
No dia 25 de outubro, a quarta-feira da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, universidades e institutos tecnológicos de todo o País realizam o Dia C da Ciência, com atividades em escolas, museus, espaços públicos, espaços institucionais próprios e externos, para mostrar à comunidade o conhecimento produzido pelas ICTs e como esse conhecimento modifica a vida das pessoas.
Esta é uma iniciativa do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino e do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (FOPROP) o Dia C da Ciência é uma mobilização nacional que envolve as instituições de ensino superior e pesquisa, responsáveis pela produção de aproximadamente 90% do conhecimento científico no Brasil.
A ANPG participa do DIA C da Ciência com vários eventos pelo Brasil (a programação será apresentada em breve) e convida a todos a participarem também contando sobre este importante dia. Escreva para nós ou mande fotos os vídeos contando um pouco sobre como foi o Dia C na sua universidade. Você pode nós mandar por e-mail (comunicaçã[email protected]) ou usar a hastag #DIACDACIÊNCIA #ANPG em suas redes sociais.
Como participar
Cada instituição que aderir ao projeto tem total liberdade de definir as atividades que considerar prioritárias, bem como a forma de realização. A única padronização será o dia de desenvolvimento da atividade (25 de outubro) e o uso da mesma identidade visual, que pode ser conferida aqui
Para mais informações sobre como participar ou inscrever sua instituição, acesse o site do Dia C da Ciência aqui, o Facebook, ou ainda escreva para [email protected].
Programação
Várias universidades do Brasil todo estão aderindo. Veja nesse link a programação que já foi definida: http://www.diacdaciencia.org/eventos/
Mais sobre o DIA C
Segundo os organizadores do evento, o Dia C da Ciência tem como objetivo ampliar a divulgação científica no País, ainda muito limitada para o tamanho da população brasileira e mostrar à comunidade a importância das pesquisas e como elas influenciam o cotidiano de todo cidadão.
A expectativa é realizar no País inteiro um enorme movimento de divulgação da ciência que é produzida nas instituições de ensino superior e pesquisa e, com esse movimento, além de ocupar os espaços da mídia nacional, conseguir projeção internacional.

Confira três oportunidades para mestrado e doutorado pelo Brasil:
Ficam abertas até 3 de novembro as inscrições para o 3º Processo Seletivo 2017 da Pós-Graduação em Modelagem Computacional do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). São oferecidas oportunidades de mestrado e doutorado. Os editais podem ser conferidos aqui: http://www.lncc.br/lncc/noticias.php?idt_noticia=1162
O Observatório Nacional (ON) está com inscrições abertas para o processo seletivo para os programas de pós-graduação em astronomia e geofísica. As submissões para o mestrado em astronomia devem ser feitas até 10 de novembro, enquanto para o doutorado tem prazo final em 17 de novembro. Para acessar as oportunidades em geofísica, os candidatos devem enviar suas propostas até 30 de novembro, para ambas as modalidades.
Mais informações: http://www.on.br/edital/Edital_2018A_v2.pdf e http://www.on.br/dppg/geofisica/archives/Edital_Processo_2018.pdf
O Museu Goeldi lançou editais para seleção de mestrado e doutorado para as turmas de 2018. Serão oferecidas 17 vagas para o mestrado e 10 para o doutorado. As inscrições podem ser feitas até 15 de dezembro por email ou diretamente no campus do Goeldi, em Belém (PA). Mais informações. http://www.museu-goeldi.br/portal/content/museu-goeldi-lan-editais-de-mestrado-e-doutorado-do-ppgbe-20172018
Fonte: MCTIC

Ontem, 10 de outubro, foi um dia importante para a ciência brasileira. A ANPG e mais 70 entidades científicas foram ao Congresso Nacional, em defesa do orçamento para a ciência.
Diante da presença maciça das entidades científicas na Câmara, os congressistas manifestaram apoio à recuperação do orçamento para ciência e tecnologia e se comprometeram a fazer articulações na Casa nesse sentido. Foram mobilizados 50 parlamentares.
A primeira atividade, das entidades foi uma extensa audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, das 9h30 às 14h, seguida por um ato público no Salão Nobre da Câmara e, por fim, um encontro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, onde foi entregue a petição com mais de 83 mil assinaturas da Campanha Conhecimento em Cortes. “A ANPG estava presente e falou tanto na audiência em pró as bolsas de pesquisa dos pós-graduandos como a sua importância para a ciência nacional. Não podemos aceitar nenhum retrocesso”, contou a presidenta da ANPG, Tamara Naiz.
“Foi uma atividade muito importante no Congresso Nacional, teve uma repercussão muito significativa, em especial pela presença expressiva das associações científicas brasileiras e das instituições de pesquisa, que conseguiu mobilizar um grande número de deputados e senadores. Existem promessas de vários parlamentares, mas, de maneira nenhuma, está garantido que as nossas reivindicações vão ser atendidas. Portanto, a pressão política deve continuar tanto no Congresso Nacional, como nas outras atividades entre a sociedade brasileira”, também declarou o presidente da SBPC, Ildeu Moreira.
83 mil assinaturas
Partindo de diversas estratégias para sensibilizar a sociedade e os parlamentares, Tatiana Roque, coordenadora da Campanha Conhecimento Sem Cortes e professora da UFRJ, entregou nas mãos do deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara, quatro brochuras grossas, contendo o nome e o endereço eletrônico dos mais de 83 mil cidadãos brasileiros que assinaram a petição solicitando a garantia do pleno funcionamento das universidades públicas e dos institutos de pesquisas; a garantia da continuidade de bolsas de estudo e políticas de permanência para estudantes nas universidades, especialmente cotistas; a retomada de investimentos em ciência, tecnologia e pesquisa nos mesmos patamares de 2014; e a retirada de Educação e Saúde do teto de gastos imposto pela Emenda Constitucional 95.
Na avaliação de Roque, o dia de atividades no Congresso foi um “grande sucesso”, porque houve uma intenção de compromisso demonstrada por parte da Presidência da Câmara e da Presidência do Senado. “Agora é acompanhar e continuar pressionando para que eles honrem esse compromisso”, disse.
Com informações do Jornal da Ciência

Pauta histórica da ANPG, a Comissão de Educação da Câmara aprovou a proposta que concede reajuste anual às bolsas concedidas pelos órgãos federais de apoio à pós-graduação e pesquisa.
Pelo texto, o reajuste será feito no dia 1º de janeiro de cada ano, obedecendo a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acumulada nos 12 meses anteriores ao mês do reajuste. Foi aprovado, com duas emendas, o Projeto de Lei 4559/16, do deputado Lobbe Neto (PSDB-SP).
O relator, deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), entende que as bolsas de estudo precisam ter os valores reais preservados ao longo do tempo, para cumprirem o papel de assegurar boas condições de vida acadêmica e pessoal a pesquisadores e estudantes de mestrado e de doutorado.
Cunha Lima defendeu as duas emendas aprovadas previamente na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Uma delas retirou do texto do projeto a retroatividade do reajuste das bolsas desde 2013.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Luta histórica da ANPG
No dia 20 de junho deste ano a Comissão de Educação fez uma audiência pública para debater o PL de reajuste de bolsas de fomento por agências federais. A ANPG esteve presente, representada pelo secretário geral na ocasião, Gabriel Nascimento.
A ANPG sempre destacou a importância do reajuste. E é importante lembrar que o último aconteceu em 2012. E neste mesmo contexto, todos os produtos foram reajustados, levados pelo aumento do salário mínimo, pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é tomado como base para medir a inflação acumulada. “Um exemplo disso é o valor de aluguel, tomado no último ano reajuste e hoje. Se tomarmos R$ 500 como valor de um aluguel em 2012, tomando o IGP-M como medida, esse mesmo aluguel hoje custa 672 reais. O mesmo se dá com os demais itens, como gastos com supermercado, transporte etc. No Caso dos itens de supermercado, por exemplo, se tomarmos o valor de R$ 300 em 2012, levando em conta a evolução do IPCA dos dois anos (2012 a 2017), teremos o valor de R$ 417,54 no corrente ano”, explicou Gabriel Nascimento.
Nesse sentido, o valor das bolsas de fomento concedidas por agências federais (Capes e CNPq) são, hoje, um grande entrave para manutenção da vida do pós-graduando nas universidades brasileiras de modo que, para além dos gastos com a subsistência, os pós-graduandos ainda precisam usar os R$ 1.500,00 das bolsas de mestrado e 2.200 reais para gastos com bancada, pesquisa de campo, viagens a eventos técnico-científicos, livros, internet, água, telefone etc.
A ANPG continuará pressionando os deputados para a aprovação imediata desse projeto tão importante e essencial para as pós-graduandas e pós-graduandos brasileiros.
Fonte: Agência Câmara

A CAPES divulgou o resultado do Prêmio Capes de Tese 2017, outorgado às melhores teses de doutorado defendidas em 2016. A cerimônia de entrega dos prêmios ocorrerá no dia 7 de dezembro de 2017, em Brasília.
Prêmio CAPES de Tese
O Prêmio consiste em diploma, medalha e bolsa de pós-doutorado nacional de até 12 meses para o autor da tese; auxílio para participação em congresso nacional, para o orientador, no valor de R$ 3 mil; distinção a ser outorgada ao orientador, coorientador e ao programa em que foi defendida a tese; além de passagem aérea e diária para o autor e um dos orientadores da tese premiada para que compareçam à cerimônia de premiação.
Grande Prêmio
Em parceria com a Fundação Conrado Wessel, o Grande Prêmio é outorgado para a melhor tese selecionada entre as vencedoras do Prêmio CAPES de Tese, agrupadas em três grupos de grandes áreas. Em cada ano, um cientista ilustre, brasileiro ou que se tenha radicado no Brasil, cuja pesquisa se tenha enquadrado no conjunto em que a premiação é concedida, é homenageado em cada uma das grandes áreas. Em 2017, serão homenageados Vital Brazil, na grande área Ciências Biológicas, Ciências da Saúde e Ciências Agrárias; Casimiro Montenegro Filho, nas Engenharias, Ciências Exatas e da Terra e Multidisciplinar (Materiais e Biotecnologia); e Aurélio Buarque de Holanda, nas Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes e Ciências Sociais Aplicadas e Multidisciplinar (Ensino). Concorrem automaticamente ao Grande Prêmio as teses selecionadas para a atribuição do Prêmio relativo à sua área. O resultado do Grande Prêmio CAPES de Tese será divulgado na cerimônia de entrega dos prêmios.
O Grande Prêmio consiste em certificado de premiação, troféu e bolsa de pós-doutorado internacional de até 12 meses para o autor da tese; auxílio para uma participação em congresso internacional, para o orientador, no valor de R$ 9 mil; certificado de premiação ao orientador, coorientador e ao programa em que foi defendida a tese; e passagem aérea e diária para o autor e um dos orientadores da tese premiada para que compareçam à cerimônia de premiação. Pela Fundação Conrado Wessel, são oferecidos três prêmios no valor de U$ 15 mil cada um para cada premiado nas três grandes áreas.
Fonte: CCS CAPES

A ANPG, UNE e UBES tem um papel fundamental na garantia do direito de meia-entrada para os estudantes. As pós-graduandas e os pós-graduandos também têm esse direito assegurado e a entidade luta para isso continue e sempre garantido o valor correto.
Recentemente as entidades fizeram uma parceria com o Procon do Rio de Janeiro para ajudar nessa fiscalização (leia matéria aqui) e agora entra com uma ação contra o Lollapalooza Brasil argumentando o evento está burlando a lei da meia entrada.
O Lollapalooza teria aumentado o preço de todos os ingressos para a próxima edição em cerca de 63%. Assim, a metade do valor se aproximaria do custo da entrada inteira de 2017.
Ao mesmo tempo, houve a criação da “entrada social”, que sai exatamente pela metade do valor para quem doar R$ 30,00 ao projeto Criança Esperança, da TV Globo. A publicação indica que os preços da inteira, substituída pela “entrada social”, e da meia ficaram praticamente iguais. “O valor da meia-entrada virou uma ficção”, diz o advogado Fábio Cesnik, que representa as entidades, à colunista. No terceiro lote, a inteira sai por R$ 1.750,00, a “entrada social”, por R$ 880,00, e a meia, por R$ 850,00.
“A ANPG como as demais entidades estudantis estão em fiscalização constante para garantir o direito da meia-entrada. A parceria com o Procon/RJ é só um começo e existe a intenção desta ação acontecer no Brasil inteiro”, explica Lis Volpe, tesoureira da ANPG.
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Acontece em Brasília hoje, 9 de outubro de 2017, mais uma campanha Conhecimento sem Cortes com a participação da ANPG. A ação liderada por professores e pesquisadores, promoverá ação cenográfica contra a retirada de mais de R$ 12 bilhões do orçamento federal destinado ao ensino superior e à pesquisa desde janeiro de 2015.
A ação proposta é: Livros gigantes, de quatro metros de altura, serão derrubados em ‘efeito dominó’, ilustrando as consequências devastadoras para a sociedade do corte do orçamento federal das universidades públicas e da área de ciência e tecnologia.
É importante ressaltar que a instalação acontece na véspera de audiência pública agendada para amanhã (terça-feira,10) na Câmara dos Deputados, que discutirá os impactos já sentidos por professores e pesquisadores e as perspectivas para o orçamento de 2018, que deve ser votado pelo Congresso ainda em outubro.
Ainda hoje, no Salão Nobre da Câmara, serão protocoladas, em ato público, mais de 82 mil assinaturas coletadas online e offline pela campanha Conhecimento sem Cortes que foi lançada em junho e mobilizou estudantes, docentes e cientistas de todo o país.
A presidenta da ANPG, Tamara Naiz, estará presente em todo o evento e falará sobre a grave crise que também atinge a pós-graduação.
O dia 8 de outubro ficará marcado na história da Ciência Brasileira. Aconteceu em São Paulo a 3 Marcha pela Ciência, que contou com mais de 2 000 pessoas, entre estudantes e cientistas de renome.
Antes da Marcha, a ANPG convocou uma reunião com as pós-graduandas e os pós-graduandos no vão livre do Masp para discutir a atual situação que da Ciência e das bolas de pesquisa. Karol Rocha, diretora de comunicação da entidade, abriu a sessão fazendo um panorama: “A Ciência brasileira é uma questão de soberania nacional e o corte proposta para este ano e 2018 está acabando com o futuro e pesquisas. Até mesmo se considerarmos a avaliação quadrimestral do Capes podemos perceber que muitas instituições perderam nota, muita a falta de investimento”.
O secretário da ANPG, Vinícius Soares, reforçou: “Até 2006 nem todos os Estados Brasileiros tinham pós-graduação. E com os problemas da atual conjuntura política eles podem voltar a não ter”.
A coordenadora da APG – Helenira Rezenda, Gabriele Paulanti, participou da reunião e falou sobre a importância da união de todas e todos os pesquisadores: “Vivemos em um momento de instabilidade e insegurança para os pós-graduandos e toda ciência brasileira. É importante que todas as pessoas envolvidas com a ciência e comprometidas com o Brasil se organizem para debater e pensar em soluções para o nosso país. Na USP estamos nos organizando desde de agosto – quando a notícia do primeiro contingenciamento do CNPq chegou a nós – fizemos uma série de assembleias na universidade e uma carta para reitoria. Também estamos organizando uma assembleia no dia 18 para definir como os pós-graduandos e a universidade vão se organizar”
Durante a reunião, a professora e presidente de honra da SBPC, Helena Nader, também participou com uma palavra de força para todos: “A Ciência precisa que todos estejam unidos e a força dos jovens pesquisadores é essencial principalmente neste momento de desmonte”, disse.
Após a reunião, todas e todos se reuniram com demais pesquisadores para a Marcha da Ciência, que contou com a adesão da sociedade, que com cartazes em mãos gritou: “Sem Ciêncfia sem futuro”.
Os pesquisadores e estudantes caminharam do Masp até o final da paulista e voltaram. Em uma Marcha pacifica que se esforçou em conectar a ciência com a sociedade.

A Associação Nacional de Pós-Graduandos convoca todas as Associações de Pós-Graduandos do Brasil para a 41ª reunião do Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos, que teve sua data alterada para os dias 24 a 26 de novembro de 2017, na cidade de São Luís, estado do Maranhão.
Agora as entidades podem filiar-se e indicar delegados até 28 de outubro de 2017. O credenciamento será feito até 30 de outubro na sede na ANPG em São Paulo.
Apenas no dia 1 de novembro será liberada a lista das entidades aptas a participarem do CONAP.
Veja mais informações de como se filiar aqui
Mais sobre o CONAP
O CONAP é fórum constituído pelas entidades associadas devidamente filiadas a ANPG, tendo cada entidade o direito a um voto e que se acontece em caráter ordinário pelo menos uma vez a cada gestão da ANPG, em anos contrários ao Congresso Nacional de Pós-Graduandos. São consideradas entidades filiadas à ANPG as entidades integrantes do movimento nacional de pós-graduandos, sendo as Associações de Pós-Graduandos (APGs) representativas de universidades, campus, Institutos de Pesquisa ou programas de pós-graduação, as Federações ou Associações Estudantis de área.
O 41 ª CONAP terá como tema “Pós-graduandos em defesa da Ciência e do Brasil! Pugnar pela democracia, superar a crise e conquistar direitos”. No fórum serão debatidas e definidas as campanhas e pautas da ANPG além de informes, revisão do documento de direitos e deveres dos pós-graduandos, elaboração de propostas para alteração do estatuto da ANPG, apresentação do relatório político e financeiro da atual gestão da ANPG, substituições na diretoria gestão 2016/2018 e a convocação do 26º Congresso Nacional de Pós-Graduandos (CNPG) e outros assuntos.

O Jornal Correio Brasiliense publicou uma reportagem esta semana que fala sobre a situação da Universidade Federal de Brasília e que a mesma deve fechar o ano deve fechar o ano com deficit de R$ 105 milhões.
A reportagem fala dos “malabarismos” que a reitoria está sendo obrigada a fazer: A solução, de acordo com o chefe de gabinete da reitoria, Paulo César Marques, passa, necessariamente, pelo Ministério da Educação (MEC). Ou a pasta libera verba extra para a instituição, ou permite que os gestores utilizem os lucros com convênios, contratos e aluguéis arrecadados, que estão acima dos valores permitidos pela lei orçamentária e retidos pelo governo federal. Por enquanto, uma possível suspensão das aulas está fora de questão, mas há o risco de a universidade não pagar fornecedores ou prestadores de serviço e até demitir mais terceirizados.
Segundo o jornal e de acordo com Paulo César, gestores da universidade estão constantemente em contato com o MEC para tentar negociar uma complementação orçamentária. “Os técnicos que conversam conosco conhecem a situação, mas não tivemos sinal positivo. Também estamos tentando tirar a previsão de orçamento em investimentos para colocar em custeio. É ruim, mas é a solução que conseguimos. Na prática, estamos passando por mau pagadores. Todos os fornecedores da universidade estão sujeitos à nossa necessidade de negociação para rolar a dívida. No ano que vem, teremos um novo orçamento, ainda mais apertado. Mas, com os cortes e reduções que estamos fazendo, esperamos que as despesas em 2018 sejam menores”, avalia.
O prejuízo, até agora, está pulverizado em diversas áreas da instituição. Com menos profissionais na limpeza, a higiene de banheiros está comprometida, embora continue sendo feita. Estudantes reclamam, também, da qualidade dos alimentos do Restaurante Universitário. Em agosto, a UnB não pagou a manutenção dos telefones e trabalha para reduzir os gastos com energia elétrica e com água. Sobre o adicional pago pelo MEC em setembro, o chefe de gabinete da reitoria explica que, na verdade, a pasta tem repassado menos que o valor mensal previsto no orçamento, à exceção de setembro. “Mas, mesmo que eles tivessem pagado todos os meses 100%, isso não reduziria em nada o deficit orçamentário”, reforça.
Leia a reportagem completa AQUI