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Já passados dois anos do golpe e com a implementação do governo ilegítimo de Michel Temer (MDB), o país caminha a largos passos para um colapso de graves consequências, com agravantes que são frutos da escolha de um programa político neo-liberal e de sucessivas retiradas de direitos do povo brasileiro.A alta no preço dos combustíveis corresponde ao fracasso desse programa. A implementação da “nova política de preços da Petrobras”, em vigência desde outubro de 2016, fez com que fossem praticados preços mais altos que viabilizaram a importação por concorrentes. Os preços, portanto, passaram a ser determinados de acordo com o valor internacional do petróleo e com a cotação do dólar.
Segundo dados da Associação de Engenheiros da Petrobrás (AEPET), a estatal perdeu mercado e a ociosidade de suas refinarias chegou a um quarto da capacidade instalada. A exportação de petróleo cru disparou, enquanto a importação de derivados bateu recordes. A importação de diesel se multiplicou por 1,8 desde 2015, dos EUA por 3,6. O diesel importado dos EUA que em 2015 respondia por 41% do total, em 2017 superou 80% do total importado pelo Brasil.
A atual política de preços implementada pela direção da Petrobras beneficia as grandes corporações estrangeiras do petróleo, que desejam custos mais altos do valor de mercado da estatal para atender aos seus próprios interesses, prejudicando a capacidade da Petrobrás de praticar preços a níveis mais justos.
É um absurdo que Pedro Parente esteja à frente da maior estatal brasileira, um notório entreguista, que foi também Ministro de Minas e Energia durante a crise energética do governo FHC e que representa essa política econômica que gerou toda a crise nos preços dos combustíveis. Portanto defendemos sua imediata demissão, além da revogação da atual política de preços da Petrobras e o fim da entrega do pré-sal às multinacionais.
O governo ilegítimo sem apresentar medidas efetivas para atender às reivindicações e resolver a crise recorre mais uma vez ao uso da força, no caso, a das forças armadas, distorcendo e banalizando seu significado, podendo agravar ainda mais a conjuntura ao invés de criar soluções efetivas.
A greve dos caminhoneiros contra os preços exorbitantes dos combustíveis expressa uma reivindicação justa e encontra apoio popular.
Os estudantes brasileiros, por meio da campanha “O Petróleo é Nosso!” no final da década de 1940, foram fundamentais na luta pela criação da Petrobrás e na defesa da garantia da soberania nacional e que a exploração do petróleo em nosso território gerasse retornos ao nosso povo. Hoje, a Petrobras é a maior investidora em Pesquisa e Desenvolvimento no Brasil. Nesse sentido, a União Nacional dos Estudantes, a União Brasileira de Estudantes Secundaristas e a Associação Nacional de Pós Graduandos reafirmam o papel estratégico da Petrobrás pública para o desenvolvimento do país se colocando frontalmente contrárias à qualquer tentativa de desmonte ou privatização, bem como das políticas entreguistas que tem sido implementadas.
Em 2018, reafirmamos a defesa da Petrobrás e nos somamos a campanha ‘O Petróleo é do Brasil’. Nós solidarizamos com a Federação Única dos Petroleiros e apoiamos a greve dos trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Petrobrás que iniciará no dia 30 de maio, para baixar os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata do presidente Pedro Parente.
Chamamos os estudantes brasileiros a estarem em alerta nesse momento, a nós não interessa um caos estabelecido no país que aprofunde o golpe à nossa democracia, coloque a Petrobrás em risco e desestabilize ainda mais a situação do nosso país, por isso devemos direcionar o foco das nossas ações para combater as medidas retrógradas do atual governo, defendendo a democracia e a garantia de eleições livres, inclusive com a liberdade do ex-presidente Lula, preso injustamente, e seu direito de ser candidato.
A atual crise no país só poderá ser solucionada com o fortalecimento do processo democrático e uma mudança substancial na política econômica do estado brasileiro, com investimentos no país e uma Petrobrás forte.
Pela demissão imediata de Pedro Parente!Em defesa da Petrobrás!
O Petróleo é do Brasil!
Lula livre!
Em defesa da democracia e da realização de eleições livres!
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PÓS-GRADUANDOS
UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES
UNIÃO NACIONAL DOS SECUNDARISTAS
28 de Maio de 2018.

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Crédito: visualhunt

O projeto “Travessia – Curso Preparatório para a Pós-Graduação a nível de Mestrado” é uma iniciativa de ação afirmativa que tem como objetivo viabilizar o acesso de estudantes com condições de competição menos favoráveis à pós-graduação stricto sensu em nível de mestrado. A necessidade do curso se evidencia quando foi analisado os resultados de processos seletivos dos programas de Pós-Graduação da Universidade Federal de Goiás (UFG) e se verificou que, mesmo após a adoção de cotas em 2015, por meio da Resolução Consuni Nº 07/2015, a entrada de estudantes pretos, pardos e indígenas ainda representa uma pequena porcentagem e, na maioria dos casos, a reserva de 20% das vagas não é totalmente acessada.
O curso é oferecido por um grupo de estudantes de pós-graduação e professores, com apoio do Núcleo de Estudos Afrodescendentes e Indígenas (NEADI) da UFG e em colaboração com o Núcleo de Pesquisa em Comunicação e Diferença da FIC (Pindoba), o Laboratório de Estudos de Gênero, Étnico-raciais e Espacialidades da UFG (LaGENTE-IESA), o Laboratório de Pesquisas em Educação, Química e Inclusão (Lpeqi), o Obiah – Grupo Transdisciplinar de Estudos Interculturais da Linguagem e o Laboratório Magnífica Mundi, da Faculdade de Informação e Comunicação da UFG.
Para participar do processo seletivo para a turma 2018/02 clique aqui
Doutorandos e mestrados, participem como Tutor Voluntário!
O projeto Travessia está com cadastro aberto para tutores voluntários. Se você já entrou no mestrado e doutorado pode ser ‘tutor’ de alguém que ainda não entrou.  o tutor voluntário ajudará lendo o projeto, revisando, corrigindo e dando dicas para a prova. A ideia é encaminhar pessoas na da sua área e/ou que querem estudar nos programas que o voluntário estudou.

Quem quiser e puder ser tutora ou tutor, basta me mandar um inbox ou email para [email protected]

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A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT – que acontecerá de 15 a 21 de outubro sob a coordenação do MCTIC, por meio da Coordenação-Geral de Popularização e Divulgação da Ciência (CGPC/SEPED) e conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil – já tem programação.
A SNCT tem o objetivo de aproximar a Ciência e Tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o País. A ideia é criar uma linguagem acessível à população, por meios inovadores que estimulem a curiosidade e motivem a população a discutir as implicações sociais da Ciência, além de aprofundarem seus conhecimentos sobre o tema.
Ciência para a redução de Desigualdades
“Ciência para a Redução das Desigualdades” foi o tema escolhido para a décima quinta edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) em 2018. A motivação para escolha baseia-se na Agenda 2030, estabelecida pela Organização das Nações Unidas – ONU, e seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS, em particular o ODS 10 – Redução das Desigualdades.
O tema da SNCT 2018 permite trazer à tona o debate acerca da contribuição das Ciências Sociais e Humanas para a redução das desigualdades no Brasil. Fomentar os usos sociais da ciência e da tecnologia permitirá ampliar as possibilidades de se combater a desigualdade social por meio da popularização e da divulgação da ciência e da tecnologia.
Programação
Todos os Estados Brasileiros já tem programação. Para conferir na sua cidade acesse:
http://snct.mctic.gov.br/semanact/opencms/programacao/index.html

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A Revista Juventude.br, do Centro de Estudos e Memória da juventude, torna pública a chamada de artigos para o dossiê temático “JEVENTUDE, EDUCAÇAO E TRABALHO”, organizado pelo Professor Dr. Nilson Weisheimer  da UFRB . A publicação é prevista para junho de 2018 e pretende contribuir para a produção de conhecimento multidisciplinar sobre os desafios da  inserção dos jovens na educação formal e no mundo do trabalho assim como sobre o papel das politicas publicas na efetivação desses direitos. Busca-se com este dossiê dar vazão à pesquisas empíricas e ensaios teóricos que possam contribuir para reflexão sobre essas dimensões centrais na  vida de muitos jovens brasileiros. Interessam-nos particularmente trabalhos que abordem: a) as relações do dos jovens com o sistema formal de ensino e o mundo do trabalho; b) as políticas de juventude que proporcionem acesso e permanência nas esferas educativas e profissionais; c)  participação juvenil e formas de ações coletivas na busca para efetivar a garantia desses direitos; d) as imbricações e múltiplas relações entre educação e trabalho no mundo contemporâneo; e) as relações entre educação, ciência e tecnologia para um novo projeto nacional de desenvolvimento .
Os temas sugeridos não impedem que outras questões, temas e abordagens pertinentes ao dossiê sejam propostos e bem recebidos.
A revista também aceitará contribuições sobre os demais temas dos estudos sobre a juventude a fim de compor a seção miscelânea.
Serão aceitos artigos originais escritos em português, que estejam em conformidade com as normas da revista.
As contribuições devem ser enviadas para [email protected] e [email protected]  até a data de 8 de Junho de 2018.
Normas de Publicação:
A Revista Juventude.Br aceita colaborações que lhe forem enviadas, reservando-se o direito, a critério da editoria e do Conselho Consultivo do CEMJ, de publicá-las ou não. Os artigos enviados não devem exceder 20 laudas de 1250 caracteres com espaço. Os artigos devem ser enviados de preferência em formato PDF. Citações devem seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
http://www.cemj.org.br/nossosprojetos_revistajuventude_br.asp

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Hoje, 21 de maio de 2018, a presidenta da ANPG, Tamara Naiz, e a tesoureira da entidade, Elisangela Volpe, estiveram no Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação para uma reunião com Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped).
A secretária Sônia da Costa recebeu as diretoras da ANPG. Entre as principais pautas debatidas está o 26 Congresso da ANPG, que acontecerá entre os dias 28 e 1 de julho em Brasília. “Falamos da importância de nosso congresso, da Mostra que também é realizada e de nossos projetos para o desenvolvimento da pós-graduação”, explicou Tamara Naiz.
Além do Congresso, Naiz e Volpe debateram sobre a importância da Semana de Ciência e Tecnologia e discutiram possíveis ações para a data. “Esta é um evento importantíssimo para a popularização da ciência e temos que participar e envolver cada vez mais os pós-graduandos”, disse Volpe.

Com o tema Em defesa da ciência, da universidade e do Brasil: o que é Público não se vende! o XXVI Congresso Nacional de Pós-Graduandos já tem local e data marcada para acontecer. O evento, que é a instância máxima de deliberação da ANPG, será realizado entre os dias 29, 30 de junho a 1 de julho de 2018, na Universidade de Brasília (UnB). O tema deste ano permeará as atividades do Congresso.
O Congresso foi convocado pela diretoria executiva em sua última reunião realizada no dia 28 de fevereiro de 2018, conforme disposto no estatuto e indicado pelo 41* Conselho Nacional de Pós-Graduandos. Confira a convocatória aqui: Edital de convocação 26 CNPG
O CNPG é a instância máxima de deliberação da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) e sua 26 ° edição terá como pauta debater e deliberar sobre teses, moções, recomendações e propostas apresentadas por qualquer um de seus associados, assim como ações a serem desenvolvidas no próximo biênio pela entidade e a eleição de sua nova diretoria. Além disso, será referendado as alterações do Documento de Direitos dos Pós-graduandos e Pós-graduandas brasileiras, reformulado no 41º CONAP.
Poderão participar do 26° CNPG, com direito a voz todos os pós-graduandos regularmente matriculados em 2018 e entidades do Movimento Nacional de Pós-Graduandos. E terão direito a voto os pós-graduandos eleitos democraticamente em processos eleitorais que serão conduzidos por entidades APGs, federações, associações de áreas e comissões pró-apg, as quais deverão estar filiadas à ANPG. Aquelas entidades que já se filiaram durante o processo do 41º CONAP não precisam repetir o procedimento de filiação.
Delegados e suplentes ( incluindo diretores)
Até 15/06 – R$ 75,00
Até 28/06 – R$ 100,00
Na cena do congresso – R$ 150,00
Pague aqui
Observadores
Até 15/06 – R$ 100,00
Até 28/06 – R$ 150,00
Na cena do congresso – R$ 200,00
Pague aqui
OBS quem inscrever trabalho na mostra terá um abatimento do valor da mostra. Ex: delegado que está com trabalho inscrito, paga 25 reais da mostra científica e mais 50 do credenciamento.

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Tomada da reitoria de Córdobaem 15 de junho de 1918

A CRES 2018 encerra as inscrições no dia 20 de maio. ANPG estará presente com uma delegação e convoca todas e todos pós-graduandos
No marco dos 100 anos da Reforma Universitária de Córdoba acontecerá na mesma cidade a Conferência Regional de Ensino Superior, a CRES 2018, entre os dias 11 e 15 de junho de 2018. Este é o evento regional mais importante de educação da América Latina e reúne reitores e reitoras, diretores e diretoras, estudantes, pós-graduandas e pós-graduandos, centros de pesquisa, organizações governamentais e não- governamentais, trabalhadoras e trabalhadores docentes e administrativos da educação superior de todo o continente.
A conferência discutirá critérios, formulará propostas e linhas de ação que consolidem a educação superior como um bem social, direito humano universal como responsabilidade do Estado. A ANPG estará presente com um grupo de delegados. “É nosso papel defender a Educação Superior como direito de todas e todos. Neste momento de crise é preciso ressaltar que é dever do Estado garantir uma educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada para alavancar o desenvolvimento igualitário da nação”, explicou Tamara Naiz, presidenta da ANPG.
Para Rafael Bogoni, diretor da OCLAE (Organização Continental Latino Americano e Caribenha dos Estudantes) a participação da ANPG e de todos os estudantes é essencial. “A CRES 2018 também celebrará o primeiro centenário da Reforma Universitária de 18′ ocorrida em Córdoba. Já realizamos alguns debates prévios a Conferência de opos-graduandas e pós-graduandos e alguns ainda estão previstos no Brasil e em outros países. Não há melhor maneira de honrar a luta daqueles jovens que assumir e participar da III Conferência sobre a Educação Superior com o compromisso e a decisão impostergável de construir um futuro de prosperidade e bem-estar para os países da América Latina e o Caribe garantindo a Educação Superior como ferramenta estratégica para o desenvolvimento sustentável e soberania dos nossos países.”
As pós-graduandas e os pós-graduandos que quiserem participar ainda há tempo. As inscrições são gratuitas e se encerram domingo, dia 20 de maio de 2018.
http://www.cres2018.org/

Em 2016 a ANPG e a APG UFG começaram uma campanha na Universidade Federal de Góias contra o assédio sexual dentro da Universidade focado na pós-graduação (veja aqui matéria). Na época, a diretora da ANPG, Raísa Vieira, contou: “Nós organizamos as informações para a campanha, conscientizando sobre o que é assédio moral e o que é assédio sexual e quais são as práticas mais comuns. No material também apresentamos nossa proposta da criação de uma comissão da UFG específica para apurar e punir esses casos, composta paritariamente por estudantes, docentes e técnicos”.
A ação deu certo e desde 2017 a própria UFG faz uma campanha contra o assédio que procura conscientizar ao alunos da importância deste tema. “Esta é uma vitória que devemos comemorar”, diz Vieira.
Veja a campanha:
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A Mostra Científica do 26º Congresso Nacional de Pós-Graduandos da Associação Nacional de Pós Graduandos (ANPG), que tem como tema Pós-graduandos em defesa da Ciência, da Universidade e do Brasil: o que é público não se vende”, visa receber trabalhos acadêmicos de estudantes de pós-graduação das mais diversas instituições de ensino e pesquisa do país, sendo estes provenientes de diferentes estudos, em andamento ou concluídos.
Participar da mostra é boa oportunidade para obter certificado e publicação do resumo nos anais, além de trocar experiências acadêmicas com os colegas pós-graduandos, e participar também do Congresso da ANPG que discute os direitos dos pós-graduandos, desenvolvimento nacional e políticas educacionais, elegendo a nova diretoria e a plataforma de gestão de entidade.
Para participar, basta se inscrever e pagar o valor de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) e deve ser feito por meio de depósito identificado na conta da ANPG (Banco do Brasil / Agência: 4328 -1 / Conta: 6698-2 / Favorecido: Associação Nacional de Pós-Graduandos – CNPJ 30.117.154/0001-29). O pagamento deverá ser feito até a data limite para submissão de trabalhos e o comprovante bancário deverá ser enviado para o e-mail [email protected].
Atenção nas datas:
CRONOGRAMA
Prazo Data limite para submissão de resumos 31/05
Divulgação da Lista Final da aprovação 07/06
Mostra Cientifica do 26 CNPG 29 e 30/06
Data limite para envio dos artigos completos para publicação nos anais 15/06
Publicação dos anais da Mostra Cientifica do 26° CNPG 31/08/2018

Veja o edital completo aqui: Edital Final.Mostra Científica do 26º CNPG

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Instituto Federal do Ceará publicou o primeiro número da JME, Journal of Mechatronics Engineering, revista internacional de Engenharia Mecatrônica, que reúne artigos de pesquisadores nas áreas das Engenharias e de Ciência da Computação. A primeira edição foi ao ar no último domingo, 22 de abril, com a proposta de reunir trabalhos relevantes produzidos por pesquisadores brasileiros e estrangeiros.
Desde sua concepção inicial, o projeto da JME completa cerca de um ano. A revista do IFCE é editada em língua inglesa e já recebeu propostas de publicação de artigos de outros países ainda no primeiro número. As áreas afins da revista são: Engenharias Elétrica, Eletrônica, Mecatrônica, Biomédica e Informática na Saúde, Mecânica, de Computação, de Materiais e Ensino de Engenharia.
Pesquisas de referência
A coordenadora de Publicações Científicas e Tecnológicas do Instituto Federal do Ceará, Rebeca Maria Gadelha de Sousa, ressalta que a Journal of Mechatronics Engineering surge com o intuito de se tornar um veículo de referência, com abrangência internacional na divulgação científica de pesquisas em Engenharias.
Segundo Rebeca, “a JME prima pela qualidade e confiabilidade na gestão dos processos editorais, compromisso no cumprimento dos prazos, constituição de um corpo editorial renomado e com expertise nas áreas de conhecimento abordadas e preocupação sobre a relevância do conteúdo publicado.” Para ela, a JME “apresenta-se como um ganho aos pesquisadores, que terão à sua disposição um periódico que ascenderá continuamente em sua consolidação”, complementa.
Corpo editorial
Editor-in-chief da JME e Professor do campus do IFCE Fortaleza, Auzuir Ripardo de Alexandria, destaca que o conselho editorial da revista é formado por professores e pesquisadores do IFCE e de outras instituições de educação superior brasileiras e estrangeiras, com trajetória acadêmica reconhecida em suas respectivas áreas. Seu corpo editorial conta, entre seus membros, com pesquisadores dos programas de pós-graduações em Ciência da Computação, Engenharia de Telecomunicações e Energias Renováveis do IFCE e instituições de educação superior parceiras.
O editor da Journal of Mechatronics Engineering acentua que, a partir do número dois, a publicação estará aberta em fluxo contínuo. “Com o lançamento do primeiro número do periódico, já podemos nos ocupar em aumentar a sua divulgação, buscar incrementar indexações e operacionalizar o segundo número, que virá em outubro”, explica. Segundo Auzuir, já há submissões para a próxima edição. “Agradecemos ao corpo editorial, mesa editorial, avaliadores e autores pelo sucesso deste número e, principalmente, ao IFCE.”, complementa o editor da JME.
Fonte: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE, Campus Fortaleza