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Diplomata brasileira foi essencial para menção à igualdade de gênero na Carta das United Nations

A inclusão da igualdade de direitos de homens e mulheres na Carta da ONU, documento lançado em 1945 que criou as United Nations há exatos 73 anos, foi fruto da insistência de diplomatas latino-americanas lideradas pela cientista brasileira Bertha Lutz, que enfrentou forte oposição das delegações norte-americana e britânica.
Essa foi a conclusão de pesquisadoras da Universidade de Londres, que tentam “reescrever a história” e dar o devido crédito às diplomatas do Sul, responsáveis pela inserção do tema da igualdade de gênero em um dos mais importantes tratados internacionais do século XX.
Saiba mais: bit.ly/berthalutzonu
 

Em um país democrático, com políticas públicas inclusivas, o meio no qual o cidadão nasce não é imperativo em seu destino.  E isso pode ser provado pelos próprios pós-graduandos, que diante do segundo turno das eleições presidenciáveis, relataram de forma espontânea como a Educação mudou suas vidas e de suas famílias.
Neste momento do Brasil, no qual o candidato Jair Bolsonaro afirma que as Universidades Públicas precisam ser cobradas, que a Universidade é “tara” de jovens brasileiros, que implantará o ensino fundamental a distância, entre outras declarações e propostas, os estudantes precisam se posicionar a favor da democracia e de um Estado que ajude a mudar o futuro com Educação, Ciência e Tecnologia.
Conheça a história de 9 jovens que tiveram suas vidas transformadas pela possibilidade de ter acesso a uma Educação de qualidade:
Jairo Teixeira

“Ainda lembro … (algumas memórias teimam em ser marcantes), lembro quando tinha 9 anos de idade, e minha avó materna não jantou naquela noite para eu tivesse direito de comer um ovo com farinha. Ela não suportaria me ver dormir com fome. Era o que tínhamos. Cresci com ela dizendo que eu seria doutor. E fiz do seu sonho, meu sonho, do meu sonho, uma oportunidade de mudar as nossas vidas. Hoje sou enfermeiro, mestre em bioquímica e fisiologia, e doutorando por duas universidades renomadas, UFPE e a Universidade de Roma. Fui bolsista e ainda sou bolsista. Sim vó (mãe) não serei doutor, serei “doutores”. Minha avó, hoje com sinais iniciais de Alzheimer, vê na minha pessoa a concretização de seus sonhos. Logo, digo sim a universidade pública. A luta não terminou.”
Miriane Peregrino

“Filha de mãe solteira que, não podendo me criar, me deixou com uma tia. Trabalhei durante a infância, adolescência e fiquei 3 anos trabalhando no comércio depois que terminei o 2o grau. Fiz pré-vestibular e entrei em uma universidade pública. Consegui me manter na universidade por meio, primeiro, de uma bolsa de assistência a alunos de baixa renda, em seguida, por meio de bolsa de iniciação científica e estágios. Fiz especialização, mestrado e doutorado em Letras, os dois últimos com bolsa CAPES. Criei um projeto de incentivo à leitura aplicado em escolas e bibliotecas em favelas e periferias e ele foi contemplado com o Prêmio Todos Por Um Brasil de Leitores do Ministério da Cultura (2015). Com a Bolsa de doutorado sanduíche, fiz meu intercâmbio em Angola, com o sonho de um diálogo Sul-Sul entre Brasil e países africanos de língua portuguesa. Realizei oficinas de leitura por vários lugares da capital angolana. Esse ano meu projeto de incentivo à leitura também vai para Moçambique. Eu olho de onde eu vim, onde estou e para onde posso ir dentro do itinerário que sonho e acredito, e rio sozinha de noite. Penso na minha mãe, que não terminou o ensino fundamental e não sabe onde estou. Penso no meu pai, caminhoneiro, retirante nordestino que há 37 anos abandonou minha mãe de barriga. E penso que o futuro já é hoje e eu estou feliz! #HaddadSim
Daniel Alves

“O PT acabou com minha vida…. vida de miséria e exclusão social! Como a maioria aqui (grupo Bolsistas da Capes), fui o primeiro da minha família a ingressar no ensino superior! Matemática por paixão! Lecionar por paixão! Mas como fazer isso sendo pobre e não conseguindo me manter na Universidade? 
Eis qe mais uma vez o PT veio acabar com isso! 
Recebi bolsa auxílio estudantil
Recebi bolsa por meio do PIBID (Programa Institucional de bolsa de iniciação à Docência)
Recebi bolsa por meio do PET (Programa de educação tutorial) 
Recebo atualmente bolsa pelo Programa de Residência Pedagógica
E a grande destruição foi quando o Petê* me deu uma bolsa de mobilidade internacional p ir estudar na Universidade de Coimbra, em Portugal! O tão comentado Programa de Licenciaturas Internacionais! 
O filho da empregada domestica e do agricultor, ambos sem concluir o ensino fundamental! 
Uma Universidade 5 estrelas no ranking mundial! 
Caramba, como esse menino pobre conseguiu mais direitos e oportunidades que o filho riquinho da patroa de sua mãe? 
Graças ao PT e ao esforço de todos nós, estamos conseguindo um vida melhor pros nossos familiares!
Esse menininho conheceu os diversos caminhos do saber e do mundo, graças ao PT!
Podemos ser atacados, porém continuarei pregando amor e lutando pelo direito de que aluno meu tenha a oportunidade de conhecer a vida para além dos seus sonhos! 
Dizem qe quem estuda em Coimbra se torna Bruxo! Queria eu fazer uma mágica qe colocasse amor no coração das pessoas! #NENHUMDIREITOAMENOS
Allan Sandes

“Morador de morro, cursei todo ensino fundamental e médio em escola pública. Acessei a Universidade Pública (UERJ) em 2005, POR COTAS. Em 2009, ingressei no mestrado em uma Universidade Federal COM BOLSA CAPES. Ao final de 2016, finalizei o doutoramento com período Sanduíche nos EUA com RECURSOS DO CIENCIAS SEM FRONTEIRAS.
Ao final de 2017, em meio a uns dos piores momentos da ciência no Brasil, com cortes significativos de investimentos e constantes ataques às universidades públicas, recebi o PRÊMIO NACIONAL CAPES DE MELHOR TESE NA ÁREA DE GEOCIÊNCIAS. Isso mesmo, um ex-aluno cotista da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que hoje sofre com o projeto de desmonte das universidades públicas do país, ganhou um prêmio nacional acadêmico. Vai ter Doutor no Morro sim! #uerjresiste #políticadecotas#políticasafirmativas #Haddadpresidente
Poliana Espíndola

#optdestruiuminhavida de exclusão social e falta de oportunidades.
Nasci no Maranhão, um dos estados mais pobres do Brasil, e fui criada na zona rural de São Luís por uma tia, empregada doméstica, sem nenhum direito trabalhista, que muitas vezes dormia no trabalho. Na minha infância a única pessoa que conheci com curso superior foi uma professora.
Fui a primeira da minha familia a ingressar na universidade, graças a uma bolsa do PROUNI. E depois, graças a reformulação do ENEM e devido a expansão de vagas do REUNI consegui concorrer a uma vaga do outro lado do país, sem ter que viajar para fazer vestibular. Passei na Federal de PELOTAS como COTISTA. Durante toda a graduação fui assistida por programas de permanência, ganhei auxílio moradia, transporte e alimentação (sdds #RUUFPel) além de bolsa de IC concedida pela CAPES. E sem esses auxílios eu não teria coseguido me manter na universidade. 
Fiz intercâmbio de 1 ano e meio nos EUA pelo CIÊNCIAS SEM FRONTEIRAS, onde passei do Nível -100  para PROFICIENTE em Inglês. E tive que ouvir de outros intercambistas que o governo não deveria mandar “gente” que não sabia inglês para fazer intercâmbio.
Me formei, e me tornei a PRIMEIRA pessoa da minha família a ter curso superior. Antes de me formar eu já estava aprovada no mestrado na UFRGS, uma das melhores universidades do País, onde fui bolsista CAPES por 2 anos. 
Durante o mestrado, ganhei verba da UNIVERSIDADE e da Associação Europeia de Diabetes para viajar e apresentar meu trabalho em Portugal. E tive a oportunidade de conhecer 7 países.
Hoje sou Nutricionista, mestre e Doutoranda em Ciências Médicas (com bolsa CAPES) e além da minha contribuição como Cientista, eu atendo voluntáriamente pessoas com Diabetes e Obesidade no ambulatório do hospital Universitário, coisa que também fiz durante dois anos de graduação. Além de ser Nutricionista Voluntária em um abrigo. Atividades que eu faço como forma de dar um retorno pra sociedade pelo apoio que tive.
Sei que grande parte disso foi graças a minha dedicação, mas sem as oportunidade que tive, eu não teria conseguido. E essas oportunidades precisam ser continuadas, para que no futuro eu possa ser professora de outras “Polianas” desse Brasil.”
Leislon Kent

“O PT acabou com minha vida…. vida de exclusão social! 
O menino que sofria todo tipo de desprezo na escola, hoje já temos um nome: “bullying”
Alguns dos nomes que recebia: mosquito da dengue, macaco seco dentre outros…
O menino que com 7 anos de idade vendia bolo, pamonha, din-din (geladinho, chupe-chupe), que limpava os quintais para ganhar algum trocado…
O menino que uma professora da 4ª série falou que não daria pra gente (expressão local para dizer que a pessoa não seria boa gente), pois segundo ela meu destino já estava traçado, seria um marginal…
Filho criado sem pai, mas com uma mãe guerreira e trabalhadora que criou 7 filhos com o trabalho de auxiliar de serviços gerais e para complementar a renda (salário era o mínimo do mínimo) lavava roupas e fazia faxinas nas casas dos outros… Quantas vezes via minha mãe virar a noite passando roupas com ferro à brasas (ferro elétrico era caro e mesmo assim não tinha energia)…
Fui o primeiro da minha família a ingressar no ensino superior! Geografia no coração! Lecionar por paixão! Mas como fazer isso sendo pobre e não conseguindo me manter na Universidade? 
Primeiro tive ajuda da minha madrinha que deu casa e comida na cidade grande… 
Eis que mais uma vez o PT veio acabar com isso! 
Recebi bolsa auxílio estudantil
Recebi bolsa por meio do Conexões de Saberes: Diálogos entre a Universidade e a Comunidade
Recebi bolsa por meio do PIBID
Recebi bolsa de tutoria (selecionado por ter a maior nota nas disciplinas pleitadas)
Depois de 5 longos anos na universidade consegui me formar (no tempo certinho sem atrasar um único semestre)
Mas o sonho continua né, estudar é viciante… Lá vai eu inventar de fazer o mestrado, me aventurei em mares distantes, fui estudar em uma das mais respeitadas e conceituadas universidades da América Latina, a UFMG… Mas como me manter em outra cidade com um custo de vida tão alto para minha realidade? Ai o Petê entra na jogada de novo, fui agraciado com a bolsa CAPES de mestrado (as bolsas foram ampliadas quando Fernando Haddad era ministro da Educação), com esta bolsa pagava o aluguel, me alimentava e ainda conseguia participar de congresso…
Hoje sou professor universitário graças aos meus esforços e, sobretudo as políticas que o PT implantou…
Se isso é acabar com uma vida, quero que o PT acabe com a vida de muitos “Leilsons” por esse Brasil afora…”
Francisco Javier Briceño Zuluaga

“Me formei em Biologia com muito esforço e apoio dos meus pais para pagar os semestres em uma universidade pública (na Colômbia você tem que pagar a universidade, mesmo que seja pública o que produz uma enorme brecha entre ricos e pobres). Trabalhei por contrato (não existe trabalho de carteira assinada e 90% dos contratos é terceirizado) uns meses até descobrir que não iria chegar muito longe. Com a impossibilidade sequer de sonhar em pagar uma pós-graduação porque esta está reservada somente para quem tem dinheiro (não existem bolsas e você tem que pagar para fazer mestrado e doutorado). Resolvi como grande parte dos jovens de meu país, migrar. Na busca de oportunidades descobri o Brasil. Nesse momento o PT começou a destruir minha vida. Estudei dia e noite (trabalhando de madrugada num barzinho) procurando uma oportunidade num mestrado em uma das melhores Universidades do Brasil. Com 1.000 dólares emprestados viajei e participei da seleção. Passei em último lugar e confesso que foi um dos melhores dias da minha vida. Foi assim que fiz mestrado e doutorado em Geoquímica (nota 6 da CAPES) na UFF com Bolsa Capes. Durante esse tempo fiz estágio na França, no Perú. Também fiz pós doutorado, na minha querida UERJ, com bolsa FAPERJ. Aprendi a me comunicar em 3 línguas, viajei e virei uma melhor pessoa graças a um governo e um país inclusivo. Hoje espero de algum jeito retribuir ao Brasil a oportunidade de mudar minha vida. Com este depoimento, de um cara que nasceu num dos países mais polarizados e violentos, governado sempre por governos de direita, com uma enorme brecha social onde os pobres e, inclusive, a classe média tem pouca ou nenhuma oportunidade de ser profissional, revelo como o PT destruiu minha vida”.
Gabriella Castelo Branco

“Me chamo Lílian Gabriella Castelo Branco e por aí vai… sou da original família Castelo Branco, porém, dela só herdei mesmo o nome. Sou filha de um ex-caixeiro viajante e de uma terceirizada, auxiliar em serviços gerais, de uma incansável guerreira de mãos calejadas. Desde pequena assistia suas batalhas, lutas travadas contra o machismo, contra todos os tipos de feras, até mesmo contra o mundo quando possível, tudo para trazer aos seus filhos um destino melhor. É com emoção que lembro do sonhos impossíveis da minha mãe, dentro da nossa condição financeira, era dado impossível sonhar com a casa própria quando nem sequer conseguíamos manter uma economia para os dias seguintes.
Lembro de quando minha mãe compartilhava suas tristezas comigo… se haveria a chance de chegar aos 50 anos e ter um teto sobre as nossas cabeças; do medo que tinha de terminarmos o ensino médio em uma escola pública e termos que nos submeter a trabalhar no Carvalho ou no Paraíba por falta de oportunidade (não estou falando que não é um trabalho digno, e sim, de melhores oportunidades). Mas o caminho que Deus nos reservou não poderia ter sido mais perfeito, quando completei 15 anos, minha família passou a receber o bolsa família, muitos de vocês talvez não tenha ideia do que é viver na corda bamba, do que é sobreviver somente por aquele dia… E somente o amanhã a Deus pertencia, desse gosto amargo da fome já provamos muitas vezes.
Quando completei os 18 anos, fui aprovada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Piauí, os filhos da dona Lily, foram os primeiros a ingressar numa universidade pública. Nesse mesmo ano, depois de nos inscrever no programa Minha casa minha vida, minha mãe recebeu a ligação de que havia sido contemplada com a casa própria. Era um sonho impossível que foi realizado. Em 2016, tentei a seleção de mestrado em Antropologia pela mesma instituição, fui aprovada em 2º lugar, tornando-se bolsista capes. Em 2017, através da bolsa financiada pela Capes, fui ao estado do Mato Grosso do Sul, iniciar minha pesquisa de campo sobre as lutas e conflitos territoriais dos indígenas Guarani e Kaiowá, em janeiro de 2018, retornei a MS, e em setembro viajei até lá para concluir o campo. E nesse mesmo ano, demos início a reforma da nossa casa própria.
Isso não é o relato de uma mulher que está implorando para não perder a mamata, mas sim, a história de uma mulher que saiu do nada para conquistar o tudo, graças a oportunidade de políticas sociais. 
Para muitos, esse era apenas o dever do governo, mas para a consciência de poucos, sabemos quando de fato os desvalidos passaram a ter a chance de sonhar com um amanhã melhor”.
Daniel Nogueira Silva

“O PT acabou com a minha vida… Uma vida de ausência de oportunidades…
Filho de uma empregada doméstica e de um trabalhador do comércio, eu cresci em uma família com muito amor, mas as oportunidades eram um tanto restritas. Com dinheiro apenas para as necessidades básicas, entrar no ensino superior era um sonho quase impossível…
Foi somente através da política de cotas que entrei na universidade pública no curso de economia. Já nos primeiros semestres, recebi uma bolsa do PET e consegui me dedicar exclusivamente aos estudos. Mesmo sendo pobre, viajei para eventos acadêmicos no Brasil inteiro… Conheci universidades no Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Recife, Teresina…
Ainda hoje lembro da emoção dos meus pais quando contava de todos os lugares que visitava… Os eventos acadêmicos que participava e as oportunidades que se abriam para mim…
Graças às políticas de bolsa para a pós-graduação, quando terminei o curso de Economia eu pude ir morar em Porto Alegre para fazer o Mestrado e agora o Doutorado em Economia do Desenvolvimento pela Federal do Rio Grande do Sul.
O Governo do PT também abriu as portas para o intercâmbio internacional, e eu, mesmo sem ter dinheiro, pude completar parte da minha pesquisa de Doutorado na Universidade de Massachussets nos EUA.
O estudante pobre de Feira de Santana-Ba, agora estudava no meio de uma elite intelectual de doutorandos de vários lugares do Brasil e do Mundo.
Se não bastasse todas essas conquistas, hoje sou professor concursado de Economia em uma Universidade Federal, fruto da política de interiorização do Ensino Federal feita pelos governos Petistas… E Coordenador de Projetos Educacionais que atende estudantes Indígenas e Quilombolas, projetos que são resultados das políticas de acesso e permanência do petê*…
Em pouco menos de 12 anos, o filho de uma empregada doméstica e de um trabalhador do comércio se tornou professor de uma universidade federal, pesquisador visitante de uma Universidade Norte-Americana e em 5 meses vai virar Doutor.
Em toda essa jornada, sei que Deus me ajudou e esteve ao meu lado a todo instante (serei sempre grato a Ele). Além disso, o apoio de toda a minha família foi a força que precisava para manter-me firme nos meus objetivos em várias circunstâncias… Também não posso negar que os governos do PT (tanto do Lula quanto da Dilma) cometeram muuuuuitos erros, mas não poderia deixar de reconhecer que as políticas públicas de educação feitas nesse período foram fundamentais para alcançar todos esses objetivos…
Em defesa da Oportunidade para Todos e Todas, nesse segundo turno sou Haddad13… #HaddadPresident”

Observação: Todos os depoimentos foram publicados primeiramente no grupo Bolsistas da Capes no Facebook.

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Após assembleias realizadas na semana passada, APGs de diferentes universidades estão se posicionando neste segundo turno das eleições presidenciáveis. Confira abaixo algumas posições:
(Atenção se a carta da sua APG não estiver aqui, encaminhe para o e-mail [email protected] que vamos acrescentar)
CARTA DA APG/UFBA A COMUNIDADE ACADEMICA DA UFBA E A SOCIEDADE BRASILEIRA SOBRE O SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇOES PRESIDENCIAIS 2018
Os(as) diretores(as) da Associação de pós-graduandos(as) da UFBA se direcionam a toda comunidade acadêmica da UFBA e a sociedade brasileira em geral para expressar o seu posicionamento com relação a conjuntura eleitoral nesse segundo turno das eleições presidenciais, considerando a disputa de projetos muito distintos e antagônicos para o país.
Consideramos que dos dois candidatos em disputa no segundo turno das eleições presidências de 2018, Fernando Haddad do PT é aquele que possui um programa político que melhor representa os interesses do povo brasileiro e, em especial, dos pós-graduandos(as), enquanto o candidato Jair Bolsonaro do PSL representa o autoritarismo, a perda de direitos e a continuidade da política de ajuste fiscal que vem precarizando as universidades e a ciência em nosso país.
O candidato Jair Bolsonaro é uma peça parlamentar das instituições apodrecidas do estado que a anos vem se colocando no congresso a favor do autoritarismo e defendendo projetos que retiram direitos historicamente conquistados com muita luta pelos trabalhadores. Além de ter votado a favor do golpe que depôs um governo democraticamente eleito, ajudou a aprovar a reforma trabalhista, a reforma do ensino médio e a EC 95, que congelou os investimentos em áreas essenciais como a educação, a saúde e a ciência e tecnologia. Já se manifestou a favor da reforma da previdência do golpista Michel Temer, da privatização dos serviços públicos, inclusive das universidades, e da entrega de nossas riquezas naturais ao capital estrangeiro.
Já a candidatura de Fernando Haddad representa a defesa dos direitos e da democracia, com um programa que prevê, além da revogação da reforma trabalhista, a geração de empregos e o aumento do salário mínimo. Prevê também a melhoria da qualidade da educação com a revogação da reforma do ensino médio que retirou conteúdos da escola e a federalização deste nível de ensino. Umas das medidas mais importantes que sua candidatura representa é a revogação da EC 95, que vai permitir recuperar os investimentos em educação, saúde e ciência e tecnologia necessários para o desenvolvimento do país.
Diante disso, declaramos nosso apoio a candidatura de Fernando Haddad do PT, pois acreditamos que seu governo constituirá o melhor terreno para pautarmos nossas reivindicações imediatas e históricas em um ambiente democrático e não autoritário, como a luta por assistência estudantil para os pós-graduandos, a universalização e reajuste das bolsas de pesquisa, a recomposição do orçamento e o aumento dos investimento para a área de ciência e tecnologia, a retomada do programa ciência sem fronteiras e a luta pela garantia de direitos trabalhistas e previdenciários aos pós-graduandos(as).
Convocamos todos os pós-graduandos a se somarem ao ato dos estudantes com Haddad e Manu, chamado pelas entidades estudantis ANPG, UNE e UBES, no dia 26 de outubro, na Reitoria da UFBA às 14h para defender a democracia e os direitos.
Diretoria da APG (Gestão Democracia, Direitos e Autonomia), 24 de outubro de 2018
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APG FioCruz PE
Nós da Associação de Pós-Graduandas (os) da Fiocruz Pernambuco, enquanto pesquisadores, eleitores e formadores de opnião, viemos declarar apoio ao candidato que se compromete
com a defesa da democracia, da educação, dos direitos socias e da ciência e tecnologia.
Às vésperas de um segundo turno, é necessário se posicionar em defesa dos direitos conquistados e se opor a uma política baseada no ódio, nos cortes de investimentos em áreas primárias e desconsideração das minorias. Devemos nos opor a uma política que favoreça apenas os ricos e fortaleça essa desigualdade social tão gritante que nos permeia.
É preciso levantar a voz e bradar em defesa da Constituição Federal e sua garantia de direitos que não podem ser banalizados em quaisquer contextos.
Precisamos defender os valores democráticos, principalmente quando falamos em educação e saúde, para a conquista de uma sociedade menos desigual e plural.
Nenhum direito a menos!
Pela democracia, contra o fascismo!
Pelo amor, contra o ódio!
Contra os cortes no investimento em saúde, educação, ciência e tecnologia!
Nos posicionamos Fernando Haddad 13!
Veja aqui
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Carta da APG USP-Ribeirão Preto
Nós, alunos de pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, viemos, por meio desta, demonstrar publicamente nossa preocupação com as eleições presidenciáveis do Brasil e o destino do nosso país. Neste segundo turno, duas propostas estão em pauta. Uma delas ameaça diretamente os rumos da educação, ciência e tecnologia do nosso país, além de atacar as minorias e as pautas ambientais.
Nós, estudantes de pós-graduação, dedicamos nossa vida ao desenvolvimento do nosso país e acreditamos nas universidades públicas como instituições promotoras da igualdade social, bem estar da população e desenvolvimento sustentável. Por isso, neste momento delicado da nossa história, nós deliberamos, em assembleia extraordinária, pelo apoio a candidatura de Fernando Haddad e sua vice, Manuela D’ávila, por entendermos que suas propostas vão ao encontro dos nossos anseios para o Brasil.
Enquanto o outro candidato ameaça a continuidade da gratuidade do ensino superior público brasileiro, promete fechar o Ministério do Meio Ambiente e não pretende revogar a PEC que congelou os gastos em saúde e educação por 20 anos no nosso país, Fernando Haddad traz propostas concisas para o desenvolvimento da ciência e tecnologia brasileira. Haddad pretende recriar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, destinar 2% do PIB para a pesquisa e desenvolvimento do país e retomar os investimentos públicos na saúde e na educação de nossa população. Além disso, durante o tempo em que foi ministro da educação, Fernando Haddad foi responsável por projetos como REUNI, PROUNI e Ciência sem Fronteiras, garantindo educação superior a muitos jovens que antes não possuíam essas oportunidades.
Por todo o histórico de sucesso a frente do Ministério da Educação e diante do despreparo técnico do outro candidato no que diz respeito as pautas de ciência, pesquisa, inovação e tecnologia, nós, pós-graduandos da Universidade de São Paulo, do campus Ribeirão Preto, reforçamos, publicamente, nosso apoio a candidatura de Fernando Haddad.
APG-USP-RIBEIRÃO PRETO
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Carta Aberta da Associação de Pós-Graduandos da UFV à comunidade universitária
O segundo turno das eleições presidenciais é pauta dos debates que acontecem em todo Brasil. Principalmente dentro das universidades, visto que o caminho decidido no próximo domingo poderá mudar drasticamente o perfil da universidade pública brasileira, notadamente com relação ao tripé que a sustenta: Ensino, Pesquisa e Extensão.
Valorizamos um ambiente político no qual a divergência de posicionamento, da pluralidade de ideias e do reconhecimento das diferenças entre todos os cidadãos seja a regra geral. Por isso, não podemos apoiar um projeto de governo e de país em que somente prevaleça a vontade da maioria de forma que pensamentos e comportamentos julgados como inadequados sejam reprimidos com a força e intransigência de discursos e práticas sociais violentas.
No pleito presidencial de outubro de 2018, dois distintos projetos de país estão sendo colocados à escolha do povo. Neste sentido, compreendendo o volume de informações, muitas delas falsas, compreendendo o clima de disputa que tem levado o povo brasileiro a atos de violência desmedidos cerceando o direito à manifestação, a Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Viçosa, entidade estudantil que nasceu no berço da resistência ao triste momento histórico da Ditadura Militar implantada em 1964, vem a público declarar seu repúdio a todo projeto que inviabilize a universidade pública, gratuita e de qualidade.
Quaisquer projetos que visem reduzir o investimento em áreas vitais que fortalecem a defesa e a soberania nacional como são Ciência, Tecnologia e Inovação, que retire direitos dos cidadãos e cidadãs assegurados na Constituição Federal, promulgada em 1988 e que rompa com os princípios do Estado Democrático de Direito não terão nosso apoio.
Por isso, a APG UFV acredita que o caminho político será sempre aquele regido pela liberdade e pela democracia, tendo em vista a vasta diversidade que representa o povo brasileiro e a pesquisa científica desenvolvida em nosso país.
APG UFV Viçosa/MG, 23/10/2018

A APG da Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri promoverá no dia 14 de novembro, às 16 horas, o seu II Congresso. Confira a Programação:
16:00 Roda de Conversa – A Política de Ações Afirmativas para inclusão de pessoas negras, indígenas e com deficiência na Pós-Graduação stricto sensu na UFVJM
16:30 Roda de Conversa – A Pós Graduação nos prepara para sermos professores universitários ou pesquisadores?
17:00 Roda de Conversa – Depressão e Ansiedade na Pós-Graduação
17:30 – Plantões de Apoio Acadêmico aos pós-graduandos
Mesa 1 – Apoio no preenchimento do currículo lattes
Mesa 2 – Apoio no acesso ao portal de periódicos da Capes
Mesa 3 – Apoio na submissão de artigos a periódicos
18:00 Plenária Final de Leitura do Estatuto, Prestação de Contas das Atividades da APG e eleição de nova diretoria para compor a gestão do ano de 2019.
19:00 Pose da Nova Diretoria Eleita
20:00 Confraternização no Bar do TiTi (Rua do Ouro, 32, Centro)
Os pós-graduandos que não residirem em Diamantina e desejarem apoio com hospedagem para participação no evento favor entrar em contato com a APG pela página do Facebook: https://www.facebook.com/apgufvjm/
Caso você tenha filhos e necessite trazê-los eles serão bem vindos e terão um espaço especial para brincarem tranquilamente.
A Associação de Pós Graduandos é uma grande conquista para nossa universidade, e um importante espaço de construção dos direitos e deveres dos pós-graduandos, compareça, participe!
Baixe aqui a programação: folder_APG_congress

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No dia 16 de outubro o presidente da Fepodi (Fedreação Nacional de Pós-graduandos em Direito), Yuri Lannes, e responsável pela Ouvidoria da ANPG, Lis Volpe, estiveram reunidos com o subsecretário da Casa Civil,  Daniel Rodrigues, para debater questões de assédio e o próximo Congresso da Fepodi, que aconetcerá entre 13 e 14 de dezembro na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
“Pedimos apoio do Secretário, Aldo Rebelo, para regulamentar e estabelecer diretrizes sobre como as Universidades do Estado de São Paulo poderiam atuar no combate ao assédio no ambiente acadêmico. Na reunião foi apresentada a possibilidade para buscarmos juntos aos reitores um plano antes de formalizar o projeto”, explica Lannes.
Lannes complementa que a ideia é articular um projeto encaminhado pela Secretária do Desenvolvimento Econômico em parceria com a Casa Civil para que o governo do Estado estabeleça essas diretrizes. “Essa construção deve ser feita em conjunto também com alunos, funcionários, professores e reitores”, diz.
É importante ressaltar que o Estado de São Paulo tem importantes Universidades como, por exemplo, USP, Unifesp e Unicamp. “A abertura que a Casa Civil demostrou em discutrir sobre este assunto é muito importante, pois reflete a urgência e de como o assédio interfere não só na vida dos pós-graduandos como também na produção de pesquisa do Estado de São Paulo.

Nós, alunos de pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, viemos, por meio desta, demonstrar publicamente nossa preocupação com as eleições presidenciáveis do Brasil e o destino do nosso país. Neste segundo turno, duas propostas estão em pauta. Uma delas ameaça diretamente os rumos da educação, ciência e tecnologia do nosso país, além de atacar as minorias e as pautas ambientais.
Nós, estudantes de pós-graduação, dedicamos nossa vida ao desenvolvimento do nosso país e acreditamos nas universidades públicas como instituições promotoras da igualdade social, bem estar da população e desenvolvimento sustentável. Por isso, neste momento delicado da nossa história, nós deliberamos, em assembleia extraordinária, pelo apoio a candidatura de Fernando Haddad e sua vice, Manuela D’ávila, por entendermos que suas propostas vão ao encontro dos nossos anseios para o Brasil.
Enquanto o outro candidato ameaça a continuidade da gratuidade do ensino superior público brasileiro, promete fechar o Ministério do Meio Ambiente e não pretende revogar a PEC que congelou os gastos em saúde e educação por 20 anos no nosso país, Fernando Haddad traz propostas concisas para o desenvolvimento da ciência e tecnologia brasileira. Haddad pretende recriar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, destinar 2% do PIB para a pesquisa e desenvolvimento do país e retomar os investimentos públicos na saúde e na educação de nossa população. Além disso, durante o tempo em que foi ministro da educação, Fernando Haddad foi responsável por projetos como REUNI, PROUNI e Ciência sem Fronteiras, garantindo educação superior a muitos jovens que antes não possuíam essas oportunidades.
Por todo o histórico de sucesso a frente do Ministério da Educação e diante do despreparo técnico do outro candidato no que diz respeito as pautas de ciência, pesquisa, inovação e tecnologia, nós, pós-graduandos da Universidade de São Paulo, do campus Ribeirão Preto, reforçamos, publicamente, nosso apoio a candidatura de Fernando Haddad.
APG-USP-RIBEIRÃO PRETO

O segundo turno das eleições presidenciais é pauta dos debates que acontecem em todo Brasil. Principalmente dentro das universidades, visto que o caminho decidido no próximo domingo poderá mudar drasticamente o perfil da universidade pública brasileira, notadamente com relação ao tripé que a sustenta: Ensino, Pesquisa e Extensão.
Valorizamos um ambiente político no qual a divergência de posicionamento, da pluralidade de ideias e do reconhecimento das diferenças entre todos os cidadãos seja a regra geral. Por isso, não podemos apoiar um projeto de governo e de país em que somente prevaleça a vontade da maioria de forma que pensamentos e comportamentos julgados como inadequados sejam reprimidos com a força e intransigência de discursos e práticas sociais violentas.
No pleito presidencial de outubro de 2018, dois distintos projetos de país estão sendo colocados à escolha do povo. Neste sentido, compreendendo o volume de informações, muitas delas falsas, compreendendo o clima de disputa que tem levado o povo brasileiro a atos de violência desmedidos cerceando o direito à manifestação, a Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Viçosa, entidade estudantil que nasceu no berço da resistência ao triste momento histórico da Ditadura Militar implantada em 1964, vem a público declarar seu repúdio a todo projeto que inviabilize a universidade pública, gratuita e de qualidade.
Quaisquer projetos que visem reduzir o investimento em áreas vitais que fortalecem a defesa e a soberania nacional como são Ciência, Tecnologia e Inovação, que retire direitos dos cidadãos e cidadãs assegurados na Constituição Federal, promulgada em 1988 e que rompa com os princípios do Estado Democrático de Direito não terão nosso apoio.
Por isso, a APG UFV acredita que o caminho político será sempre aquele regido pela liberdade e pela democracia, tendo em vista a vasta diversidade que representa o povo brasileiro e a pesquisa científica desenvolvida em nosso país.
APG UFV
Viçosa/MG, 23/10/2018

Nós cientistas brasileiros, independente de nossas posições políticas ou ideológicas, vimos a público reafirmar o nosso pétreo compromisso com a democracia. A ciência, como bem público, precisa do ambiente democrático para progredir e produzir seus benefícios. Os regimes autoritários muito frequentemente instrumentalizam a ciência para fins contrários aos interesses da sociedade. A boa ciência necessita da crítica e do contraditório, do reconhecimento das diferenças e do respeito a opiniões divergentes, todas características que somente podem florescer em ambiente democrático.
As imperfeições do processo democrático necessitam correções, porém nunca deverão servir de pretexto para que renunciemos à democracia. Também repudiamos, com veemência, toda e qualquer apologia à tortura, as inúmeras formas de violação e as ameaças à preservação do meio ambiente praticadas por regimes autoritários do passado e do presente.
O fazer ciência pela vida, pelo progresso social, pelo bem estar da população, passa pela garantia da manutenção das liberdades, dos direitos humanos, pela pluralidade de ideias, pela eliminação da intimidação, da discriminação e da tortura, e pela oposição a qualquer tipo de violência, qualquer que seja sua motivação (étnica, de gênero, sexualidade, posição política ou qualquer outra).
Necessitamos sempre aperfeiçoar e consolidar a democracia para que a ciência avance e possa contribuir para as transformações sociais, tão necessárias à nossa sociedade.
Em 17 de outubro de 2018.
O Manifesto já foi assinado por mais de 600 cientistas. Confira aqui quem já assinou: Cientistas pela democracia 22-10-2018
Quem quiser assinar basta mandar um e-mail para [email protected] afirmando o interesse em assinar e informando nome completo, área de atuação e CPF ou RG.

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Fotos: Karla Boughoff

Em São Paulo, em meio a mais de 30 mil pessoas em uma mobilização capitaneada pelas mulheres na Avenida Paulista a presidenta da UNE, Marianna Dias, denunciou a perseguição política que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem feito a entidade que representa mais de 8 milhões de estudantes.
A UNE foi acionada na justiça pelo candidato do PSL por conta da campanha “Bolsonaro Não” e está solicitando ao Tribunal Superior Eleitoral que a entidade retire as postagens relacionadas a campanha do ar.
“Essa medida de Bolsonaro é porque ele não aceita que pessoas pensem diferente dele, não aceita que organizações tenham pensamentos, ele chegou a dizer que não quer jovens críticos no nosso país deve ser por isso que ele se sente coagido com a nossa campanha. Nós aprovamos essa campanha porque pra nós da UNE seu projeto fere a nossa existência. No dia da eleição no primeiro turno ele fez uma declaração dizendo que se eleito fosse ele acabaria com o ativismo no Brasil”, ressaltou.
 

Ela explica que a UNE mais dos que motivos para se posicionar. ” Quando ele tenta nos censurar ele fere o direito dos estudantes, que queremos escola e não EAD, nós que queremos estudar em universidades públicas, ele apoiou a PEC 55 que tira recursos da educação pública ”, explicou.
Junto com a UNE outros movimentos foram processados por se posicionar contra as ideias do capitão do exército.
“Já resistimos a períodos duros nesse país e continuamos a resistir ao lado das mulheres e dos trabalhadores que querem viver num país de paz. Nós não vamos recuar”, afirmou a presidenta.

A UNE NÃO É FINANCIADA COM DINHEIRO PÚBLICO

O candidato acusa a entidade de estar sendo financiada para fazer campanha contra ele. “Ele não cansa de fazer fake news, de falar coisas que não são verdades. Não existe nenhum dinheiro público financiando nenhum um tipo de campanha que a UNE venha a fazer. Quem deve explicações a cerca de dinheiro de campanha é o próprio candidato Bolsonaro que está sendo investigado por Caixa Dois”, esclareceu.
 

Desde de que a ANPG e demais entidades estudantis declaram seu apoio a Fernando Haddad neste segundo turno das eleições, estudantes estão promovendo atos em suas Universidades.
Em São Paulo o Ato aconteceu no Largo São Francisco, na Universidade de Direito de São Paulo, e reuniu estudantes e juristas em defesa da democracia brasileira. A presidenta da ANPG, Flávia Calé, esteve presente e falou da importância da mobilização de todos os estudantes de pós-graduação.
Flávia Calé e a vice-presidente da ANPG, Manuelle Matias, também estiveram com a candidato Fernando Haddad no dia 18 de outubro no Rio de Janeiro para entregar em mãos a plataforma eleitoral da Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG).  Ele mostrou todo seu compromisso com a educação, ciência e tecnologia e recebe as entidades para ouvir suas demandas.
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Também no dia 18 aconteceu em Campinas, SP, uma marcha contra o candidato Bolsonaro que contou com a presença de 1000 estudantes. Eles saíram do Campus da Universidade e foram até o Terminal Rodoviário da região. Já aderiram cursos como Ciências Sociais e História, Biologia, Educação Física, Química, Computação.

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Já na Universidade Federal do Rio Grande do Norte a assembleia com estudantes aconteceu no dia 16/10. O DCE José Silton Pinheiro, em parceria com a UNE e a ANPG, convocou os estudantes para debater as ações do movimento estudantil da UFRN em defesa da democracia, da educação pública e da ciência e tecnologia. “É muito importante nesse momento não perdermos a esperança na virada do jogo. Correntes de WhatsApp não podem definir quem será o próximo presidente da república. Nós sabemos o que foi nosso campus, nosso laboratório e nossa própria vida após os governos progressistas. É pra defender tudo isso que resistimos. É contra o fascismo e em defesa do emprego, da saúde e da educação pública que vamos às ruas”, disse Germano Neto, diretor da ANPG.

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No Rio Grande do Sul aconteceu no dia 17 uma aula pública pública em defesa da democracia organizada por estudantes e professores da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos).
A vice-presidente da ANPG na região sul, Marianna Rodrigues, fez uma fala em torno da questão “qual é o papel da Universidade na defesa da democracia?”. Através da história da Universidade brasileira, Marianna contou sobre o surgimento da ANPG e a importância da entidade na defesa dos investimentos em ciência e tecnologia para o país.
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E nesta quinta-feira,  18/10, também aconteceu em uma cafeteria de Recife o lançamento do Manifesto Democrático em Defesa da Universidade, com a presença de reitores, professores, pesquisadores, do governador Paulo Câmara (PSB), da deputada federal e futura vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), do senador Humberto Costa (PT) e de representantes UNE e ANPG.