
A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) manifesta posição contrária à edição de Medida Provisória (MP) apresentada em 22 de setembro pelo executivo federal que tem como objeto a reforma do ensino médio. Enquanto entidade representativa dos pós-graduandos brasileiros, a ANPG atua na defesa incondicional da educação no país, na defesa de políticas educacionais de Estado, que visem à emancipação das pessoas e permitam transformações socialmente referenciadas. Diante desta defesa não podemos deixar de nos posicionar de modo contrário à MP em questão, pois ela altera artigos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e da Lei do FUNDEB – Lei nº 11.494, de junho de 2007, legislações que foram amplamente discutidas pela sociedade brasileira até se tornarem leis na última década. A MP institui uma reforma do ensino médio, com mudanças que afetam desde o conteúdo e formato das aulas até a elaboração de vestibulares e ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Entre as medidas trazidas pela MP está a informação que o conteúdo obrigatório será diminuído para “privilegiar” cinco áreas de concentração: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional, sendo que o aluno pode optar pelo aprofundamento em uma das áreas já no ensino médio. Outra mudança é a não obrigatoriedade em lei de disciplinas como Artes, Educação Física, Sociologia e Filosofia; está colocada também a exclusão da obrigatoriedade do ensino de espanhol na oferta da disciplina de Língua Estrangeira Moderna, além de acabar com a exigência de diploma superior na área para lecionar, ficando aberta a possibilidade para pessoas de “notório saber”. De igual modo, há a perspectiva do aumento de 800 para 1400 horas aulas na carga horária do ensino médio, mas sem se estipular como ou em qual prazo esta mudança ocorreria.
Acreditamos que a (re)discussão dos marcos legais da educação básica é de grande relevância, mas impor alterações profundas sem qualquer discussão com a sociedade ou entidades cientificas e de pesquisa educacional é um ato autoritário e desprezível. As alterações estão sendo realizadas em um regime de urgência, com força de Lei, através de caminhos encurtados pela edição de uma MP. , Isto não nos aglutina convencimento em torno da proposta e nos coloca na obrigação de contrapor essa medida verticalizada, não amplamente debatida e já recusada por diversas entidades científicas. O aligeiramento da tramitação, dentre demais deliberações, também não coaduna com o debate atual sobre a Base Nacional Comum Curricular, que também está na agenda da discussão de políticas e ações no âmbito educacional.
Na defesa de ações educativas mais equânimes, conclamamos educadores, estudantes, pesquisadores e pós-graduandos a dizer NÃO a essa MP de reformulação do Ensino Médio e apelamos ao Congresso Nacional para a recusa dessa e de quaisquer proposições que não se relacionem com um projeto educacional comprometido com a geração de oportunidades e concatenado com um projeto nacional soberano e igualitário. Todo apoio ao movimento nacional em defesa do ensino médio! Não à MP! Não ao projeto N°. 6048/2013!
Diretoria Executiva da ANPG
23 de setembro de 2016.

Helena Neder, presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciências) esteve recentemente em uma transmissão da TV FOLHA para falar sobre o último ranking Folha de Universidades (RUF). Mas ela chamou a atenção para um assunto grave: o corte de verbas para as pesquisas.
De acordo com que Nader disse à Folha a produção científica brasileira deve começar a cair nos próximos anos como resultado dos recentes cortes no orçamento para ciência. A publicação ainda cita que o orçamento hoje é, em valores corrigidos, 52% menor do que em 2010.
Para Tamara Naiz, presidente da ANPG está é uma situação que necessita de atenção e luta: “A pesquisa no Brasil não pode retroceder” e afirma novamente: “Nenhum governo ilegítimo conseguirá mudar a educação brasileira para pior sem que haja resistência do povo”, conclui.

Gabriel Nascimento, diretor da ANPG, participou como membro do Conselho Deliberativo do CNPq que debateu a chamada para pesquisas em Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas. “A ANPG saúda a boa iniciativa, principalmente porque sempre foi nossa pauta a criação de uma diretoria de ciências humanas no âmbito do CNPq. Essa chamada é um grande caminho para percorrermos”, avalia o diretor.
Esta chamada está aberta até o dia 24 de outubro e contemplará propostas nas seguintes linhas temáticas: 1) Educação Básica: Ensino e Formação Docente e 2) Cidadania, Violência e Direitos Humanos.
Segundo o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), esses temas atuais tem como objetivo subsidiar a formulação de políticas públicas e a constituição de parcerias imediatas entre academia e entidades governamentais brasileiras.
Ao todo serão destinados R$ 4 milhões disponíveis do orçamento do CNPq para promover atividades de pesquisa multi e interdisciplinares articuladas entre grupos de pesquisa nacionais e estrangeiros, de alto impacto científico em Ciências Humanas, Sociais e Sociais e Aplicadas. A chamada prevê a seleção de propostas com orçamento de até R$ 1 milhão, a serem distribuídos nas rubricas de bolsas, capital e custeio. As propostas selecionadas serão contratadas pela modalidade de financiamento APQ (Auxílio Projeto Individual de Pesquisa).
Para mais informações sobre a chamada acesse: http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&filtro=abertas&detalha=chamadaDivulgada&idDivulgacao=6902

A reformulação do currículo do ensino médio está sendo discutida há algum tempo por vários setores da sociedade. Inclusive a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) já tinha em sua proposta formalizar um currículo comum de até 60% e a ANPG também debateu o assunto no seu Fórum de Educação Básica. Agora, à “toque de caixa” e alegando “agenda congestionada”, o Governo apresentará, ainda esta semana, uma Medida Provisória (MP) a ser editada pelo presidente Michel Temer.
A presidenta da ANPG, Tamara Naiz, reagiu de forma bastante crítica à notícia. “O currículo é algo precioso para a educação básica no Brasil e carece de uma discussão mais aprofundada. Essa medida interrompe de forma abrupta o debate que está sendo realizado na última década e diminui o número de disciplinas”.
Com essas informações, a ANPG se prepara para lançar sua posição oficial enquanto entidade, ao mesmo tempo em que aprofunda a conversa com as demais entidades do movimento estudantil e educacional organizado. “É imprescindível que ocorra um debate para a reforma da educação, principalmente a básica, que é fundamental na construção do tipo de um país que queremos, além de ter interlocução direta com a pesquisa básica. Ela é o primeiro passo”, afirma Naiz.
A presidenta da ANPG ainda afirma que o Brasil deu um grande passo civilizatório em relação à educação na última década e que ele pode ser perdido a qualquer momento. “Nenhum governo ilegítimo conseguirá mudar a educação brasileira para pior sem que haja resistência do povo”, conclui.

A Folha de São Paulo divulgou hoje, 19 de setembro, que a Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, está em primeiro lugar no ranking da RUF (Ranking Universitário Folha 2016). De acordo com a publicação os motivos da boa qualificação estão o crescimento da área de petróleo na última década e a diversificação do perfil do aluno.
A nota da Universidade pulou de 96,74 em 2015 para 97,46 este ano. O reitor da UFRJ, Roberto Leher, disse à Folha que a Universidade está pulsando, ativa na produção do conhecimento, mas que existem muitas preocupações com o orçamento que criam um ponto de interrogação angustiante.
E apesar da boa notícia, Leher tem que estar angustiado mesmo, há dois dias, 17 de setembro, o Jornal O GLOBO, publicou uma matéria em que afirma que a falta de dinheiro para as pesquisas essenciais está paralisando a ciência no Rio de Janeiro.
Escrita pela jornalista Ana Luiza Azevedo, a reportagem mostra que o Estado do Rio de Janeiro está mergulhado em uma crise financeira abissal. Segundo o texto: “Não há dinheiro para manter os animais essenciais a pesquisas de doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer. Tampouco há um tostão para o tratamento experimental com células-tronco de pacientes com asma e enfisema sem opção de terapia”.
Ainda de acordo com o que foi publicado no GLOBO, a consequência dessa paralisação será sentida por anos. Tanto que na semana passada a ABC e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) alertaram o governador em exercício Francisco Dornelles sobre os danos. A reportagem também ressalta que este ano, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio (Faperj), que custeia a manutenção da maioria dos laboratórios do estado, não pagou um centavo aos projetos. Além disso, outro exemplo da emergência são os servidores e o sistema de fibra ótica da RedeRio, que fornece internet a todas as universidades públicas e à PUC, ao Museu do Amanhã, ao Hospital do Cérebro e a todos os centros de pesquisa. Dependem da RedeRio o armazenamento de dados e numerosos estudos feitos em colaboração nacional e internacional que estão a beira de um colapso.
Sobre a colocação da UFRJ: “A ANPG acredita que a avaliação da pesquisa brasileira precisa ser alavancada a partir dos investimentos em pesquisa básica, mas também em setores estratégicos. A UFRJ vem fazendo esses investimentos, principalmente na década dos governos Lula e Dilma”, explicou a presidenta da entidade Tamara Naiz.
Já sobre a situação da pesquisa no Rio de Janeiro “Os governos deveriam entender que os investimentos em educação e ciência e tecnologia não são meros gastos. Eles são essenciais para o desenvolvimento do próprio estado e não deveriam ter as verbas cortadas indiscriminadamente, principalmente no Rio de Janeiro, que tem a pesquisa mais avançada na área de saúde”, afirma Naiz.
Entenda mais:
http://ruf.folha.uol.com.br/noticias/2016/09/1813970-petroleo-e-ensino-levam-ufrj-ao-primeiro-lugar.shtml
http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/falta-de-dinheiro-para-pesquisas-essenciais-paralisa-ciencia-no-rio-20128823?

A cidade de Montevidéu, no Uruguai, foi palco do primeiro Fórum de Ciências da América Latina e Caribe – CILAC 2016 que discutiu o desenvolvimento sustentável da pesquisa e a Agenda 2030.
O Fórum teve um caráter de diálogo e contou com plenárias, sessões com temas específicos e eventos paralelos. Participaram de vários painéis e mesas especialistas do mundo inteiro, ministros, reitores das universidades da região, cientistas, pesquisadores, empresários e representantes de organizações internacionais e não governamentais.
O evento que aconteceu no LATU (Laboratório Tecnológico do Uruguai) ainda contou com exposição de pôsteres e instalação de estandes institucionais e visitas técnicas. Mas por toda capital do Uruguai também foram programadas atividades de divulgação da ciência e suas ligações com a sociedade.
Todos os debates gerados no CILAC deste ano geraram um documento com intenções para a elaboração de uma Agenda comum. Este texto tem como intuito organizar as ações e o domínio da ciência que possam contribuir para as mudanças necessárias da América Latina e Caribe. Este documento também será apresentado ao Fórum Ciência Mundo, que será realizado na Jordânia em novembro 2017, como uma contribuição regional para o debate global.
ANPG no CILAC
A ANPG foi convidada pela AUGM, Associação das Universidades do Uruguai, para estarem no Fórum e participarem de forma ativa na construção de um pensamento sobre o futuro da pesquisa. Como primeira atividade, no dia 7 de setembro, a presidenta Tamara Naiz e a diretora Lis Volpe participaram da mesa “A Pós-graduação como estratégia regional na formação de pesquisadores”: “É preciso estar atento e desenvolver um pensamento crítico e sustentável sobre a formação de pós-graduandos no Brasil e na América Latina e Caribe”, contou a presidenta.
A diretoria da ANPG também participou da mesa “A Ciência e a tecnologia para o desenvolvimento: tendência no Brasil” composta pela ABC, SBPC e Unesco Brasil. Outra mesa que contou com a participação da entidade foi a proposta pela REDPOP “Ciência e parlamento: como contribuir para que os tomadores de decisões tomem decisões mais bem informados em temas científicos?” Com a participação de Helena Nader (presidente da SBPC- Brasil), Gabriel Aintablian (ministério da educação- Uruguai), Maritza Urrego (ColCincias – Colômbia), Guilhermo Anillo (sub secretário de CTI de Buenos Aires).
Para Naiz a participação da ANPG foi extremamente importante. “O futuro é de quem detém conhecimento. Por isso esperamos e trabalhamos para que os pós-graduandos compreendam o impacto de sua atuação no mundo que os rodeia. Os pesquisadores devem escolher que tipo de impacto querem causar”, disse.

A sexta edição do Salão da Pós-Gradução, que será realizada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), inovou este ano. A comissão organizadora que é formada por alunos da pós-graduação, membros da ANPG e APG da UFRGS consultou os próprios alunos sobre os temas que serão discutidos.
Para isso, foi enviado para cada aluno da pós-graduação um formulário para consultá-los sobre suas preferências de temas que estavam divididos em questões mais próprias da vida do pós-graduando e questões mais amplas.
Entre os temas mais amplos, os mais comentados foram: “Produção cientifica/ produtivismo (61,2%)” e “Cortes na verba da pós (46,6%)”. Já na escolha dos temas gerais e trasnversais os escolhidos são: “Internacionalização da pós-graduação (45,2%)”, “Escola sem partido/ sem mordaça (34,9%)” e a terceiro tema ficou empatado entre “Cortes na saúde e Educação” e “Direitos Sociais na Democracia”, por isso os dois se tornaram uma pauta só.
O Salão acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de outubro e terá como eixo central o tema “Por uma pesquisa sem mordaças”. O evento será um espaço para a divulgação, a promoção e o acompanhamento dos trabalhos de pesquisa desenvolvidos por alunos de pós-graduação da UFRGS e de outras Instituições de Ensino Superior (IES), além de favorecer o diálogo sobre trabalhos em desenvolvimento e discussões acerca de temas de interesse para pós-graduação no Brasil.
A programação completa do VI Salão de Pós-graduação será divulgada em breve e ANPG divulgará assim que disponível.
O projeto de Lei 4559/2016,de autoria do Deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), que visa que os valores das bolsas concedidas pelos órgãos sejam reajustados no dia 1º de cada ano adotando a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado e divulgado pelo IBGE, ainda não tem data para ser aprovado, segundo a assessoria do deputado.
A ANPG tentou contato com o deputado Lobbe Neto para saber em que “pé” está parado o projeto. A assessoria de imprensa do parlamentar afirmou que o Projeto está pronto e foi entregue para a Pauta na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), mas não tem data para ser pautado. Ainda segundo a assessoria, a lei deve receber emendas e substitutivos.
Perguntando sobre que tipo de emendas, o assessor afirmou que “infelizmente” não tem exemplos. O último reajuste no valor das bolsas foi em 2013. A ANPG estará de olho e lutando para que essa lei venha logo à votação. O pós-graduando precisa desse reajuste e de bolsas que incentivem cada vez mais o trabalho de pesquisa no Brasil.
Acontece entre os dias 6 e 9 de setembro, em Montevideu, Uruguai, o primeiro Fórum Aberto da Ciências da América Latina e do Caribe, CILAC, e a presidenta Tamara Naiz junto com a diretora da entidade Lis Volpe estão no evento para discutir de forma crítica estratégias para o desenvolvimento da educação e dos pesquisadores no Brasil e região.
A ANPG foi convidada pela AUGM, Associação das Universidades do Uruguai, para estarem no Fórum e participarem de forma ativa na construção de um pensamento sobre o futuro da pesquisa. Como primeira atividade, no dia 7 de setembro, Naiz e Volpe participaram da mesa “A Pós-graduação como estratégia regional na formação de pesquisadores”: “É preciso estar atento e desenvolver um pensamento crítico e sustentável sobre a formação de pós-graduandos no Brasil e na América Latina e Caribe”, contou a presidenta.
O CILAC traz como temas principais Politicas Cientificas, Desenvolvimento das universidades, Cultivando Ciências e Cidadania, Ciências para Inovação empresarial e uma Agenda sobre ciências até 2030.
A Associação Social e Cultural de Estudantes do Ensino Público e a Federação de Estudantes Universitários do Uruguai apresentaram nesta semana uma carta que em que rechaça o golpe ocorrido no Brasil. Leia a seguir:
“Tras instalarse y elegir sus autoridades la Asamblea General del Claustro (AGC) de la Universidad de la República lamentó este miércoles la destitución de la presidenta de Brasil Dilma Rousseff: «Hoy es un dia triste para nuestra América Latina, otra vez la democracia ha sido violentada y desconocida».
La Asamblea General del Claustro de la Universidad de la República declara:
Hoy es un dia triste para nuestra América Latina, otra vez la democracia ha sido violentada y desconocida.
Otra vez, los mismos intereses que hace más de 40 años nos quitaron la libertad atentan contra una Presidenta electa democráticamente por 54 millones de personas. Otra vez, es violentada con ligereza la soberanía del pueblo latinoamericano.
Este golpe nos duele como nos duele cada día la impunidad todavía reinante en nuestro país. Son los mismos intereses corruptos que no quieren el pleno goce de derechos y libertades de toda la ciudadanía en igualdad de condiciones, a quienes les molesta que Dilma sea una mujer que haya sido investida por los más pobres, los históricamente marginados de la sociedad brasileña.
Hoy nos duele Brasil, pero tenemos claro que la cuestión sigue siendo entre libertad y despotismo.
Tradução:
“Depois de se instalar e eleger suas autoridades a Assembleia Geral do Senado (AGC) da Universidade da República, lamentou nesta quarta-feira a demissão da presidenta do Brasil, Dilma Rousseff:” Hoje é um dia triste para a nossa América Latina, mais uma vez a democracia foi violada.”
A Assembleia Geral da Universidade da República declara:
Hoje é um dia triste para a nossa América Latina, a democracia foi novamente violada.
Mais uma vez, os mesmos interesses de mais de 40 anos atrás, lavaram a minar o governo de um presidente eleito democraticamente em 54 milhões de pessoas. Mais uma vez é violada a soberania dos povos latino-americanos.
Este golpe dói, como dói a cada dia ainda a impunidade no nosso país. São os mesmos interesses corruptos que não querem o pleno gozo dos direitos e liberdades de todos os cidadãos em igualdade de condições, que estão contra Dilma – uma mulher que tem cuidado pelos mais pobres, historicamente marginalizados na sociedade brasileira.
Hoje no Brasil só há dor, mas está claro que a questão permanece entre liberdade e despotismo.
Para mais informações: http://universidad.edu.uy/prensa/renderItem/itemId/39439/refererPageId/12

