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Considerando a necessidade de inclusão dos pós-graduandos nas ações e objetivos do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), estamos lançando hoje uma consulta pública destinada a ouvir as demandas dos estudantes espalhados pelo País. O atual PNAES, executado no âmbito do Ministério da Educação, tem por finalidade ampliar as condições de permanência dos jovens na educação superior pública federal,  visando o atendimento de estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação presencial.
 
A necessidade de reformulação da política vigente, que também é uma demanda do movimento nacional de pós-graduandos e bandeira da ANPG, está sendo levantada na comissão incumbida de acompanhar as ações do Ministério da Educação (MEC) com vistas à consolidação do processo de expansão das universidades federais e de tratar dos assuntos estudantis correlatos ao tema.
 
A ANPG tem dois assentos nessa comissão, juntamente com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a Associação Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES) e membros do MEC, e apresentará proposições para a continuidade do processo de expansão em relação à pós-graduação e assistência estudantil.   Leia mais aqui
 
Para contribuir nesse processo de reformulação, basta acessar este link: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDZKSkhTeThrbFRmTjROMUp3NGJBNGc6MQ#gid=0 
 
Em breve,  vamos disponibilizar um link para envio de mais documentos que tratem sobre a assistência estudantil para os pós-graduandos. Aguardem e participem das enquetes interativas!
 
Vamos apresentar com muita força nossa pauta!  Ajude a compartilhar os instrumentos de consulta sobre o PNAES!
A União Nacional dos Estudantes (UNE) acompanha, com interesse e otimismo, os recentes debates sobre a universidade brasileira, defendendo irrestritamente as políticas públicas expressas pela Lei 12.711/2012, a lei das cotas, regulamentada pelo decreto presidencial do dia 11 de outubro. A ampliação do acesso à universidade, de forma a referenciar igualitariamente a sociedade em que se insere, combatendo as históricas injustiças sociais, raciais e permitindo o real desenvolvimento humano desta nação sempre nortearam as lutas da UNE em seus 75 anos.
 
A expectativa em torno do ambiente acadêmico é a da mais ampla efervescência criativa, que contemple uma diversidade única e característica de nosso povo. Uma instituição pública, gratuita, com qualidade deve trazer para o seu seio o trabalhador, o negro, o índio. É essa parcela, ainda à margem em um país secularmente excludente do ponto de vista social e racial, que poderá concluir o projeto de nação com o qual sonhamos, sem preconceitos e com oportunidades para todos.
 
Debater a diversidade e democracia dentro da universidade foi um dos principais objetivos da UNE, nos últimos meses, com a Caravana UNE Brasil+10, que percorreu 12 capitais de todas as regiões do país. A Caravana promoveu discussões em universidades públicas e privadas sobre o Brasil que a juventude almeja para os próximos 10 anos, quando comemora-se o bicentenário da nossa independência oficial. É consenso, dentro do movimento estudantil, que a verdadeira alforria do povo brasileiro passa pela transformação do ensino superior e da educação como um todo.
 
Por isso, a política de reserva de vagas nasceu dentro dos movimentos sociais, principalmente os espaços privilegiados de debates nos movimentos de juventude, negros, indígenas e estudantil. A matemática é simples, há um lastro de pobreza intensa e falta de oportunidades em razão da cor, ou como cantam os Racionais MCs em um trecho de sua clássica “Negro Drama”, “me ver, pobre, preso ou morto, já é cultural”.
 
A ação afirmativa por meio das cotas raciais, mais do que uma dívida histórica com os grupos massacrados pela escravidão, por genocídios e preconceitos, é a possibilidade de compor uma aquarela de saberes e conhecimentos no espaço acadêmico, trazendo ao país uma soberania referenciada por seu próprio povo, pela valorização de suas culturas, práticas e anseios para o futuro.
 
Porém, a política de cotas no Brasil, iniciada de forma pioneira pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e Universidade Estadual da Bahia, foi logo questionada por uma elite embebida de argumentos preconceituosos, desafiando a capacidade intelectual de um jovem negro ou índio, pobre, egresso da escola pública.
 
O excelente desempenho acadêmico dos estudantes que são beneficiados por esta política, no entanto, só reforçou sua qualidade, desbancando opiniões racistas, proto-fascistas e reacionárias. As cotas foram logo referendadas também por leis estaduais e por decisões de conselhos universitários. Mesmo antes da institucionalização dessa política, muitas universidades já haviam se atentado à importância de desenhar um novo ambiente acadêmico.
 
Em seguida, veio o reconhecimento unânime da constitucionalidade das políticas de ações afirmativas e da legitimidade das cotas raciais, proclamado pelo Supremo Tribunal Federal – STF, no dia 26 de abril de 2012, ao derrubar uma ação do partido Democratas (DEM) contra a Universidade de Brasília, a primeira federal do país a reservar 20% de suas vagas para autodeclarados negros e pardos.
 
“Os principais espaços de poder político e social mantêm-se inacessíveis aos grupos marginalizados, ensejando a reprodução e a perpetuação de uma mesma elite dirigente”, disse o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski, relator da ação que julgou constitucional o sistema de cotas raciais.
 
Para enterrar de vez qualquer dúvida, o Senado aprovou a Lei 12.711/12 no dia 7 de agosto e a presidenta Dilma assinou, no dia 11 de outubro, o decreto que a regulamenta. Assim, a partir de 2013, universidades federais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia terão de reservar no mínimo 12,5% das vagas ao ingresso de estudantes cotistas. Ao longo de quatro anos, esse índice deve obrigatoriamente chegar a no mínimo 50%. Cabe lembrar e valorizar exemplos como o da Universidade Federal da Fronteira Sul que já conta com mais de 90% de estudantes oriundos da escola pública. Passa-se, a partir de agora, a questionar as instituições de ensino que não adotam tais políticas como um parâmetro de compromisso social e como um conceito contemporâneo de qualidade.
 
Todo esse caminho percorrido até a vitória se deu em plena greve dos docentes e técnicos administrativos e grande efervescência dos estudantes nas universidades federais. A mobilização do movimento estudantil pelas cotas tem acontecido junto à luta pela ampliação da assistência estudantil. Para além de aumentar o acesso, é indispensável garantir a permanência, com qualidade, desse novo contingente de alunos que chegam ao ensino superior.
 
No histórico 26 de junho, a UNE levou em marcha até o ministro da Educação Aloizio Mercadante uma pauta formulada em conjunto com mais de 50 Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) de universidade federais, reafirmada em audiência com a presidenta Dilma Roussef em agosto passado. O documento atentava para a urgência de elevar radicalmente o patamar de financiamento da assistência estudantil. Hoje, o plano para esse setor (PNAES) conta com R$ 500 milhões. O ministério já sinalizou um aumento imediato para mais de R$ 600 mi, mas a reivindicação estudantil é de um piso de R$ 750 mi em 2013. A luta continua para que possamos superar R$ 2 bilhões, o que significa multiplicar algumas vezes a verba para a reforma e construção de moradias estudantis e restaurantes universitários, além de aumentar o número e o valor das bolsas de permanência e de mérito acadêmico.
 
A política de cotas também requer um acompanhamento progressivo a cada ano, respeitando a autonomia das universidades que podem inclusive implementar políticas complementares. Torna-se importante uma política de propedêutica e a criação de programas de tutoria, com aulas de nivelamento e reforço pedagógico aos cotistas, ações inclusive já propostas pelo governo. A UNE defende a criação do Conselho Nacional de Acompanhamento da Implementação das Cotas e a formação de conselhos de apoio aos cotistas, no âmbito de cada IES com a garantia de representação discente.
 
O movimento estudantil, pelos percursos da história, ocupou o espaço de fiador de todas as maiores conquistas coletivas da nossa sociedade civil. Em diversos momentos, a UNE defendeu medidas para o fortalecimento da democracia popular que enfrentaram a resistência dos setores conservadores e sectários.
 
Ao defender irrestritamente as cotas nas universidades e a ampliação da assistência estudantil, a UNE reforça a reforma da universidade e da educação brasileira como sua principal bandeira neste século 21. Prova disso é a larga e unificada campanha do movimento estudantil brasileiro em defesa dos 10% do PIB para a educação e pela vinculação à educação de 100% dos royalties e 50% do Fundo Social do Pré-Sal.
 
Pelo seu caráter de abrangência, mobilização nacional e principalmente unificação de todo o movimento, a campanha dos 10% conecta-se com a luta das cotas e sua capacidade de criar a unidade na diversidade. Está sendo assim também na luta pelo passe livre dos estudantes nos transportes, na defesa da regulamentação da educação privada, nas batalhas diárias de cada CA, DA ou DCE desse país pela melhoria de sua realidade local.
 
Orgulhosa de fazer parte desse novo capítulo da historia brasileira, a União Nacional dos Estudantes reitera a sua total defesa das políticas de ações afirmativas e acredita em um processo de transformação nacional emanando de dentro das universidades, de norte a sul, valorizando o talento e a pluralidade da juventude e seu poder criativo, igualitário, comprometido com um país mais justo, solidário e positivo.
 
Há apenas 10 anos do bicentenário da independência oficial do Brasil, a UNE acredita firmemente na política de cotas como mais um instrumento para levar-nos à virada de nossa própria história. Como disse o ministro do Supremo Tribunal Federal Ayres Britto, em voto favorável às cotas “os erros de uma geração podem ser revistos pela geração seguinte”.
 
E é isto o que está sendo feito.
 
Vamos à luta.
 
União Nacional dos Estudantes
 
25 de outubro de 2012
A Associação de Brasileiros Estudantes de Pós-Graduação e Pesquisadores no Reino Unido (ABEP-UK) é uma sociedade de caráter civil, sem fins lucrativos, com sede em Londres, que congrega e representa o interesse da comunidade de estudantes e pesquisadores brasileiros no Reino Unido.
 
A ABEP foi fundada em fevereiro de 1980 como resultado do contato entre estudantes brasileiros em Londres, por ocasião de um abaixo-assinado reivindicando a redemocratização do Brasil. Desde então ela vem servindo como um importante elemento de integração entre estudantes e pesquisadores brasileiros residentes no Reino Unido.
 
Ao longo de seus 32 anos de história a ABEP tem atuado principalmente em 4 frentes:
 
• Representação de seus associados encaminhando suas reivindicações;
• Promoção e incentivo de debates sobre temas científicos, políticos, sociais e econômicos ligados ao Brasil, assim como ao trabalho intelectual e à condição social dos seus associados;
• Prestar auxílio e aconselhamento no processo de adaptação cultural e institucional;
• Outras atividades sociais e culturais do interesse dos associados.
 
 
Para mais informações, acesse o site: www.abep.org.uk

A Chapa 3 – UNIFESP Plural e Democrática, liderada por Soraya Smaili, presidenta da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) no ano de 1986 e Valéria Petri, saiu vitoriosa após consulta à comunidade da Unifesp, realizada nos dias 16 e 17 de outubro, para ocupar a reitoria da instituição para o próximo mandato de 2013-2017. Hoje (24), o Conselho Universitário irá se reunir para compor a lista tríplice que seguirá para Brasília para indicação do novo reitor e vice-reitor pela Presidente da República Dilma Rousseff.

A Chapa recebeu, na  ponderação dos votos (70% de peso para docentes, 15% para estudantes e 15% para técnicos administrativos em educação), 39% do resultado final. Em segundo lugar ficou a Chapa 2 (José Luiz Gomes do Amaral e Ricardo Luiz Smith), com 1415 votos (30,43%), e em terceiro, a Chapa 1 (Rosana Fiorini Puccini e Isabel Cristina O. Cunha ), com 1931 votos (28,81%).
 
Considerando o total de votos individuais, a Chapa 3 recebeu 3.640 votos, correspondendo a mais de 52% dos votos válidos na eleição mais participativa da história da Unifesp: 7.085 docentes, estudantes e técnicos administrativos em educação votaram na consulta.
 
Para Soraya Smaili, o processo de consulta à reitoria da UNIFESP possibilitou um momento histórico da instituição. “Tivemos mais de uma candidatura e uma campanha que apresentou um debate mais amplo de ideias e criou um ambiente acadêmico de disputa de propostas e de conscientização. E isso só foi possível graças à dedicação de muitos e à ampla participação de nossa comunidade, que há muito tempo não se engajava ou comparecia desta forma à um pleito para a reitoria. Houve um comparecimento de mais de 80% dos docentes e cerca 40 % dos votantes (de 18 mil eleitores).”
 
A Chapa 3 foi a mais votada pelos técnicos de todos os campi e também pelos docentes de quase todos os campi, exceto São Paulo. Outro dado relevante é a vitória entre todos os campi de expansão. “Esse resultado mostra que há uma pluralidade, demandas e potenciais que precisam ser ouvidos”. Ressalta Valeria Petri.
 
 
Para ver detalhes da votação, acesse aqui
 
 
Da redação, com informação do site http://unifesppluraldemocratica.wordpress.com/

A 8ª Bienal da UNE já tem data e local confirmados. O maior festival estudantil da América latina será nas cidades de Recife e Olinda, em Pernambuco, entre os dias 22 a 26 de janeiro de 2013. A Bienal traz como tema “A Volta da Asa Branca”, celebrando um aspecto especial da música de Luiz Gonzaga –cujo centenário é comemorado em 2012. O festival é um convite à reflexão em torno da cultura do sertanejo.

 A programação inclui mostras de trabalhos apresentações de diversas áreas artísticas, seminários e conferências. O evento é um grande festival estudantil que reúne a produção dos estudantes nas áreas de música, artes cênicas, audiovisual, artes visuais, literatura, ciência e tecnologias. A edição desse ano traz como novidade também uma mostra de projetos de extensão, aberta com o objetivo de dar oportunidade dos estudantes apresentarem iniciativas que estão acontecendo dentro das universidades relacionadas à extensão. Os estudantes interessados podem inscrever trabalhos de acordo com o regulamento de cada área.
 
VOCÊ JÁ PODE INSCREVER O SEU TRABALHO!
 
As inscrições de trabalhos para as mostras selecionadas já estão abertas, e o prazo máximo para inscrição é até o dia 07 de dezembro. A divulgação dos trabalhos selecionados será feita pela internet por meio do portal da UNE ou no hotsite da 8ª Bienal a partir do dia 14 de dezembro.
 
A novidade desse ano é que as inscrições de trabalhos podem ser feitas preenchendo um formulário pela internet. Ao clicar no link e preencher seus dados um boleto no valor de R$ 10,00 será gerado. Basta efetuar o pagamento do boleto e a inscrição do trabalho estará confirmada.
 
O estudante que não tiver seu trabalho selecionado, precisará realizar também a sua inscrição de participante e o pagamento da taxa para isso. (Outras informações no tópico “Não vou inscrever trabalho, mas quero participar, como faço?”)
 
COMO ENVIAR O ARQUIVO DO SEU TRABALHO PELA INTERNET
 
Nesta edição, os trabalhos inscritos, seja qual for a categoria, serão recebidos online, no momento do preenchimento do formulário pela internet.
 
Enviar o arquivo do trabalho a ser inscrito é muito simples: basta acessar e preencher o formulário online, clicar em “Selecionar arquivo” e o upload será feito automaticamente.
 
COMO ENVIAR UM VÍDEO
 
Para envio de vídeo a plataforma utilizada será o site Youtube.
 
Siga esses passos para nos enviar seu trabalho:
 
1 – Você deverá acessar o site www.youtube.com.br.
 
2 – Clicar em“Enviar vídeos”.
 
3 – Selecione o seu arquivo de vídeo.
 
4- Após realizar o upload, cole o link do Youtube na sua ficha de inscrição.
 
COMO ENVIAR UMA MÚSICA
 
Para enviar uma música, estamos utilizando o site Sound Cloud da internet.
 
Siga esses passos para enviar seu trabalho:
 
1 – Você deverá acessar o site www.soundcloud.com
 
2 – Você deverá acessar usando sua conta do Facebook ou criar uma conta própria.
 
3 – Clique em“Upload Share” no topo do site.
 
4 – Clique em“Choose files” para escolher um arquivo de áudio.
 
5 – Após realizar o upload anote o “Permalink” abaixo do campo “Title” do seu audio. (Ex – Permalink: http://soundcloud.com/seunomedeusuario/meu-som).
 
6 – Selecione“Public”.
 
7 – Clique em“Save”.
 
8 – Cole o Permalink do Sound Cloud na sua ficha de inscrição.
 
COMO ENVIAR UM ARQUIVO DE TEXTO
 
Serão aceitos para upload arquivos de texto em formato PDF e arquivos de imagens em formatos JPG, JPEG, PNG e PNJPG.
 
QUEM PODE INSCREVER TRABALHOS?
 
Para inscrever um trabalho, é necessário que o estudante esteja matriculado na universidade no ano de 2012. A comprovação deve ser feita através de declaração fornecida pela instituição de ensino, boleto de mensalidade ou cópia da carteira da UNE, UBES ou ANPG. É importante saber que cada autor poderá inscrever, no máximo, 3 (três) trabalhos de sua autoria em cada categoria.
 
Os trabalhos coletivos devem conter pelo menos 50% (cinquenta por cento) de estudantes em suas equipes. Os coletivos poderão ser formados por estudantes de instituições de ensino diferentes. Havendo menores de idade no grupo é indispensável a declaração do responsável autorizando a participação no evento.
 
AO INSCREVER O MEU TRABALHO, A QUE EU TENHO DIREITO?
 
O estudante que tiver seu trabalho selecionado para a mostra estará isento do pagamento da taxa de inscrição de participante, o que significa que ele terá um gasto de apenas R$ 10,00.
 
Aos selecionados para apresentação de trabalhos, a organização da Bienal se responsabiliza pela hospedagem dos participantes e acondicionamento dos equipamentos em espaço reservado.
 
Uma informação importante é que os gastos com transporte, cachês, cenários ou qualquer outro tipo de despesa são de responsabilidade do participante.
 
Além disso, a UNE estará isenta do pagamento dos direitos autorais para a edição, publicação, exibição e gravação dos trabalhos inscritos, desde que estas tenham como objetivo apresentar os resultados da 8ª Bienal da UNE.
 
Todos os estudantes que tiverem trabalhos selecionados e apresentados em qualquer área da 8ª Bienal da UNE receberão um certificado de premiação e um certificado de participação do evento.
 
NÃO VOU INSCREVER TRABALHO, MAS QUERO PARTICIPAR, COMO FAÇO?
 
Também é possível acompanhar as atividades da 8ª Bienal da UNE como participante. Para isso, basta, apenas, acessar o formulário de inscrição online e preencher os dados solicitados até o dia 13 de janeiro. Posteriormente a esta data as inscrições poderão ser feitas exclusivamente na secretaria da 8ª Bienal da UNE, em Olinda.
 
A taxa de participação para estudantes que não tiverem seus trabalhos inscritos e selecionados é de R$ 30,00 (trinta reais) até o dia 31 (trinta e um) de outubro, R$ 40,00 (quarenta reais) de 01 (primeiro) até dia 10 (dez) de dezembro, R$ 50,00 (cinquenta reais) de 11 (onze) de dezembro até dia 13 (treze) de janeiro e R$ 100 (cem reais) na data da atividade. Para obter o boleto bancário basta preencher o formulário de inscrição online. O pagamento da tarifa confirma a inscrição no evento.
 
Todos os inscritos terão acesso às instalações, mostras artísticas, debates, seminários, conferências, culturata, feira e atividades esportivas.
 
Além disso, a organização da 8ª Bienal da UNE se responsabiliza pela hospedagem dos participantes em salas de aula e estruturas escolares. Os alojamentos possuirão chuveiros e sanitários coletivos. É importante que o estudante leve tudo aquilo que lhe for necessário para sua estadia, como colchões, barracas, e objetos de higiene pessoal.
 
Fonte: UNE
 
 

 

A Revista Discente Sociologias Plurais (UFPR) está com chamada aberta para interessados em publicar artigos, resenha, entrevistas e traduções até 27 de Outubro. Para enviar, basta ler o regulamento no site, clique aqui.

A revista segue a proposta acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal do Paraná de oferecer uma formação intelectual que permita dominar os paradigmas teórico-metodológicos na área de sociologia e de fronteiras com outras áreas de conhecimento, se propondo a fomentar um espaço de discussão, reflexão e valorização do debate acadêmico sociológico.

Para entrar em contato com a Comissão Editorial Executiva da Revista Sociologias Plurais envie um email para [email protected] ou entre no site http://www.sociologiasplurais.ufpr.br/
 
Da redação, com informações de Carolina Ribeiro
 

 

 

 

 

 

 

 

 

No dia 26 de junho, a Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) organizaram uma marcha pela Educação na Esplanada dos Ministérios. Os representantes das três entidades foram recebidos pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que se comprometeu, durante a audiência, a criar um programa para consolidar a expansão das universidades federais, com prioridade na assistência estudantil. O presidente da UNE, Daniel ILiescu, afirmou na ocasião que “os estudantes desejam um novo ciclo de investimentos para a universidade brasileira, de forma a promover uma verdadeira reforma universitária” para “receber o povo brasileiro”. Para Mercadante, o Ministério da Educação (MEC) está “fazendo um grande esforço de inclusão”. 
 
No ato, os estudantes reivindicaram ampliação do acesso à universidade e dos recursos do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES); a conclusão das metas do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI); a contratação de professores e técnico-administrativos; o reajuste das bolsas de pesquisas e valorização dos pesquisadores; a aprovação do Plano Nacional de Educação com 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e 50% do Fundo Social e dos royalties do Pré-sal. Dentre os documentos entregues ao ministro, a ANPG apresentou uma pauta em defesa de melhores condições de estudo e pesquisa para os pós-graduandos de todo país. 
 
Desse modo, respondendo aos anseios dos estudantes, foi instituída a comissão incumbida de acompanhar as ações do MEC com vistas à consolidação do processo de expansão das universidades federais e de tratar dos assuntos estudantis correlatos ao tema, com a publicação da Portaria Nº 126, de 19 de julho de 2012 (D.O.U. 24/07/2012, seção 2, pg 15).  A comissão foi composta pelos seguintes membros: Daniel Iliescu e Yuri Pires (UNE); João Luiz Martins e Maria Lúcia Cavalli Neder, da Associação Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES); Adriana Rigon Weska e Antonio Simões Silva (MEC). Confira aqui
 
No dia 29 de agosto, durante a caravana de pós-graduandos a Brasília por uma política permanente de valorização e reajuste de 40% das bolsas de pesquisa, foi realizada uma nova reunião com o ministro, na qual a ANPG solicitou respostas e atendimento da sua pauta, como a Inclusão dos pós-graduandos no PNAES (ponto 7) e melhores condições de estudo e pesquisa (ponto 8).
 
Desse modo, foi assumido o compromisso que a ANPG teria dois assentos na comissão que acompanha as ações do MEC, com vistas à consolidação do processo e expansão das universidades federais e de tratar dos assuntos estudantis correlatos ao tema, juntamente com a UNE, ANDIFES e membros do MEC. 
 
Confira aqui a nota sobre a pauta apresentada.
 
Para tanto, foi instituída a Portaria N. 148, de 19 de setembro de 2012 (D.O.U. 20/09/2012, Seção 2, pg. 22), designando Tamara Naiz da Silva e Hercília Melo, diretoras da gestão 2012-2014, para compor a comissão na qualidade de representantes da ANPG. Tamara é a atual tesoureira da entidade e Hercília é diretora de mulheres. Confira aqui a portaria.
 
As primeiras discussões da comissão iniciaram no dia 07 de agosto de 2012, no entanto a ANPG vem participando das reuniões a partir de 26 de setembro. A próxima reunião está prevista para o próximo dia 24, na sala de reuniões da Secretaria de Educação Superior, com a coordenação de Amaro Lins.
 
O trabalho da comissão compreende a realização de um diagnóstico do processo de expansão nos últimos 10 anos, a análise dos dados do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC, o levantamento de resultados e considerações do processo de expansão através de visitas às Universidades Federais e a apresentação de proposições visando à continuidade do processo de expansão com qualidade.
 
Considerando que há grande destaque na comissão para a assistência estudantil e que a inclusão dos pós-graduandos dentro dos objetivos e ações do PNAES é uma demanda do movimento nacional de pós-graduandos e bandeira da ANPG, lançaremos, nos próximos dias, enquetes no site com o intuito de coletar opiniões sobre o que deveria ser incorporado para a reformulação da política atual. Portanto, com as contribuições dos pós-graduandos brasileiros, vamos apresentar com muita força nossa pauta acerca do tema.
 
Da redação
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No dia 14 de outubro, domingo que antecedeu a Mostra Nacional de Divulgação Científica, a diretoria executiva e plena da ANPG se reuniu no prédio da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro para debater as ações da ANPG para o próximo período, além de sistematizar um calendário das atividades prioritárias. 

De acordo com os indicativos já pontuados na Caravana a Brasília (leia mais), a diretoria da ANPG debateu encaminhamentos para a realização da Semana Nacional de Mobilização, de 05 a 11 de novembro, novo momento de reafirmação da luta pela política de valorização da pesquisa e do pesquisador, traduzida na preposição de um projeto de lei que garanta o reajuste e direitos dos pós-graduandos.
 
A mobilização deverá acontecer de forma descentralizada, onde cada Associação de Pós-Graduandos (APG) construirá  agenda que contemple reuniões, debates, manifestações de rua, nas suas respectivas universidades, impulsionando o debate central da PL dos Pós-Graduandos. Solicitamos que as agendas de cada APG sejam encaminhadas para o e-mail [email protected] para que seja divulgada a agenda nacional da semana.
 
Par além das mobilizações, atividades no ambiente virtual também estarão no bojo da Semana. A diretoria sinalizou a retomada do abaixo assinado virtual pela campanha de bolsas (leia mais) e a realização de um grande twittaço nas redes sociais. Maiores informações sobre a Semana de Mobilização serão publicadas no site e nas redes sociais durante as próximas semanas.
 
Bienal da UNE
 
Tradicionalmente conhecida pelo seu caráter cultural, político e festivo, a Bienal da União Nacional dos Estudantes, acontecerá na primeira semana de Janeiro de 2013, em Recife-PE com o tema “Volta da Asa Branca”, que homenageia o centenário de Luis Gonzaga. 
 
Na reunião de diretoria foi ratificada a participação da ANPG em parceria com a APG da UFPE na atividade e suas contribuições para a construção dos debates relacionados a ciência e tecnologia na programação, assim como a coordenação da mostra de ciência e tecnologia. Para mais informações sobre a 8° Bienal da UNE, acompanhe o site:www.une.org.br 
 
Fórum Mundial da Ciência 2013 
 
O Fórum Mundial da Ciência será realizado em Novembro de 2013, no Rio de Janeiro. O evento sairá de seu país sede – Hungria – pela primeira vez. Há entorno da atividade, diversas reuniões preparatórias puxadas pela sociedade civil, entidades e órgãos governamentais.
 
Na reunião de diretoria, a  ANPG decidiu por participar dos encontros preparatórios do fórum que serão realizados em diversas cidades do país e construir neste processo uma carta de princípios que será apresentada no encontro mundial. O próximo encontro preparatório será realizado na cidade de Belo Horizonte, nos dias 29 e 30 de outubro. Maiores informações no site do Fórum: http://fmc.cgee.org.br/
 
Foram sinalizadas ainda na reunião a realização do I Encontro Nacional de Representantes Discentes e a realização do 39º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP) para o segundo semestre de 2013. 
 
Da redação
clique na imagem para ampliar 

Na quinta-feira (18) a gestão Autonomia tomou posse da Associação de Pós Graduandos da Universidade Federal de Minas Gerais (APG/UFMG). A chapa – que é composta por 16 estudantes – estará a frente da entidade nos próximos dois anos.

Desativada desde 2004, uma assembleia realizada este ano convocou a eleição para 20 de setembro. Duas chapas concorreram e a gestão Autonomia saiu vencedora, sob liderança de Rafael Polidoro Barbosa, doutorando em Bioquímica, e Juliana Viegas, que cursa o doutorado em Ciências e Técnicas Nucleares. 

Segundo documento divulgado pela chapa vencedora, a nova gestão da APG pretende apoiar manifestações dos estudantes, sem impor uma linha política, e promover eventos de integração dos programas de pós-graduação. Os novos dirigentes defendem também a implantação de programa de assistência aos pós-graduandos em áreas como alimentação, saúde e moradia.
 
Rafael Polidoro anuncia também a organização, em parceria com a associação da Universidade Federal de Ouro Preto e outras, de um encontro dos pós-graduandos de Minas Gerais. “A união dos estudantes de diferentes universidades é importante para a defesa de demandas como uma política permanente de reajuste das bolsas de pós-graduação”, afirma Polidoro.
 
Acompanhe as atividades da gestão pelo facebook. 
Os contatos, provisoriamente, podem ser feito pelo número 9434-4565, com Rafael Polidoro. 
 
Fonte: UFMG
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, responsável pela coordenação nacional da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), após receber sugestões e ter feito consultas a instituições e entidades parceiras na organização deste evento nacional, anuncia a data e o tema principal da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2013.
 
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2013 ocorrerá entre 16 e 22 de outubro. O tema principal será: "Ciência, Saúde e Esporte". Serão promovidas e estimuladas em todo o País atividades de divulgação, de difusão e de apropriação social de conhecimentos científicos e tecnológicos relacionados com esse tema.
 
A realização dos grandes eventos esportivos mundiais que o Brasil sediará nos próximos anos – Copa das Confederações (2013), Copa do Mundo (2014), Jogos Olímpicos (2016) e Jogos Paraolímpicos (2016) – colocam o país no centro das atenções do esporte mundial. O lema da SNCT 2013 foi escolhido com o intuito aproveitar o momento propício desses eventos, que despertam grande interesse do público e da mídia, para organizar e estimular atividades que promovam o engajamento da população, em especial das crianças e dos jovens, com destaque para os aspectos científicos, educacionais e de saúde envolvidos nas atividades esportivas.
 
A SNCT 2013 promoverá e apoiará atividades que estimulem a interação entre esporte, ciência e saúde, mostrando ao público como a ciência e a tecnologia são hoje elementos essenciais neste domínio, particularmente nos esportes de alto desempenho. Nesse contexto, as ações da SNCT pretendem explorar e estimular a aprendizagem sobre o funcionamento do corpo humano nos esportes, nos exercícios, nos movimentos e na sua relação com o entorno natural, do ponto de vista da ciência.
 
Uma das ações da SNCT 2013 será debater, estimular e fazer atividades em escolas, universidades, comunidades e locais públicos que estejam relacionadas com a ciência, a tecnologia, a saúde e o esporte. Uma educação de qualidade, que incorpore estas dimensões, é um elemento indispensável para possibilitar uma formação cidadã adequada para o desenvolvimento sustentável.
 
Em mensagem, o ministro Marco Antonio Raupp convida as instituições de pesquisa e ensino, universidades, escolas tecnológicas e profissionais, secretarias estaduais e municipais de C&T e de educação, saúde e esporte, fundações de apoio à pesquisa, órgãos governamentais, espaços científico-culturais, escolas de todos os níveis, empresas, clubes esportivos, entidades científicas e tecnológicas e organizações da sociedade civil, bem como cientistas, professores, pesquisadores, técnicos, estudantes, desportistas, comunicadores da ciência e todos os interessados, para que coloquem a data da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2013 em suas agendas, iniciem o processo de sua preparação e participem intensamente de sua realização.
 
Fonte: Jornal da Ciência