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ASSEMBLEIA DOS/AS ESTUDANTES DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFBA APOIA A GREVE DOS DOCENTES, TÉCNICOS E ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO E DECIDE ENTRAR EM ESTADO DE MOBILIZAÇÃO!

Reunidos na Faculdade de Educação da UFBA no dia 03 de junho de 2015, estudantes de mais de 15 programas de pós-graduação da UFBA compareceram ao II Encontro de Estudantes de Pós-Graduação da UFBA, organizado pela Associação de Pós-Graduandos/as da UFBA e por uma comissão organizadora formada por representantes discentes de vários programas, para debater a realidade da pós-graduação na UFBA e a necessidade da unidade dos/as estudantes em defesa de seus direitos, por melhores condições de pesquisa e em defesa da universidade pública.

Na mesa de abertura do encontro, estiveram presentes representantes da APUB, do DCE_UFBA e da APG_UFBA que destacaram o momento de mobilização da universidade e a necessidade de unificar as forças entre os 4 setores (professores, técnicos, discentes de graduação e pós-graduação) em defesa da universidade pública, contra os cortes no orçamento da União que impactaram em 9,4 bilhões na Educação e 1,8 bilhões na Ciência e Tecnologia.

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No encontro, que teve como tema “A Pós-Graduação na UFBA e suas contribuições para a construção da soberania nacional”, a professora Celi Taffarel, do comando de mobilização da greve docente da UFBA, destacou na mesa sobre Internacionalização, a realidade do/a estudante de pós-graduação da UFBA, dentre os quais apenas 40% recebe algum tipo de bolsa das agências de fomento à pesquisa. Maíra Gentil, da Associação Nacional de Pós-Graduandos, apresentando um histórico da luta dos/as pós-graduandos/as da UFBA desde a fundação da APG/UFBA em 2010, destacou que a organização é a principal arma dos/as estudantes na valorização dos/as pesquisadores/as e na defesa de seus direitos.

No painel sobre “Produtivismo”, a professora da Escola de Enfermagem, Cristina Melo, destacou a lógica produtivista que assola a universidade, obrigando a formar pesquisadores/as que publicam, mas não pensam e não leem, submetidos a condições desgastantes. Também destacou que os cortes orçamentários nas universidades intensificam o problema do produtivismo, pois a produção tornou-se critério para a obtenção de financiamento para as pesquisas. Já no painel de Assistência Estudantil, a professora Iole Macedo Valim, coordenadora de Ações Afirmativas, Educação e Diversidade da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil trouxe a reflexão de que a expansão e popularização das universidades não foi acompanhada por um modelo de permanência que garanta a todos/as condições dignas de estudo e pesquisa. Destacou que a não inclusão do/a estudante de pós-graduação no PNAES (Plano Nacional de Assistência Estudantil) dificulta o acesso desse setor à direitos como residência, creche, bolsas auxílio, etc. e que na UFBA, o programa de Assistência Estudantil é voltado para a graduação, abrindo as portas, entretanto, para o diálogo da APG com a PROAE.

Durante a tarde, foi realizada a Assembleia Geral de Estudantes da Pós-Graduação da UFBA, tendo como pauta a Conjuntura de Greves da UFBA e a Eleição da APG UFBA. Após debaterem sobre a necessidade de defesa dos direitos dos/as pós-graduandos/as e da autonomia do movimento estudantil de pós-graduação, os/as estudantes presentes deliberaram por entrar em Estado de Mobilização, compondo um Comando de mobilização com estudantes de diversos programas que irão, junto com a diretoria da APG_UFBA organizar atividades, debates, atos na pós-graduação e unificado com os demais setores da universidade no próximo período. As pautas de reivindicações da assembleia e decisões do II Encontro de Estudantes Pós-Graduação da UFBA estão sistematizadas numa Carta a toda comunidade universitária (em anexo) que será encaminhada à Reitoria da UFBA, às Agências de Fomento, ao Ministério da Educação e ao Ministério de Ciência e Tecnologia. Também foi aprovada por unanimidade uma Carta relativa ao Programa de Doutorado Sanduíche (PDSE), apresentada por estudantes que estão sofrendo o impacto dos cortes orçamentários na Educação com a não liberação de suas bolsas. Tal carta será endereçada à CAPES nos próximos dias.

reuniao ufba

Um CALENDÁRIO DE MOBILIZAÇÃO com as primeiras atividades também foi aprovado e os seus detalhamentos serão discutidos pelo comando de mobilização.

A assembleia aprovou, por fim, por unanimidade, o adiamento da atual gestão da APG UFBA até o fim da greve, a suspensão do atual processo eleitoral e a convocação de um novo processo eleitoral ao fim da greve, mediante a convocação de um Conselho de Representantes Estudantis.

Mais informações acesse www.apgufba.blogspot.com ou entre em contato pelo e-mail [email protected]
Da Redação com informações da APG UFBA

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Com o tema “Em defesa dos estudantes, da democracia e do Brasil”, foi iniciado, na quarta (3) o 54o Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), que aconteceu em Goiânia. A Associação Nacional de Pós-Graduandos marca presença desde o primeiro dia, em debates na Pontíficia Universidade Católica de Goiás (PUC/GO) e na Universidade Federal de Goiás (UFG).

Na quinta-feira (4), Dalmare Sá, diretor de Saúde da ANPG, participou da Conferência Livre de Saúde, com o tema “Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas: direito do povo brasileiro”. A conferência, que aconteceu na PUC Goiás, teve como convidadas a Presidenta do Conselho Nacional de Saúde, Maria do Socorro de Souza e representantes do Ministério da Saúde e da Direção Executiva dos Estudantes de Medicina.

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Já sexta (5), a presidenta da ANPG, Tamara Naiz, participou da mesa “O Papel da Universidade na Garantia da Autonomia Científica e Soberania Nacional”, que aconteceu no Ciclo de Debates Educacionais do Congresso, ao lado do representante da SBPC, Reginaldo Nassar Ferreira, e da Deputada Federal Margarida Salomão (PT/MG), no Auditório de Educação da UFG. O diretor Dalmare Sá também participou do Ciclo, no debate “A Formação dos Profissionais de Saúde no Brasil”, ao lado do Diretor do Departamento de Planejamento e Regulação da Profissão de Profissionais de Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço e representantes da UNE no Conselho Nacional de Saúde, novamente na PUC Goiás, onde Dalmare também coordenou um grupo de discussão sobre Popularização da Ciência.

Já o diretor Gabriel Nascimento coordenou o grupo de discussão dos Programas de Educação Tutorial (PET), e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência (Pibid).

O CONUNE aconteceu entre 3 e 7 de junho.

Da Redação

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O Vice-Presidente Centro Oeste da ANPG, Gabriel Nascimento, participou de uma reunião na Universidade Federal de Góias na segunda-feira (1), com o Pró-Reitor de Pós-Graduação, José Alexandre Felizola Diniz Filho, o Pró-Reitor de Assuntos da Comunidade, Elson Ferreira de Morais, e a Coordenadora Geral de Pós-Graduação, Fabiana Fredrigo. Juntamente com a doutoranda Raísa Vieira e a APG do programa de Ecologia e Evolução, o encontro teve o intuito de tratar do subsídio do RU para estudantes de pós-graduação.

Até 2014, a UFG não possuía a implantação de carteiras de estudantes na IES para alguns serviços, o que deve mudar esse ano. Sendo assim, surgiu a questão da verba do PNAES, que não pode ser utilizada para os pós-graduandos, somente para os estudantes de graduação presencial.

“O que está sendo discutido é a criação de um fundo de assistência estudantil para pós-graduação da UFG, mas com os cortes no orçamento isso ainda não é possível. Até lá o que será feito é um levantamento socioeconômico dos estudantes de pós-graduação da UFG e aqueles em situação de vulnerabilidade receberão o subsídio. O Elson também tem dialogado com Pró-Reitores de outras Universidades que dão subsídio para a pós para entender como eles conseguem dar esse auxílio. Há alguns meses estamos conversando sobre essa questão do RU e agora estamos caminhando para uma solução. Eles entendem que assistência estudantil também é necessária na pós-graduação e têm tido boa vontade em achar soluções para os problemas. O que queremos é que todos os estudantes de pós-graduação possam pagar o valor com subsídio, mas até chegarmos lá vamos garantir que pelo menos os estudantes vulneráveis recebam assistência”, afirmou Raísa.

Nascimento levantou os resultados das reuniões feitas com o MEC e a discussão e o saldo da Caravana à Brasília, que aconteceu em abril. Outros pontos discutidos foram o projeto de lei que está sendo criado para transformar o Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) em uma política de Estado que inclua a pós-graduação e a implantação do grupo de trabalho no MEC para a discussão de tais questões de maneira aprofundada.

“Precisamos de parceria entre os dirigentes das Universidades, para que o Ministério compre a briga junto conosco”, afirma o Vice-Presidente. O Prof. José Alexandre ressaltou o papel da Associação Nacional de Pós-Graduandos junto ao Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (FONAPRACE) sobre a assistência estudantil. Segundo ele, o Fórum pensa como a Associação no que diz respeito ao aumento do orçamento do PNAES. “Ou seja, não adianta incluir o pós-graduando e dividir a verba. É preciso que a verba aumente”, completa Nascimento.

Da Redação

Foto: Richard Silva
Foto: Richard Silva

A deputada irá realizar audiência pública, na Comissão de Educação da Câmara, a fim de discutir as reivindicações dos pós-graduandos com os ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação

Na última quarta-feira (27/05), a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou requerimento da deputada Alice Portugal que solicita realização de Audiência Pública destinada a discutir a importância da pós-graduação no país e os direitos dos pós-graduandos. Para o debate serão convidados os ministros da Educação, Renato Janine Ribeiro; e da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo; a presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), Tamara Naiz; e o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães.

Para Alice, o debate sobre a qualidade dos cursos de especialização no país é fundamental. Isso porque a atual indústria da especialização cria, dia após dia, cursos que nem sempre estão de acordo com a legislação ou com o padrão exigido pelo Ministério da Educação.

Além disso, a deputada destaca a importância de ouvir as reivindicações dos pós-graduandos. A Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) apresenta uma pauta de reivindicações que inclui a universalização e valorização das bolsas de pesquisa; o estabelecimento de mecanismo de reajuste anual dos valores das bolsas de pesquisa; a assistência estudantil; entre outras. “Trata-se de pauta ampla, porém factível, que necessita ser submetida ao debate neste Colegiado”, afirma a deputada.

Fonte: Assessoria de Imprensa Alice Portugal

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Fotos por Gutemberg Brito
Após o Dia Nacional de Luta pela Educação, promovido pela ANPG, UBES e UNE, no dia 28, a APG-Fiocruz/RJ realizou, no dia seguinte, uma panfletagem sobre a campanha contra os cortes orçamentários e por Mais Direitos para os Pós-Graduandos e Pós-Graduandas.

O principal objetivo da ação foi conscientizar os estudantes sobre a redução de verbas para as áreas de Educação e para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A APG-Fiocruz compreende a importância da luta contra os cortes que irão prejudicar os avanços da pesquisa no país e principalmente a concretização de conquistas para os alunos de pós-graduação.

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A panfletagem foi o primeiro passo da APG para debater com os alunos sobre o tema. “É uma excelente oportunidade para ouvir os alunos. E as dúvidas e questionamentos deles serão essenciais para pautar nossas próximas mobilizações na luta pela educação. O próximo passo é um debate sobre a questão” Geovane Lopes, Coordenador Geral da APG.

O folder da APG-Fiocruz está disponível na página do www.facebook.com/pages/APG-FiocruzRJ.

#NenhumCentavoAMenosParaAEducação

Da Redação com informações da APG-FiocruzRJ

2015-05-29 (1)
Foto: DCE UFERSA

Na quinta (28) estudantes e pesquisadores de todo o país manifestaram sua insatisfação com os cortes orçamentários que assolam a educação brasileira. Através de cartazes, panfletagem e atos nas universidades, os pós-graduandos deixaram claro não aceitar nenhum centavo a menos para a Educação, durante manifestações na UFG, UESC, UFLA, UnB, PUC RJ e outras.

A partir do ajuste fiscal, o corte de R$ 9 bilhões no orçamento da área afeta diretamente diversos programas sociais e fez com que as entidades estudantis convocassem estudantes de todo o país para os atos, já que tal atitude vai contra os avanços conseguidos pela educação, como a metade do fundo social do Pré-Sal sendo destinado à área. Além da educação, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) também sofreu um corte significativo, de cerca de 25% do orçamento previsto, somando R$7 bilhões a menos.

Pós-debate na UFOP
Pós-debate na UFOP

No mesmo dia, além dos atos, aconteceram debates na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e na Universidade de São Paulo (USP). Na UFOP, o tema eram os direitos dos pós-graduandos. O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Professor Fábio Faversani, respondeu alguns questionamentos dos estudantes do programa de Artes Cênicas acerca da distribuição de bolsas institucionais de mestrado pela UFOP. Faversani também falou sobre os incentivos que a IES tem destinado à pós-graduação.

O Diretor da ANPG, Phillipe Pessoa, discorreu sobre os direitos dos pós-graduandos e das pós-graduandas, apresentando as últimas ações, conquistas , histórico e próximas atividades da Associação, bem como a Campanha por Mais Direitos. Pessoa convocou os presentes a irem ao Congresso da SBPC, em julho, na cidade de São Carlos (SP). O Diretor também falou sobre o assédio moral na pós-graduação, especificamente o que a Universidade de São Paulo tem preparado sobre o assunto, além de pedir o apoio local para o fortalecimento da luta.

O estudante colombiano Niro Lopez, da Universidade Pedagógica e Tecnológica da Colômbia (UPTC) foi o outro palestrante do seminário. Sua fala abordou a luta das universidades pela autonomia na América Latina, com enfoque na importância do pensamento crítico no fortalecimento da autonomia universitária.

“Foi um debate bastante interessante. A administração da UFOP se mostrou bastante aberta ao diálogo e disponível para ajudar a APG e o movimento estudantil a conquistar as bandeiras principais. Também expressou esperar o apoio da ANPG dentro dos fóruns nacionais dos quais participa. O reitor da Universidade, Marcone Jamilson Freitas Souza, se mostrou bastante apoiador dos direitos dos pós-graduandos e afirmou que a luta é fundamental.”, diz Phillipe Pessoa, que também afirma que o Reitor anunciou a inclusão de um pós-graduando no Conselho das Moradias da UFOP, além de comunicar a concessão de 12 a 20 metros quadrados com instalações adequadas para a APG da IES. A fala do Reitor também abrangeu a inclusão da pós-graduação no PNAES.

2015-05-29 (5)
Pós-debate USP

Já na Universidade de São Paulo, A APG Helenira “Preta” Rezende – USP Capital, organizou um debate sobre a crise hídrica pela qual o Estado passa. Na ocasião, foram ouvidos representantes da SABESP, da Aliança pela Água e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM) da Instituição.

Ao fim do debate, que contribuiu para o acúmulos dos pesquisadores em torno do problema, a coordenadora geral da APG USP Capital, Mariana Moura, e o Diretor da ANPG, Marcelo Arias, falaram contra os cortes na educação e leram a nota conjunta das entidades estudantis sobre o Dia Nacional de Luta e o repúdio à diminuição de verbas da área.

#NenhumCentavoAMenosParaAEducação

Da Redação

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As inscrições para o Prêmio L’Oréal/UNESCO/ABC para Mulheres na Ciência foram prorrogadas até o dia 07 de junho. A premiação, que comemora dez anos no Brasil, contempla, com uma bolsa-auxílio de US$20 mil, pesquisadoras pela qualidade e potencial de suas pesquisas. O valor, a ser convertido em reais, é dado a cada uma das vencedoras, sete a cada ano. Mulheres cientistas de todo o Brasil podem se inscrever para uma das quatro áreas: Biomédica, Biológica e da Saúde; Química; Física e Matemática.

Durante sua década de existência em solo brasileiro, o Prêmio já reconheceu o trabalho de 61 pesquisadoras no Brasil. As vencedoras da 10ª edição serão anunciadas em agosto, e a premiação será em outubro.

Lançado em 1998, o For Woman in Science, no nome em inglês, foi o primeiro prêmio mundial dedicado exclusivamente às cientistas mulheres, laureando cinco pesquisadoras – uma por continente – por ano, sendo que seis anos contemplaram pesquisadoras brasileiras, totalizando 87 cientistas em 17 anos de vida, incluindo duas vencedoras do Prêmio Nobel.

As brasileiras que já incluíram seus nomes no time de estrelas da ciência do prêmio internacional são Mayana Zatz (Genética – USP), em 2001; Lucia Previato (Microbiologia – UFRJ), em 2004; Belita Koiller (Física – UFRJ), em 2005; Beatriz Barbuy (Astrofísica – USP), em 2009; Marcia Barbosa (Física – UFRGS), em 2013 e Thaisa Bergmann, (Física e Astronomia –UFRGS), em 2015.

 Para acessar o regulamento do Prêmio, acesse: http://goo.gl/XlZT2v

Para se inscrever, acesse: http://bit.ly/1HBdM0A


Da Redação com informações da Assessoria de Comunicação da ABC

Ministério da Saúde lança Prêmio de Incentivo e Tecnologia para o SUS, promovido pela Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos. Com o objetivo de proporcionar reconhecimento aos pesquisadores e profissionais da área de saúde, que possuem um papel importante no desenvolvimento social e econômico do Brasil, o prêmio reconhece e promove trabalhos técnico-científicos com temas que atendam as necessidades de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) e a produção de inovações tecnológicas que possam ser incorporadas em sistemas e serviços de saúde.

Pesquisadores, estudiosos e profissionais, tanto da área de saúde como de qualquer outra área científica com produção em pós-graduação de trabalho acadêmicos aprovados e concluídos ou publicados em revista científica indexada entre 27 de maio de 2014 e 17 de maio de 2015, na temática Ciência e Tecnologia em Saúde estão aptos a se candidatar.

São quatro categorias de premiação:Tese de doutorado, Dissertação de Mestrado, Trabalho Científico Publicado e Monografia de Especialização/Residência. Cada uma possui um prêmio em dinheiro, variando de 15 mil a 50 mil reais.
Os trabalhos serão avaliados em duas fases. Inicialmente por pareceristas ad hoc e posteriormente por comissão julgadora. Os trabalhos classificados para a segunda fase serão divulgados até as 18 horas do dia 10 de agosto nos sites WWW.saude.gov.br/sctie e www.saude.gov.br/sisct. Desses, a comissão julgadora define o trabalho vencedor e até cinco menções honrosas para cada categoria. A premiação será em Brasília, ainda sem data definida.
As inscrições estão abertas até as 18 horas do dia 03/06 através do site http://portal2.saude.gov.br/sisct/login.cfm.

O edital encontra-se no link: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2015/maio/15/XIV-PREMIO-INCENTIVO-CIENCIA-E-TECNOLOGIA-SUS.pdf

Da Redação

A reunião do Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) em Recife/PE trouxe importantes debates para o campo da saúde coletiva no âmbito da pós-graduação. O início dos trabalhos no dia 13 de maio trouxe discussões que foram centradas nos Grupos de Trabalho sobre: Avaliação Discente e de Egressos; Avaliação; Produção Técnica e Solidariedade entre os programas.

Nos dias 14 e 15 de maio as discussões e repasses do Fórum ganharam maior amplitude, tanto em relação às questões acadêmicas quanto em relação ao momento político e de indefinições que enfrentamos (Vale conferir: http://www.abrasco.org.br/site/2015/05/forum-de-coordenadores-de-pos-graduacao-em-saude-coletiva-discute-o-contexto-politico-cientifico-atual/).

Nós, representação discente nesse espaço, participamos das discussões no Grupo de Trabalho sobre Avaliação de Discentes e de Egressos no qual colocamos como prioridade a ênfase de realizar uma avaliação mais qualitativa do estudante, considerando o esgotamento do atual modelo de avaliação baseado em um ideal produtivista o qual por vezes suprime a potência crítica e de criação das/os nossas/os estudantes de pós-graduação.

A preocupação de que uma sobrecarga nos critérios de avaliação poderia significar à saúde mental das/os nossas/os pós-graduandas/os também foi alvo de crítica. Ainda, manifestamos o receio de que esse processo de avaliação do discente possa induzir a uma maior dificuldade no acesso aos programas de pós-graduação, o que seria um dano execrável.

Em relação à avaliação de egressos foi dada ênfase a que essa seja feita de forma convidativa e criativa e que pudesse ser realizada uma espécie de mapeamento das experiências exitosas nos diversos programas de pós-graduação do país.

De encaminhamento concreto tiramos a responsabilidade em mapear os representantes discentes dos programas de pós-graduação stricto sensu em Saúde Coletiva além de identificar experiências de avaliação discentes e de egressos nesses programas.

Consideramos central e estratégico para o aprimoramento dos nossos programas que se discuta uma agenda que considere a avaliação de discentes e egressos dos nossos cursos. Esse debate não só contribui em grande medida para enriquecer a reflexão sobre “quem queremos formar(?)” como permite que possamos fazer um rápido diagnóstico acerca daqueles que “estão sendo ou foram formados”.

De nosso ponto de vista a discussão acerca da formação no nosso campo ainda é incipiente de modo que hoje ainda não temos a clareza necessária para afirmar se de fato nos nossos programas queremos formar pesquisadores, docentes, trabalhadores, militantes etc. Ou ainda se há a necessidade de um padrão a ser estabelecido que figure tal como uma “imagem-objetivo” dos nossos anseios.

A recente mudança nas direções da CAPES e em sua coordenação de avaliação nos suscitam esperança de que haja maior sensibilidade no que toca à realização de uma avaliação que não esteja baseada fortemente em critérios quantitativos mas que possa vislumbrar os aspectos relativos aos processos de ensino-aprendizagem bem como à contribuição social de nossas pesquisas e para a construção e fortalecimento do Sistema Único de Saúde.

O campo da Saúde Coletiva com toda a sua riqueza e pluralidade singulares encontra unidade plena quando se afirma defensora da luta por um Sistema de saúde universal, integral, equânime e de qualidade. Nós também, estudantes de pós-graduação na área de saúde coletiva, visualizamo-nos enquanto combatentes nessas trincheiras de luta.

Fórum de Pós graduandos em Saúde

No último dia 20, o documento “Política de Ciência, Tecnologia e Inovação para as Áreas Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas”, resultado do debate entre o grupo de trabalho de Humanas do CNPq com as 28 Associações presentes na reunião do FCHSSA, de 9 de abril, na sede da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foi entregue ao presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Hernan Chaimovich.

O documento tem o intuito de criar diretrizes para uma Política de Ciência, Tecnologia e Inovação para a área e poderá ser usado como diretriz para políticas tanto do CNPq quanto de outras instituições.

Chaimovich considerou o documento como um pacto entre CNPq e academia, por sua preocupação com a internacionalização, interdisciplinaridade e fornecimento de subsídios às política públicas. No dia 3 de junho, o documento será apresentado ao Conselho Deliberativo do CNPq.

Leia o documento na íntegra: http://www.portal.abant.org.br/images/Noticias/Doc_GT_CHSSA20maioFINAL.pdf

Da Redação com informações da ANPEPP  e da ABA