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Nesta sexta-feira, 28/11, no auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), teve início o 46º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos da ANPG, fórum que reúne representantes de APGs de todo o país para debater sobre os rumos da pós-graduação.

Sob o lema “Ciência, Trabalho e Soberania”, o 46º CONAP apontará os desafios da ciência nacional em uma conjuntura política marcada por grandes tensões geopolíticas e comerciais que afetam as relações entre países.

O encontro transcorrerá até a noite de sábado. Após a mesa de abertura, ainda no período da manhã, acontecerão grupos de trabalho organizativos da entidade. No período da tarde, será instalada a mesa de debate “Pesquisador per si – trabalho científico, direitos e reconhecimento”, que abordará as particularidades e necessidades dos pós-graduandos como categoria híbrida de estudantes-trabalhadores da ciência.

Entre 14h30 e 16h30, novo período para debates em grupo acontecerá, dessa vez para atualizar a cartilha de direitos e deveres dos pós-graduandos. O primeiro dia finaliza com o ato de abertura do Conselho e atividades culturais.

O segundo dia do encontro terá uma agenda repleta de discussões, agora realizadas no auditório XX do Senai/CIMATEC. Será lançado o Dossiê Sucupira, em homenagem ao pesquisador Newton Sucupira, documento que traz considerações sobre a inserção dos pós-graduandos no mercado de trabalho.

Depois transcorrem mesas de debate sobre ciência, raça e gênero e formação de recursos humanos. À tarde, os ex-presidentes da ANPG serão protagonistas em uma atividade do Conselho de Memória da entidade, após o que novamente serão realizados grupos de trabalho para debater os caminhos para a absorção de mestres e doutores por área de conhecimento.

À tarde, acontecerá a premiação da Maratona Científica e o lançamento da logo comemorativa dos 40 anos da ANPG. Por fim, será instalada a plenária final para deliberar sobre as resoluções do conselho e a convocação do próximo congresso da entidade.

O CONAP 46 será realizado na Faculdade de Direito da UFBA e no Senai Cimatec. A iniciativa é promovida pela ANPG, UFBA, UFPI e Senai Cimatec, com patrocínio da Secretaria de Turismo do Governo da Bahia, Bahiagás e Sudene. Também conta com apoio do Conselho Nacional de Saúde, Fundação Pedro Calmon, e das Secretarias de Cultura, Educação, Trabalho, Ciência e Tecnologia, Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais, além do Governo da Bahia, FIEB, FADEX, Fapex, Instituto Federal do Maranhão, Capes, CNPq, MEC e MCTI.

A Maratona Científica será um dos destaques do 46º Congresso Nacional de Pós-Graduandos (CONAP 46), reunindo estudantes, pesquisadores e profissionais em uma dinâmica intensiva de criação e colaboração. O evento propõe o desenvolvimento de soluções e projetos inovadores em ciência e tecnologia, estimulando criatividade, trabalho em equipe e a aplicação prática do conhecimento científico. Ao longo da maratona, os participantes enfrentarão desafios específicos e atuarão em grupos multidisciplinares, com o objetivo de produzir protótipos e propostas viáveis que dialoguem com demandas reais.

Nesta edição, o desafio foi apresentado pela Bahiagás, Companhia de Gás da Bahia, que irá premiar o grupo vencedor com R$ 2.000. A iniciativa busca direcionar o talento dos pós-graduandos para soluções tecnológicas que contribuam com o setor energético e com a sustentabilidade. Entre os dias 26 e 27 de novembro de 2025, pós-graduandos de diferentes regiões do país se inscreveram para participar, resultando na seleção de mais de 40 candidatos. Eles formarão equipes interdisciplinares responsáveis pelo desenvolvimento de soluções inéditas relacionadas ao tema proposto.

O lançamento da maratona acontece em 28 de novembro, com apresentação dos grupos, detalhamento da metodologia e início das atividades. Os trabalhos presenciais seguem nos dias 28 e 29, com acompanhamento de mentores das áreas de Direito, Contabilidade, Sustentabilidade e Políticas Públicas. As propostas serão apresentadas no formato de pitch no dia 28, entre 17h e 18h, com duração máxima de três minutos por equipe. A Comissão Julgadora avaliará critérios como inovação, funcionalidade, aderência ao desafio, impacto e viabilidade. Projetos que não cumprirem prazos ou regras serão desclassificados.

O CONAP 46 será realizado na Faculdade de Direito da UFBA e no Senai Cimatec. A Maratona Científica é promovida pela ANPG, UFBA, UFPI e Senai Cimatec, com patrocínio da Secretaria de Turismo do Governo da Bahia, Bahiagás e Sudene. O evento conta ainda com apoio do Conselho Nacional de Saúde, Fundação Pedro Calmon, e das Secretarias de Cultura, Educação, Trabalho, Ciência e Tecnologia, Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais, além do Governo da Bahia, FIEB, FADEX, Fapex, Instituto Federal do Maranhão, Capes, CNPq, MEC e MCTI.

Se você chegou aqui pesquisando por “ANPG Reclame AQUI 2025”, este é o seu guia direto e convincente para entender por que a ANPG – Associação Nacional de Pós-Graduandos merece o seu voto no Prêmio Reclame AQUI 2025 — e como transformar o seu apoio em mobilização real dentro do seu programa, laboratório e redes acadêmicas. A campanha integra um esforço institucional ao lado do Documento do Estudante (DNE) e da UNE – União Nacional dos Estudantes, conectando as principais etapas da jornada estudantil no Brasil: ensino médio, graduação e pós-graduação.

O que está em jogo (e por que isso importa)

O Prêmio Reclame AQUI reconhece organizações que demonstram escuta ativa, transparência e capacidade de solução. Para a ANPG, essa indicação é mais do que um selo reputacional: é a oportunidade de tornar visível — para toda a sociedade — a relevância de quem defende a pós-graduação, dialoga com instituições, acolhe dúvidas e encaminha demandas relacionadas a bolsas, permanência, condições de pesquisa e trabalho acadêmico.

Votar na ANPG no Reclame AQUI 2025 é uma forma simples e concreta de sinalizar: ciência e pesquisa importam, e quem cuida delas com responsabilidade merece reconhecimento público.

O que diferencia a ANPG

1) Centralidade no pós-graduando

A ANPG atua onde a vida acadêmica realmente acontece: na sala de pesquisa, no comitê de ética, no edital de bolsas, no debate sobre permanência e assistência estudantil. O foco é reduzir barreiras que impedem a trajetória de mestrandos e doutorandos.

2) Atendimento que acolhe e orienta

“Atendimento” aqui significa acolhimento, informação e encaminhamento. Em um ambiente repleto de siglas, resoluções e prazos, o pós-graduando precisa de clareza — e a ANPG trabalha para que dúvidas encontrem respostas e conflitos encontrem caminhos institucionais.

3) Incidência com diálogo

A entidade participa de mesas, reuniões e consultas com universidades, agências de fomento e órgãos públicos, defendendo pautas estruturantes com argumentos, dados e articulação.

4) Transparência e legitimidade

Reputação é construída no longo prazo: prestar contas, comunicar avanços e limites, e manter o diálogo aberto com a base faz parte do DNA da ANPG — e conversa diretamente com os critérios valorizados em ANPG Reclame AQUI 2025.

5) Impacto coletivo

Ao reconhecer a ANPG, você fortalece toda a cadeia da pesquisa: mais voz para negociar melhorias, mais visibilidade para problemas reais e mais responsabilidade compartilhada com a pós-graduação.

A campanha conjunta: DNE, UNE e ANPG

Esta mobilização acontece em três frentes complementares:

  • Documento do Estudante (DNE) – serviços que facilitam a vida acadêmica e cultural (como meia-entrada), promovendo permanência estudantil.
  • UNE – União Nacional dos Estudantes – referência histórica na representação dos universitários.
  • ANPG – Associação Nacional de Pós-Graduandos – voz da pós-graduação, da pesquisa e de quem faz ciência no dia a dia.

Votar nas três é reconhecer todas as etapas da formação: do estudante que começa a jornada ao pesquisador que sustenta a produção científica brasileira.

Links oficiais de votação:

Como votar em 2 minutos (passo a passo simples)

  1. Acesse a categoria Sindicatos, Associações e ONGs e localize a ANPG.
  2. Clique em Votar e faça login/cadastro no Reclame AQUI (se necessário).
  3. Confirme o voto.
  4. Compartilhe o link com o seu grupo de pesquisa, orientador(a), colegas de turma e redes sociais.

Dica prática: aproveite o mesmo momento para votar também em UNE e DNE. Em menos de 5 minutos, você fortalece toda a jornada estudantil.

Argumentos para usar no seu laboratório (e convencer mais gente)

  • “É sobre reputação e responsabilidade.” Votar na ANPG Reclame AQUI 2025 dá visibilidade para quem está na linha de frente do diálogo sobre bolsas, permanência e condições de pesquisa.
  • “Reconhecimento gera tração.” Selos de reputação ajudam a abrir portas e ampliar o alcance das pautas da pós-graduação.
  • “É rápido e gratuito.” Criar conta, votar e compartilhar leva poucos minutos — e faz diferença.
  • “Valoriza quem te representa.” Se a ANPG ajuda a traduzir normas, indicar caminhos institucionais e acolher demandas, reconhecer esse trabalho é justo e estratégico.

Kit de mobilização (copie e use)

Mensagem curta para WhatsApp/Telegram:

Leva 2 minutos para ajudar a pós-graduação! Vote na ANPG no Reclame AQUI 2025 e compartilhe com seu grupo. Link: categoria “Sindicatos, Associações e ONGs”. Conto com você!

Assinatura de e-mail (rodapé):

Vote na ANPG – Prêmio Reclame AQUI 2025 · Reputação em atendimento e defesa da pós-graduação · [Acesse e vote]

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ANPG Reclame AQUI 2025: seu voto fortalece quem defende a pós-graduação. Leva 2 minutos. Vote, marque seu laboratório e compartilhe! #ANPG #ReclameAqui #PosGraduação

Perguntas rápidas

Preciso ter conta no Reclame AQUI para votar?

Sim. O login garante unicidade e validação do voto.

Sou professor(a) ou técnico-administrativo. Posso votar?

Sim. A votação é aberta ao público. Aliados fora da pós também fazem diferença.

Quero mobilizar meu programa. Por onde começo?

Use o kit de mobilização acima: um post interno, uma mensagem no grupo do laboratório e um lembrete em reuniões já geram efeito multiplicador.

O papel do atendimento na agenda da pós

Quando falamos em ANPG Reclame AQUI 2025, não é sobre “SAC de produto”. É sobre interface com a vida acadêmica real: orientar sobre direitos, ouvir relatos de dificuldades, indicar protocolos e canais de solução, compartilhar informações de forma objetiva. Em tempos de sobrecarga e ansiedade, escuta qualificada e respostas claras não são luxo — são infraestrutura de cuidado com quem pesquisa.

Esse “atendimento ampliado” melhora a experiência do pós-graduando, reduz assimetrias de informação e encurta caminhos. É exatamente esse compromisso que o seu voto ajuda a reconhecer e fortalecer.

Conecte os pontos: DNE, UNE e ANPG

  • DNE reduz barreiras de acesso à cultura e serviços (como meia-entrada), contribuindo para permanência.
  • UNE sustenta a voz dos universitários, articulando lutas históricas.
  • ANPG garante que pós-graduandos e a pesquisa tenham representação efetiva.

Três organizações, um mesmo propósito: educação e ciência com qualidade, acesso e atendimento de excelência. Votar nas três frentes é afirmar esse ecossistema.

Seu voto vale muito

A ANPG existe para que mestres e doutores em formação tenham voz, acolhimento e condições de produzir conhecimento que transforma o país. Se você acredita nisso, torne público esse reconhecimento no ANPG Reclame AQUI 2025 — e puxe sua rede para fazer o mesmo.

Compartilhe agora nos grupos do seu laboratório, no e-mail do programa e nas suas redes. Em menos de 5 minutos, você ajuda a construir mais visibilidade, legitimidade e força para a pós-graduação brasileira.

No Brasil, os direitos dos pós-graduandos ainda enfrentam desafios estruturais, desde a valorização da pesquisa até o acesso a políticas públicas como o direito à meia-entrada. Neste cenário, a atuação conjunta entre a ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos) e o DNE (Documento Nacional do Estudante) tem sido essencial para garantir avanços concretos, respaldo legal e visibilidade à causa dos estudantes de mestrado e doutorado.

A parceria entre ANPG e DNE fortalece a presença política dos pós-graduandos em pautas nacionais e assegura que seus direitos sejam respeitados e reconhecidos por instituições públicas e privadas em todo o país.

Uma parceria construída com base na representatividade estudantil

A ANPG foi fundada em 1986, surgindo da necessidade de uma organização nacional voltada exclusivamente para representar os interesses de mestrandos, doutorandos e demais pesquisadores da pós-graduação. Desde então, tem atuado de forma ininterrupta na defesa dos direitos da categoria.

Com o passar dos anos, a luta da ANPG passou a incluir também o acesso à cultura e ao lazer como parte da formação integral do pesquisador. E foi nesse contexto que se consolidou a parceria com o Documento Nacional do Estudante (DNE) — o instrumento oficial de comprovação estudantil previsto na Lei Federal nº 12.933/2013, que garante a meia-entrada em eventos culturais, educacionais e esportivos.

Essa união foi construída sobre a base de uma reivindicação coletiva: reconhecer os pós-graduandos como parte ativa da comunidade estudantil, com os mesmos direitos assegurados a estudantes da graduação e demais níveis de ensino.

O papel institucional do DNE na defesa dos direitos dos pós-graduandos

A meia-entrada é um direito legal de todos os estudantes matriculados em instituições de ensino reconhecidas pelo MEC. Isso inclui os pós-graduandos regularmente matriculados em programas de mestrado e doutorado.

No entanto, em muitos casos, esse direito é negado na prática, seja por desinformação de estabelecimentos culturais, seja pela ausência de um documento padronizado e com reconhecimento nacional. A atuação conjunta entre ANPG e DNE responde diretamente a esse problema.

O DNE é a carteirinha oficial do estudante no Brasil. Ele possui:

  • QR Code de autenticação
  • Registro em sistema nacional
  • Conformidade com os critérios técnicos definidos por decreto federal
  • Validade em todo o território nacional

Ao emitir o DNE por meio da ANPG, o pós-graduando tem respaldo institucional e legal imediato. Isso transforma um direito abstrato em algo concreto e utilizável — e coloca a ANPG como referência legítima na emissão e fiscalização desse instrumento.

Por que a união ANPG e DNE é estratégica

A parceria entre ANPG e DNE vai além da emissão de carteirinhas. Ela se estrutura como uma estratégia nacional de defesa coletiva dos direitos dos pós-graduandos, com três grandes eixos:

1. Garantia de direitos culturais e legais

A ANPG assegura que os estudantes de pós-graduação tenham acesso igualitário à meia-entrada, combatendo interpretações equivocadas da lei e garantindo que o vínculo estudantil seja respeitado em todas as esferas.

2. Fortalecimento da representatividade

Ao optar por emitir o DNE por meio da ANPG, o estudante também contribui com a estrutura da entidade. Esses recursos ajudam a financiar campanhas, congressos, mobilizações e a presença da ANPG em conselhos, comissões e espaços institucionais.

3. Visibilidade política

A união entre ANPG e DNE permite consolidar estatísticas e dados sobre a base estudantil da pós-graduação, oferecendo suporte a políticas públicas e construindo legitimidade para negociações com o poder público.

Exemplos de ações conjuntas

A parceria ANPG + DNE já resultou em diversas ações concretas voltadas à defesa dos direitos dos pós-graduandos. Entre os principais exemplos, destacam-se:

  • Campanhas nacionais de conscientização sobre o direito à meia-entrada para estudantes de pós-graduação, com materiais informativos e orientação jurídica.
  • Produção de notas técnicas e jurídicas que reforçam o direito dos pós-graduandos ao uso do DNE em eventos culturais e educacionais.
  • Presença institucional em espaços de denúncia, com recebimento de casos em que o direito foi negado e encaminhamentos a órgãos de defesa do consumidor.
  • Divulgação de conteúdos nas redes sociais da ANPG e do DNE sobre a legalidade da meia-entrada e como utilizá-la.
  • Articulação com outras entidades estudantis (como UNE e UBES) para construção de uma frente unificada em defesa da legislação.

Essas iniciativas reforçam que a luta por direitos dos pós-graduandos exige organização, instrumentos legais e atuação coordenada — três elementos que a parceria entre ANPG e DNE oferece de forma consistente.

Compromisso com a valorização da pós-graduação

O estudante de mestrado ou doutorado é, ao mesmo tempo, um agente de produção de conhecimento e um sujeito com direitos sociais, culturais e educacionais. Valorizar essa figura exige não apenas políticas de bolsas e infraestrutura acadêmica, mas também o reconhecimento pleno de seus direitos enquanto estudante.

A parceria ANPG + DNE representa esse compromisso. Ela transforma o que está na lei em prática cotidiana, garantindo que cada pós-graduando tenha meios reais de exercer sua cidadania estudantil.

A emissão do DNE é mais do que uma formalidade: é uma forma de fortalecer a ANPG e apoiar a luta coletiva por uma pós-graduação mais justa, acessível e valorizada em todo o país.

Na tarde desta quarta-feira (14), a Câmara Municipal de Salvador, através da Comissão de Saúde, realizou uma audiência pública para discutir as principais demandas, condições de trabalho e medidas de valorização profissional para os residentes em saúde da cidade. Participaram mais de 100 residentes de 24 programas, além da representação das secretarias de saúde do município e do estado, da CODEMU e da ABEM.

A ANPG foi representada por seu diretor de Saúde, Tiago Almeida, mestrando em Saúde Coletiva na UFBA, e João Marcelo da Silva, representante das residências e membro da CNRMS (Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde do Ministério da Educação).

Os residentes em saúde são pós-graduandos que atuam em diversas áreas profissionais e são fundamentais para o funcionamento do Sistema Único de Saúde. Entretanto, convivem com jornadas exaustivas de trabalho, que chegam a 60 horas semanais, valores de bolsas insuficientes, falta de mecanismos de absorção dos egressos, assédio moral, adoecimento, além de falta de acesso a direitos comuns aos estudantes das grandes cidades, como a meia passagem ou passe livre.

“Os residentes em Saúde cumprem uma carga horária semanal de 60 horas, isso equivale a uma jornada de trabalho 7 por 0. A única justificativa viável é a exploração da mão de obra qualificada, visto que essas horas excessivas não melhoram o aprendizado, ameaçam a segurança do paciente e abrem oportunidade para assédio moral e adoecimento mental dos residentes.
A redução da carga horária, portanto, é uma luta em defesa da vida, da saúde do trabalhador e do SUS”, denunciou Tiago.

Visando minimizar essas dificuldades na capital baiana, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), promotora da audiência pública, apresentou projeto de lei para garantir a esses pós-graduandos acesso ao transporte municipal. “Protocolei na Câmara um projeto de lei que visa estender à categoria o direito à meia-passagem estudantil, fundamental na garantia da formação dos novos profissionais de saúde. É pela formação digna dos novos profissionais que garantimos um sistema único de saúde fortalecido e digno para todas e todos”, disse em suas redes sociais.

Campanha “Vida além da Carga Horária” quer 44h semanais a jornada para os residentes

Visando melhores condições de vida e de trabalho para os residentes em saúde, a ANPG lançou a campanha “Vida além da Carga Horária”, que reivindica que a jornada máxima de trabalho desses profissionais/estudantes seja de 44 horas semanais e não 60 horas entre trabalho e estudo como é hoje.

“Esse é um setor da pós-graduação que além da ausência de alguns direitos, nesse caso a meia-passagem, direito garantido aos estudantes Brasil afora, vivem com uma carga horária exaustiva de trabalho, tendo que completar 60 horas semanais. Por isso, a ANPG lançou a campanha “Vida além da carga horária” para garantirmos a redução da jornada das residências no país. Não há SUS fortalecido com exploração dessa categoria. que é essencial para manutenção dos serviços de saúde”, fundamentou Vinicius Soares, presidente da ANPG.

A entidade acaba de lançar um manifesto da campanha e pretende nacionalizar esse debate para mobilizar os residentes em saúde de todo o país e obter conquistas. “A audiência pública em Salvador inaugura uma série de ações que a ANPG vem executando e articulando para garantir os direitos dos residentes em saúde no Brasil”, finalizou Vinícius.

A meia-entrada é um direito estabelecido por lei que permite que determinados grupos paguem apenas 50% do valor do ingresso em atividades culturais, esportivas e de lazer, como as sessões de cinema. Este benefício busca promover a inclusão e facilitar o acesso à cultura para diversos segmentos da população, que podem ter dificuldades econômicas para participar dessas atividades. Mas quem exatamente pode garantir a meia-entrada no cinema? E quais documentos são necessários para assegurar esse direito? 

Grupos elegíveis para a meia-entrada 

Conforme a legislação brasileira, os principais grupos que têm acesso à meia-entrada no cinema incluem: 

1. Estudantes 

Estudantes de todos os níveis de ensino (fundamental, médio, técnico, superior e pós-graduação) têm direito à meia-entrada. Para fazer valer esse benefício, é preciso apresentar o Documento Nacional do Estudante (DNE), que é um documento oficial que comprova a condição de estudante. 

O DNE é aceito em todo o Brasil e contém informações como nome, instituição de ensino e data de validade. O DNE precisa estar dentro do prazo de validade no momento da compra do ingresso ou ao entrar no cinema. 

2. Idosos 

Pessoas com 60 anos ou mais, de acordo com a legislação, têm direito à meia-entrada no cinema. Para usufruir desse benefício, basta apresentar um documento de identidade com foto que comprove a idade. 

3. Pessoas com Deficiência 

Pessoas com deficiência (PCDs) também têm direito à meia-entrada, assim como um acompanhante, se for necessário. Para validar essa condição, é necessário apresentar um documento de identidade junto com um laudo médico ou outro documento oficial que ateste a deficiência. 

4. Jovens de Baixa Renda 

Jovens entre 15 e 29 anos, que fazem parte de famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e que têm uma renda familiar mensal de até dois salários mínimos, também têm direito à meia-entrada. Esses jovens precisam apresentar a Identidade Jovem, ou ID Jovem, que é um documento digital com foto, emitido gratuitamente. 

5. Professores da Rede Pública 

Em algumas regiões do Brasil, professores da rede pública de ensino, especialmente da educação básica, têm direito à meia-entrada. Este benefício, no entanto, depende da legislação local. Para utilizá-lo, os professores devem apresentar um documento de identidade e um comprovante de que estão ativos na rede pública. 

A importância do Documento Nacional do Estudante (DNE) 

O Documento Nacional do Estudante (DNE) foi criado para uniformizar e regularizar a emissão de carteiras estudantis, evitando fraudes e garantindo que somente estudantes verdadeiros possam usufruir do benefício da meia-entrada.  

Com o DNE, o governo assegura que todos os estudantes tenham um documento único, válido em todo o território nacional, que pode ser facilmente verificado pelas instituições que concedem a meia-entrada. 

Como solicitar o DNE? 

O DNE pode ser solicitado por qualquer estudante matriculado em uma instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). A emissão do DNE é feita por entidades autorizadas, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). 

Para obter o DNE, o estudante deve acessar o site www.documentodoestudante.com.br, preencher um formulário com seus dados pessoais e acadêmicos, e pagar uma taxa de emissão. O documento será enviado para o endereço cadastrado e assim que aprovado a versão digital será liberada em até 48 horas. 

A meia-entrada no cinema é uma ferramenta fundamental para promover a acessibilidade cultural no Brasil. Estudantes, idosos, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda e professores da rede pública têm a chance de participar de eventos culturais pagando metade do valor do ingresso, desde que apresentem os documentos necessários, como o Documento Nacional do Estudante (DNE). 

Conhecer e exercer esse direito é essencial para garantir que mais pessoas possam participar de atividades culturais, como ir ao cinema, contribuindo para o enriquecimento cultural e social da sociedade. 

Na manhã desta quinta-feira (11), na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte (MG), teve início a programação do 29º Congresso Nacional da ANPG com a realização do 4º EME “Mulheres cientistas produzindo saberes por um Brasil soberano”.

A abertura da mesa foi feita por Amanda Mendes, diretora de Mulheres da ANPG, e teve participações de Ana Priscila, vice-presidenta da entidade; da professora Isabela Almeida Pordeus, pró-reitora de pós-graduação da UFMG; Thaís Oliveira, coordenadora-geral da APG-UFMG; Carolina Giovannetti, coordenadora-geral da APG-UFMG; Bárbara Ravenna, presidenta da União Brasileira de Mulheres-MG; Karina Morais, coordenadora estadual da Marcha Mundial das Mulheres; e professora Lucinha, da Faculdade de Educação da UFMG.

A pesquisadora Carol Giovannetti falou sobre as dificuldades impostas às mulheres para ascensão na vida acadêmica e exemplificou com a brusca redução da presença feminina nas carreiras da educação básica e do ensino superior. “As mulheres são 80% na educação básica, chegam a mais de 90% no ensino infantil, 97% nas creches, mas no ensino superior isso cai para 47%. Isso demonstra o desprestígio e a luta que as mulheres têm para subir na carreira acadêmica”, afirmou.

Para ela, tal fenômeno evidencia a construção social que localiza a mulher como responsável exclusiva pelos cuidados. “Esse quadro reforça a característica de ligar o trabalho das mulheres aos cuidados, como se vê no caso das creches”.

Segundo Karina Morais, é necessário discutir e modificar o sistema de produção, pois a divisão do trabalho é excludente e não reconhece o trabalho dos cuidados, que é visto como obrigação apenas das mulheres. “É preciso conseguir avançar em políticas públicas que respondam à diversidade das necessidades e especificidades das mulheres. O trabalho reprodutivo e de cuidados não compõe a lógica do modelo econômico atual. Por isso, defendemos que esse trabalho, que diz respeito à sustentabilidade da vida, seja partilhado por todos”, pontuou a dirigente da Marcha Mundial de Mulheres

Para Barbara Ravena, conselheira municipal de Betim e presidenta da UBM-MG, a sociedade reduz as mães a um lugar único e não as reconhece em outros espaços, inclusive na academia e na produção científica, realidade que precisa ser alterada. “A atual geração de meninas está arrombando as portas, porque estão produzindo ciência desde a escola. A divisão sexual do trabalho nos coloca numa caixinha. A violência de gênero com as mulheres mães é maior. Parece que quando você decide ser mãe, não é possível estar em nenhum espaço além de ser mãe”.

Em depoimento pessoal emocionante, a professora Lucinha lembrou as dificuldades de sua infância pobre em Colatina (ES), quando mesmos as escolas públicas não eram acessíveis para as crianças negras do local. “Nós não tínhamos escola. As escolas eram só para os estudantes brancos, filhos das famílias italianas. Com 7 anos eu só estava na escola porque uma comunidade espírita abriu uma salinha lá no morro para nós sermos alfabetizados”, contou, ilustrando o quão improvável era para uma mulher pobre e negra chegar à condição de professora universitária.

“Eu trabalhei 10 anos de empregada doméstica e babá, dos 8 aos 18 anos. A gente não tinha condição nenhuma de sair de lá. Então, quando cheguei na UFMG, por razões inimagináveis, improváveis, no concurso um professor perguntou: como pode alguém de Colatina chegar até aqui? Eu disse a ele: eu fui conduzida por muitas forças, muitas energias, que começaram lá com minha mãe e minha avó lavadeiras”, concluiu.

Concluindo a mesa de abertura do 4º EME, Amanda Mendes relatou que ANPG está participando de um grupo de trabalho, que envolve o governo federal e a sociedade civil, para debater políticas públicas sobre a permanência materna na universidade e na pós-graduação. A intenção é elencar propostas concretas, como acesso dos filhos aos Restaurantes Universitários, criação de centros de referência de combate às violências dentro das universidades, dentre outras políticas que combatam a evasão de mães em razão dos cuidados com os filhos.

O período da tarde deste primeiro dia é reservado a grupos de debates dos seguintes temas: Previdência e mundo do trabalho; Saúde; A história que a História não conta; Estudos Urbanos; Mulheres Cientistas na Política.

São Paulo, 26 de junho de 2024


A Direção Executiva da Associação Nacional de Pós-Graduandos, no uso de suas
atribuições como Comissão Organizadora do 29° Congresso Nacional de Pós-graduandos,
estabelecidas no Estatuto da ANPG e no regimento do 29° CNPG, torna pública a seguinte
retificação do regimento supracitado, cujas alterações estão a seguir elencadas:

  1. A fim da garantia da participação da delegação de pós-graduandos do estado do
    Rio Grande do Sul, no capítulo III, das Disposições Gerais, alteração do § 1º do
    art. 22:
    ONDE SE LÊ:
    Art. 22 –
    §1º – Caberá a Comissão de Organização do 29º CNPG apresentar novo calendário para os processos
    eleitorais das delegadas e delegados para o 29º CNPG a serem realizados no estado do Rio Grande do
    Sul em até 30 (trinta) dias antes da data da realização do evento.
    LEIA-SE
    Art. 22 –
    §1º – Caberá a Comissão de Organização do 29º CNPG apresentar novo calendário para os processos
    eleitorais das delegadas e delegados para o 29º CNPG a serem realizados no estado do Rio Grande do
    Sul em até 15 (quinze) dias antes da data da realização do evento.
  2. A fim da garantia da participação da delegação de pós-graduandos do estado do
    Rio Grande do Sul, no capítulo III, das Disposições Gerais, inclusão do art. 23
    após o art. 22:
    LEIA-SE
    Art. 23 – A APG, Federação, Associação, Comissão Pró-APG, ou C10 representantes de pósgraduandos do estado do Rio Grande do Sul que foram credenciadas até a data de 08 de maio de 2024
    estão isentas da realização do processo eleitoral disposto na Seção III deste Regimento.
    §1º Os processos eleitorais das delegadas e delegados para o 29º CNPG a serem realizados no estado
    do Rio Grande do Sul serão realizados por meio de indicação dos delegados.
    §2º A indicação dos delegados titulares e suplentes será feita através do formulário disponível pela
    Comissão de Credenciamento, anexando Ata Padrão, Ata de Indicação assinada pela C3 ou C10
    credenciadas enquanto responsáveis pelo processo e Comprovantes de matrícula de cada delegado
    titular ou suplente indicado, entre a data de 27 de junho de 2024 e 30 de junho de 2024.
  3. Alteração da data do pré-credenciamento:
    ONDE SE LÊ:
    Art. 20 – O Pré-credenciamento das delegadas, delegados e suplentes ocorrerão no dia 29 de junho de
    2024 na sede jurídica da ANPG. E até o dia 01 de julho de 2024 todos os processos eleitorais validados
    pela Comissão de Credenciamento serão listados e publicizados no sítio oficial da ANPG na internet,
    bem como os processos invalidados acompanhados de justificação sobre os motivos da invalidação por
    parte da Comissão de Credenciamento.
    LEIA-SE
    Art. 20 – O Pré-credenciamento das delegadas, delegados e suplentes ocorrerão no dia 02 de julho de
    2024 na sede jurídica da ANPG. E até o dia 04 de julho de 2024 todos os processos eleitorais validados
    pela Comissão de Credenciamento serão listados e publicizados no sítio oficial da ANPG na internet,
    bem como os processos invalidados acompanhados de justificação sobre os motivos da invalidação por
    parte da Comissão de Credenciamento.
  4. Calendário do XXIX CNPG
    ONDE SE LÊ:
    29.06.24 – Pré-credenciamento dos delegados e delegadas e suplentes
    01.07.24 – Publicização da lista de delegados, delegadas e suplentes para o XXIX CNPG
    LEIA-SE
    27.06.24 – Prazo inicial para indicação de delegados e delegadas do estado do Rio Grande do Sul
    30.06.24 – Prazo final para indicação de delegados e delegadas do estado do Rio Grande do Sul
    02.07.24 – Pré-credenciamento dos delegados e delegadas e suplentes
    04.07.24 – Publicização da lista de delegados, delegadas e suplentes para o XXIX CNPG

DIRETORIA EXECUTIVA DA ANPG

A sessão plenária do Senado de 25 de junho de 2024 aprovou o Projeto de Lei 1.741/2022, de autoria da deputada Talíria Petrone, que garante o direito a licença maternidade e paternidade de 180 dias para estudantes do ensino superior e da pós-graduação em caso de nascimento ou adoção de filhos. Como já havia sido aprovada na Câmara, a matéria vai à sanção presidencial.

O projeto é uma importante conquista do movimento estudantil, pois além da prorrogação de prazos para apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso ou Dissertação, garante também a extensão das bolsas de estudos por esse período de 6 meses.

Outro avanço do PL é garantir afastamento e extensão de prazos em casos de hospitalização dos filhos por prazos superiores a 30 dias.

“É uma grande vitória, pela qual a ANPG luta há muito tempo, pois se queremos de fato democratizar a pós-graduação e garantir a representatividade da sociedade na ciência, precisamos criar as condições para que a maternidade e a paternidade não sejam fatores de exclusão ou que impeçam essas mães e pais de continuarem suas pesquisas”, avaliou Vinícius Soares, presidente da ANPG.

Ana Priscila, vice-presidenta, avalia que a aprovação dessa lei é demonstrativa que como mulheres ocuparem espaços de poder favorece o avanço dessas pautas. “Isso é uma vitória que a gente comemora muito e tem muito a ver com o fato de termos mulheres cientistas agora decidindo sobre nossas vidas nos espaços públicos”, celebrou.

O 29º Congresso da Associação Nacional de Pós-Graduandos acontecerá entre os dias 11 e 14 de julho, na cidade de Belo Horizonte (MG). Para participar, delegados devem se credenciar previamente. As inscrições para observadores estão encerradas.

O pagamento antecipado deve ser feito até o dia 5 de julho, o que dá direito a desconto nos valores, conforme descrito abaixo:

Para delegados o credenciamento é de R$ 150,00 (com carteira de estudante) ou R$ 200,00 (sem carteira de estudante).

Depois do dia 5 de julho, o delegado só poderá realizar o credenciamento no próprio Congresso, com valores de R$200,00 (delegado com carteira de estudante) e R$250,00 (delegado sem carteira de estudante).

Os valores do credenciamento são contribuições para que a entidade possa arcar com os custos deste que é seu principal fórum de representação e dá direito à estadia, atividades culturais e participação em todos os momentos do Congresso.

Você pode depositar na conta da ANPG ou fazer um Pix. Confira:

Banco do Brasil
Agência: 4328-1
Conta Corrente: 6698-2

Pix: 30.117.154/0001-29 (CNPJ)