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Está no ar a programação do IV Salão Nacional de Divulgação Científica da ANPG, que acontecerá entre os dias 12 e 18 de julho, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

O tema do Salão é “Desafios e perspectivas para o Financiamento da Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”, e tem como objetivo principal a promoção da divulgação científica, da cultura nacional e a integração entre estudantes, professores, pesquisadores e comunidade em geral. Além disso, as atividades que serão realizadas durante o evento buscam aproximar a produção de conhecimento acadêmico da realidade social brasileira.

Confira:

Folder Programação INTERNO

Domingo – 12 de julho

13h – Reunião de diretoria da ANPG

Segunda-feira – 13 de julho

10h00 – 16h00: Mostra científica

Local: Salas de aula Prédio de aulas teóricas 09 (AT9)

14h00: Abertura do 4º Salão Nacional de Divulgação Científica

15h00 as 17h30: Desafios da Inovação no Brasil

 Inácio Arruda: Secretário de Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará;

 Victor Pellegrini Mammana: Diretor geral do CTI Renato Archer

 Luis Manuel Rebelo Fernandes: Presidente da FINEP

Local: Auditório da Medicina

Terça-feira – 14 de julho

10h00 – 16h00: Mostra científica

Local: Salas de aula Prédio de aulas teóricas 09 (AT9)

09h00: A necessária recomposição do FNDCT e o seu papel para o financiamento da C,T&I no país. Perspectivas de financiamento pelo petróleo, minério e outras fontes.

 Hernan Chaimovich – Presidente do CNPq*

 Alan Kardec – UFMA; Ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo.

 Emília Maria Silva Ribeiro – SEXEC / MCTI*

 Representante do CONSECTI

Local: Auditório da Medicina

14h00 Conferência: Desafios e perspectivas para o financiamento da ciência, tecnologia e inovação no Brasil

 Aldo Rebelo – Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação.

 Provocador: Ildeu de Castro Moreira – SBPC

 Coordenação: Tamara Naiz – Presidenta da ANPG

Local: Tenda da ANPG

12h00 Ato Político: Mais Financiamento; Mais Democracia; Mais Direitos!

Local: Concentração na Tenda da ANPG

14h30: 16º Encontro Nacional de Jovens Cientistas – Juventude Com Ciência: as várias formas de transformar o Brasil

 Ângela Guimarães – Presidente do Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE)

 Carina Vitral – Presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE)

 Angela Meyer – Presidenta da União Paulista de Estudantes Secundaristas (UPES)

 Instituto Ciência Hoje*

 Tamara Naiz – Presidenta da ANPG

 Giovanny Kley Trindade – Diretor de Juventude da União dos Negros Pela Igualdade

Local: Tenda da ANPG

Quinta-feira 15 de Julho

10h00 – 16h00: Mostra científica

Local: Salas de aula Prédio de aulas teóricas 09 (AT9)

9h30m – 12h A Popularização e Divulgação da Ciência como Propulsoras da Inclusão Social e Produtiva

 Representante da CAPES*

 Eron Bezerra – Secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social / MCTI

 Marcia Cançado – UFRGS

Local: Auditório da Medicina

Sexta-feira 15 de Julho

9h30m – 12h A Pátria Educadora deve Investir em Ciência

 Soraya Smaili – Reitora UNIFESP

 Davidson Magalhães  – Deputado Federal – Presidente da Frente Parlamentar Mista em defesa da Pós-Graduação e da Ciência e Tecnologia

 Jesualdo Pereira Farias – Secretário de Ensino Superior do MEC*

Local: Auditório da Medicina

*Debatedores a confirmar

Tenda da ANPG: Todos os dias das 10h às 20h oficinas e programação cultural (Veja a programação detalhada no local)

Da redação

Matéria relacionada:
Vem aí o 4º Salão Nacional de Divulgação Científica!

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O I Fórum de Representantes Discentes dos Programas de Pós-Graduação da UnB, que aconteceu segunda-feira (29), tratou dos principais problemas que os pós-graduandos da Universidade de Brasília enfrentam.

Tamara Naiz, presidenta da ANPG, iniciou o fórum com a palestra “Direitos dos Pós-Graduandos: O que a soberania do Brasil tem a ver com isso”, que também contou com a presença do Decano de Pesquisa e Pós-Graduação da UnB, Prof. Dr. Jaime Santana, e do Secretário-Geral da ADUNB, Prof. Dr. Remi Castioni.

Durante a tarde, eixos temáticos relativos às condições de pesquisa, assistência estudantil e ações afirmativas foram votados. “Dos eixos saíram documentos que são as opiniões dos representantes discentes acerca da comunidade acadêmica da universidade, que abriga cerca de 8 mil pós-graduandos stricto sensu, mais os lato sensu”, afirma Gabriel Nascimento, Vice-Presidente Regional Centro-Oeste da ANPG e membro da APG Ieda Delgado, da UnB.

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“Precisamos pensar o ponto estratégico que a pós-graduação vai ocupar nas próximas décadas quando se fala da geração de quadros de recursos humanos para os objetivos do país. Somos aqueles que produzem a maioria das pesquisas no Brasil, cerca de 96%, mas ainda somos um quantitativo não diversificado, já que a pós-graduação, ainda hoje, é predominantemente ocupada por homens brancos da elite”, completa.

Segundo Nascimento, o primeiro passo é discutir de que maneira a pós-graduação pode ser mais popularizada para que se torne estratégica e como investir mais para que se torne o centro da CeT no Brasil. “Esperamos que a pós-graduação da UnB possa se colocar nessa linha paradigmática de avançar na população, para que haja maior ingresso de negros e índios e melhorar a qualidade dos próprios cursos”, continua.

A APG Ieda Delgado repudia todo o processo de ajuste fiscal que corta verba da área de Ciência e Tecnologia, “entendemos que é uma conjuntura complexa, portanto entendemos que nenhum centavo deve ser cortado para a educação. Se o ajuste é necessário, então que haja ajuste no lucro líquido dos bancos, nos impostos sobre as grandes fortunas, na taxação da circulação de mercadoria e prestação de serviços para os milionários”, finaliza Nascimento.

A segunda edição do Fórum deve acontecer agora no segundo semestre.

 Da redação com informações da APG Ieda Delgado

Contrariando a decisão do Supremo Tribunal Federal, que autorizava a presença dos estudantes na Câmara, Eduardo Cunha colocou para ser novamente votada a matéria do dia anterior, com pequenas mudanças, referente a redução da maioridade penal, em uma interpretação muito peculiar do regimento da Casa.

O novo texto reduz de 18 para 16 anos a idade penal em casos de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. O texto anterior, rejeitado na votação do dia 1, abrangia, também, crimes de tráfico de drogas, terrorismo, tortura e roubo qualificado. O cumprimento da pena em estabelecimento separado do destinado aos maiores de 18 anos continua vigente. A construção de tais estabelecimentos será de responsabilidade da União, dos estados e do Distrito Federal. Porém, o dispositivo que impedia o contingenciamento de recursos orçamentários destinados aos programas socioeducativos e ressocializantes de adolescentes em conflito com a lei não consta na emenda aprovada.

A manobra foi considerada como golpe por parlamentares contrários a redução, que apresentaram, durante a sessão, requerimentos de adiamento da votação ou retirada de pauta do projeto, tendo como objetivo postergar a votação.

A decisão e a votação serão questionadas no Supremo Tribunal Federal por aqueles contrários à aprovação, com o argumento de que a apresentação do texto fere os regimentos da Casa.

“A situação política do Brasil está cada dia mais complexa e preocupante, dia 30 de junho, após um dia intenso de lutas, que começou com uma manifestação de cinco mil pessoas na esplanada dos ministérios e terminou na madrugada do dia 01, numa votação lenta e difícil na câmara federal conseguimos barrar o relatório substitutivo da PEC 171. Mas não esperávamos que no mesmo dia o presidente da casa, deputado Eduardo Cunha, fizesse uma manobra regimental, numa clara afronta a democracia e atitude de garoto mimado que não aceita derrota, recolocou a matéria em votação. Os últimos acontecimentos nos mostraram que é preciso cada vez mais mobilização social em torno da defesa dos direitos da nossa população, sobretudo da juventude e dos trabalhadores. E o movimento estudantil brasileiro mostrou que está vivo, forte e unificado em torno da bandeira de ‪#‎NãoARedução da maioridade penal e da defesa dos direitos! Mostrou que lutar vale a pena, que as vitórias são possíveis, portanto devemos permanecer alertas e mobilizados, ainda tem muita água pra rolar em baixo dessa ponte, como diz a música, ‘Não baixe a guarda, a luta não acabou’! “, afirma Tamara Naiz, presidenta da Associação Nacional de Pós-Graduandos.

A ANPG é contra a PEC 171/93, que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal, porque, a partir dos 12 anos, todos os adolescentes passam a ser responsabilizados por atos cometidos contra a lei, através das medidas previstas no ECA. Essas medidas, chamadas de socioeducativas, apresentam índices de não reincidência muito maiores do que as medidas de privação de liberdade aplicadas aos adultos. Além disso, Impor medidas socioeducativas ao invés de penas criminais decorre do reconhecimento da condição em que o adolescente se encontra no que tange seu desenvolvimento.

Destacamos, também, que o sistema prisional brasileiro está saturado e não suporta mais internos, principalmente porque há reincidência de 70%. Outro dado importante é que os jovens abaixo de 18 anos cometem menos de 1% de todos os crimes contra a vida no Brasil.
Reduzir a maioridade penal, portanto, é apenas tratar o efeito, ao invés de tratar a causa. O crime surge como reflexo das diferenças sociais e educativas existentes no Brasil. Encarcerar um adolescente é tirar a chance deste se tornar um cidadão consciente tanto dos seus direitos, quanto dos seus deveres, assumindo a incompetência que o Estado tem em assegurar o direito básico à educação.

 Da redação, com informações da Folha e da Câmara Notícias

Veja o que já foi publicado sobre o assunto:

Estudantes fazem marcha em Brasília contra a redução da maioridade penal e se reúnem com Eduardo Cunha
Contra a redução da maioridade penal: carta dos estudantes brasileiros aos deputados
Entidades Estudantis, Intelectuais, Movimentos Sociais, Ongs e Magistrados assinam Manifesto Contra a Redução da Maioridade Penal
ANPG marca presença na luta contra a redução da maioridade penal
ANPG convoca para ato contra a redução da maioridade penal em Brasília
Estudantes marcham contra o retrocesso: PEC da redução da maioridade penal é derrotada na Câmara

Nesta terça-feira (30), pós-graduandos da USP, UNICAMP e UNESP, ao lado de estudantes das ETECs e FATECs, bem como de funcionários e professores das universidades, acompanharam a aprovação do Projeto de Lei 587/2015 do Executivo, relativo à Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2016, na Assembléia Legislativa de São Paulo (ALESP).

Pós-graduandos, graduandos, docentes e funcionários querem aumento do repasse seja de 9,57%  para 11,6% do total do ICMS arrecadado, o que deve constar na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que é utilizada como base para o orçamento do todo Estado.

O texto aprovado na noite de ontem, por 61 votos a 15, não previu o aumento na alíquota do repasse, mas foi garantida a expressão “no mínimo”, o que possibilita a manutenção da luta por mais verbas para as universidades estaduais.

Na semana anterior (23), durante a primeira audiência pública na Assembléia Legislativa, as Instituições de Ensino Superior puderam mostrar para os deputados os problemas que a interrupção do financiamento traz para o progresso do Brasil. “Na USP, uma série de laboratórios estão com risco de fechamento por conta do repasse”, afirma Mariana Moura, coordenadora da APG-USP Capital e que esteve presente na audiência, “Se o repasse não for aumentado, algumas linhas de pesquisa terão de ser fechadas”, completa.

Para conhecer o texto aprovado, acesse www.al.sp.gov.br, no link Projetos.

Da redação com informações da ALESP

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Na manhã dessa terça-feira (30) uma grande marcha contra a redução da maioridade penal, em Brasília. Convocada pela ANPG, UNE e UBES, a caminhada contou com cerca de 7 mil estudantes de todo o Brasil e a participação de outras entidades ligadas à temática da infância e dajuventude, que manifestaram da Biblioteca Nacional até a Câmara dos Deputados, puxados por um trio elétrico com representantes das entidades que exclamavam palavras de ordem como “Vamos correr ao Congresso contra o retrocesso!”.

A manifestação teve como objetivo derrubar a PEC 171/93, que propõe reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos, votada no mesmo dia. Desde segunda-feira (29), estudantes já estavam mobilizados e acampados na Esplanada dos Ministérios, em companhia da Anistia Internacional, para mostrar que a solução para a criminalidade se dará com mais escolas e não mais cadeias. Na segunda, realizaram um ato onde “adesivaram” a porta de gabinetes dos deputados contrários e indecisos, inclusive de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Casa, de onde foram expulsos. Desde a semana anterior, estudantes têm conversado com parlamentares indecisos para reverter a maioria dos votos a favor.
A votação da PEC 171/93, que durou até a madrugada do dia 1 de julho, terminou com vitória da juventude brasileira. A bancada conservadora não conseguiu os 308 votos necessários para alterar a Constituição Federal.

“O dia amanheceu mais bonito para os sonhadores e lutadores. Mostramos para a tal bancada da bala que o movimento estudantil está vivo e com capacidade de mobilização. O trabalho corpo a corpo com os deputados foi fundamental, pois muitos estavam indecisos. Também conseguimos virar a orientação de alguns partidos, como PROS, PPS e PSB”, diz Tamara Naiz, presidenta da ANPG. “A redução da maioridade penal pode ser o maior retrocesso civilizacional de nosso país desde a constituição de 88, não podemos permitir que passe! Continuemos na luta!”, completa.

O Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, avisou que essa foi “apenas uma etapa” da discussão, já que ele ainda precisa votar o texto original da proposta ou outras emendas que tramitam em conjunto. No texto rejeitado, o adolescente de 16 a 18 anos poderia ser condenado por crimes de tráfico de drogas, lesão corporal grave ou lesão corporal seguida de morte e roubo agravado – quando há uso de arma ou participação de mais de um criminoso. Já o texto original, reduz a maioridade penal para 16 em todos os crimes.
“Cunha planeja colocar um novo relatório, dessa vez tirando a emenda de crimes de tráfico, para tentar votar, ainda hoje, a redução. Estamos e continuaremos reunidos e prestando atenção no momento que será decidido se haverá ou não hoje essa votação. O importante é que ontem os estudantes saíram vitoriosos e derrotaram, pela segunda vez na história, a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos”, afirma Gabriel Nascimento, Vice-Presidente Regional Centro-Oeste da ANPG.

Estatuto da Criança e do Adolescente e melhora na educação

Apesar da derrota da PEC 171 e das opiniões contrárias, boa parte dos parlamentares presentes concordam que o país enfrenta problemas no que tange controlar a criminalidade. Para parte dos contrários a redução, a solução seria revisar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de maneira que o jovem infrator permaneça mais tempo internado no sistema atual de medida socioeducativa, além de enfatizarem o discurso de mais educação para a juventude brasileira, já que a reincidência dos que cumpre pena no sistema prisional é de 70%, quase o dobro dos 36% que cumprem medidas socioeducativas.
Além disso, outra preocupação levantada pelos parlamentares contrários à redução abrange a repercussão da regra em outras leis em vigor, como a venda de bebida alcoólica para menores, leis sobre exploração sexual e idade mínima para dirigir.

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Participação estudantil

A participação das entidades estudantis e dos estudantes teve inicio já (ver data na semana passada) , quando a análise da PEC 171, na comissão especial da Câmara, recebeu parecer favorável. Os jovens acabaram expulsos da Casa, após gritarem palavras de ordem e marcharem nas galerias. Os manifestantes também foram proibidos de participar de novas sessões na Câmara. Apesar disso, a presença da juventude no plenário foi conquistada, graças a um habeas corpus conseguido pela UNE no Supremo Tribunal Federal. Porém, o acesso foi autorizado a um número reduzido de pessoas, por meio de senhas distribuídas por partidos.

A ANPG é contra a PEC 171/93 porque, a partir dos 12 anos, todos os adolescentes passam a ser responsabilizados por atos cometidos contra a lei, através das medidas previstas no ECA. Essas medidas, chamadas de socioeducativas, apresentam índices de não reincidência muito maiores do que as medidas de privação de liberdade aplicadas aos adultos. Além disso, Impor medidas socioeducativas ao invés de penas criminais decorre do reconhecimento da condição em que o adolescente se encontra no que tange seu desenvolvimento.

Destacamos, também, que o sistema prisional brasileiro está saturado e não suporta mais internos, principalmente porque há reincidência de 70%. Outro dado importante é que os jovens abaixo de 18 anos cometem menos de 1% de todos os crimes contra a vida no Brasil.
Reduzir a maioridade penal, portanto, é apenas tratar o efeito, ao invés de tratar a causa. O crime surge como reflexo das diferenças sociais e educativas existentes no Brasil. Encarcerar um adolescente é tirar a chance deste se tornar um cidadão consciente tanto dos seus direitos, quanto dos seus deveres, assumindo a incompetência que o Estado tem em assegurar o direito básico à educação.

Da redação com informações da UNE e da Câmara Notícias

Por questões de segurança, é necessário que os participantes da 67ª Reunião Anual da SBPC passem por procedimento de identificação caso desejem utilizar a rede sem fio do Campus São Carlos da UFSCar durante o evento. Apenas os participantes inscritos poderão ter acesso à rede, a partir dos seguintes procedimentos:

• Na semana anterior à Reunião Anual, os participantes já inscritos receberão as instruções para definição da senha de acesso no e-mail registrado no momento da inscrição
• Os participantes que realizarem a inscrição durante o evento também poderão acessar a rede, a partir de instruções que serão encaminhadas após o momento da inscrição.

A identificação dos usuários da rede sem fio da UFSCar é obrigatória e atende as Normas e os Procedimentos para o Uso dos Recursos de Tecnologia da Informação na Universidade Federal de São Carlos, previstas na Resolução CoAd nº 070, de 28 de novembro de 2014, disponível em www.sin.ufscar.br/psi.

(Ascom UFSCar)

Fonte: SBPC

A crise econômica e a redução da arrecadação do ICMS em São Paulo ameaçam os orçamentos das universidades estaduais paulistas e ameaçam a qualidade de ensino e pesquisa, que garantem a reputação dessas instituições. O movimento de Pós-Graduandos, estudantes, professores e funcionários pressionam os deputados para ampliar o percentual de repasse financeiro do Estado para as Universidades.
Na terça-feira (23), durante audiência pública na Assembléia Legislativa, as IES puderam mostrar para os deputados os problemas que a interrupção do financiamento traz para o progresso do Brasil. “Na USP, uma série de laboratórios estão com risco de fechamento por conta do repasse”, afirma Mariana Moura, coordenadora da APG-USP Capital e que esteve presente na audiência, “Se o repasse não for aumentado, algumas linhas de pesquisa terão de ser fechadas”, completa. Além das entidades de pós-graduandos, estão na luta também entidades de professores, funcionários e de estudantes de graduação.
A expansão das universidades estaduais nos últimos anos foi fundamental para que acontecesse uma diversificação nas linhas de pesquisa de tais instituições, “é fundamental que os deputados entendam que a redução do repasse, em função da crise econômica, trará prejuízos insuperáveis para a pesquisa em São Paulo e no país”, continua Mariana. O aumento do repasse é uma unanimidade nas três universidades estaduais paulistas mais o Centro Paula Souza, responsável pelas Fatecs e Etecs do Estado. “Quem perde com isso é o desenvolvimento científico e tecnológico e o avanço e progresso do nosso país e do nosso Estado”, finaliza Mariana.
As estaduais paulistas ficarão mobilizadas até amanhã (30), data provável para a votação da LDO na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Veja o que já publicamos a respeito
Da Redação

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Estudantes de diversas regiões do país se organizam para mais um ato contra a redução da maioridade penal. A ANPG convoca os pós-graduandos do Brasil e a sociedade a estarem presentes, amanhã (30), no ato em Brasília, quando a pauta chega em votação no plenário da Câmara dos Deputados. A concentração será em frente ao Museu Nacional, às 9h, e a marcha seguirá rumo ao Congresso.

As três entidades representativas dos estudantes no Brasil, ANPG, UNE e UBES, são contra a redução da maioridade penal, pois entendem que o quadro tende a se agravar num sistema carcerário precário que, claramente, não recupera o infrator. As entidades acreditam que só uma educação emancipadora construirá bases para um país com mais igualdade de oportunidade e direitos.

A ANPG considera a redução como enganação, já que adolescentes cometem apenas 0,01% dos crimes contra a vida no Brasil, porém, cerca de 30 mil jovens morrem todos os anos no país, vítimas da violência que assola, principalmente, a população de baixa renda que reside na periferia brasileira.

“Essa é a juventude que, secularmente, está a margem da sociedade, sem direito à educação e à saúde. É a juventude que não teve acesso aos direitos fundamentais, que são o que queremos que sejam aprofundados. A redução afeta a juventude que já vem morrendo. Hoje, no Brasil, acontece quase 30 mil assassinatos de jovens por ano, sendo que desses, 77% são negros. Ou seja, a redução é uma outra maneira de criminalizar a juventude”, afirma Gabriel Nascimento, diretor da ANPG.

Por conta da votação que legaliza a redução da maioridade penal, a ANPG, juntamente com UNE e UBES, convoca tanto pós-graduandos como toda a sociedade a participar do novo ato organizado para demonstrar sua total insatisfação e repúdio à aprovação do relatório na Comissão Especial. A ANPG, juntamente com as outras entidades, continuam mobilizados para derrotar tal projeto.

O quê: Marcha contra a redução da maioridade penal
Quando: 9h do dia 30 de junho (terça-feira)
Onde: Saída do Museu Nacional (Setor Cultura Sul, Lote 2, Esplanada dos Ministérios)

Outros atos contra a redução da maioridade penal

No dia 17 de junho, a ANPG esteve presente, representada pelo Vice-Presidente Regional Centro-Oeste, Gabriel Nascimento, no ato contra a redução da maioridade penal, que aconteceu durante a votação da Comissão Especial que aprecia a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171, em Brasília (DF). No dia 25 de junho, a Associação também participou de outro ato, dessa vez na Avenida Paulista (SP), que abordava, entre outros temas, a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Da redação

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Por se ver preocupada com o momento que o país atravessa, a Associação Nacional de Pós-Graduandos convocou toda a sociedade para uma grande manifestação contra o Ajuste Fiscal, contra a redução da maioridade penal, contra a terceirização, contra o regime de partilha do pré-sal e contra o financiamento empresarial de campanha. O ato, que aconteceu no dia quinta-feira (25), reuniu na Avenida Paulista, maior pólo econômico de São Paulo, além da ANPG, a UNE, UBES, CUT, MTST e outros movimentos sociais.

Passamos pela maior crise do capitalismo desde 29 e a resposta do governo federal, com medidas da cartilha neoliberal, aponta para aprofundar o quadro recessivo. Soma-se a isso o parlamento mais conservador e fisiológico da jovem democracia brasileira, presidido por uma personagem autoritária e avessa à participação popular.

A ANPG tem se reunido com outras entidades do movimento social buscando consolidar uma resistência popular à ofensiva conservadora no congresso que tenta, por vários projetos, subtrair direitos que foram conquistados por trabalhadores, jovens, mulheres e negros nos últimos anos.

Queremos barrar o financiamento empresarial de campanhas, pois cremos que os deputados devem defender o povo e não os interesses de uma minoria empresarial. O financiamento privado é a nascente dos rios de corrupção que cortam nosso país, sustentado por bases de interesses pessoais que deixam o interesse comum de lado, fomentando desigualdades sociais.

Queremos manter o regime de partilha na exploração do Pré-Sal e a exclusividade da Petrobras. O petróleo é nosso e não podemos permitir que ele seja entregue para empresas estrangeiras. Além disso, lutamos porque não podemos deixar que os direitos trabalhistas, tão arduamente conseguidos, sejam ameaçados com a PEC da terceirização.

Por fim, a ANPG é contra a redução da maioridade penal, pois essa é uma solução falsa para o problema da segurança pública e reduz a possibilidade de re-sociabilizar milhares de jovens cooptados pelo tráfico de drogas. É preciso pensar medidas que aprimorem a segurança pública sem restrições de direito à juventude.

Na ocasião, a presidenta da ANPG, Tamara Naiz, discursou no carro de som que, “A gente sabe que o Brasil mudou um pouco para nossa juventude e para nosso povo, mas também sabemos que precisa mudar muito mais. E para mudar, é preciso uma reforma política ampla e democrática, que combata a corrupção, porque a corrupção mata, desvia dinheiro da saúde e da educação, dinheiro que era para ser investido no nosso povo!”.

Tamara ainda afirmou que a redução da maioridade penal é uma forma de enganação:  “Estamos aqui para reafirmar: o nosso compromisso é enfrentar as pautas conservadoras no Congresso Nacional. Não aceitaremos a terceirização, não aceitaremos a criminalização da nossa juventude através da redução da maioridade penal, porque a juventude no Brasil comete apenas 0,01 por cento dos crimes contra a vida. Reduzir a maioridade penal é enganação”.

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Marcelo Arias, diretor da ANPG, completa a visão da presidenta: “A juventude não é a que mais mata, mas a que mais morre. Todo ano são mais de 30 mil jovens assassinados nesse país, e 70 por cento deles são negros, pobres e moradores da periferia”.

Tamara finalizou afirmando que “A nossa juventude não quer cadeia, a nossa juventude quer mais escolas, quer mais direitos e é por isso que estamos aqui hoje, para dizer que o povo quer dignidade! O povo sabe que democracia a gente constrói na rua, porque aquele parlamento de homens brancos e ricos não nos representa! A gente quer reforma política, a gente quer ver as mulheres e o povo no poder! E é por isso que faço uma saudação, porque a rua é nossa! A gente é da rua! A rua é do povo, e é assim que tem que estar: ocupada por mais direitos e por mais conquistas! Não ao retrocesso! Contra o ajuste!”.

Da Redação

Foi registrada hoje (24) a criação da Frente Parlamentar Mista em defesa da Pós-Graduação e da Ciência e Tecnologia, iniciativa da ANPG com o apoio do deputado Davidson Magalhães (PCdoB-BA), que tem como objetivo reunir Deputadas, Deputados, Senadoras e Senadores preocupados com a Pós-Graduação e com a CeT, para defender os esforços dos pesquisadores em torno da produção de ciência e tecnologia, bem como a conquista de direitos e melhores condições para o trabalho desenvolvido pelos pós-graduandos.

Além disso, a Frente, cuja criação recebeu mais de 200 assinaturas de parlamentares que demonstram apoio, irá acompanhar as políticas e ações que objetivem a defesa dos interesses da Pós-Graduação; promover debates, simpósios, seminários e outros eventos relacionados ao tema; promover o intercâmbio com entes públicos e organizações da sociedade civil, visando o aperfeiçoamento das ações e políticas em defesa da pós-graduação e da CeT, entre outras ações que visam promover e melhorar a condição da pós-graduação e do pesquisador no Brasil.

“A principal função da Frente, de agora em diante, é alocar projetos de lei, audiências e propostas, que mantenham, sempre, um diálogo acerca da melhoria das condições e dos direitos e o fortalecimento da pós-graduação brasileira como instituição dentro da Ciência e Tecnologia e seu papel fundamental e estratégico para tal área”, afirma Gabriel Nascimento, Vice-Presidente Regional Centro Oeste da ANPG. A Frente Mista já tem uma coordenação, que conta com Cristovam Buarque, Margarida Salomão, entre outros, e já possui alguns projetos a serem apresentados, como o PL do valor das bolsas de pesquisa, o PL com relação à licença maternidade e da PL das cotas.

Da Redação