A Cartilha de Construção de APGs é um material de apoio que orienta os pós-graduandos no processo de formação de uma entidade de representação.
As APGs formam a rede do Movimento Nacional de Pós-Graduandos e são responsáveis por repercutir as ações da ANPG em cada canto do país, além de conduzirem as reivindicações específicas de cada programa, instituição e/ou Universidade.
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O 45º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP) será realizado entre os dias 17 e 19 de novembro de 2023, na cidade do Recife, em Pernambuco.
De acordo com o regimento do 45º CONAP, as APGs ou Comissões Pró-APGs terão de 28 de agosto a 31 de outubro de 2023 para pedir filiação à ANPG e cada entidade credenciada terá direito a indicar 1 delegado (a) e 2 suplentes ao encontro.
Além dos debates políticos sobre a conjuntura do país e das demandas dos pós-graduandos, o Conselho irá promover alterações estatutárias e convocar o 28º Congresso Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduandos.
Filiação de entidades
A Associação Nacional de Pós-Graduandos convoca todas as Associações de Pós-Graduandos do Brasil a participarem de seu 45º Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP), que será realizado entre 17 e 19 de novembro de 2023, no Recife, Pernambuco.
O CONAP é fórum constituído pelas entidades associadas devidamente filiadas a ANPG, tendo cada entidade o direito a um voto. São consideradas entidades filiadas à ANPG as entidades integrantes do movimento nacional de pós-graduandos, sendo as Associações de Pós-Graduandos (APGs) representativas de universidades, campus, Institutos de Pesquisa ou programas de pós-graduação, as Federações ou Associações Estudantis de área.
Aqui você pode acessar a convocatória e o Regimento Interno do 45º CONAP da ANPG
COMO PARTICIPAR DO 45º CONAP
1- Saber se sua entidade foi filiada no 44º CONAP. Para verificar a lista clique aqui.
2- Se sua entidade foi filiada, você precisa renovar sua filiação através desse do formulário, anexando as cópias da ata de eleição e ata de posse.
3-Se sua entidade não foi filiada, você precisa pedir a filiação através do formulário, anexando as cópias da ata de fundação e estatuto, ata de eleição, ata de posse.
4-Para filiação ou renovação da entidade é solicitado também o pagamento de taxa de R$200,00 que poderá ser realizado por meio de depósito bancário na conta da entidade
PAGAMENTO APENAS POR DEPÓSITO, TRANSFERÊNCIA OU PIX.
Dados Bancários da ANPG
Banco do Brasil
Agência: 4328-1
Conta Corrente: 6698-2
Pix: CNPJ 30.117.154/0001-29
ou no ato do credenciamento dos delegados no dia do evento.
5- Com sua entidade filiada, ela já pode indicar o delegado que irá representá-la no CONAP. Cada instituição tem direito a indicar um delegado, até dois suplentes e dois observadores. A entidade deverá indicar seu delegado e suplente através de ata padrão disponível em formulário online
Deverão constar em anexo ao formulário: a ata e lista de assinaturas da escolha do delegados e suplentes, os comprovantes de matrícula do delegado, suplentes e observadores. A lista de assinaturas para indicação de delegado e suplentes deverá estar assinada pela maioria simples dos diretores da entidade constados na ata de posse.
Para cobrir os custos do evento, que inclui hospedagem, para credenciamento dos delegados/suplentes e observadores das entidades filiadas à reunião do CONAP, será cobrada uma taxa de R$140,00 cada pessoa delegada, titular ou suplente e R$280,00 cada pessoa observadora por pessoa, respectivamente, que deverá ser paga mediante depósito bancário na conta da entidade ou no ato do credenciamento do evento.
O Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos (CONAP) é o segundo principal fórum deliberativo da ANPG, atrás apenas do Congresso.
É uma instância que reúne as Associações de Pós-Graduandos (APGs) organizadas em universidades e cursos de todo o país para debater e decidir sobre assuntos de interesse dos mestrandos e doutorandos e de sua entidade nacional de representação.
Segundo o estatuto da ANPG, compete ao CONAP:
I – Encaminhar, conjuntamente com as diretorias Nacional e Executiva da ANPG, as deliberações do Congresso;
II – Deliberar, em segunda instância, acerca das teses, moções, adendos e propostas, desde que não conflitantes com as deliberações do Congresso;
III – Estudar e emitir pareceres sobre os trabalhos da Diretoria;
IV – Convocar, quando necessário, o Congresso extraordinário, devendo para isso contar com 2/3 do total de votos das entidades credenciadas ao Conselho;
V – Marcar data exata e local do Congresso e elaborar o Regimento Interno;
VI – Convocar, quando necessário, o novo CONAP, marcando para isso local e data para o evento;
VII – Revogar o mandato dos diretores da ANPG, garantido o amplo direito de defesa, no limite de 1/3 da diretoria, e preencher vacância na diretoria, independente da composição das chapas eleitas no CNPG.
São Paulo, 11 de setembro de 2023.
Direitos Previdenciários para os Pós-Graduandos Já!
A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) convoca todos os pós-graduandos, associações de pós-graduandos. comunidade acadêmica e científica, assim como a sociedade civil e organizada, a se mobilizarem em defesa da contagem do tempo de mestrado e doutorado para a previdência dos pós-graduandos.
A conquista desse direito é uma necessidade para o Brasil do século XXI e se insere em um conjunto de outras demandas que a ANPG já está empenhada em defender, como a assistência estudantil e políticas de ações afirmativas.
Para alcançar esses objetivos, precisamos do engajamento total da sociedade, a fim de impulsionar uma política de Ciência, Tecnologia e Inovação robusta e comprometida com as urgentes necessidades do povo brasileiro.
Apesar de sermos 90% da produção cientifica, ocupando um lugar estratégico e fundamental para o desenvolvimento nacional, são 40 anos em busca de seguridade social. Nossa condição híbrida de estudante-trabalhador nos deixa em um vácuo jurídico, impedindo que tenhamos acesso pleno a políticas públicas que garantam a valorização do nosso esforço laboral.
Queremos que os anos dedicados à formação, através do mestrado e doutorado, sejam computados para fins de seguridade social e aposentadoria. É preciso que aqueles que constroem o presente e o futuro do país tenham acesso a garantias mínimas há décadas proporcionadas a todas as categorias de trabalhadores do país, como auxílio-doença, pensão por morte, salário-maternidade e, principalmente, o direito à aposentadoria por contribuição.
Por isso, convocamos todos a estarem em plena e constante mobilização na busca pela conquista desse direito. Nesse sentido, faz-se necessário cumprimos alguns passos, pois essa semana será importante para nossa vitória, a saber:
1) Assinar, divulgar e compartilhar o abaixo-assinado em defesa dos direitos previdenciários para os pós-graduandos: https://bit.ly/Direitosprevidencia;
2) Organizar passagem em sala para divulgar o abaixo-assinado e a campanha #PrevidenciaNaPos;
3) Participar da audiência pública na Câmara de Deputados, no próximo dia 14 de setembro de 2023, às 09h00min. Para quem for de Brasília, poderá ir presencialmente, basta preencher o seguinte formulário https://forms.gle/Zch58D5yoeMaKSq37. Para aqueles que não estarão em Brasília, poderão acompanhar através da transmissão online (divulgaremos o link no dia). Incentivamos que suas turmas e programas se mobilizem para assistirem juntamente.
4) Participar do tuitaço no dia 14 de setembro, às 09hs. #PrevidenciaNaPos
5) Ler e divulgar o Dossiê Florestan Fernandes – uma elaboração política sobre a condição do pós-graduando no mundo da formação e do trabalho. https://drive.google.com/file/d/16-fp0SJ-uACyVRrIfCHIG5uqpb7auEeh/view;
6) Buscar agendas com deputados e senadores de seus estados para apresentar o dossiê e conversar sobre a necessidade da aprovação dos direitos previdenciários para os pós-graduandos.
Nossa luta é pelo desenvolvimento do Brasil! Nossa causa é a valorização da ciência, e não existe ciência sem pesquisador! Direitos previdenciários para os pós-graduandos já!
Associação Nacional de Pós-graduandos
Na próxima quinta-feira (14), às 09h, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizará uma audiência pública para debater a situação dos pós-graduandos brasileiros e as propostas de políticas públicas para que tenham acesso a direitos previdenciários e trabalhistas.
Realizada por solicitação da ANPG à deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA), a reunião terá como participantes convidados o presidente da ANPG, Vinicius Soares; Denise Pires de Carvalho, Secretária de Educação Superior do MEC; Maria Mercedes Bustamante, presidenta da Capes; e Ricardo Galvão, presidente do CNPq, as duas agências nacionais de fomento à ciência e responsáveis pela maior parte das bolsas de estudos concedidas no país.
No último mês de julho, a ANPG lançou o Dossiê Florestan Fernandes, amplo estudo panorâmico sobre a situação dos pós-graduandos nos estudos e no mercado de trabalho. A pesquisa, realizada em parceria com o Centro de Estudos e Memória da Juventude (CEMJ), mostra que o pós-graduando possui condição híbrida de estudante e pesquisador, o que acaba por lhe colocar em situação jurídica que dificulta acesso a direitos que gozam os trabalhadores e políticas públicas que favorecem estudantes.
A ANPG lançou então uma campanha nacional para conquistar os direitos previdenciários para os pós-graduandos. O objetivo é aprovar uma legislação no Congresso Nacional para que os anos dedicados ao mestrado e ao doutorado sejam computados para fins de Previdência e Seguridade Social. Um abaixo-assinado foi lançado para mobilizar a sociedade e sensibilizar o poder público e, em poucos dias, já conta com mais de 20 mil assinaturas.
Para participar da audiência pública, inscreva-se no formulário. Assine o abaixo assinado no link.
A 45ª edição do Conselho Nacional de Associações de Pós-Graduandos acontecerá entre os dias 17 e 19 de novembro, na cidade do Recife, em Pernambuco. As tratativas já estão em andamento para receber delegados e delegadas representantes de centenas de APGs, além do público interessado em debater os desafios da ciência na reconstrução nacional.
O CONAP é o segundo fórum mais importante e representativo da ANPG, responsável por debater a conjuntura política, a agenda de ciência, tecnologia e inovação do país e as pautas reivindicatórias de mestrandos e doutorandos de todo o país. Também é o Conselho que convoca o Congresso Nacional da entidade.
O debate sobre as condições do pós-graduando no mercado de trabalho e a luta por direitos para a categoria devem estar no centro da pauta do CONAP. No momento, a ANPG elevou a conquista de direitos previdenciários para os pós-graduandos à prioridade política para valorizar e dar maior segurança aos responsáveis pela maior parte da pesquisa científica nacional.
Quem participa?
O CONAP é fórum constituído pelas entidades associadas (filiadas) à ANPG, tendo cada entidade o direito a voz e voto, através de um delegado eleito e indicado. São consideradas entidades filiadas as entidades integrantes do movimento nacional de pós-graduandos, sendo as Associações de Pós-Graduandos (APGs) representativas de universidades, campus, Institutos de Pesquisa ou programas de pós-graduação, as Federações ou Associações Estudantis de área.
Como pedir filiação à ANPG?
Caso sua entidade não seja filiada, é necessário pedir a filiação através do formulário disponível na página da ANPG, anexando as cópias da ata de fundação e estatuto, ata de eleição, ata de posse.
Como fundar minha APG?
Caso não exista APG em seu curso ou universidade, é uma ótima hora para cria-la. Para isso, basta seguir o passo a passo de orientações da Cartilha de APGs da ANPG
Acesse:
Nesse mês de agosto, as entidades estudantis convocam a todos os estudantes em unidade a lutar pela educação para reconstrução do país. E a defesa de uma educação de qualidade passa também pela valorização dos jovens cientistas. Por isso, convocamos a todos os pós-graduandos brasileiros pela luta em defesa da contagem dos anos que passamos no mestrado e doutorado para o cálculo da previdência.
Essa é uma pauta que tem urgência! Ainda mais no cenário em que a produção científica nacional é majoritariamente produzida pelas mãos de milhares de mestrandos e doutorandos, que dedicam seu tempo, muitas vezes em exclusividade. A ausência de direitos como aposentadoria contribuem para o cenário de desvalorização da condição laboral daquelas e daqueles que se dedicam em prol do desenvolvimento nacional.
Por isso, a ANPG, junto à UNE e à UBES, convoca os pós-graduandos brasileiros para lutar pelo orçamento da educação, revogação do Ensino Médio e o direito à previdência social e toda sua seguridade como parte da reconstrução de um Brasil que gere oportunidades e valorize seus jovens pesquisadores.
Nesta terça-feira (8), em reunião do Conselho Nacional de Educação, realizada em Brasília, a ANPG cobrou que o tempo que o período dedicado ao mestrado e doutorado seja computado para fins previdenciários dos pós-graduandos. A fala aconteceu na presença do ministro Camilo Santana, que considerou justa a demanda.
A reivindicação de direitos trabalhistas e previdenciários tem sido a principal pauta da ANPG, após a conquista do reajuste das bolsas de estudos. Em seu 18º Encontro Nacional de Jovens Cientistas, ocorrido durante a 75ª Reunião Anual da SBPC, a entidade lançou o dossiê Florestan Fernandes, estudo que revelou a condição dos pós-graduandos no mundo do trabalho atual. Ontem, um exemplar foi entregue ao ministro.
Para Vinicius Soares, criar políticas públicas que contemplem a situação híbrida desses estudantes-profissionais é urgente e fundamental para o desenvolvimento do país. “Trazemos aqui a reivindicação de que os anos dedicados ao mestrado e ao doutorado sejam contabilizados para fins previdenciários, porque, em média, são pelo menos 6 anos que o pós-graduandos trabalha pela ciência em seu projeto de pesquisa, mas fica prejudicado quanto aos direitos. Essa e outras políticas de valorização não são corporativas, são investimentos na ciência e no futuro do país”, afirmou.
Em tom de otimismo, Vinicius disse acreditar em um futuro positivo para o país. “Quero saudar esse espaço, porque em poucos meses percebemos uma união para a reconstrução do país valorizando a educação. Aqui está representado o futuro, na escola e na universidade. Sempre ouvimos que o Brasil tem muitas riquezas naturais, minérios, mas acreditamos que a principal riqueza é o povo brasileiro”, apontou.
Nesta Semana do Estudante, em Brasília, a ANPG participou de audiências com o presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira, e o Líder do Governo, deputado José Guimarães, para debater as condições dos pós-graduandos no mundo do trabalho e pedir apoio para que o tempo dedicado ao mestrado e doutorado seja computado para fins previdenciários. Também participou das conversas a deputada Alice Portugal, que solicitou as reuniões.
As agendas, que fazem parte de uma série de atividades vinculadas à Jornada de Lutas dos Estudantes, resultaram no compromisso, assumido tanto presidente da Casa quanto pelo líder do governo, de ajudar na sensibilização dos líderes partidários para apoiarem o regime de urgência para a tramitação tão logo o Projeto de Lei seja protocolado. Na prática, a urgência possibilita que o projeto seja apreciado diretamente no plenário, tornando muito mais célere sua aprovação.
Vinicius Soares entregou o dossiê Florestan Fernandes ao deputado Arthur Lira e explicou que ele é o estudo mais pormenorizado a tratar do papel do pós-graduando no desenvolvimento e suas reais condições frente ao mercado de trabalho hoje. “A argumentação que baseia o PL está nesse dossiê, que fala do nosso lugar no mundo da formação e do trabalho. E trazemos experiências do mundo [sobre o tratamento dos pós-graduandos], como na Alemanha, Estados Unidos, China, Argentina, que já têm perspectivas de direitos para o pós-graduando”, demonstrou.
Lira questionou qual entrave justifica que a proposta não tenha sido aprovada em mais de 3 décadas. O presidente da ANPG explicou que havia um impasse conceitual sobre a condição híbrida do pós-graduando e ressaltou que agora há unidade favorável à pauta. “Já tem consenso na comunidade acadêmica e científica, acabamos que aprovar uma moção na SBPC que deve chegar à sua, com apoio de todos os cientistas ao projeto, porque de fato é uma necessidade histórica”, afirmou, mencionando ainda que o próprio governo se manifesta positivamente através de nota técnica do INSS e da Capes.
Na conversa com o líder do governo, a deputada Alice Portugal fez um paralelo com o que já acontece com os médicos-residentes, que já tem um mecanismo próprio de contribuição previdenciária. “Tinha uma divergência conceitual entre as sociedades científicas se os pós-graduandos são ou não trabalhadores, se configura ou não vínculo. Nesse tempo, os médicos-residentes passaram na frente e já estão pagando a contribuição há anos”, lembrou.
Vinicius pontuou que o projeto original de direitos para os pós-graduandos, protocolado por Florestan Fernandes, chegou a passar na Câmara na época, mas caiu no Senado, durante as discussões da LDB. Finalizou reafirmando que se trata de uma pauta do país e não corporativa. “Nós estamos tratando de desenvolvimento nacional, porque a evasão que está ocorrendo na graduação também está ocorrendo na pós-graduação e a gente tem o diagnóstico que vamos viver uma crise de formação de quadros técnicos e precisamos mitigar esses danos”, alertou.
SERVIÇO: No próximo dia 14/09, a Comissão de Educação da Câmara realizará uma audiência pública para debater o acesso dos pós-graduandos a direitos previdenciários.