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O Vice-Presidente Centro Oeste da ANPG, Gabriel Nascimento, participou de uma reunião na Universidade Federal de Góias na segunda-feira (1), com o Pró-Reitor de Pós-Graduação, José Alexandre Felizola Diniz Filho, o Pró-Reitor de Assuntos da Comunidade, Elson Ferreira de Morais, e a Coordenadora Geral de Pós-Graduação, Fabiana Fredrigo. Juntamente com a doutoranda Raísa Vieira e a APG do programa de Ecologia e Evolução, o encontro teve o intuito de tratar do subsídio do RU para estudantes de pós-graduação.

Até 2014, a UFG não possuía a implantação de carteiras de estudantes na IES para alguns serviços, o que deve mudar esse ano. Sendo assim, surgiu a questão da verba do PNAES, que não pode ser utilizada para os pós-graduandos, somente para os estudantes de graduação presencial.

“O que está sendo discutido é a criação de um fundo de assistência estudantil para pós-graduação da UFG, mas com os cortes no orçamento isso ainda não é possível. Até lá o que será feito é um levantamento socioeconômico dos estudantes de pós-graduação da UFG e aqueles em situação de vulnerabilidade receberão o subsídio. O Elson também tem dialogado com Pró-Reitores de outras Universidades que dão subsídio para a pós para entender como eles conseguem dar esse auxílio. Há alguns meses estamos conversando sobre essa questão do RU e agora estamos caminhando para uma solução. Eles entendem que assistência estudantil também é necessária na pós-graduação e têm tido boa vontade em achar soluções para os problemas. O que queremos é que todos os estudantes de pós-graduação possam pagar o valor com subsídio, mas até chegarmos lá vamos garantir que pelo menos os estudantes vulneráveis recebam assistência”, afirmou Raísa.

Nascimento levantou os resultados das reuniões feitas com o MEC e a discussão e o saldo da Caravana à Brasília, que aconteceu em abril. Outros pontos discutidos foram o projeto de lei que está sendo criado para transformar o Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) em uma política de Estado que inclua a pós-graduação e a implantação do grupo de trabalho no MEC para a discussão de tais questões de maneira aprofundada.

“Precisamos de parceria entre os dirigentes das Universidades, para que o Ministério compre a briga junto conosco”, afirma o Vice-Presidente. O Prof. José Alexandre ressaltou o papel da Associação Nacional de Pós-Graduandos junto ao Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (FONAPRACE) sobre a assistência estudantil. Segundo ele, o Fórum pensa como a Associação no que diz respeito ao aumento do orçamento do PNAES. “Ou seja, não adianta incluir o pós-graduando e dividir a verba. É preciso que a verba aumente”, completa Nascimento.

Da Redação

Foto: Richard Silva
Foto: Richard Silva

A deputada irá realizar audiência pública, na Comissão de Educação da Câmara, a fim de discutir as reivindicações dos pós-graduandos com os ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação

Na última quarta-feira (27/05), a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou requerimento da deputada Alice Portugal que solicita realização de Audiência Pública destinada a discutir a importância da pós-graduação no país e os direitos dos pós-graduandos. Para o debate serão convidados os ministros da Educação, Renato Janine Ribeiro; e da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo; a presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), Tamara Naiz; e o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães.

Para Alice, o debate sobre a qualidade dos cursos de especialização no país é fundamental. Isso porque a atual indústria da especialização cria, dia após dia, cursos que nem sempre estão de acordo com a legislação ou com o padrão exigido pelo Ministério da Educação.

Além disso, a deputada destaca a importância de ouvir as reivindicações dos pós-graduandos. A Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) apresenta uma pauta de reivindicações que inclui a universalização e valorização das bolsas de pesquisa; o estabelecimento de mecanismo de reajuste anual dos valores das bolsas de pesquisa; a assistência estudantil; entre outras. “Trata-se de pauta ampla, porém factível, que necessita ser submetida ao debate neste Colegiado”, afirma a deputada.

Fonte: Assessoria de Imprensa Alice Portugal

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Fotos por Gutemberg Brito
Após o Dia Nacional de Luta pela Educação, promovido pela ANPG, UBES e UNE, no dia 28, a APG-Fiocruz/RJ realizou, no dia seguinte, uma panfletagem sobre a campanha contra os cortes orçamentários e por Mais Direitos para os Pós-Graduandos e Pós-Graduandas.

O principal objetivo da ação foi conscientizar os estudantes sobre a redução de verbas para as áreas de Educação e para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A APG-Fiocruz compreende a importância da luta contra os cortes que irão prejudicar os avanços da pesquisa no país e principalmente a concretização de conquistas para os alunos de pós-graduação.

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A panfletagem foi o primeiro passo da APG para debater com os alunos sobre o tema. “É uma excelente oportunidade para ouvir os alunos. E as dúvidas e questionamentos deles serão essenciais para pautar nossas próximas mobilizações na luta pela educação. O próximo passo é um debate sobre a questão” Geovane Lopes, Coordenador Geral da APG.

O folder da APG-Fiocruz está disponível na página do www.facebook.com/pages/APG-FiocruzRJ.

#NenhumCentavoAMenosParaAEducação

Da Redação com informações da APG-FiocruzRJ

2015-05-29 (1)
Foto: DCE UFERSA

Na quinta (28) estudantes e pesquisadores de todo o país manifestaram sua insatisfação com os cortes orçamentários que assolam a educação brasileira. Através de cartazes, panfletagem e atos nas universidades, os pós-graduandos deixaram claro não aceitar nenhum centavo a menos para a Educação, durante manifestações na UFG, UESC, UFLA, UnB, PUC RJ e outras.

A partir do ajuste fiscal, o corte de R$ 9 bilhões no orçamento da área afeta diretamente diversos programas sociais e fez com que as entidades estudantis convocassem estudantes de todo o país para os atos, já que tal atitude vai contra os avanços conseguidos pela educação, como a metade do fundo social do Pré-Sal sendo destinado à área. Além da educação, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) também sofreu um corte significativo, de cerca de 25% do orçamento previsto, somando R$7 bilhões a menos.

Pós-debate na UFOP
Pós-debate na UFOP

No mesmo dia, além dos atos, aconteceram debates na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e na Universidade de São Paulo (USP). Na UFOP, o tema eram os direitos dos pós-graduandos. O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Professor Fábio Faversani, respondeu alguns questionamentos dos estudantes do programa de Artes Cênicas acerca da distribuição de bolsas institucionais de mestrado pela UFOP. Faversani também falou sobre os incentivos que a IES tem destinado à pós-graduação.

O Diretor da ANPG, Phillipe Pessoa, discorreu sobre os direitos dos pós-graduandos e das pós-graduandas, apresentando as últimas ações, conquistas , histórico e próximas atividades da Associação, bem como a Campanha por Mais Direitos. Pessoa convocou os presentes a irem ao Congresso da SBPC, em julho, na cidade de São Carlos (SP). O Diretor também falou sobre o assédio moral na pós-graduação, especificamente o que a Universidade de São Paulo tem preparado sobre o assunto, além de pedir o apoio local para o fortalecimento da luta.

O estudante colombiano Niro Lopez, da Universidade Pedagógica e Tecnológica da Colômbia (UPTC) foi o outro palestrante do seminário. Sua fala abordou a luta das universidades pela autonomia na América Latina, com enfoque na importância do pensamento crítico no fortalecimento da autonomia universitária.

“Foi um debate bastante interessante. A administração da UFOP se mostrou bastante aberta ao diálogo e disponível para ajudar a APG e o movimento estudantil a conquistar as bandeiras principais. Também expressou esperar o apoio da ANPG dentro dos fóruns nacionais dos quais participa. O reitor da Universidade, Marcone Jamilson Freitas Souza, se mostrou bastante apoiador dos direitos dos pós-graduandos e afirmou que a luta é fundamental.”, diz Phillipe Pessoa, que também afirma que o Reitor anunciou a inclusão de um pós-graduando no Conselho das Moradias da UFOP, além de comunicar a concessão de 12 a 20 metros quadrados com instalações adequadas para a APG da IES. A fala do Reitor também abrangeu a inclusão da pós-graduação no PNAES.

2015-05-29 (5)
Pós-debate USP

Já na Universidade de São Paulo, A APG Helenira “Preta” Rezende – USP Capital, organizou um debate sobre a crise hídrica pela qual o Estado passa. Na ocasião, foram ouvidos representantes da SABESP, da Aliança pela Água e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM) da Instituição.

Ao fim do debate, que contribuiu para o acúmulos dos pesquisadores em torno do problema, a coordenadora geral da APG USP Capital, Mariana Moura, e o Diretor da ANPG, Marcelo Arias, falaram contra os cortes na educação e leram a nota conjunta das entidades estudantis sobre o Dia Nacional de Luta e o repúdio à diminuição de verbas da área.

#NenhumCentavoAMenosParaAEducação

Da Redação

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As inscrições para o Prêmio L’Oréal/UNESCO/ABC para Mulheres na Ciência foram prorrogadas até o dia 07 de junho. A premiação, que comemora dez anos no Brasil, contempla, com uma bolsa-auxílio de US$20 mil, pesquisadoras pela qualidade e potencial de suas pesquisas. O valor, a ser convertido em reais, é dado a cada uma das vencedoras, sete a cada ano. Mulheres cientistas de todo o Brasil podem se inscrever para uma das quatro áreas: Biomédica, Biológica e da Saúde; Química; Física e Matemática.

Durante sua década de existência em solo brasileiro, o Prêmio já reconheceu o trabalho de 61 pesquisadoras no Brasil. As vencedoras da 10ª edição serão anunciadas em agosto, e a premiação será em outubro.

Lançado em 1998, o For Woman in Science, no nome em inglês, foi o primeiro prêmio mundial dedicado exclusivamente às cientistas mulheres, laureando cinco pesquisadoras – uma por continente – por ano, sendo que seis anos contemplaram pesquisadoras brasileiras, totalizando 87 cientistas em 17 anos de vida, incluindo duas vencedoras do Prêmio Nobel.

As brasileiras que já incluíram seus nomes no time de estrelas da ciência do prêmio internacional são Mayana Zatz (Genética – USP), em 2001; Lucia Previato (Microbiologia – UFRJ), em 2004; Belita Koiller (Física – UFRJ), em 2005; Beatriz Barbuy (Astrofísica – USP), em 2009; Marcia Barbosa (Física – UFRGS), em 2013 e Thaisa Bergmann, (Física e Astronomia –UFRGS), em 2015.

 Para acessar o regulamento do Prêmio, acesse: http://goo.gl/XlZT2v

Para se inscrever, acesse: http://bit.ly/1HBdM0A


Da Redação com informações da Assessoria de Comunicação da ABC

Ministério da Saúde lança Prêmio de Incentivo e Tecnologia para o SUS, promovido pela Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos. Com o objetivo de proporcionar reconhecimento aos pesquisadores e profissionais da área de saúde, que possuem um papel importante no desenvolvimento social e econômico do Brasil, o prêmio reconhece e promove trabalhos técnico-científicos com temas que atendam as necessidades de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) e a produção de inovações tecnológicas que possam ser incorporadas em sistemas e serviços de saúde.

Pesquisadores, estudiosos e profissionais, tanto da área de saúde como de qualquer outra área científica com produção em pós-graduação de trabalho acadêmicos aprovados e concluídos ou publicados em revista científica indexada entre 27 de maio de 2014 e 17 de maio de 2015, na temática Ciência e Tecnologia em Saúde estão aptos a se candidatar.

São quatro categorias de premiação:Tese de doutorado, Dissertação de Mestrado, Trabalho Científico Publicado e Monografia de Especialização/Residência. Cada uma possui um prêmio em dinheiro, variando de 15 mil a 50 mil reais.
Os trabalhos serão avaliados em duas fases. Inicialmente por pareceristas ad hoc e posteriormente por comissão julgadora. Os trabalhos classificados para a segunda fase serão divulgados até as 18 horas do dia 10 de agosto nos sites WWW.saude.gov.br/sctie e www.saude.gov.br/sisct. Desses, a comissão julgadora define o trabalho vencedor e até cinco menções honrosas para cada categoria. A premiação será em Brasília, ainda sem data definida.
As inscrições estão abertas até as 18 horas do dia 03/06 através do site http://portal2.saude.gov.br/sisct/login.cfm.

O edital encontra-se no link: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2015/maio/15/XIV-PREMIO-INCENTIVO-CIENCIA-E-TECNOLOGIA-SUS.pdf

Da Redação

A reunião do Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) em Recife/PE trouxe importantes debates para o campo da saúde coletiva no âmbito da pós-graduação. O início dos trabalhos no dia 13 de maio trouxe discussões que foram centradas nos Grupos de Trabalho sobre: Avaliação Discente e de Egressos; Avaliação; Produção Técnica e Solidariedade entre os programas.

Nos dias 14 e 15 de maio as discussões e repasses do Fórum ganharam maior amplitude, tanto em relação às questões acadêmicas quanto em relação ao momento político e de indefinições que enfrentamos (Vale conferir: http://www.abrasco.org.br/site/2015/05/forum-de-coordenadores-de-pos-graduacao-em-saude-coletiva-discute-o-contexto-politico-cientifico-atual/).

Nós, representação discente nesse espaço, participamos das discussões no Grupo de Trabalho sobre Avaliação de Discentes e de Egressos no qual colocamos como prioridade a ênfase de realizar uma avaliação mais qualitativa do estudante, considerando o esgotamento do atual modelo de avaliação baseado em um ideal produtivista o qual por vezes suprime a potência crítica e de criação das/os nossas/os estudantes de pós-graduação.

A preocupação de que uma sobrecarga nos critérios de avaliação poderia significar à saúde mental das/os nossas/os pós-graduandas/os também foi alvo de crítica. Ainda, manifestamos o receio de que esse processo de avaliação do discente possa induzir a uma maior dificuldade no acesso aos programas de pós-graduação, o que seria um dano execrável.

Em relação à avaliação de egressos foi dada ênfase a que essa seja feita de forma convidativa e criativa e que pudesse ser realizada uma espécie de mapeamento das experiências exitosas nos diversos programas de pós-graduação do país.

De encaminhamento concreto tiramos a responsabilidade em mapear os representantes discentes dos programas de pós-graduação stricto sensu em Saúde Coletiva além de identificar experiências de avaliação discentes e de egressos nesses programas.

Consideramos central e estratégico para o aprimoramento dos nossos programas que se discuta uma agenda que considere a avaliação de discentes e egressos dos nossos cursos. Esse debate não só contribui em grande medida para enriquecer a reflexão sobre “quem queremos formar(?)” como permite que possamos fazer um rápido diagnóstico acerca daqueles que “estão sendo ou foram formados”.

De nosso ponto de vista a discussão acerca da formação no nosso campo ainda é incipiente de modo que hoje ainda não temos a clareza necessária para afirmar se de fato nos nossos programas queremos formar pesquisadores, docentes, trabalhadores, militantes etc. Ou ainda se há a necessidade de um padrão a ser estabelecido que figure tal como uma “imagem-objetivo” dos nossos anseios.

A recente mudança nas direções da CAPES e em sua coordenação de avaliação nos suscitam esperança de que haja maior sensibilidade no que toca à realização de uma avaliação que não esteja baseada fortemente em critérios quantitativos mas que possa vislumbrar os aspectos relativos aos processos de ensino-aprendizagem bem como à contribuição social de nossas pesquisas e para a construção e fortalecimento do Sistema Único de Saúde.

O campo da Saúde Coletiva com toda a sua riqueza e pluralidade singulares encontra unidade plena quando se afirma defensora da luta por um Sistema de saúde universal, integral, equânime e de qualidade. Nós também, estudantes de pós-graduação na área de saúde coletiva, visualizamo-nos enquanto combatentes nessas trincheiras de luta.

Fórum de Pós graduandos em Saúde

No último dia 20, o documento “Política de Ciência, Tecnologia e Inovação para as Áreas Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas”, resultado do debate entre o grupo de trabalho de Humanas do CNPq com as 28 Associações presentes na reunião do FCHSSA, de 9 de abril, na sede da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foi entregue ao presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Hernan Chaimovich.

O documento tem o intuito de criar diretrizes para uma Política de Ciência, Tecnologia e Inovação para a área e poderá ser usado como diretriz para políticas tanto do CNPq quanto de outras instituições.

Chaimovich considerou o documento como um pacto entre CNPq e academia, por sua preocupação com a internacionalização, interdisciplinaridade e fornecimento de subsídios às política públicas. No dia 3 de junho, o documento será apresentado ao Conselho Deliberativo do CNPq.

Leia o documento na íntegra: http://www.portal.abant.org.br/images/Noticias/Doc_GT_CHSSA20maioFINAL.pdf

Da Redação com informações da ANPEPP  e da ABA

A deputada Alice Portugal (PCdoB/BA) requereu Audiência Pública da Comissão de Educação, que tem o intuito de debater a importância da pós-graduação e os direitos dos pós-graduandos. Foram convidados o Ministério da Educação, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a ANPG. O requerimento foi aprovado e a audiência deve ser agendada em futuro próximo.

A deputada faz parte da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Ciência, Tecnologia e Pós-Graduação, que tem o objetivo de fortalecer a produção científica, a valorização do pós-graduando e o desenvolvimento nacional. Foi criada durante a Caravana à Brasília, a partir de uma discussão entre diretores da ANPG e o deputado Davidson Magalhães (PCdoB/BA), e da coleta de mais de 200 assinaturas de parlamentares em apoio à sua criação.

Da Redação

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CARAVANA À BRASÍLIA | Conquista Histórica do Movimento de Pós-Graduandos: Frente Parlamentar em Defesa da Ciência, Tecnologia e Pós-Graduação

ato28site

O anuncio do corte de R$9 bilhões no orçamento da educação, fruto dos ajustes fiscais promovidos pelo governo, vai à contramão dos interesses dos estudantes! No último período o movimento estudantil teve grandes conquistas a partir da concretização de bandeiras históricas como a vinculação dos royalties do petróleo e metade do fundo social do pré-sal para a educação e a vitória de um PNE com metas ousadas como a do investimento de 10% do PIB para esse setor!

Não concordamos com esse caminho para enfrentar a crise, pois compromete os investimentos em setores importantes como a educação. Acreditamos que a recessão se combate com mais desenvolvimento, com a diminuição de juros e outra orientação econômica voltada para os setores produtivos, que geram emprego e renda.

A ação de aumentar a taxaçãosobre de lucro liquido dos bancos foi positiva e aponta o rumo para a solução da crise. Precisamos de mais iniciativas como essa, que oneram aqueles que estão na parte de cima da pirâmide social. Por isso defendemos a taxação das grandes fortunas e o imposto sobre a movimentação financeira com o objetivo de aumentar a arrecadação do tesouro e traçar uma alternativa popular para a saída da crise.

As entidades estudantis – UNE, UBES e ANPG –  não irão aceitar nenhum centavo a menos para a educação! Não iremos retroceder no momento em que a universidade se pinta de povo a partir da democratização do seu acesso. Iremos ocupar as ruas e universidades de todo o país para impedir qualquer tipo de retrocesso!

O dia 28 de maio será o “Dia Nacional de Luta pela educação!”. Convidamos todos os Centros Acadêmicos, DCE’s, Grêmios e Associações de Pós-Graduandos para organizar a luta em defesa dos nossos direitos!

#NenhumCentavoAmenos!

  • Contra os cortes na Educação! Pelos 10% do PIB para a educação, nenhum centavo a menos!
  • Pela destinação R$2,5 bilhões no Plano Nacional de Assistência Estudantil! Com inclusão dos pós-graduandos!
  • Em defesa das Universidades e Institutos Federais! Mais investimentos, mais vagas e mais qualidade!
  • Por mais investimento e qualidade nas escolas!
  • Por mais valorização dos profissionais em educação!
  • Em defesa do FIES! Por mais qualidade nas Universidades privadas, liberdade de organização estudantil e contra reajuste abusivo de mensalidades!
  • Por melhores condições de pesquisa e mais investimentos na pós-graduação: Assistência estudantil, Universalização e valorização das bolsas!

ANPG – UBES – UNE