A ANPG acaba de divulgar a lista de trabalhos selecionados a Mostra Científica realizada pela entidade. São 25 projetos de pesquisa, de diferentes campos do conhecimento, representando universidades e institutos de pesquisas de diversos estados brasileiros, que terão a oportunidade de serem apresentados durante os trabalhos do 46º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP), a ser realizado em Salvador (BA), entre 27 e 30 de novembro. Veja a lista!
Foi realizado, na última terça-feira (3), na sede das entidades estudantis em São Paulo, o pré-credenciamento para o 46° Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos da ANPG, que acontecerá em Salvador (BA), entre 27 e 30 de novembro.
O Conap é o segundo mais importante fórum deliberativo da entidade e tem a incumbência de aprovar resoluções sobre a conjuntura política, questões relativas à ciência e à pós-graduação, além de convocar o próximo congresso da ANPG.
O 46° Conap reafirma o crescimento e a organização do movimento de pós-graduandos, com o credenciamento de 115 APGs, representativas de universidades e cursos de todas as regiões do país.
Segundo Vinícius Soares, presidente da ANPG, o Conselho terá papel fundamental para planejar as próximas ações em busca de conquistas das pautas dos pesquisadores, como a aprovação do PL 974/24. “O Conap vai demonstrar a força e capilaridade do movimento de pós-graduandos e convocar as mobilizações necessárias a ampliar o orçamento da ciência e da educação para que possamos tornar realidade o novo reajuste de bolsas e a conquista dos direitos previdenciários dos pós-graduandos”, afirmou.
Veja a lista das entidades pré-credenciadas:
A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) manifesta profunda indignação e repúdio diante da megaoperação policial conduzida pelo governo do estado do Rio de Janeiro, sob comando do governador Cláudio Castro, que resultou até o momento em mais de 134 mortes, incluindo vítimas civis ainda não identificadas, configurando um cenário de chacina e violação massiva de direitos humanos.
A ANPG se solidariza com as famílias das vítimas, com as comunidades atingidas e com toda a população do Rio de Janeiro que vive sob o terror de um Estado que abandona o diálogo e governa pela força. Reafirmamos que nenhuma vida vale menos, nenhuma morte pode ser naturalizada.
As ações policiais, realizadas nos complexos do Alemão e da Penha, transformaram o Rio de Janeiro em um território de exceção, instaurando um clima de medo generalizado que paralisou a cidade e impactou diretamente a vida acadêmica. Universidades públicas e privadas, entre elas UFRJ, UERJ, UFF, UFRRJ e PUC-Rio foram obrigadas a suspender aulas e atividades presenciais para resguardar a integridade de estudantes, professores e trabalhadores, que ficaram impossibilitados de se deslocar diante da violência e do caos urbano provocado pelas operações.
O que se observa é que não há uma política de segurança, mas uma estratégia de extermínio que transforma as favelas em campos de guerra, com o uso desproporcional da força e a ausência completa de políticas sociais, educacionais e de prevenção. A escalada da letalidade policial no estado do Rio de Janeiro revela o fracasso de um modelo que confunde segurança pública com militarização, tratando a população pobre e negra como inimiga.
A ANPG entende que é urgente o encerramento das operações letais nas favelas do Rio de Janeiro, pois elas têm se mostrado ineficazes e profundamente desumanas, ampliando o sofrimento das populações mais vulneráveis. Considera também necessária uma investigação rigorosa e independente sobre os crimes cometidos durante a operação, de modo que o Estado responda pelas vidas ceifadas e pelas violações cometidas.
O combate ao crime organizado deve se apoiar no conhecimento produzido pela ciência brasileira, que há décadas oferece diagnósticos, dados e soluções sobre segurança pública, desigualdade e políticas sociais. É necessário que o Estado invista na pesquisa científica e tecnológica como instrumento estratégico para compreender e enfrentar o problema de forma inteligente, humana e eficaz, substituindo a lógica da força pela da razão e da vida. A PEC da segurança pública, em tramitação no Congresso Nacional, aponta para um caminho possível, ao propor maior controle civil sobre as forças policiais e mecanismos que limitem o uso da força letal pelo Estado. Ainda que seu conteúdo precise ser amplamente debatido, é fundamental reconhecer a importância de medidas que ajudem a submeter as instituições de segurança ao controle democrático e reafirmem que a política de segurança deve proteger vidas, não as eliminar.
Enquanto escolas e universidades paralisam a vida acadêmica, o governo estadual sustenta um projeto político sustentado pelo medo, pela morte e pela violência de Estado. A ANPG reafirma que não há democracia onde o Estado mata, e que a defesa da vida é um compromisso inegociável da comunidade científica.
Associação Nacional de Pós-Graduandos – ANPG
Rio de Janeiro, 29 de outubro de 2025.
Nesta quarta-feira, 29/10, a convite da ANPG, foi realizada uma reunião entre diversas entidades científicas para debater ações conjuntas de diálogo e pressão junto ao Congresso Nacional para ampliar as dotações orçamentárias da Ciência e da Educação no exercício de 2026. Participaram do encontro a ANPG, UNE, ABC, SBPC, CONIF, Andifes, ICTpbr e Observatório do Conhecimento.
As entidades manifestam preocupação com as previsões que o governo enviou na PLOA 2026, proposta que baliza a formatação do orçamento, na qual as rubricas destinadas às agências de fomento Capes e CNPq são iguais ou até inferiores ao ano de 2025.
Para 2026, a dotação orçamentária prevista para pagamento de bolsas de estudos no ensino superior pela Capes, por exemplo, é de R$ 3,14 bilhões, exatamente o mesmo valor deste ano. Caso essa previsão seja concretizada, não haverá recursos para um reajuste de bolsas. Para as bolsas de apoio à educação básica a situação é ainda mais grave, pois há retração de -3,17% na PLOA 2026.
Para o CNPq, a proposta do governo é de um orçamento total de R$ 1,83 bi, o que significa um corte de 2,15% nas verbas, que já são escassas, haja vista que na última chamada de Bolsas no País da agência, apenas 10% dos inscritos foram contemplados.
“Estamos diante de uma grave situação de subfinanciamento da ciência e da educação. Se a lei orçamentária for aprovada como está, significa que nenhuma demanda nova será atendida. O que está previsto não garante sequer o reajuste das bolsas, que é o mínimo para manter nossa situação, que dirá avanços justos e necessários. É inaceitável”, afirma Vinícius Soares, presidente da ANPG.
Vinícius lembra que a entidade tem feito reuniões com o governo e parlamentares para debater um novo reajuste de bolsas, verbas que o PNAES atenda o segmento e buscado aprovar conquistas, como o PL 974/24, que trata dos direitos previdenciários para os pós-graduandos. “Será uma grande frustração se não forem ampliadas essas verbas. De nada adianta o governo demonstrar boa vontade em atender demandas justas e urgentes se, na lei que decide os investimentos, o dinheiro para concretizar não aparecer. Nós vamos à luta, mobilizar no Congresso, nas redes e nas ruas, para que os compromissos com a ciência e a educação sejam cumpridos”, finalizou.
A ideia das entidades é tirar um cronograma de reuniões conjuntas para apresentar as reivindicações aos membros da Comissão Mista de Orçamento e presidentes de comissões, além das lideranças do governo na Câmara e no Senado, para buscar as emendas que viabilizem a recomposição necessária. As primeiras atividades foram marcadas para os dias 5 e 6 de novembro.
Em sessão realizada na tarde desta quinta-feira, 30/10, a Câmara dos Deputados aprovou o requerimento para análise em regime de urgência do projeto de lei 974/24, de autoria da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que possibilita aos pós-graduandos bolsistas terem acesso a direitos previdenciários e seguridade social.
O requerimento de urgência, apresentado pelo deputado Túlio Gadelha (Rede-PE), foi aprovado de maneira simbólica, quando há acordo de líderes. Na prática, a tramitação da proposta foi abreviada, tornando possível sua votação diretamente no plenário a qualquer momento.
Ter o tempo dedicado às pesquisas de mestrado e doutorado para efeitos previdenciários é uma reivindicação histórica dos pós-graduandos, que foi apresentada pela primeira vez no Congresso em 1989, pelo então deputado Florestan Fernandes.
A pauta ganhou novo impulso após as manifestações realizadas pela ANPG e APGs de diversas universidades no último dia 12 de agosto, em Brasília. Agora, quase 40 anos depois, a Câmara poderá voltar a debater o mérito da proposta, a partir do dossiê Florestan Fernandes, documento elaborado pela entidade com um diagnóstico da situação da pós-graduação no Brasil.
Esse modelo de acesso ao regime do INSS já existe e abarca os residentes em saúde. Caso a lei seja aprovada, passaria a beneficiar os cerca de 130 mil mestrandos e doutorandos stricto sensu que recebem bolsas da Capes e do CNPq.
Segundo Vinícius Soares, presidente da ANPG, a aprovação da urgência foi um passo decisivo para que essa conquista seja concretizada. “Foi uma vitória importantíssima das nossas mobilizações, seja a pressão nas ruas e aqui no Congresso, como nas redes, ganhando apoio da sociedade. Hoje vamos comemorar esse passo e, a partir de amanhã, organizar a luta para que o mérito do PL seja votado e aprovado, o que significará uma conquista histórica”, afirmou.
Vinícius destaca que essa medida é de justiça com uma categoria híbrida, que tem importância estratégica para o país, mas é desguarnecida de direitos elementares. “É mais do que justo que aqueles que ajudam a construir 90% da pesquisa científica no país tenham direitos básicos, que já assistem todas as categorias de trabalhadores. O impacto social dessa medida é imenso para nós, pós-graduandos”, afirmou.
Na manhã desta terça-feira, 14, em ambiente virtual, foi realizada uma reunião extraordinária do Grupo de Trabalho constituído para elaborar a regulamentação da Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES).
O encontro ocorreu a pedido da ANPG para apresentação dos dados colhidos em 1.532 questionários respondidos por pós-graduandos sobre as políticas de assistência e permanência estudantil no período de mestrado/doutorado. A Capes e o Inep também apresentaram dados sobre essas políticas na pós-graduação.
As informações que se extraem da amostragem coletada pela ANPG deixa nítido que, na esteira da democratização do ensino superior com as políticas afirmativas, também há uma mudança no perfil da pós-graduação brasileira, hoje com corte mais popular. Segundo a pesquisa, 30,2% dos que responderam não possuem renda familiar além da bolsa de pesquisa, ao passo que 40,7% estão na faixa de renda familiar entre 2 a 5 salários-mínimos.

Esse demonstrativo corrobora a necessidade de inclusão de mestrandos e doutorandos dentre os beneficiários da Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e evidencia que o melhor critério a ser utilizado para o enquadramento seja o perfil socioeconômico de cada estudante.
Ademais, 61,1% dos pós-graduandos bolsistas que responderam ao questionário declararam que a bolsa de estudos é a principal fonte de renda familiar, o que demonstra que esse benefício, na realidade brasileira, além de fomento à ciência, cumpre também importante papel social.

Outro fator que se sobressai na pesquisa é que o valor das bolsas é considerado insuficiente para fazer frente às demandas econômicas dos pós-graduandos. Quase 90% dos pesquisados avaliam que os valor dos benefícios sequer é compatível com as demandas de manutenção dos estudos, o que torna ainda mais fundamental a existência de políticas de assistência e permanência estudantil na pós-graduação.

Para Vinícius Soares, presidente da ANPG e membro do Grupo de Trabalho, a reunião foi positiva e a ANPG conseguiu demonstrar que o novo perfil da pós-graduação requer um olhar diferente do poder público para esses pesquisadores. “Tivemos a conquista histórica da inclusão dos pós-graduandos no PNAES e agora precisamos concretizar essa política pública nas melhores bases possíveis. Vivemos um cenário de maior democratização do acesso à pós-graduação, o que será ampliado nos próximos anos com a política de cotas raciais. Essa nova e positiva realidade exige que o governo proporcione as condições para sustentar a popularização da ciência, o que será fundamental para o desenvolvimento do país. Sem dúvida, o investimento de agora terá retorno muito maior no futuro próximo”, avaliou Vinícius.
A União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) vêm a público manifestar total apoio à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ao seu Reitor, Professor Alfredo Gomes, diante dos ataques promovidos pela extrema direita contra a recente iniciativa de destinar vagas no curso de Medicina para estudantes oriundos de assentamentos da reforma agrária e comunidades quilombolas.
Essa ação da UFPE e PRONERA é uma medida concreta e necessária de enfrentamento às desigualdades históricas no acesso ao ensino superior e está plenamente alinhada com a missão social das universidades públicas brasileiras.
Ao atacar essa política, tentam deslegitimar o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), que há três décadas promove o direito à educação no campo, com mais de 200 mil estudantes formados em 545 cursos, da alfabetização à pós-graduação. Neste mesmo sentido, buscam fragilizar a UFPE que está prestes a celebrar 200 anos, formando gerações e dando respostas concretas na vida das pessoas através de ensino, pesquisa e extensão. Portanto, trata-se de uma tentativa de invisibilizar conquistas fundamentais do povo brasileiro e enfraquecer políticas públicas que vêm transformando vidas.
Estamos diante de mais um ataque à autonomia universitária, garantida pela Constituição, e de uma tentativa de reverter avanços sociais sob o falso pretexto de defender a “meritocracia” — uma retórica que apenas perpetua privilégios e nega oportunidades a quem mais precisa.
Educação não é privilégio, é direito! E a universidade pública deve ser cada vez mais diversa, plural e acessível. O povo trabalhador, o povo do campo, os quilombolas e os filhos da classe trabalhadora têm direito a ocupar todos os espaços — inclusive em cursos como Medicina.
Reafirmamos nosso compromisso com a democratização da educação, com a autonomia das universidades e com a construção de um Brasil mais justo, igualitário e com oportunidades para todos e todas.
Viva a UFPE! Viva o Pronera! Viva a luta dos estudantes!
UNE – UBES – ANPG
São Paulo, 10 de outubro de 2025.
NOTA SOBRE A CHAMADA DE BOLSAS NO PAÍS DO CNPQ
A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) manifesta sua preocupação com o baixo percentual de contemplados pelo edital Chamada de Bolsas no País, do CNPq. Entre os 8.573 pesquisadores e pesquisadoras inscritos, apenas 907 — ou seja, 10,58% — foram selecionados na soma de seis diferentes modalidades.
A principal causa para o modesto índice de contemplados, mesmo com o crescimento no número de inscritos em 17% (1.200 a mais que no ano anterior), é o orçamento disponível da agência. Proporcionalmente, o CNPq foi uma das instituições mais atingidas pelos sucessivos cortes e contingenciamento em governos anteriores. E, apesar da recuperação orçamentária no atual governo, seus recursos financeiros destinados ao fomento da ciência e tecnologia ainda estão aquém dos desafios nacionais, uma vez que diversos setores têm sido pressionados a cumprir as metas fiscais nas contas públicas. Além disso, o Congresso Nacional tem imposto cortes severos no orçamento para ampliar as verbas destinadas às emendas parlamentares. Apenas em 2025, setores do parlamento corta-ram R$ 79 milhões diretamente do CNPq e R$ 300 milhões da CAPES, ao passo que as emendas parlamentares alcançaram o patamar de R$ 50 bilhões.
É inadmissível que, mais uma vez, vejamos projetos estratégicos para o desenvolvimento científico e tecnológico do país serem adiados ou mesmo inviabilizados por falta dos investi-mentos necessários. Como demonstram os números do edital, não faltam cientistas qualificados no Brasil, mas sim os meios imprescindíveis para que possam realizar suas pesquisas.
Em tempos de ataques à soberania dos Estados, a ciência tem sido a resposta que diversas nações têm adotado para fortalecer e diversificar suas capacidades produtivas e solucionar os problemas de suas populações. O Brasil precisa seguir nessa mesma rota. Afinal, ciência é ques-tão de soberania.
Por isso, neste momento em que o Congresso Nacional discute a peça orçamentária para 2026, a ANPG convoca todo o movimento nacional de pós-graduandos e as entidades científicas a pressionarem o Governo Federal e o Congresso Nacional para retirar a ciência e a educação das metas do arcabouço fiscal, nos moldes do que já vem sendo estudado para o setor da Defesa — sob pena de perdermos gerações de cientistas e projetos capazes de transformar a vida da população brasileira.
É tempo de ampliar o orçamento para a Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), com urgência para dobrar o orçamento do CNPq. Ciência é um investimento essencial para o presente e o futuro do país.
Associação Nacional de Pós-Graduandos
TEMA: “Ciência para a Transformação Social: Diálogos e Inovação no Século XXI”
A Comissão Organizadora do 46º Conselho Nacional de Pós-Graduandos (CONAP) e a Coordenação da Mostra Científica Estudantil do CONAP da Associação Nacional de Pós-Graduandos – ANPG, no uso de suas atribuições, tornam público o presente Edital para seleção de trinta (30) resumos de projetos para compor a Mostra Científica Estudantil, a ser realizada nos dias 28 e 29 de novembro, em Salvador- Bahia.
- DA MOSTRA E SEU OBJETIVO
A Mostra Científica Estudantil do 46º CONAP tem como objetivo fomentar a divulgação e o intercâmbio de pesquisas desenvolvidas por pós-graduandos de todo o país, adotando um formato dinâmico, acessível e inovador. A exposição ocorrerá por meio de banners visuais que integrarão textos, fotos e um código QR para acesso a uma apresentação oral em vídeo de 1 a 3 minutos. Este formato moderno otimiza a experiência de visitação, enriquece a divulgação científica e libera os estudantes selecionados para participarem integralmente da programação do evento, garantindo maior integração e aproveitamento das atividades do CONAP. - DAS ÁREAS TEMÁTICAS
Serão selecionados 5 (cinco) trabalhos de cada uma das seguintes 6 (seis) áreas do conhecimento: - Ciências Humanas
- Ciências da Saúde
- Ciências Exatas e da Terra
- Ciências Tecnológicas
- Ciências Biológicas e Agrárias
- Linguística, Letras e Artes
- DOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
A seleção será realizada por uma comissão de 6 (seis) avaliadores e curadores da Associação Nacional de Pós-Graduandos, especialistas em cada uma das áreas listadas, que selecionará até 5 (cinco) projetos por área, totalizando 30 (trinta) trabalhos.
Os critérios de avaliação serão:
- Clareza e Qualidade Científica do Resumo: Adequação à área, originalidade e relevância do projeto;
- Aderência às Normas do Edital: Envio completo de todos os itens solicitados em conformidade com os limites de texto.
- DOS BENEFÍCIOS AOS SELECIONADOS
Os 30 (trinta) trabalhos selecionados conferirão apenas ao seu autor principal o direito à isenção da taxa de inscrição do evento. O benefício inclui:
- Hospedagem nos dias do evento;
- Acesso a todas as atividades do evento;
- Translado entre o alojamento e o local do evento, nos horários divulgados durante o evento ;
- Alimentação no Restaurante Universitário (RU) da universidade sede, durante os dias do evento.
- DAS ESPECIFICAÇÕES PARA EXPOSIÇÃO DOS TRABALHOS
- Os trabalhos selecionados serão expostos em banner, os banners serão montados e impressos pela ANPG e devem conter as seguintes informações, conforme layout obrigatório descrito abaixo:
(A) FOTO DE ROSTO DO ESTUDANTE - Especificações: Foto recente, colorida, de rosto, com fundo neutro.
(B) TEXTO DE APRESENTAÇÃO DO(A) ESTUDANTE - Conteúdo: Breve apresentação pessoal e acadêmica do(a) estudante;
- Limite: 207 caracteres ou 32 palavras.
(C) TEXTO DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO - Conteúdo: Breve apresentação do projeto de pesquisa, contendo introdução, objetivos, metodologia e considerações finais;
- Limite: 585 caracteres ou 91 palavras.
(D) VÍDEO DE APRESENTAÇÃO - Um QR Code será inserido no banner pela organização;
- O vídeo deve ter entre 1 (um) e 3 (três) minutos de duração;
- No vídeo, o(a) estudante deve fazer uma apresentação oral e dinâmica do seu trabalho.
- O link de acesso do vídeo deve ser enviado no ato da inscrição.
- DAS INSTRUÇÕES PARA ENVIO DO MATERIAL
- Os(as) candidatos(as) devem preparar e enviar um único e-mail com todos os itens listados abaixo. O não envio de qualquer um dos itens resultará na desclassificação;
- ASSUNTO DO E-MAIL: Inscrição Mostra Científica – [NOME DO(A) ESTUDANTE] – [ÁREA DO TRABALHO] EXEMPLO: Inscrição Mostra Científica – Maria Silva – Ciências da Saúde;
- DESTINATÁRIO: [email protected]
CONTEÚDO DO E-MAIL (ANEXOS EM PDF):
6.1. Anexo 1 – DOCUMENTO ÚNICO EM PDF CONTENDO: - Link (acesso aberto/liberado) de pasta no google drive com a foto de rosto do(a) estudante, para compor o banner;
- Texto de apresentação do(a) estudante, para compor o banner (até 207 caracteres);
- Texto de resumo do Trabalho, para compor o banner (até 585 caracteres);
- Link do Google Drive (acesso aberto/liberado) com o vídeo de 1 até 3 minutos, para compor o banner.
6.2. Resumo expandido para os anais:
Arquivo em pdf contendo o resumo expandido, conforme especificações do item 7.1.
OBSERVAÇÕES: - O arquivo de vídeo não deve ser anexado diretamente ao e-mail. Deve ser incluído um link de visualização do Google Drive com acesso público liberado;
- Links com restrição de acesso ou que exijam solicitação de permissão resultarão na desclassificação automática do trabalho. Recomenda-se testar o link em uma conta de e-mail diferente antes do envio oficial;
- O não envio de qualquer um dos anexos, ou o seu envio em desacordo com as especificações deste edital, resultará na desclassificação automática do trabalho.
- DOS ANAIS DO EVENTO
Os trabalhos selecionados para a Mostra Científica terão seus resumos publicados nos Anais Eletrônicos do 46º CONAP, que constituirão um registro permanente da produção científica apresentada.
7.1. Especificações para o Resumo dos Anais:
Além do texto do resumo para compor o banner, o autor deverá preparar e enviar um Resumo Expandido, que seguirá as seguintes normas:
- Formato: Documento de texto, Fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5;
- Estrutura Obrigatória: O resumo expandido deve conter, explicitamente, os seguintes tópicos:
- Introdução/Objetivo: Contextualização do problema de pesquisa e apresentação clara do(s) objetivo(s);
- Metodologia: Descrição dos métodos, materiais, técnicas e procedimentos utilizados na pesquisa;
- Resultados e Discussão: Apresentação dos principais resultados obtidos e uma breve discussão sobre seu significado;
- Considerações Finais: Conclusões do estudo e sua relevância para a área.
- Extensão: Mínimo de 1.500 e máximo de 2.500 caracteres com espaços;
- Palavras-chave: De 3 a 5 palavras-chave, separadas por ponto.
7.2. Instruções de Envio:
O Resumo Expandido (em PDF) deve ser anexado no mesmo e-mail de inscrição. O não envio do Resumo Expandido, ou o seu envio em desacordo com as especificações deste edital, resultará na desclassificação automática do trabalho.
- DO CRONOGRAMA
- Divulgação do Edital e Período de Inscrições: 09 de Outubro a 27 de Outubro de 2025;
- Período de Avaliação e Curadoria: 30 de Outubro a 5 de Novembro de 2025;
- Divulgação dos Resultados: 8 de Novembro;
- Realização da Mostra no 46º CONAP: 28 e 29 de Novembro.
- DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
- A inscrição implica na aceitação total e irrestrita das normas deste Edital;
- A Comissão Organizadora não se responsabilizará por problemas técnicos que impossibilitem o envio dos materiais pelos candidatos;
- Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação da Mostra Científica Estudantil.
Salvador, 06 de outubro de 2025.
Andressa Ribeiro
Coordenadora da Mostra Científica Estudantil
46º Conselho Nacional de Pós-Graduandos(CONAP)
[email protected]
O governo da Bahia celebrou 18 anos de elaboração e desenvolvimento das políticas de juventude no estado, realizando a Semana Estadual da Política de Juventude, entre os dias 23 e 26 de setembro de 2025. Na ocasião, a mestranda Tâmela França, que também é diretora da ANPG, assumiu a presidência do CEJUVE.
Tâmela foi indicada representando a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esportes e destacou que o papel do órgão é estar aberto para ouvir as demandas das diversas organizações juvenis e construir políticas públicas representativas. “Nosso compromisso é ouvir, acolher e lutar em unidade, porque sabemos que não existe Bahia forte sem a voz, e a presença de sua juventude. Seguiremos com firmeza, para que cada jovem tenha vez, voz e oportunidades reais de direitos, sonhar e florescer”, afirmou a presidenta recém-eleita.
A programação da semana também contou com um Encontro Estadual de Gestoras e Gestores Municipais de Juventude e a criação de Fórum para congregar esses dirigentes municipais do setor.
O Conselho Estadual de Juventude (CEJUVE) da Bahia é um espaço de participação social e de diálogo entre jovens, poder público e entidades sociais de representação juvenil, que debatem, fiscalizam e avaliam políticas públicas voltadas para as juventudes no estado. Ele garante a presença das vozes jovens nas decisões que afetam suas vidas e promove o protagonismo, a formação cidadã e a defesa de direitos em áreas como educação, trabalho, cultura, saúde lazer e entre outras.