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Nova plataforma da CAPES possibilitará maior transparência e permanente acesso às informações e dados sobre o SNPG

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) está implementando uma nova e importante ferramenta que tem como objetivo coletar informações, realizar análises e avaliações e ser a base de referência do Sistema Nacional de Pós-graduação (SNPG). Mas, para isso, é importante que cada pós-graduando mantenha seu currículo Lattes atualizado, pois o programa se utilizará também dessas informações para atualização de seus dados.

Com essa plataforma, a comunidade acadêmica terá acesso em tempo real e com muito mais transparência às informações, processos e procedimentos que a CAPES realiza no SNPG. Igualmente, a plataforma propiciará a parte gerencial-operacional de todos os processos e permitirá maior participação das pró-reitorias e coordenadores de programas de pós-graduação.

“A plataforma Sucupira, que está em fase de implementação, tem vários fundamentos e objetivos, entre eles, talvez um essencial seja o de possibilitar a maior transparência e o permanente acesso às informações e dados sobre o Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG)”, comenta Livio Amaral, Diretor de Avaliação da CAPES.

Neste momento, está sendo realizado o processo de inserção, conferência e homologação dos dados relativos a todas as atividades de 2013 para que o Programa entre em vigor. Desde abril, está disponível para preenchimento das informações de Coleta de Dados pelos programas de pós-graduação. O prazo para consolidação destas informações vai até 15 de setembro.

“Neste contexto, gostaria de contar com a colaboração dos pós-graduandos para irem às coordenações dos seus respectivos cursos, procurando aportar os seus dados e se disponibilizando a ajudarem o(a)s coordenadore(a)s e secretário(a)s, de modo que as informações de cada curso sejam as mais completas e exatas possíveis”, diz Lívio.

A partir daí, a chancela dos dados, feita pelos coordenadores dos programas de pós-graduação, e homologação, pelos pró-reitores dos programas, vai até o dia 19 de setembro. Após essa data, os dados consolidados relativos ao ano de 2013 estarão permanentemente abertos para consulta na página da CAPES, disponibilizando a informação de quem fez a homologação/chancela sobre aquele período.

A CAPES ainda sugere o preenchimento contínuo dos dados de 2014, à medida que as atividades dos programas de pós-graduação sejam realizadas, para evitar sobrecarga de trabalho ao final do período. No início de 2015, será divulgada a data de chancela para os dados de 2014.

Quais os avanços para os processos da CAPES?

• Maior transparência dos dados para toda a comunidade acadêmica;
• Redução de tempo, esforços e imprecisões na execução de avaliação do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG);
• Maior facilidade no acompanhamento da avaliação;
• Maior confiabilidade, precisão e segurança das informações;
• Controle gerencial mais eficiente.

Quais os avanços para as Instituições de Ensino (IES)?

• Maior facilidade e simplicidade no processo de coleta/envio das informações;
• Imediata visibilidade das informações da instituição;
• Maior agilidade no processo de solicitações e facilidade na comunicação junto a CAPES;
• Melhor acesso e maior disponibilidade de informações sobre todo o SNPG para elaborar metas, ações e políticas institucionais e respectivos planos de desenvolvimento;
• Envio de informações continuamente em tempo real ao longo do ano;
• Possibilidade de integração com sistemas de registro acadêmico-corporativos.

Curiosidade:
A Plataforma foi nomeada em homenagem ao professor Newton Sucupira, autor do Parecer nº 977 de 1965. O documento conceituou, formatou e institucionalizou a pós-graduação brasileira nos moldes como é até os dias de hoje.

Clique aqui para acessar a Plataforma Sucupira!
Da redação

anpgisidoroA Polícia Militar de Minas Gerais, sob o comando do Coronel Machado, ordenada pelo prefeito Márcio Lacerda, há mais de uma semana anunciou que daria início a uma mega operação para despejar os moradores da ocupação Rosa Leão, que, junto com as ocupações Vitória e Esperança, habitam uma das maiores ocupações urbanas do Brasil, com cerca de 8 mil famílias. Ameaçados de serem despejados para dar lugar a um empreendimento imobiliário de alto luxo com intuito enriquecer empreiteiras que patrocinam as campanhas eleitorais dos mesmos políticos que querem expulsar as famílias, os moradores não têm alternativa senão resistir.

A região está ocupada há mais de um ano por famílias que possuem renda entre 0 e 3 salários mínimos, e se encontram na fila do programa Minha Casa Minha Vida há mais de três anos, e nenhuma resposta foi obtida até o presente momento da prefeitura de Belo Horizonte, que não entregou as casas do programa para famílias que possuem essa faixa de renda. Mesmo as lideranças se reunindo com a presidência da república que garantiu que, pelas vias legais do programa seria possível regularizar a situação das ocupações ou remoção dos terrenos onde já estão assentadas, em nada avançou o diálogo com o governo do estado e a prefeitura e tal ação de despejo foi autorizada pelo poder judiciário.

Questionados em reunião pelos moradores das ocupações, sobre alternativas para os moradores da região, ficou clara a ausência de proposta para essas famílias e a completa irresponsabilidade do governo do estado e da prefeitura. A tortura psicológica contra as famílias é constante. Um clima de terror se concretizou na região e é constante a presença de viaturas da polícia e helicópteros na região.

A resistência pacífica da comunidade diante da ilegalidade na retirada de direito mobilizou uma grande rede de solidariedade em todo o país por diversos movimentos sociais, e cidadãos que acreditam que a moradia digna deve ser um direito humano universal, que não deve ser negligenciado pela especulação imobiliária, e que todo apoio e solidariedade devem ser destinados a essas bravas famílias e todo repúdio a qualquer ameaça de massacre deve ser emitido ao poder público sobre medidas como essa.

A luta do povo brasileiro por melhores condições de vida é a luta dos pós-graduandos e de todos que se somam à construção de uma nova sociedade, com moradia digna, inclusive para aqueles que precisam de estrutura habitacional para poder estudar, pesquisar e ter direito de fomento ao desenvolvimento humano. A ANPG se solidariza com essas famílias e EXIGE das autoridades municipais e estaduais resolução efetiva do problema.

Brasil, 14 de agosto de 2014.

Diretoria da ANPG

A ANPG se junta a todos aqueles que pugnam pela Ciência como instrumento do Desenvolvimento e da Soberania Nacional no pesar pela morte de Eduardo Campos. Ao longo de sua trajetória de serviços à política brasileira, foi Ministro de Ciência e Tecnologia, onde lutou pela valorização da ciência nacional e assumiu como suas algumas metas que compunham o repertório de lutas da Associação Nacional de Pós Graduandos.

Manteve relações amistosas com a Associação Nacional de Pós-Graduandos. Sua gestão, foi marcada pela criação de novos fundos para o setor e pela ampla colaboração com a comunidade acadêmica e suas entidades representativas, bem como pela defesa da consolidação dos 2% do PIB para o setor.

Foi grande colaborador para a conquista de um novo Brasil. Em seu governo, no estado de Pernambuco, ampliou verbas e criou auxílios para pesquisadores, fortalecendo a gestão da Fundação de Amparo a Ciência do Estado.

A ANPG se solidariza com os familiares de Eduardo Campos e dos demais ocupantes da aeronave, e lamenta a perda do homem público, político progressista e responsável por avanços e melhorias na vida de seu povo.

Brasil, 13 de agosto de 2014

Diretoria da ANPG

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Foto: Natasha Ramos/ANPG

A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) participou do encontro dos estudantes com a presidenta e candidata à reeleição, Dilma Roussef, em evento que marcou o Dia dos Estudantes, 11 de agosto. O ato foi realizado na universidade Uninove, campus Memorial, localizado na zona oeste de São Paulo.

A presidenta da entidade que representa os pós-graduandos, Tamara Naiz, esteve presente no palco durante todo o encontro, ao lado de estudantes do ensino médio, superior e de pós-graduação, e das das presidentas da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virginia Barros, e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Barbara Melo.

O ato reforçou a importância dos avanços conquistados com os programas estudantis implementados nos últimos 12 anos, como o PROUNI, o PRONATEC, o FIES, e o Ciência sem Fronteiras (CsF), que abriram um novo horizonte de possibilidades aos estudantes brasileiros.

“Com esses avanços educacionais, você melhora oportunidades e salários das pessoas, cooperando para o fim da desigualdade social. Além disso, o país precisa de investimentos em ciência e tecnologia, para entrar na sociedade do conhecimento, para ter na área da indústria, serviços e médica a capacidade de produzir com processos modernos e gerar produtos inovadores”, afirmou Dilma a respeito da importância em se investir em educação e em Ciência, Tecnologia e Inovação.

Durante o ato, que contou com mediação do rapper Rappin’ Hood, ainda foi lembrado a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que garante 10% do PIB para a educação, sem dúvida, um avanço sem precedentes para o setor educacional.

“A conversa dos estudantes com a presidenta Dilma, no dia 11 de agosto, foi um ato simbólico. Os jovens presentes no palco falaram das suas trajetórias, e como suas vidas foram modificadas a partir de seu esforço pessoal, com o apoio de políticas públicas concretas, como o PROUNI, o FIES, o PRONATEC e o Ciência sem Fronteiras”, afirmou Tamara Naiz, presidenta da ANPG.

Dentre os estudantes que participaram do ato, compartilhando com os presentes suas experiências e conquistas pessoais, está Antônio Bonfim, mestrando em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), que se graduou no curso de Farmácia, pela Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), graças ao programa PROUNI. Após sua fala, Antônio entregou à presidenta Dilma, seu trabalho de conclusão do curso da graduação como uma forma de expressar sua gratidão pelo apoio que recebeu pelas políticas do atual governo.

“Foi uma grande satisfação estar presente no grandioso ato dos estudantes com Dilma. Uma emoção enorme passar o Dia dos Estudantes com a Presidente que aprovou o PNE e destinou 10% do PIB para a Educação”, afirmou Antônio

Segundo Tamara, são inegáveis os avanços que a juventude e a educação brasileira conquistaram nos últimos anos, com a expansão do acesso ao ensino superior, a aprovação do PNE e dos royalties do petróleo para educação, o estatuto e o plano nacional de juventude, mas também não há dúvida de que é preciso avançar muito mais, na direção de um país mais justo com maiores oportunidades para o povo. Foi entregue à presidenta Dilma as resoluções do 24o Congresso Nacional dos Pós-Graduandos, dentre eles o Documento de Direitos e Deveres.

“A juventude é cerca de um terço da população brasileira. Essa parcela da população precisa de políticas específicas e de condições para melhorar sua vida, além de contribuir para o desenvolvimento do país. Nós queremos mais para o Brasil, temos sonhos, ideias, força de vontade e muito potencial e é por isso que o diálogo foi proveitoso e tem que ser cada vez mais! O que todos aqueles estudantes mostraram é que precisamos de oportunidades e se as tivermos vamos longe!”, acrescenta a presidenta da ANPG.

Da redação

Após decisão de reajuste zero do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo (CRUESP), as estaduais paulistas entraram em greve. Para justificar a decisão foi alegado o alto comprometimento com folha de pagamento das universidades, principalmente da USP, com 105,33% de comprometimento em relação aos seus recebimentos.
A ANPG apoia a mobilização de funcionários, professores, graduandos e pós-graduandos em nome da valorização do ensino. Acreditamos que a saída para a crise é aumentar o repasse do governo estadual, de forma compatível com a expansão do ensino superior no Estado de São Paulo, em especial da Pós-Graduação, conforme definido na pauta unificada pelo Fórum das Seis.
A ANPG repudia a tentativa de diversos setores, especialmente da mídia, que aproveitam do momento para combater a gratuidade no ensino superior.
Seguimos na luta por um ensino público, gratuito e de qualidade.
Brasil, 08 de agosto de 2014
Diretoria da Associação Nacional de Pós-Graduandos
Referências:
[1] http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2014-05/professores-e-funcionarios-da-usp-unicamp-e-unesp-entram-em-greve-hoje
[2] https://www.anpg.org.br/?p=5569
[3] http://www.sintusp.org.br/2013/index.php/publicacoes/campanha-salarial/761-campanha-salarial-2014-indicativo-de-pauta
[4] http://www.revistaforum.com.br/abeiradapalavra/2014/06/04/universidade-publica-de-boy-para-boy
 

A Associação Nacional de Pós Graduandos (ANPG) vem apoiar os pós-graduandos da Universidade Federal de Santa Maria que estão movimentando-se contra a determinação de despejo por parte da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis.

Uma das maiores dificuldades encontradas em todo o país pelos pós-graduandos é a falta de assistência para estudantes em suas necessidades básicas, como moradia, saúde e transporte. Ora, consideramos intrigante a ideia de que uma bolsa possa suprir todas as necessidades dos estudantes de pós-graduação. A bolsa de pesquisa, na maioria das vezes, é a única fonte de renda que o pós-graduando tem para assegurar condições básicas de vida e estudo. É importante notar que há pós-graduandos sem bolsa de pesquisa ou que tem na bolsa a única renda familiar, significando que ingressar na pós-graduação, simplesmente, não assegura ascensão social, nem mais oportunidades no mundo do trabalho em decorrência da dedicação exclusiva exigida. Por isso somos radicalmente contra o corte de acesso a programas de assistência estudantil aos pós-graduandos!

A esse fato acrescenta-se que não temos reajustes permanentes das bolsas e as últimas concessões de reajuste nos seus valores estão muito aquém do índice inflacionário desse período. Na lutar pela implementação de direitos, a ANPG tem impulsionado a reivindicação da inclusão dos pós-graduandos em situação de vulnerabilidade socioeconômica no PNAES e reunido apoiadores ao pleito. A atual ação da UFSM vai na contramão disso.

Uma pró-reitoria e uma reitoria que se considerem democráticas não podem utilizar-se de privações e despejo de pós-graduandos para, supostamente, aumentar as vagas de moradia universitária aos seus discentes de graduação. Essa lógica mesquinha de melhorar indicadores em detrimento de direitos anteriormente conquistados deve acabar. Portanto, a ANPG apoia a luta dos pós-graduandos pela permanência e ampliação das vagas destinadas a eles nas moradias universitárias e chamamos a administração central da UFSM a reverter a ordem de despejo dos pós-graduandos imediatamente. A ANPG também se coloca solidária para com a demanda dos graduandos em situação socioeconômica vulnerável e se coloca a sua disposição para tomar todas as medidas necessárias para reverter essa situação.

Por novas vagas nas moradias estudantis para todos!  Não ao despejo dos pós-graduandos! Por assistência estudantil a todo corpo discente!

Brasil, 07 de agosto de 2014.
Associação Nacional de Pós Graduandos

Baixe aqui:
Nota de inteiro teor
Ofício encaminhado para Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis

A valorização da ciência e dos pesquisadores é um elemento fundamental para a melhoria da vida do povo brasileiro. Diante da compreensão do papel que exerce a pós-graduação na qualificação profissional, na promoção da cultura, na produção de bens e na prestação de serviços, dentre outras contribuições, a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) tem envidado lutas em prol do reconhecimento de mais direitos aos pós-graduandos e de mais verbas para a Ciência, Tecnologia e Inovação. Como fruto dos debates e das lutas empreendidas e de acordo com o que foi definido em seu 24º Congresso, a ANPG vem convocar o movimento nacional de Pós-Graduandos a participar da Campanha por mais direitos para os pós-graduandos, buscando reunir cada vez mais apoiadores em torno dessa pauta.

Como apontou matéria recente da Folha de São Paulo, o índice de evasão de pós-graduandos em universidades de renome no país é, em média, superior a 10%. Entre os motivos apontados estão as condições de estudo e trabalho, marcadas pela ausência de direitos sociais, e a desvalorização das bolsas. É necessário que o Governo Federal apresente medidas imediatas que busquem reverter essa situação. O futuro da pesquisa científica no Brasil depende disso!

Portanto, essa luta se torna central para os pós-graduandos brasileiros e para o país. Entre as atividades já previstas estão:

· Lançamento da jornada de lutas pelos direitos dos pós-graduandos, dia 25 de agosto;

· Audiência aberta ao público, na Câmara Federal, com a temática: “Valorização da Ciência e dos Pesquisadores: caminhos para o reconhecimento e implementação dos direitos dos pós-graduandos”, dia 27 de agosto;

· Reuniões com a Capes, o CNPq, o MCTI e o MEC, entre os dias 26 e 28 de agosto.

O objetivo das atividades em Brasília é apresentar formalmente nossas reivindicações ao Executivo e ao Legislativo, para que sejam adotadas medidas legais que reconheçam e assegurem mais direitos aos pós-graduandos, dentre os quais destacamos a necessidade de:
· Universalização das bolsas de pesquisa;

· Estabelecimento de mecanismo de reajuste anual dos valores das bolsas de pesquisa;

· Assegurar o direito à Assistência Estudantil para os pós-graduandos, como já prometido pelo Ministro da Educação.

Além disso, reivindicamos mais recursos para a Ciência, Tecnologia e Inovação na Lei Orçamentária de 2015, medida necessária e urgente para um país que ocupa a 7ª posição na economia mundial e confronta-se com cortes e contingenciamento nessas áreas estratégicas.

As demais proposições e bandeiras aprovadas no 24º Congresso da ANPG serão também apresentadas nessas oportunidades e estão incorporadas na campanha por mais direitos.
Continue fazendo parte desta luta! Organize ações na sua Universidade e participe das atividades da ANPG. Todos na “Campanha por mais direitos para os pós-graduandos“.

São Paulo, 06 de agosto de 2014.
Diretoria Executiva da ANPG

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Foto: João Neto/MEC

Estados e municípios brasileiros contam com uma nova ferramenta para auxiliá-los na elaboração dos planos de educação, alinhados às 20 metas e às diversas estratégias que compõem o Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado e sancionado em junho passado, com a Lei nº 13.005/2014. O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase), apresentou nesta segunda-feira (4), o portal Planejando a Próxima Década, em cerimônia que contou com a participação dos ministros da Educação, Henrique Paim, e da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, de secretários do MEC, da presidenta da ANPG, Tamara Naiz, e de representantes de entidades ligadas à área educacional.

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“[O Portal] é uma iniciativa que condensa dados, índices, legislações e orçamentos de todos os municípios brasileiros sobre os planos de educação. Acredito que seja um passo importante para a visualização do sistema educacional de modo articulado”, comenta Tamara.

“O PNE deixa claro o desafio principal para a educação nos próximos dez anos: a qualidade do ensino básico! A ANPG quer contribuir para o enfrentamento deste e dos outros desafios educacionais de nosso país. Queremos democratização do acesso, garantia de permanência e educação de qualidade para todos os brasileiros!”, acrescenta.

O titular da Sase, Binho Marques, destacou que o portal representa a largada para a construção dos 5.570 planos municipais de educação, assim como dos 26 estados e do Distrito Federal. “Os planos serão resultado de pactuação com cada unidade da Federação”, explicou o secretário.

Para o ministro da Educação, o Brasil vive um momento histórico, com um plano nacional construído após amplo debate na sociedade e no Congresso Nacional. Paim destacou o formato enxuto do PNE, com 20 metas e muitas estratégias, o que permite à sociedade acompanhar de perto a implementação. “Os planos estaduais e municipais serão alinhados, articulados, tornando o PNE possível”, disse.

Para o ministro, o plano nacional demonstra maturidade. Ele listou várias questões a serem equacionadas, desde a educação infantil até a pós-graduação, e citou também a educação profissional e a necessidade de maior internacionalização da educação superior, de forma a propiciar o casamento entre a universidade e o mundo produtivo.

Paim lembrou que, nos últimos anos, houve aproximação entre a universidade e a educação básica, o que representa importante avanço. Ele ressaltou que um dos desafios é a formação de professores. “Quando os educadores se envolvem com paixão, é possível superar barreiras”, afirmou o ministro.

Fique por dentro da Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014

Para mais informações acesse o portal do Plano Nacional de Educação

Da redação com informações do MEC

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Nos dias 6, 7 e 8 de novembro de 2014, acontece na Universidade Federal de Lavras, no Sul de Minas Gerais, o VI Simpósio Nacional de Administração, evento que procura proporcionar um espaço de troca de conhecimentos e ampliar as discussões acerca da administração em âmbito nacional, além de aproximar graduação e pós-graduação.

Neste ano, com três dias de programação, envolvendo palestras, minicursos, apresentação de trabalhos, entre outras atividades; será discutido o tema “Novos tempos, uma nova administração”, pretendendo dialogar sobre os novos desafios e oportunidades para área.

Em sua 6ª edição, o Simpósio Nacional de Administração trata-se de uma continuidade do Congresso de Administração da UFLA (CADUFLA), realizado pela primeira vez no ano de 2006. O evento é uma realização do Departamento de Administração e Economiada Universidade Federal de Lavras, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA) e pelo Programa de Educação Tutorial (PET Administração) da instituição.

Submissão de trabalhos

Os participantes interessados em apresentar seus trabalhos devem submetê-los até o dia 31 de agosto de 2014, sendo permitido que cada autor participe com até cinco artigos, que devem ser inéditos, e não podem ter sido publicados em outros eventos, sob forma impressa ou eletrônica.

Serão considerados válidos os trabalhos contidos em uma das seis áreas de interesse: estudos organizacionais; economia industrial, de mercado e internacional; cadeias produtivas e agronegócio; administração pública; redes, relações interorganizacionais, tecnologia e inovação; e marketing e comportamento do consumidor. Também é necessário atender às orientações prescritas pela organização, e que se encontram no site do evento.

Premiações serão concedidas aos melhores trabalhos, que serão avaliados por uma comissão composta de doutores e mestres; sendo que o melhor artigo apresentado no evento receberá o troféu Ricardo Sette, em homenagem ao ex-docente e pesquisador homônimo, responsável pelo desenvolvimento do evento ao longo das cinco edições anteriores. Também será premiado o melhor artigo de cada uma das seis áreas de interesse, agraciado com menção honrosa. Anovidade desta edição é que haverá a possibilidade de os melhores trabalhos apresentados no VI SiNAd receberem fasttrack, de acordo com a disponibilidade, em revistas de divulgação científica e periódicos nacionais.

Asubmissão de artigos deve ser feita através do site do evento,e a inscrição como apresentador somente deverá ser feita após recebimento da aprovação do artigo, a partir do dia 17 de outubro. No site também é possível entrar em contato com a organização e em breve também disponibilizará outras informações como a programação, valores de inscrição e minicursos oferecidos; disponível no endereço www.sinad.com.br.

Outras atualizações podem ser acompanhadas, além do site do evento, pela página criada no Facebook: www.facebook.com/sinadufla

Da redação

Inscrições vão até 4/09 e curso terá 63 horas de duração e começa no dia 6/10

Com inscrições de 4 de agosto a 4 de setembro, o Icict (Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde) está oferecendo 20 vagas para o curso de extensão em Acesso à Informação Científica e Tecnológica em Saúde – 2014.

O curso, que é gratuito e tem a coordenação de Luciana Danielli de Araujo, é voltado para profissionais que atuam em bibliotecas, centros de documentação e em atividades de apoio à pesquisa e tem duração de nove semanas (63 horas), sendo realizado sempre às segundas-feiras, das 9h às 17h. O início será no dia 6/10 e o término será no dia 8/12.

Para se inscrever, o candidato deverá baixar (download) a ficha de inscrição, disponível no site, preenchê-la, imprimi-la e anexar a documentação necessária, que deve ser entregue até o dia 5/09. A seleção será feita considerando a avaliação da carta de liberação e a heterogeneidade da composição da classe pela área de atuação.

Outras informações podem ser obtidas na Gestão Acadêmica do Icict, no Prédio da Expansão do Campus, sala 210, Av. Brasil, 4.036, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, ou pelos telefones (21) 3882-9063 e 3882-9033 ou pelo e-mail [email protected]

Acesse a chamada pública e a ficha de inscrição no site do Icict.

Da redação