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A eleição para a nova gestão da Associação de Pós-graduandos (APG) Yeda Delgado da Universidade de Brasília foi realizada nos dias 11 e 12 de novembro e decidiu quem estará à frente da entidade no período 2014-2015.

Apenas uma chapa se inscreveu para o pleito que movimentou votos de pós-graduandos de cerca de 36 programas de pós-graduação, segundo a comissão eleitoral. Foram mais de uma centena de estudantes que compareceram para decidir os rumos da representação discente dos pós-graduandos da UnB. Ao fim do processo saiu vencedora e legitimada a chapa Resgatando a APG.

“Foi uma eleição calma, pude conversar com os pós-graduandos, discutir problemas de cada curso, criar um boletim de informação. Essa foi uma experiência e tanto pra mim, já que é a primeira grande eleição de APG que eu participo. Estou muito emocionado”, disse Gabriel Nascimento, aluno do Mestrado em Linguística Aplicada da UnB, recém-eleito presidente da APG-UnB, e diretor da ANPG. Ele participu também de duas gestões de Centro Acadêmico e acompanhou uma de DCE.

“O próximo passo agora é se apresentar pra comunidade acadêmica e perseguir a pauta dos pós-graduandos”, conclui.

Da redação

“Esperamos que a nossa conquista contagie outras APGs para que lutem por assistência estudantil para pós-graduação em suas respectivas instituições”, diz Fabiano Coelho, doutorando em História na UFGD

A Associação de Pós-Graduandos (APG) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) conquistou, recentemente, o direito à assistência estudantil para os pós-graduandos da Instituição. Esta proposta começou a ser debatida, primeiramente, entre os pós-graduandos, via APG, e se tornou uma das bandeiras centrais de luta da entidade.

”A APG-UFGD havia identificado, por meio de diálogos com os pós-graduandos, que a assistência estudantil era uma questão fundamental e precisava ser debatida e dialogada com a Administração Central da UFGD”, explica Fabiano Coelho, doutorando em História e coordenador geral da APG-UFGD na gestão 2013-2014.

“A conquista da Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD foi ímpar e significativa para os estudantes da Instituição. Em nossas reuniões e debates com os colegas envolvidos em sua elaboração, destacávamos que a UFGD, desde seu nascimento em 2005, tem se caracterizado pelo seu compromisso social e inovador, e a política de assistência para pós-graduação era uma oportunidade histórica que a UFGD tinha para ser referência no estado de Mato Grosso do Sul e no restante do país”, complementa Fabiano.

A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD será orientada pelas diretrizes da Política de Assistência Estudantil da PROAE (Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis) que, por sua vez, se norteia pelos princípios gerais do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) do Ministério da Educação. Os programas de assistência que compõem essa política são:

I – Programa Bolsa Permanência;
II – Programa Restaurante Universitário;
III – Programa Auxílio Alimentação;
IV – Programa Moradia Estudantil;
V – Programa Esporte, Recreação e Lazer;
VI – Programa Acompanhamento Psicossocial e Saúde;
VII – Programa de Incentivo a Participação e Organização Estudantil;
VIII – Programa Apoio aos Acadêmicos Pais e Mães;
IX – Programa Acessibilidade aos Estudantes Portadores de Necessidades Especiais;
X – Programa Apoio à Língua Estrangeira.

A princípio, uma primeira conquista foi no ano de 2013, quando a APG pleiteou junto a Reitoria da UFGD a extensão do subsídio de 50% no valor das refeições no Restaurante Universitário também para os pós-graduandos. Até então, apenas os graduandos tinham esse direito. Mas não parou por aí. Depois dessa conquista, a APG tomou fôlego para pleitear mais direitos aos pós-graduandos, que foi um processo que demandou esforços e a superação de desafios.

“Entendíamos que outros programas de assistência estudantil também deveriam ser estendidos à pós-graduação. Nessa perspectiva, agendamos uma reunião com o Reitor da UFGD, prof. Dr. Damião Duque de Farias, que nos atendeu prontamente, e dialogamos sobre a possibilidade de se criar uma “Política de Assistência Estudantil” para a pós-graduação na UFGD, haja vista que, os estudantes de Graduação já tinham uma política que os respaldassem”, explica Fabiano.

Na ocasião, a partir de um debate acessível e aberto, o reitor da Universidade reconheceu o mérito da proposta e autorizou via Portaria a criação de uma “Comissão de Elaboração da Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD”. Após os trabalhos dessa comissão, representada por membros da APG-UFGD, Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (PROAE/UFGD) e Pró-Reitoria de Ensino de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPP/UFGD), elaborou-se uma minuta da política que veio a ser apreciada e aprovada pelo Conselho Universitário (COUNI/UFGD) no dia 06 de outubro de 2014.

“A aprovação da Política de Assistência Estudantil para a Pós-Graduação na UFGD não deve ser encarada somente como uma conquista dos estudantes da UFGD, mas sim como um sinal do reconhecimento e fortalecimento de uma demanda real e urgente que deve ser debatida internamente em outras Instituições de Ensino Superior e discutida como política de Estado em um programa nacional. Visto que o objetivo do governo, em sintonia com a sociedade, é ampliar a qualificação e verticalizar o ensino, sem deixar de aprofundar as condições de acesso e inclusão, a permanência é dimensão fundamental nesse processo”, opina Hermes Moreira Júnior, pró-reitor de Assuntos Comunitários e Estudantis da UFGD.

A APG-UFGD elegeu recentemente sua nova diretoria, que assumiu as ações da entidade em outubro deste ano, encarando o desafio de continuar o trabalho da antiga gestão. “A antiga gestão fez um ótimo trabalho e conseguiu conquistar direitos, até então, não oferecidos por nenhuma outra universidade no país. Destaco aqui, o auxílio alimentação, auxílio moradia e bolsa permanência, dentre outros”, comenta Zulmária Targas, doutoranda em História e a nova Coordenadora-Geral da APG-UFGD.

Segundo ela, a atual gestão tem como metas aumentar o número de afiliados da APG/UFGD, pois, até o momento, são poucos; angariar fundos para suprir algumas necessidades básicas, entre elas, adquirir mobília para a sala da APG localizada no pavilhão de convivência da UFGD (outra conquista importante da antiga gestão); dialogar com autoridades da Universidade para que possam ter um lugar com direito a voto nas reuniões do COUNI (Conselho Universitário); lutar para garantir que o pós-graduando esteja amparado pelo seguro de vida durante as suas atividades acadêmicas. “Além de organizarmos pelo menos um novo evento para ampliar as discussões sobre a pós-graduação”, completa Zulmária.

I Seminário Sul-Mato-Grossense de Pós-Graduandos e I Encontro de Pós-Graduandos da UFGD

A nova diretoria da APG-UFGD realizou, entre os dias 20 e 23 de outubro, o I Seminário Sul-Mato-Grossense de Pós-Graduandos e o I Encontro de Pós-Graduandos da UFGD. Os eventos contaram com a presença de pós-graduandos das universidades públicas e privadas de Mato Grosso do Sul e estudantes de graduação e graduados interessados em continuar sua formação acadêmica. A presidenta da ANPG, Tamara Naiz, esteve presente na ocasião, prestigiando os eventos, e participou da mesa “Assistência estudantil e direitos dos pós-graduandos”.

UFGD

“Durante o Seminário, muitas dúvidas foram esclarecidas sobre direitos e deveres de um pós-graduando. Também se discutiu a importância da ação dos pós-graduandos para a conquista e consolidação desses direitos. O Seminário contribuiu também para a divulgação da própria APG-UFGD e espero que esse evento tenha inspirado outros pós-graduandos para formarem órgãos de representatividade da categoria em outras universidades. Ainda, foi uma oportunidade para dialogarmos com a presidenta da ANPG para entender como a entidade funciona e quais as metas previstas pela gestão em vigor”, diz Zulmária.

Da redação

Uerj01

As universidades públicas do Rio de Janeiro vão passar a reservar vagas nos cursos de pós-graduação para estudantes cotistas. O Sistema vai valer para os cursos de mestrado e doutorado, especialização, aperfeiçoamento e demais cursos oferecidos pelas universidades públicas do Estado do Rio de Janeiro (Uerj, Uenf e Uezo).

A reserva de oportunidades está prevista na lei estadual 6.914, de autoria do deputado Zaqueu Teixeira (PT), e sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). A legislação entrou em vigor com a publicação no Diário Oficial na última sexta-feira (7).

De acordo com o texto, o objetivo é assegurar gratuitamente o aprimoramento, qualificação e especialização profissional a estudantes carentes. Do total de vagas, 12% são destinadas a estudantes graduados negros e indígenas; 12% a estudantes oriundos da rede pública e privada de ensino superior; e 6% para pessoas com deficiência, filhos de policiais civis e militares, bombeiros, inspetores de segurança e administração penitenciária mortos ou incapacitados em razão do serviço.

“Aprovamos como resolução, no 24° Congresso Nacional de Pós-graduandos, a defesa de cotas na pós-graduação brasileira, um passo importante para democratização do acesso, diversificação do perfil dos pós-graduandos e para a potencialização da pesquisa e da produção do conhecimento no país”, comentou Tamara Naiz, presidenta da ANPG.

No caso de cotas destinadas aos alunos da rede privada de ensino, são englobados os estudantes carentes, ou seja, beneficiários de bolsas de estudo como o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), o Programa Universidade para Todos (PROUNI) ou outro incentivo do governo.

Para o deputado Zaqueu Teixeira, a nova modalidade de cotas é importante para modificar o cenário da pós-graduação. “É importante para dar mais chances a quem está entrando no mercado de trabalho e permitir condições iguais àqueles que buscam alçar postos mais altos nas instituições onde trabalham”, disse.

De acordo com a nova lei, as instituições, “no exercício de sua autonomia, adotarão os atos e procedimentos necessários para a gestão do sistema, observados os princípios e regras estabelecidos na legislação estadual”.

Da redação com informações d’O Dia e do Jornal do Brasil

Dalmare CNS

O Diretor de Saúde da ANPG, Dalmare Sá, esteve presente, representando a entidade, na 263ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde, realizada nos dias 5 e 6 de novembro. A reunião teve início com o lançamento do “Guia Alimentar para População Brasileira”, publicação que busca fundamentar a prevenção da obesidade e desnutrição em todo o país, por meio da promoção da alimentação saudável.

A avaliação e planejamento das seguintes políticas de saúde estiveram em pauta: Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, Politica Nacional de Oncologia, Doenças Renais e Crônicas e Política Nacional de Atenção Integral a Saúde da Criança (PAISC). Todas estas políticas têm tido avanços significativos em suas áreas, com resultados animadores dos indicadores de saúde, como, por exemplo, o cumprimento do objetivo do milênio número 4 antes do previsto pelo Brasil, com a diminuição da mortalidade infantil nacional. Contudo, existe a necessidade de maior aprofundamento e difusão de alguns temas, tais como o racismo institucional que a Política de Saúde da População Negra combate.

Além destes pontos foi aprovado com algumas ressalvas o Relatório Anual de Gestão dos gastos públicos em saúde, apresentados pela Comissão de Financiamento (COFIN). Foi tratado também da retirada do Conselho Federal de Medicina do Plenário do CNS após diversas ausências da entidade devido a não concordância com as posições tomadas pelo plenário do mesmo, tais como a posição contrária ao “Ato Médico” e a posição favorável ao programa “+Médicos”, todas ações que visaram a melhora da saúde de toda população brasileira. A Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH) também expôs alguns pareceres sobre abertura e avaliação de cursos de saúde no país.

Por fim, dois pontos foram debatidos que têm grande importância para os pós-graduandos e a pós-graduação no país: a apreciação das novas resoluções da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa, que versaram sobre: Pesquisas Estratégicas para o SUS, Acreditação de Conselhos de Ética em Pesquisas e Especificidades éticas das Pesquisas nas Ciências Sociais e Humanas e de outras que se utilizam de metodologias próprias destas áreas, que serão apreciadas a posteriori para colaborações no Encontro de Conselhos de Ética em Pesquisa e através de uma Consulta Pública. O outro ponto de grande importância, principalmente para os pós-graduandos residentes, foi a análise do regimento da IV Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e Trabalhadora, que prepara o CNS para a fase final de preparação para este grande evento que ocorrerá de 15 a 18 de dezembro e será o novo norteador das políticas para a área.

Da redação

Evento discutirá pesquisa realizada na área de TI

O Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia promove o IV Seminário de Pesquisa do PPGCI/UFBA: Integrando Graduação e Pós-Graduação, nos dias 20 e 21 de novembro. O objetivo do evento, que será realizado no ICI/UFBA (campus Canela), é construir um espaço de apresentação e discussão em torno das pesquisas desenvolvidas no PPGCI/UFBA e no ICI. Com isso, busca-se desenvolver a interlocução entre os professores e alunos de Pós-Graduação e da Graduação, para que haja o compartilhamento do conhecimento produzido e a integração para o crescimento da pesquisa no Instituto.

As inscrições, para professores e alunos que tenham interesse em apresentar seus trabalhos de pesquisa, devem ser feitas até o dia 10/11, através do envio de e-mail com resumo para seminá[email protected].

Mais informações pelo telefone: (71) 3283-7751.

Da redação

Matéria Conjuve - Forum de políticas da juventude

Fonte da imagem

O I Fórum Global de Políticas de Juventude provido pela ONU foi realizado em Baku-Azerbaijão, de 28 a 30 de outubro. O evento reuniu mais de 700 participantes de 165 países, entre ativistas, organizações da sociedade civil, agências da ONU, acadêmicos, ministros, entre outros. O encontro teve como objetivo avaliar o atual cenário das políticas de juventude no mundo, em especial, os 20 anos da adoção das metas estabelecidas entre diversos países, no Programa Mundial de Ação para Jovens (Wpay, 1995).

Os resultados do I Fórum foram a criação de uma agenda global para enfrentar os desafios da juventude e o compromisso dos países na implementação das metas globais de políticas públicas (PPJs).

Ângela Guimarães, secretária-adjunta da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) e presidenta do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), apresentou as experiências brasileiras de participação da juventude na definição das PPJs: Conferência Nacional de Juventude, Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), Participatório, Estatuto da Juventude e os Encontros Nacionais de Conselhos Estaduais e Municipais de Juventude. “Foi de grande importância este encontro, pois tivemos oportunidade de apresentar a rica e viva experiência brasileira de participação social da juventude na definição das políticas publicas. Representantes de outros países ficaram impressionados com nossos espaços de interação com os movimentos juvenis e as nossas agendas e ações. Como resultado ficamos de criar processos de cooperação bilateral entre o governo brasileiro e governo de países interessados nessa agenda de participação social e a política da juventude”, afirmou.

Segundo Ângela, foi de grande importância reconhecer que um país com a imensidão continental e cultural do Brasil, somada à sua diversidade regional consegue ao longo de uma década ter ações concretas que impulsionaram o desenvolvimento de milhões de jovens como as políticas de inclusão social na saúde, educação, cultura, emprego, dentre outros, assim como mantém um espaço de representação plural da juventude como o Conjuve que dá o tom na formulação e avaliação das políticas de juventude e que realiza também de forma constante os encontros nacionais de conselhos, articulando numa rede nacional que vem dos conselhos municipais, passando pelos estaduais até chegar ao nacional.

“Também chamou bastante atenção dos países presentes bem como da própria ONU o fato de realizarmos grandes espaços de ausculta juvenil como a nossa conferência nacional de juventude que é precedida tanto pelas etapas formais nas cidades e estados como valoriza e estimula a diversidade juvenil por meio da realização das conferencias livres, virtual, territoriais, regionais E da consulta aos povos e comunidades tradicionais.

Apresentamos ainda o nosso Estatuto da Juventude a nossa Carta de Direitos das e dos jovens brasileiros que também foi outro destaque da experiência brasileira. Diante de tudo isso, muitos países nos demandaram intercâmbio de nossas experiências e se mostraram interessados em conferir “In loco” a terceira edição da nossa conferência nacional de juventude em 2015, ao que respondemos lhes convidamos prontamente”, explicou Ângela.

Para o jovem Eduardo Zanatta, selecionado como representante da sociedade civil via chamada pública, participar do Fórum foi uma experiência única e pôde perceber que o Brasil é uma das referências sobre PPJs para outros países: “Sou formado em Relações Internacionais e pude colocar em prática aqui neste encontro o que aprendi na teoria. E senti que nossas políticas de juventude estão no caminho certo e têm se tornado referência, como por exemplo, veio tirar dúvidas comigo um representante do Instituto de Juventude do Governo Mexicano, que queria saber sobre as nossas políticas e disse que vai basear a legislação do estatuto da juventude, para a criação da deles”, diz.

Eduardo é presidente do Conselho Municipal de Juventude (CMJ) de Balneário Camboriú/SC, e foi na delegação brasileira juntamente com Ângela Guimarães da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), Murilo Amatneeks do Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) e João Scarpelini da Assessoria Internacional da SNJ.

O I Fórum Global de Políticas de Juventude foi organizado pelo Escritório do Enviado de Juventude do Secretário-Geral da ONU e o Ministério de Juventude do Azerbaijão, juntamente com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Unesco e o Conselho da Europa.

Da redação com informações do Conjuve.

A cerimônia de posse da nova diretoria da APG da USP-Capital ocorreu ontem (03) na Universidade de São Paulo

ANPG apresenta moção aprovada no 24º CNPG ao reitor da USP
USP – Cidade Universitária

A assembleia de apuração dos votos da eleição da nova APG- USP aconteceu na última sexta-feira (31), às 16h, e contou com a presença p’os-graduandos de diversas unidades da universidade.

A chapa eleita foi a “Unindo Forças na USP”, composta por pós-graduandos de diversas áreas, entre eles, o diretor de cultura e eventos científicos da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), Philipe Pessoa, mestrando em Química.

“Os estudantes da USP ganham com essa nova direção que se preocupa com a luta pelos direitos dos pós-graduandos e não apenas com o debate sobre poder na universidade”, diz Marcelo Arias, diretor da ANPG e membro da comissão eleitoral.  Dentre os temas principais da chapa eleita está a Campanha por mais direitos aos pós-graduandos e às pós-graduandas, lançada pela Associação.

A votação ocorreu em urnas físicas. A apuração dos votos para a diretoria da APG “Helenira ‘preta’ Rezende” do Campus Capital totalizou 594 votos, distribuídos da seguinte forma:

Chapa

Votos

Percentual dos Válidos

Pós Ativa, Voz Ativa

194

33,16

Unindo Forças na USP

391

66,83

Brancos

2

Nulos

7

 Da redação

A coalizão de movimentos sociais pela Reforma Política reuniu-se em Brasília ontem (03). Iniciativa da Ordem dos Advogados do Brasil, a coalizão reúne quase uma centena de movimentos e forças em prol de uma reforma política que aprofunde a democracia brasileira.

Durante a reunião foram discutidos os marcos para uma reforma política que possibilite mais representação política, colocando em destaque as vozes das minorias secularmente desprezadas, como os negros e as mulheres. As entidades e os participantes presentes se colocaram à disposição da luta por uma reforma ampla e irrestrita que transforme nossa democracia em um sistema cada vez mais representativo.

A próxima reunião da coalizão está marcada para a próxima sexta-feira (07) e os movimentos e forças integradas se comprometeram em fazer mobilizações e atos públicos entre 15 de novembro e 15 de dezembro, pressionando os poderes instituídos da República por uma Reforma Política ampla e democrática. O diretor da ANPG, Gabriel Nascimento, presente na reunião acredita que a reforma política precisa ser dialogada com toda a sociedade. “Por isso, a coalizão dos movimentos e entidades é um passo importante na democracia brasileira, porque mais de 50 entidades estão fazendo pressão juntas por uma reforma política democrática”, diz Gabriel.

Da redação

O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, participou na última quarta-feira (29), no edifício-sede da Agência, da reunião Expandida do Conselho Consultivo do Programa de Apoio à Aquisição de Periódicos (PAAP), com representantes de editoras internacionais e de revistas científicas brasileiras. Estiveram presentes também a Coordenadora Geral do Portal de Periódicos da Capes, Elenara Chaves Edler, e o diretor de Programas e Bolsas no País, Marcio de Castro.

O objetivo do encontro é discutir as propostas de editoras internacionais para a edição de revistas científicas brasileiras como estão fazendo a China, a Coreia e outros países. “Queremos um modelo em que as revistas brasileiras, sem perder sua identidade e características, possam ter um padrão internacional e assim aumentar sua visibilidade”, disse o presidente da Capes.

Durante a ocasião, as editoras Elsevier, Emerald, Springer, Taylor &Francis e Willey apresentaram suas propostas aos editores de revistas brasileiras, que se reuniram para ouvir as propostas e discuti-las em público cada editora internacional.

Guimarães citou ainda a experiência Japonesa, na qual mesmo com quantidade e qualidade na sua produção científica, enfrentava dificuldades com a língua na disseminação de seus artigos em meados do século passado. “Hoje encontramos esses mesmos pesquisadores [japoneses] publicando na Science e na Nature, resultado de uma decisão acertada do país com o objetivo de ampliar a visibilidade de suas publicações. É esse tipo de avanço que necessitamos”, explicou.
Para o presidente, essa é uma das iniciativas que faz parte da preocupação com a internacionalização das nossas universidades, focando na produção científica brasileira. “Nenhuma universidade brasileira tem condição de se internacionalizar inteiramente, mas ela pode se internacionalizar por setores”, completou Jorge Guimarães.

Acesse aqui as apresentações realizadas pelos editores internacionais.

Gisele Novais

Fonte: site da Capes

Prêmio é entregue por Virgínia Gonzalez, diretora da ANPG e presidenta da APG – Fiocruz

A Fiocruz recebeu o título de Instituição Educacional 2014, em cerimônia realizada pela Folha Dirigida com apoio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no dia 23 de outubro. A eleição, que homenageia dez educadores e três instituições pela contribuição que trazem para o ensino brasileiro nas mais diversas áreas, é feita por um colégio integrado por quase 5 mil figuras representativas da área de Educação e Cultura no Rio. A APG Fiocruz – RJ foi convidada a participar da entrega do prêmio.

Durante a cerimônia de premiação, realizada na Academia Brasileira de Filosofia, a vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, Nísia Trindade, apontou que o prêmio foi um reconhecimento dos educadores que trabalham qualificando profissionais de saúde, formando pesquisadores, especialistas e técnicos de nível médio. Ao receber a homenagem, Nísia reconheceu que não é comum a Fiocruz, vinculada ao Ministério da Saúde, ser vista como uma instituição educacional, embora reúna 33 programas de pós-graduação, entre outras ações na área. “Realizamos uma atividade intensa na formação de especialização para o SUS e também de desenvolvimento do ensino politécnico e de saúde. Estar aqui como instituição educacional nos dá projeção e mostra o reconhecimento dos educadores sobre nosso papel”, destacou.

A vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, Nísia Trindade, entregou a placa comemorativa para a presidente da Associação de Alunos de Pós-graduação da Fiocruz, Virgínia Valiate Gonzalez (Foto: Folha Dirigida)
A vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, Nísia Trindade, entregou a placa comemorativa para a presidente da Associação de Alunos de Pós-graduação da Fiocruz e  Diretora da ANPG, Virgínia Valiate Gonzalez (Foto: Folha Dirigida)

Como forma de homenagear os estudantes da instituição, Nísia escolheu que a placa comemorativa fosse entregue a ela pela presidente da Associação de Alunos de Pós-graduação da Fiocruz e Diretora de Tecnologia da Comunicação e da Informação da ANPG, Virgínia Valiate Gonzalez. “Quero oferecer o prêmio aos estudantes da Fiocruz, representados pela Virgínia; à equipe da vice-presidência de ensino; e ao diretor da nossa unidade de produção de medicamentos (Farmanguinhos), Hayne Felipe da Silva, que aqui representa o nosso Conselho Deliberativo”, ressaltou Nísia, ao receber a placa. A vice-presidente destacou ainda que educação e saúde são pilares fundamentais para o fortalecimento da cidadania no país.

Em depoimento, o diretor do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz), Hayne da Silva, abordou a relevância do professor como figura central no processo de ensino. “A importância do educador é vital. Se não valorizarmos esse agente, não iremos resolver esse ‘buraco’ que existe, principalmente, no campo tecnológico de nosso país. Vejo que cada vez mais nos faz falta formação de pessoas de qualidade. E isso precisa, necessariamente, de uma educação básica sólida. Mas, sem professores valorizados, isso não acontecerá. E conseguimos, ao longo desses anos, não só promover uma valorização em termos de remuneração, mas também entender que a capacitação do professor é algo importante”.

Também receberam o título de Instituição Educacional 2014: a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Rio de Janeiro (Apae-Rio) e o Sindicato dos Professores do Município do Rio e Região (Sinpro-Rio). Foram agraciados com o título de Personalidade Educacional: o reitor da UniSuam, Arapuan Netto; o professor da Uerj e da UFF, Aristeo Gonçalves; o reitor da Unigranrio, Arody Cordeiro; o reitor da Universidade Candido Mendes, professor Candido Mendes; a diretora do Colégio Bahiense, Denise Bahiense; o diretor da Facha, Hélio Alonso; a presidente da Sociedade Propagadora das Belas Artes, Myriam Freire; o diretor do Colégio Pedro II, Oscar Halac; o vice-presidente da Instituto de Desenvolvimento Educacional da FGV, Stavros Xanthopoylos; e a escritora e conferencista Tania Zagury.

Fonte: Agência Fiocruz