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2009

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A Associação Nacional dos Pós-Graduandos, em parceria
com o Ministério da Ciência e Tecnologia, lançou o Projeto
Memória ANPG. Ao longo de 2009, uma equipe de pesquisadores
vai passar a limpo a trajetória do movimento dos pósgraduandos
no Brasil.

Ajude a ANPG a contar esta história de lutas, debates e
conquistas. Se você já participou do movimento de pósgraduandos,
há várias formas de colaborar: grave ou conceda
seu depoimento, escreva sobre suas experiências, doe ou
empreste materiais. Sua participação vai integrar a revista e o
livro a serem publicados ao fim da pesquisa.
 

Entre em contato com o projeto: memó[email protected]




Após participação exitosa na 61ª Reunião Anual da SBPC, a Associação Nacional dos Pós-Graduandos realizará o 1º Salão de Divulgação Científica, de 21 a 23 de outubro na PUC-SP. O Salão é promovido em parceria com a União Nacional de Estudantes (UNE), a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES) e a Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial (CENAPET). Poderão participar dessa atividade estudantes e pesquisadores de todos os níveis de ensino.

 

Debates, palestras, atividades culturais, exposição e discussões sobre trabalhos feitos por estudantes. Estas são algumas das atividades que marcarão o 1º Salão Nacional de Divulgação Científica, cujo tema é a "Popularização da Ciência". Poderão inscrever trabalhos para a Mostra Científica do Salão alunos do ensino médio, graduandos e pós-graduandos.

 

Para o presidente da ANPG, Hugo Valadares, a realização do Salão durante a Semana de C&T vai promover um debate importante sobre o papel da ciência no desenvolvimento do país. "Existe uma elitização da produção e principalmente da utilização do conhecimento científico em todo o mundo, e também no Brasil. A idéia deste Salão é mostrar o quanto a ciência está próxima do nosso cotidiano, mais até do que imaginamos. Queremos também promover a valorização daquele conhecimento produzido fora da academia que tem grande valor para a sociedade ", defende Hugo.

 

Na próxima semana, serão publicados os primeiros materiais de divulgação do Salão e também a programação do evento. Acompanhe e participe do 1º Salão Nacional de Divulgação Científica pelo www.anpg.org.br.

 

Por Luana Bonone

 

Ciência às Seis e Meia  

O Ciência às Seis e Meia é um ciclo de palestras mensal promovido pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC/RJ) em parceria com o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e com apoio da FINEP. É dirigido a todos aqueles que apreciam as ciências e têm interesse em conhecer as questões e os avanços científicos atuais, e aos curiosos sobre o mundo em que vivemos. As palestras são ministradas em linguagem acessível a leigos. A entrada é franca. 

 
O tema da próxima palestra, que ocorrerá no dia 02 de setembro (quarta-feira) é 1º de setembro de 1939: da crise econômica à guerra mundial, e será ministrada pelo Prof. Dr. Williams da Silva Gonçalves, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ, que falará da data que marca a invasão da Alemanha à Polônia, marco do início da Segunda Guerra Mundial. A partir daí, a política de apaziguamento conduzida por ingleses e franceses se esgotou, levando à tona o projeto hegemônico de Adolf Hitler, que se tornou possível em virtude da crise econômica mundial ocorrida dez anos antes, em 1929. O professor mostra que a guerra constituía-se, na verdade, como o resultado concreto da incapacidade política das grandes potências da época para lidar com a crise econômica.
 
SERVIÇO  



Ciência às Seis e Meia  



1º de setembro de 1939: da crise econômica à guerra mundial – Prof. Dr. Williams da Silva Gonçalves  

Local: Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas – CBPF  
Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros  
R. Xavier Sigaud, 150 – Botafogo  

Dia: 02 de setembro (quarta-feira)  
Horário: 18h30  

Entrada Franca  

Transmissão em tempo real pelo link mms://itv.cbpf.br/cienciaseisemeia

O prazo para o período atual de submissão de Bolsas de Mestrado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) vai até 28 de agosto.

 

As propostas iniciais deverão ser submetidas exclusivamente por meio do Serviço de Apoio a Gestão (SAGe), da Fapesp. Somente deverão ser encaminhadas em papel as solicitações de reconsideração relativas a processos cujas solicitações iniciais também haviam sido feitas em papel.

Sem correção

Nesta submissão, diferentemente do praticado em anos anteriores, a FAPES não habilitará para análise propostas submetidas inicialmente com erros que prejudiquem a análise; e também não será concedido prazo adicional para a reformulação. Por conta disso, a Fapesp recomenda que a submissão não seja feita nos últimos dias.

As normas para solicitação estão dispostas no Manual de Bolsa de Mestrado, na página www.fapesp.br/bolsas/ms

O Manual SAGe – Submissão de Propostas de Bolsa de Mestrado está disponível em www.fapesp.br/bolsas/mestrado/manualsage.pdf

Até a segunda-feira, dia 24, foram submetidas apenas 283 propostas de mestrado. Um dado preocupante é que no semestre passado 43% das propostas foram submetidas no último dia da submissão. Por isso, a Fapesp reforça a recomendação para que a anexação dos documentos e a submissão das propostas no SAGe não sejam feitas nos últimos dias.

Deixar a solicitação para os últimos dias dificultará o esclarecimento de eventuais dúvidas, podendo acarretar no insucesso irrecuperável da submissão. Antes de enviar a proposta verifique se os documentos estão legíveis e completos.

Erros frequentes

Na inscrição para as bolsas de mestrado no primeiro semestre de 2009 foram devolvidas, para correções, 920 (42%) das 2,2 mil submissões recebidas pelo sistema SAGe.

As devoluções ocorreram porque as propostas não reuniam condições para serem avaliadas, por problemas como histórico escolar incompleto, ilegível, sem os critérios de aprovação, carimbo e assinatura ou sem o código de autenticidade, assinatura indevida na manifestação do dirigente da instituição na qual se realizará o projeto e falta de informação sobre o vínculo empregatício e credenciamento do orientador. Os erros sobrecarregaram o processo e causaram atraso no início da análise do Mestrado e atraso na habilitação de processos de outras linhas de fomento.

Fonte: Agência Fapesp, 25/8

Projetos destinados à transferência de tecnologias inovadoras para solução de problemas socioambientais na Bahia podem obter recursos não-reembolsáveis na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb)

O edital "Apoio a Tecnologias para Desenvolvimento Social" disponibilizará R$ 4 milhões para propostas de pesquisadores vinculados a instituições baianas de ciência e tecnologia, públicas ou privadas. As inscrições das propostas prosseguem até 8 de outubro. O acesso ao edital completo e o preenchimento do formulário de inscrição devem ser feitos através do site www.fapesb.ba.gov.br

 

O objetivo dos projetos deverá ser implantar soluções inovadoras em prol do desenvolvimento sustentável e solidário. "A inovação tem por princípio criar soluções que resultem em novos processos, produtos e serviços ou em aperfeiçoamento para melhoria de qualidade e produtividade. Essas tecnologias só se tornam inovadoras se tiverem como conseqüência o impacto positivo na vida social e na economia", explica o diretor de Inovação da Fapesb, Elias Ramos.

 

Os projetos deverão ter o valor máximo de R$ 200 mil e poderão se referir às mais diversas áreas do conhecimento e linhas de pesquisa, contanto que as soluções tecnológicas tenham potencial para reaplicação, geração de trabalho/renda, estímulo ao associativismo, preservação de valores culturais e transformação social e ambiental.

 

O edital considera como temas prioritários: agroecologia e segurança alimentar; energias renováveis; recursos hídricos; agroextrativismo; cidades sustentáveis; lixo tecnológico; segurança pública.

 

Fonte: Jornal da Ciência


Com o objetivo de apoiar financeiramente projetos que contribuam significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do país na Amazônia Legal, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e o CNPq lançaram edital nesta segunda-feira (24/08) para todas as áreas de pesquisa. Serão R$ 8 milhões, liberados em duas parcelas, para financiar as propostas aprovadas.

 

As áreas de biotecnologia, microeletrônica, software, engenharia de telecomunicações, tecnologias industriais básicas e energia serão priorizadas com 70% dos recursos disponíveis. Os 30% restantes destinam-se as demais áreas do conhecimento. As inscrições vão até 8 de outubro e a divulgação dos resultados está prevista para 23 de novembro deste ano.

 

As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, acompanhadas de arquivo contendo o projeto. Cada proposta terá valor máximo de financiamento de R$ 150 mil.

 

Os recursos serão distribuídos em três eixos de ação: formação de recursos humanos através da concessão de bolsas de mestrado (GM) e doutorado (GD); capacitação de recursos humanos através da concessão de bolsas nas seguintes modalidades: Especialista Visitante (EV), Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (DTI), Iniciação Tecnológica Industrial (ITI) e Apoio Técnico em Extensão no País (ATP); e fixação de recursos humanos, através da concessão de bolsas SET.

 

No caso dos eixos I e II, o proponente será o orientador/supervisor dos bolsistas, e no caso do eixo III será o próprio bolsista da categoria SET. O candidato poderá apresentar um único projeto para apenas um dos eixos. As bolsas concedidas nas modalidades mestrado (GM) e doutorado (GD) terão duração de até 24 meses. Os recursos referentes às bolsas serão incluídos, automaticamente, pelo Formulário de Propostas Online, no orçamento do projeto.

 

O edital está disponível em http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/019.htm

 

Fonte: Jornal da CIência

Para ministério, parte do texto que fala sobre ensino religioso fere legislação e pode gerar discriminação em escolas públicas. Itamaraty diz que o MEC deu parecer favorável ao artigo em dezembro de 2007; a CNBB nega privilégio à Igreja Católica no acordo.

 

Um artigo sobre ensino religioso faz com que o acordo entre o Brasil e a Santa Sé seja criticado dentro do próprio governo federal. O documento foi assinado em novembro de 2008 e está prestes a ser votado no Congresso Nacional.

Um dos pontos do texto diz que "o ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental".

A discórdia está na expressão "católico e de outras confissões religiosas". Isso porque a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, ao falar sobre o ensino religioso, não menciona nenhuma fé específica e também veda o "proselitismo", ou seja, a promoção de uma religião.

Por isso, em parecer datado de junho deste ano, a Coordenadoria de Ensino Fundamental do MEC afirma que o acordo fere a legislação brasileira e poderá gerar discriminação dentro da escola pública. No caso da particular, o documento ressalta que as instituições de ensino cristãs têm autonomia para deliberar sobre o conteúdo.

Controvérsia

O Itamaraty diz que o MEC havia dado parecer favorável ao artigo em dezembro de 2007. Já o ministério afirma que já havia manifestado sua discordância anteriormente.

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nega privilégio à Igreja Católica no artigo. "Por que aparece "católico’? Porque está falando do acordo com a Igreja Católica. Se fosse com a religião budista, diria "budista e de outras confissões religiosas’", disse na sexta-feira dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da entidade.

"O fato de o texto nomear uma religião e referir outras a esta a coloca em uma situação de privilégio", rebate Maria José Rosado Nunes, coordenadora-geral da ONG Católicas pelo Direito de Decidir.

A ONG encomendou ao instituto Ibope pesquisa que mostra que a maior parte da população brasileira rejeita a ideia de a Igreja Católica ganhar mais poderes no país.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas de todo o país. Era feita a afirmação: "Atualmente, existe no Congresso uma proposta de acordo entre o Brasil e a Igreja Católica, que dará mais direitos à Igreja Católica em território nacional". Em seguida, os entrevistados diziam se concordavam ou não com três frases que eram lidas.

O resultado reforça o apoio à laicidade: para 46%, "o governo não deve fazer acordo com nenhuma religião, pois não existe uma religião oficial no país". Para outros 32%, ele não deve ser feito porque desrespeita outras religiões. Ou seja, 78% são contrários ao acordo. Manifestaram-se favoravelmente 15% dos entrevistados, por ser o catolicismo a religião da maioria dos brasileiros.

Para a CNBB, a formulação da pergunta foi tendenciosa, porque sugere um privilégio aos católicos.

(Folha de SP, 25/8)

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) abriram as inscrições para o segundo cronograma do Edital Nº 007/2009 – ARC. O objetivo é apoiar a realização no Brasil de congressos, seminários, ciclos de conferências e outros eventos relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação, entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2010.

No total, são R$ 20 milhões em recursos globais, R$ 15 milhões do CNPq e R$ 5 milhões da Finep. Os eventos marcados para o segundo semestre de 2009 receberão R$ 12 milhões e, para o primeiro semestre de 2010, serão destinados R$ 8 milhões. Poderão apresentar propostas pesquisadores, professores e especialistas vinculados a instituições de ensino superior, centros e institutos de pesquisa e desenvolvimento públicos e privados, empresas públicas ou dirigentes de associações científicas ou tecnológica de âmbito nacional.

Os projetos deverão ter prazo máximo de execução de 12 meses. As propostas estão enquadradas nas seguintes faixas: eventos novos e/ou episódicos com histórico inferior a dez anos; eventos regulares de pequeno porte com histórico superior a dez anos; eventos regulares de médio porte com histórico superior a dez anos; e eventos regulares de grande porte com histórico superior a dez anos.

Os interessados devem enviar as propostas até 26 de setembro, por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas. A divulgação dos resultados no Diário Oficial da União está prevista para dezembro deste ano. Para mais informações acesse o edital: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/docs/007a.pdf

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq
 

A promessa mais palpável das células-tronco começa a sair do papel. Pesquisadores nos EUA conseguiram usar versões reprogramadas dessas células para simular, em laboratório, uma moléstia devastadora do sistema nervoso. De quebra, usaram isso para testar remédios contra ela.

O ponto crucial é que as células foram obtidas de crianças e adolescentes com a doença. Por isso, são geneticamente idênticas aos neurônios dos doentes e permitem estudar o problema com grande precisão.

Lorenz Studer e seus colegas do Instituto Sloan-Kettering, em Nova York, relatam os resultados em artigo na revista científica "Nature" desta semana. A moléstia estudada é a disautonomia familiar, que atinge famílias de origem judaica.

Por causa de uma troca numa "letra" química de DNA, os portadores sofrem degeneração dos neurônios sensoriais (tendo problemas na percepção da dor ou no paladar) e autônomos (que controlam a respiração e a digestão). Poucos chegam aos 30 anos de idade.

Reprogramação celular

É muito difícil estudar a evolução da doença, conta Studer. "As pessoas tentavam fazer isso com camundongos, mas os bichos morriam cedo demais." Contudo, a história seria outra se fosse possível enxergar a progressão do sistema nervoso dos próprios doentes. Entra a cena a reprogramação celular.

Adicionando certos genes a uma célula da pele, por exemplo, dá para fazer com que ela "pense" ser uma célula-tronco embrionária -capaz, portanto, de assumir o papel de qualquer tecido do corpo. Ela se transforma numa célula iPS, conhecida como célula-tronco "ética", porque não envolve destruição de embrião.

Usando outras substâncias, é possível transformar essa célula em num neurônio (veja quadro). Tal neurônio terá a mesma carga genética do paciente e, espera-se, vai se comportar de forma muito parecida com os neurônios naturais.

E é o que os dados obtidos indicam. O estudo verificou que os neurônios assim produzidos não conseguem assumir sua função correta no sistema nervoso, o que explicaria os sintomas dos pacientes.

Stevens Rehen, biólogo da UFRJ, aponta outro detalhe. "Eles mostraram que os neurônios obtidos também têm dificuldade de migrar de um lugar para outro", conta. Isso impediria que as células assumissem sua posição correta.

Testes abrem possibilidades

Rehen também ressalta o fato de que os pesquisadores usaram as células para testar drogas contra a doença. Um exemplo é a cinetina, um hormônio vegetal que se mostrou capaz de impedir a produção da proteína doente codificada pelo gene alterado dos pacientes. "Para testar medicamentos, a resposta desse tipo de modelo será bem melhor do que o que vemos em camundongos nocauteados", diz Studer.

Alguns especialistas apontam até que esse será o principal e talvez o único uso biomédico das células-tronco no futuro próximo, porque ainda é difícil controlar a especialização delas. Transplantá-las em pessoas ainda envolve incertezas, como o risco de tumores. "Creio que há certo grau de verdade nessa visão", diz Studer. "Em doenças como o mal de Alzheimer, na qual há danos extensos em várias áreas do cérebro, esse tipo de transplante seria mesmo inútil."

Fonte: Reinaldo José Lopes, Folha de S. Paulo – 20.08.09

Criado em 2000, o prêmio visa a valorizar ações voltadas ao desenvolvimento sustentado em diversas comunidades, que podem ser utilizadas como exemplo aplicável às mais variadas situações geoeconômicas do país.

Podem concorrer projetos de empresas, organizações não-governamentais, indivíduos e instituições do poder público de qualquer ponto do território nacional, associados ou não à entidade promotora, com iniciativas e projetos de destaque em três categorias: Humanidade, Tecnologia e Natureza.

Os projetos serão avaliados por uma comissão constituída por empresários, lideranças sociais, especialistas em cultura e sociedade e jornalistas especializados nas áreas social, cultural e ambiental. Serão considerados especialmente projetos cujo significado coletivo e resultados contribuíram para o desenvolvimento sustentável, independentemente do porte, local de realização e dos recursos investidos.

Os melhores trabalhos em cada uma das três categorias receberão um troféu e um diploma. Os projetos premiados serão divulgados, de forma resumida, em português e alemão na revista Brasil-Alemanha, publicação oficial da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.

A entrega dos troféus ocorrerá no dia 24 de novembro de 2009, em São Paulo.

Mais informações: www.premiovonmartius.com.br

Fonte: SBPC-PE