira abaixo à pauta reivindicativa da ANPG:   

PAUTA NACIONAL DE LUTAS:

Recomposição do orçamento do MCT e MEC de 2009;
Aprovação do PL dos Pós-Graduandos;
Direito à licença-maternidade para todas as pós-graduandas;
Direito ao meio-passe;
Direito à meia-entrada;
Valorização e ampliação das bolsas;
Aumento do número de bolsas;
Taxa de bancada para todos os pós-graduandos;
Mobilidade Acadêmica para o pós-graduando;
Auxílio Tese para todos os pós graduandos;
Política de incorporação de jovens mestres e doutores no mercado de trabalho;
Pelo desenvolvimento de políticas de assistência estudantil para os pós graduandos nas universidades;
Defender a expansão da universidade pública e institutos de pesquisa, como forma de democratização da educação, combate à crise incorporação qualificada de mestres e doutores;
Que as universidades públicas tenham dotação orçamentária própria para o investimento de pesquisa de forma autônoma
Criação de uma ampla Caravana dos pós-graduandos: luta por nossas pauta de reivindicação. 

Indicativo de data: 2ª semana de agosto e que coincida com a data de reunião da comissão de tributação e finanças.   

 

De São Carlos, Luisa Barbosa

Documento do Conselho Nacional de Educação (CNE) relaciona desafios que deverão ser superados nos próximos dez anos. Entre eles, a eliminação do analfabetismo, a expansão da educação profissional e a ampliação do investimento em educação pública. ANPG concorda com bandeira apresentada, de vinculação de 10% do PIB para investimentos em Educação.

A comissão nacional preparatória da 1ª Conferência Nacional de Educação (Conae) recebeu nesta quarta-feira (19) um documento do Conselho Nacional de Educação (CNE) que visa orientar e subsidiar as discussões. O documento aborda a educação básica e superior, traça prioridades e os desafios para o período de 2010 a 2020.
 

De acordo com o coordenador da comissão preparatória da Conae e secretário executivo adjunto do Ministério da Educação (MEC), Francisco das Chagas, a contribuição do CNE representa "uma soma de forças" que une a sociedade civil, o poder público e o parlamento.
 

Financiamento

Além de avaliar a execução do Plano Nacional de Educação, aprovado pelo Congresso Nacional em 2001, com vigência até 2010, o CNE relaciona dez desafios que deverão ser superados nos próximos dez anos. Entre os desafios, Chagas destaca a eliminação do analfabetismo, a expansão da educação profissional e a ampliação do investimento em educação pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). O documento sugere que a educação alcance 10% do PIB, em 2014.
 

Para a diretora de instituições particulares da ANPG, Gisele Natali, a bandeira do financiamento deve mesmo ser central, pois "o financiamento é fundamental para garantir, por exemplo, acesso e permanência, qualificação e plano de carreira para os profissionais da educação". Gisele espera que uma política de qualificação dos docentes possa significar um número maior de titulados (mestres e doutores) em todos os níveis de ensino, e finaliza: "o financimento é fundamental, mas não garantirá a qualidade se não vier acompanhado de uma política de democratização do conhecimento".

Senado e Câmara
 

Também na quarta-feira, os representantes da comissão nacional tiveram reuniões de trabalho com os presidentes das comissões de Educação do Senado, Flávio Arns, e da Câmara, Maria do Rosário. Nos dois encontros, a comissão solicitou a participação das instituições e, individualmente, de senadores e deputados, nas fases preparatórias nos municípios e nos estados e no evento nacional, que será em Brasília, de 28 de março a 1º de abril de 2010.
 

A presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Maria do Rosário (PT/RS), disse que a Conae é uma das prioridades da comissão. Para contribuir com a divulgação e os debates, ela anunciou a realização de seis encontros regionais e um seminário nacional.
 

Os encontros regionais acontecerão entre 17 de setembro e 13 de novembro. O primeiro será em Cuiabá, em 17 e 18 de setembro.

Da Redação, com informações do Jornal da Ciência

Fórum Nacional de Secretários Municipais da Área de Ciência e Tecnologia quer popularizar o conhecimento científico para que ele faça parte do dia a dia das cidades

A diretriz foi traçada durante a 55ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), realizada nesta quinta-feira, dia 20, no Rio. O objetivo é promover a desmistificação da ciência e tecnologia, conforme destacou a vice-presidente do fórum, Edna Antonelli, em entrevista à Agência Brasil.

 

"Porque ciência e tecnologia ficam muito como se fossem hi-tech, uma coisa que está muito distante do dia a dia. E não é isso. O que a gente quer mostrar para os municípios é que a ciência está no nosso cotidiano e a gente tem que quebrar esse paradigma", disse a secretária.

 

Edna lembrou que ciência e a tecnologia podem ser aplicadas na saúde, na educação, na tecnologia da informação e acrescentou que essas áreas do conhecimento estão ligadas ao desenvolvimento econômico e à inclusão social.

 

Ela destacou, ainda, a necessidade de que o próprio Poder Público perceba isso e entenda que ciência e a tecnologia podem ser compartilhadas por todas as secretarias de âmbito municipal. "Isso é muito importante", reforçou.

 

Parceria firmada pelo fórum com o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Frente Nacional de Prefeitos permite a realização de cursos em várias cidades, divulgando, entre os gestores, o que já vem sendo feito na área de C&T, além das escolas, como incubadoras de empresas e centros de tecnologia.

 

Edna citou as cooperativas de artesanato como exemplo da presença da ciência entre o povo. "Muitas vezes, essas iniciativas são desconhecidas na própria região", afirmou.

 

Seminários no nordeste

Os próximos seminários para formação de gestores públicos em C&T, cujos projetos serão, posteriormente, levados ao ministério, serão realizados em Recife, Fortaleza e São Luís. Atendendo a uma solicitação do ministério, o fórum vai concentrar os cursos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde há mais dificuldade em se trabalhar ciência e tecnologia.

 

O secretário municipal de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, Rubens Andrade, enfatizou a importância da articulação dos municípios e estados com o Ministério da Ciência e Tecnologia para a disseminação do conhecimento científico e sua aplicação no cotidiano.

(Alana Gandra, da Agência Brasil)




Está em tramitação na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados o chamado “PL dos pós-graduandos”. Trata-se do Projeto de Lei 2315/2003, que dispõe sobre os critérios para definição das bolsas de fomento ao desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural.

O projeto é de autoria do deputado federal Jorge Bittar (PT/RJ), licenciado desde 1º de janeiro deste ano para assumir cargo de Secretário Municipal de Habitação no Rio de Janeiro (RJ). Para Bruno Toríbio, vice-presidente da ANPG, “o PL 2315 representa um enorme avanço para a pós-graduação brasileira, pois traz à tona questões importantes, como a licença maternidade e uma proposta de regulamentação dos valores das bolsas”.

Atualmente, o projeto aguarda parecer na CFT, onde o relator é o deputado Jorge Boeira (PT/SC). Conforme acompanhamento do PL pela página eletrônica da Câmara, Boeira "requer seja realizada reunião de audiência pública para debater o Projeto de Lei Nº 2.315/2003". Entretanto, tal audiência ainda não tem data para acontecer.

ANPG quer debater

Bruno Toribio relata que os estudantes de pós-graduação têm interesse em participar ativamente deste debate, pois apesar do projeto trazer pontos positivos, “é preciso avançar em outras questões que afetam fortemente o dia a dia da pós-graduação, como o tempo necessário para a titulação de mestres e doutores”. O vice-presidente da ANPG considera este um assunto de “extrema urgência, pois diversos programas de pós-graduação estão reduzindo aleatoriamente estes tempos sem que haja uma discussão mais aprofundada. Esta antecipação pode levar a uma redução no repasse de verbas para o financiamento das atividades da pós-graduação”, pondera.

Conforme a indicação da data na própria designação do PL, o texto é de 2003 e tem caráter conclusivo nas comissões, o que significa que se for aprovado nas cinco comissões permanentes exigidas pelo regimento interno da casa legislativa, o projeto vai direto para o Senado, sem precisar passar pelo plenário da Câmara.

Tramitação

A tramitação do PL dos pós-graduandos tem que passar pelas Comissões de Educação e Cultura, Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Finanças e Tributação e Comissão de Constituição e Justiça e de Redação da Câmara Federal. Já foi aprovadas nas três primeiras comissões e aguarda parecer na CFT.

A reivindicação da ANPG é que a audiência pública prevista seja amplamente divulgada, pois a entidade pretende garantir presença e articulação com outras entidades educacionais e científicas, a fim de pautar essas e outras questões levantadas no 37º CONAP da ANPG e em outros fóruns pelo país.


Da Redação

Confira abaixo a programação do III Seminário Margem Esquerda. As mesas podem ser acessadas no site da IPTV USP, na seção de transmissões ao vivo.  Clique aqui para informações sobre inscrições e certificado.

PROGRAMAÇÃO

USP (São Paulo) 
Auditório da História (FFLCH)
Rua do Lago, 717 – Cidade Universitária
 

18/8, terça-feira
14h: O poder da ideologia
Miguel Vedda, Osvaldo Coggiola, Virginia Fontes e Wolfgang Leo Maar
19h: Trabalho e alienação
Giovanni Alves, Jesus Ranieri, Ricardo Antunes e Ruy Braga
 

19/8, quarta-feira
14h: Marx, Lukács e os intelectuais revolucionários
Antonino Infranca, Emir Sader, Maria Orlanda Pinassi e Ricardo Musse
19h: Para além do capital – a crise estrutural do capital
Edimilson Costa, François Chesnais, Jorge Beinstein e Leda Paulani
 

20/8, quinta-feira
14h: Para além do capital – lógica destrutiva e questão ambiental
Brett Clark, Carlos Walter Porto-Gonçalves, Mohamed Habbib e Plínio de Arruda Sampaio
19h: Educação e socialismo
Afrânio Mendes Catani, Décio Saes, Isabel Rauber e Roberto Leher
 

21/8, sexta-feira
14h: Marxismo, lutas sociais e revolução na América Latina
Aldo Casas, Francisco de Oliveira, Gilmar Mauro e Lúcio Flávio de Almeida
19h: CONFERÊNCIA – A necessária reconstituição da dialética histórica
István Mészáros (precedido por um solo de Bach em viola, por Susie Mészáros)

 

UNESP (Araraquara) 
Anfiteatro B
Rod. Araraquara – Jaú Km1
 

24/8, segunda-feira
19h30: A crise estrutural do capital
Aldo Casas, Gilmar Mauro e Maria Orlanda Pinassi

 

UNICAMP (Campinas) 
Auditório I (IFCH)
Cidade Universitária – Barão Geraldo
 

25/8, terça-feira
14h: A crise estrutural do capital
Aldo Casas, Caio Navarro de Toledo, Plínio de Arruda Sampaio Jr. e Ricardo Antunes

 

CUFSA (Santo André) 
Auditório do Colégio da FSA
Av. Príncipe de Gales, 821
 

26/8, quarta-feira
19h30: Crise do capital e perspectivas do trabalho
Antonio Rago Filho, Everaldo de Oliveira Andrade, Livia Cotrim e Miguel Vedda

 

UERJ (Rio de Janeiro) 
Auditório 11
Rua Sao Francisco Xavier, 524 – Maracanã
 

25/8, terça-feira
18h: A necessária reconstituição da dialética histórica
István Mészáros; comentários de Emir Sader e Gaudêncio Frigotto

 

UFRJ (Rio de Janeiro) 
Auditório Pedro Calmon
Av. Pausteur, 250 – Urca
 

26/8, quarta-feira
17h30: Perspectiva do socialismo hoje
Carlos Nelson Coutinho, Jorge Giordani e José Paulo Netto
19h30: Conferência – A necessária reconstituição da dialética histórica
István Mészáros (precedido por um solo de Bach em viola, por Susie Mészáros)

 

UFRGS (Porto Alegre)
Av. Paulo Gama, 110
 

27/8, quinta-feira (Salão de festas da reitoria)
18h: Conferência – A necessária reconstituição da dialética histórica
István Mészáros; comentários de Jorge Giordani
 

28/8, sexta-feira (Auditório da Faculdade de Economia)
14h: A transição para além do capital em Mészáros
Carla Ferreira, Jorge Giordani e Nildo Ouriques

 

CEFET-MG (Belo Horizonte) 
Auditório do Campus 1
Av. Amazonas, 5253
 

27/8, quinta-feira
15h: Para além do capital: crise do capital e perspectivas do trabalho
Ester Vaisman, Milney Chasin, Nicolas Tertulian e Rodrigo Dantas

 

UNB (Brasília) 
Anfiteatro 09/ICC-Norte
ICC – Ala Norte
 

1/9, terça-feira
15h: A crise estrutural do capital e o desafio do socialismo no século XXI
Gilson Dantas, Rodrigo Dantas e Valério Arcary

 

Com informações do Blog da Boitempo Editorial

O Prêmio ODM Brasil premia ações e projetos que convergem para o cumprimento do Pacto do Milênio, que objetiva alcançar os Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) da ONU, e busca estimular o debate e o engajamento de toda a sociedade na solução dos grandes problemas mundiais. A iniciativa do Prêmio é do Governo Federal, e conta com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade, além de um conjunto de organizações do setor privado e da sociedade civil.
 

São premiadas duas categorias diferentes, sendo uma dirigida às melhores práticas de Governos Municipais e a outra às iniciativas provenientes das Organizações (setor privado, associações da sociedade civil, fundações, universidades, entre outras).
 

Ao longo do Seminário, será lançada a Rede ODM Brasil que tem como objetivo estabelecer estratégias de cooperação entre os municípios brasileiros para melhor responderem às Metas do Milênio. Ainda, pretende-se formar uma comissão Estadual para Disseminação dos ODM.
 

O Seminário contará com a presença  do Ministro Luiz Dulci, da Secretaria Geral da Presidência da República, do Prefeito Márcio Lacerda, de autoridades dos governos federal, estadual e municipal, bem como lideranças da sociedade civil. 
 

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (31) 3217-2035 / 3217-2345 / 3217-2346, pelo email: [email protected], ou ainda: www.odmbrasil.org.br, www.redeodm.org.br  e www.nospodemosminas.org.br 

 

CONFIRME SUA PARTICIPAÇÃO NO E-MAIL: [email protected]

 

Fonte: Rede Mineira de Cidadania

A comissão analisa o Projeto de Lei 4212/04, do deputado Átila Lira (PSB-PI) e outros que tramitam em conjunto. Entre eles, o projeto de reforma universitária encaminhado pelo Executivo ao Congresso em 2006 (PL 7200/06) e a proposta (PL 5175/09) apresentada pela Comissão de Legislação Participativa por sugestão da União Nacional de Estudantes (UNE).

Guimarães destacou o principal critério com o qual Capes lida: qualidade. "Quaisquer que sejam os desdobramentos da reforma, não se pode abrir mão da qualidade. E para haver qualidade é necessário haver avaliação", concluiu. Nesse sentido, o pró-reitor da UFMG, José Nagib, falou sobre o sistema de avaliação promovido pela Capes e aprimorado pela própria comunidade científica. "Trata-se de uma experiência única no planeta. O Brasil talvez nunca tenha tido uma política pública coesa sobre educação, mas obtivemos êxito em relação à pós-graduação", explicou.

O presidente da Capes também destacou um dos desafios que a Capes tem enfrentado nos últimos tempos, a formação na área tecnológica. De acordo com Guimarães, a importância de investir em capacitação tecnológica está ligada ao desenvolvimento de projeto de país. "Trata-se de um segmento que gera emprego, desenvolvimento, renda e distribuição de renda", afirmou.

O representante da CNI, Rafael Lucchesi, reafirmou a importância de o governo investir neste segmento. "Formamos muitos advogados, mas poucos engenheiros. Essa formação precisa surgir da indução em forma de políticas públicas do Estado", explicou Lucchesi.

A Comissão Especial da Reforma Universitária foi criada para propor um novo modelo de gestão para as universidades públicas e privadas no país. Informações adicionais podem ser obtidas na comissão pelo telefone (61) 3216-6232.
 

Fonte: Jornal da Ciência