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O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, participou, nesta segunda-feira (07), da cerimônia de lançamento do programa Mulheres na Ciência, no auditório da Finep, no Rio de Janeiro.

O programa reúne ações para promoção da paridade e de combate à desigualdade entre homens e mulheres no ambiente de pesquisa, e tem como objetivo também a ampliação da participação feminina na produção científica e tecnológica do Brasil. O ministro também prestou homenagem às mulheres que atuam nos institutos de pesquisa vinculados ao MCTI.

Veja como foi:

Da redação

ANPG e representantes de APGs do Rio participam de passeata.
ANPG e representantes de APGs do Rio participam de passeata.

Ato alerj 4

Entidades estudantis e servidores públicos de diversos órgãos do Estado do Rio de Janeiro se juntaram na tarde de ontem (3) em frente à Alerj, em ato contra o sucateamento das instituições públicas estaduais, que vem ocorrendo devido às medidas adotadas pelo governo do Estado do Rio.

Este foi o segundo grande ato unificado organizado pelo MUSPE (movimento unificado dos servidores públicos estaduais) este ano, que contou com amplo apoio da população e reuniu mais de doze mil pessoas na escadaria do Palácio Tiradentes e seu entorno. O primeiro havia sido realizado no dia 3 de fevereiro.

“A educação estadual do Rio de Janeiro deu seu recado ao governador Pezão. Em ato unificado com mais de 10.000 pessoas foi dito em alto e bom som que a educação não aceitará pagar por uma crise forjada pela especulação monetária, pela mídia e pelas forças políticas reacionárias”, disse Jefferson Santos, diretor da ANPG, que esteve presente na passeata representando a entidade.

O mestrando na UERJ, Vittório,   falou no carro de som sobre a luta da ANPG e das APGs contra o corte da FAPERJ e pela regularização no pagamento das bolsas.
O doutorando em Educação pela UERJ, Vittorio Lo Bianco, fala no carro de som sobre a luta da ANPG e das APGs contra o corte da FAPERJ e pela regularização no pagamento das bolsas.

Vittorio Lo Bianco

Pós-graduandos e representantes de APGs do Rio, presentes na passeata, reivindicavam pelo pagamento das bolsas em atraso concedidas pela FAPERJ; e se posicionavam contra o pacote de medidas de combate à crise, apresentado pelo governador do Estado do Rio de Janeiro. Dentre essas medidas, está a PEC 19/2016, que propõe um corte de 50% no orçamento da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.

Recentemente, a ANPG, juntamente com as APGs do Rio, publicou nota contra os cortes na Fundação (Leia aqui).

No dia 25 de fevereiro, os pós-graduandos se reuniram em frente à FAPERJ, em decorrência do atraso no pagamento das bolsas pela instituição, e foram recebidos pelo presidente da Fundação, Augusto Raupp. Os bolsistas foram informados por ele que a FAPERJ não tem previsão de pagamento da bolsas, visto que dependem da liberação dos recursos por parte da Secretaria Estadual da Fazenda.

A ANPG continuará acompanhando esta luta contra a PEC 19/2016, e pressionando para que as bolsas sejam pagas no menos prazo possível.

Da redação

Leia também:

:: 23/02/2016 – Pós-Graduandos do Rio publicam nota após reunião com presidente da FAPERJ
:: 19/02/2016 – ANPG e entidades estudantis do Rio organizam ato contra o desmonte dos serviços públicos no RJ
:: 19/02/2016 – ANPG se manifesta contra a PEC que corta pela metade o repasse para a FAPERJ
:: 11/12/2015 – Bolsas em Atraso: Governo do Estado do RJ não repassa verbas para FAPERJ
:: Evento convocatório no Facebook 

Presidenta da ANPG, Tamara Naiz, participa da marcha do dia 8 de março de 2015.
Presidenta da ANPG, Tamara Naiz, participa da marcha do dia 8 de março de 2015.

8 de março 2015
Representantes de entidades do movimento estudantil participam de marcha do dia 8 de março, ano passado.

A ANPG convoca todas as mulheres de São Paulo e do Brasil, em especial as pós-graduandas, a participarem das marchas do 8 de março que ocorrerão pelo país.

Como no ano passado, a Associação Nacional de Pós-Graduandos participa do fórum de organização da tradicional marcha das mulheres em São Paulo no 8 de março. Este ano o tema é: “Mulheres nas ruas por Liberdade, Autonomia e Democracia para lutar: Pela legalização do aborto, contra o ajuste fiscal, a reforma da previdência e contra a violência”.

A ANPG, juntamente com as outras entidades estudantis nacionais, UNE e UBES, participará da passeata ao lado de feministas, e representantes de entidades do movimento social e de mulheres. Dentre as bandeiras que a Associação levará para a marcha estão a licença-maternidade e creche na pós-graduação, além do combate ao assédio moral e sexual nas universidades.

“O 8 de março tem uma importância histórica, é o dia em que as mulheres vão às ruas para lembrar que, apesar das lutas, ainda não há igualdade entre os gêneros em muitos âmbitos da sociedade, como no mercado de trabalho e na academia”, disse a secretaria geral da ANPG, Gabrielle Paulanti, que participou representando a entidade junto ao fórum de organização da marcha.

Marcha do dia 8 de março em São Paulo
Quando:  próxima terça-feira, às 16h
Concentração: Vão livre do MASP
Trajeto: Do MASP rumo à Augusta e termina na praça da República.

Da redação

Presidenta da ANPG, Tamara Naiz, participa de ato em defesa da Petrobras, na Camara dos Deputados.
Presidenta da ANPG, Tamara Naiz, participa de ato em defesa da Petrobras, na Camara dos Deputados.

O projeto aprovado no Senado que retira da Petrobras a condição de operadora única do pré-sal foi recebido na Câmara com muitas críticas, nesta quarta-feira (03), no Ato em Defesa da Petrobras, que reuniu parlamentares e representantes dos movimentos sociais e estudantil.

O presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras, deputado Davidson Magalhães (PCdoB-BA), que abriu o evento, anunciou um calendário de luta contra o projeto que ameaça a indústria petrolífera e a Petrobras.

Leia nota da ANPG “Não à revisão do modelo de partilha do pré-sal”

O ato foi pontuado por discursos em defesa da Petrobras e de repúdio ao PLS 131/2015, de autoria do senador José Serra (PSDB/SP), aprovado no Senado. Além disso, foram ditas palavras de ordem que manifestam a posição do público presente, que lotou o plenário da Câmara.
A presidenta da ANPG, Tamara Naiz, que participou do ato, destacou em sua fala os impactos negativos que acarretarão da mudança no modelo de partilha do pré-sal na Educação (com a perda de 360 bilhões em investimentos nos próximos 15 anos), e na Ciência, Tecnologia e Inovação.
“Essa é a empresa que mais investe em C,T&I no país! Os PLs 131/15 e 6726/13 são um ataque à Petrobrás e ao desenvolvimento brasileiro, mas também um ataque aos investimentos em educação, saúde, Ciência e Tecnologia, a nossa indústria e a soberania nacional!”, afirmou Tamara.
“O pré -sal para educação, saúde e C,T&I são uma conquista do povo brasileiro! O petróleo deve contribuir para o desenvolvimento nacional e para a dignidade do nosso povo! Por isso os pós-graduandos brasileiros se colocam em defesa da Petrobras pública e a manutenção do regime de partilha e da política de conteúdo nacional!”, acrescenta.

Tempo curto

Davidson Magalhães lembrou que a luta é grande e o tempo é curto, porque existe prazo determinado para votação, anunciando para próxima terça-feira (9). Assim, sugeriu visita aos gabinetes dos deputados e bancadas para fazer pressão contra a aprovação do projeto. E destacou que “os argumentos não resistem ao debate, por isso querem fazer uma votação açodada”.

“Defender a Petrobras é defender o Brasil, é defender a saúde, é defender a educação. Quando se descobriu o pré-sal pensamos que era hora de o país pagar a sua dívida com a educação do país. Esse Plano Nacional de Educação (PNE) é muito importante para nós e não podemos abrir mão do pré-sal”, destacou Selene Miqueli, representante da Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação (CNTE), pedindo que cada um vista a camisa da defesa do petróleo para a educação, entregando uma camiseta da campanha de defesa do pré-sal para educação.

Da redação com informações do Vermelho

Manifesto de apoio à greve nas Universidades Estaduais Paulista e em defesa do ensino superior público, gratuito e para todos
Manifesto de apoio à greve nas Universidades Estaduais Paulista e em defesa do ensino superior público, gratuito e para todos

O evento engloba qualquer interessado em empreendedorismo tecnológico de todo o Brasil, com ou sem vínculo com a Unicamp

Estão abertas as inscrições para a edição de 2016 do Desafio Unicamp de Inovação Tecnológica, uma competição de modelos de negócios idealizada pela Agência de Inovação Inova Unicamp.

O objetivo da competição é estimular a criação de negócios de base tecnológica a partir de tecnologias protegidas da Unicamp (patentes). O evento engloba qualquer interessado em empreendedorismo tecnológico de todo o Brasil, com ou sem vínculo com a Unicamp.

Interessados em inovação e empreendedorismo tecnológico de todo o país, inclusive não alunos, podem se inscrever até o dia 18 de março. Para participar, é necessário efetuar a inscrição em equipes de três a cinco integrantes.

O grupo vencedor receberá R$ 3 mil para cada integrante, programa de préaceleração pela Baita Aceleradora, formação Green Belt pela FMS2, além de troféus e certificados. Ao longo dos quatro meses de competição, os grupos participam de treinamentos, workshops, mentorias e coaching com profissionais de renome, objetivando facilitar a elaboração de um modelo de negócios de impacto.

Ao final da iniciativa, as equipes classificadas apresentam seus projetos para uma banca final formada por investidores, empreendedores e especialistas e o grande vencedor do Desafio Unicamp é selecionado, em cerimônia que será realizada em junho.

“O Desafio Unicamp vem crescendo exponencialmente e a edição de 2016 promete repetir o sucesso dos anos anteriores. Para este ano, contaremos com a participação inédita de Marco Bravo, diretor de projetos da IC² da University of Texas, que irá ministrar o Workshop de Business Model Canvas (BMC)”, disse Milton Mori, diretor executivo da Inova Unicamp.

Mais informações: www.inova.unicamp.br/desafio.

Fonte: Agência Fapesp

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Menos da metade das academias têm políticas em vigor para aumentar a igualdade de gênero entre seus membros

A primeira pesquisa global sobre a representação das mulheres no mais alto nível da comunidade científica mostra que menos de um oitavo dos membros de academias de ciências de todo o mundo são mulheres.

As mulheres representam apenas 12% dos membros entre 69 academias que foram pesquisadas entre 2013-14, informaram a Academia de Ciências da África do Sul (ASSAf) e a InterAcademy Partnership (IAP) nesta segunda-feira, 29 de fevereiro. A Academia de Ciências de Cuba teve a maior proporção de mulheres, 27%, enquanto a Academia de Ciências da Tanzânia e a Academia Polonesa de Ciências tiveram os mais baixos níveis, 4%.

O texto completo está disponível em inglês: Nature

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Do Portal do CNPq
Pesquisadores podem realizar até o dia 07 de março deste ano as inscrições para o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia.
Tendo na atual edição o tema “Inovação e Empreendedorismo”, o Prêmio é atribuído a cinco categorias: Iniciação Científica; Estudante Universitário; Jovem Pesquisador; Pesquisador Sênior, categoria incluída nesta nova edição; e Integração. As inscrições devem ser feitas exclusivamente no endereço:http://www.premiomercosul.cnpq.br/web/pmct
O prêmio é lançado anualmente e de forma simultânea nos países membros e associados ao MERCOSUL: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
Para esta edição, o projeto ou trabalho de pesquisa deverá abordar uma ou mais das seguintes linhas: Inovação tecnológica; Geração de startups e  aceleradoras; Gestão da Inovação, compreendendo os processos, serviços,  estratégias e recursos envolvidos; Modelos e propostas de ambiente gerador de  idéias, dentro da empresa ou instituição, voltadas para a inovação tecnológica e  o empreendedorismo e Ferramentas e treinamentos facilitadores da criação e  manutenção de uma cultura empreendedora na empresa ou instituição.
A divulgação do resultado está prevista para acontecer até o dia 31/05/2016, na página no Prêmio na internet.
 

Ocupe Brasília: Acampamento de pós-graduandos(as) em frente ao MEC para pressionar contra os cortes na Educação. Foto: Natasha Ramos
Ocupe Brasília: Acampamento de pós-graduandos(as) em frente ao MEC para pressionar contra os cortes na Educação. Foto: Natasha Ramos

A Associação Nacional de Pós-Graduandos vem acompanhando no Congresso Nacional, desde o ano passado, a tramitação de projetos que visam a rever o modelo de partilha do pré-sal. O primeiro é o Projeto de Lei 6.726/2013, de autoria do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), que substitui o atual modelo de exploração do pré-sal de partilha para o modelo de concessão. O segundo é o Projeto de Lei do Senado 131/2015 de autoria do Senador José Serra (PSDB-SP), com teor semelhante.

Caso sejam aprovados esses projetos alteram o regime de exploração dos recursos naturais do pré-sal, a educação pode perder até R$ 360 bilhões nos próximos 15 anos, ou R$ 24 bilhões por ano. A estimativa é do assessor legislativo da Câmara dos Deputados, Paulo César Ribeiro de Lima.

“A perda de 360 bilhões na educação a partir da revisão do modelo de partilha coloca diretamente em risco a pós-graduação brasileira. Já estamos passando por um momento crítico se formos observar a perda de recursos nos últimos anos. A esperança de crescimento do número de mestres e doutores, indexadores de qualidade, expansão das bolsas de estudo no Brasil e no exterior, tudo isso está em risco”, afirma Tamara Naiz, presidenta da ANPG.

Ainda segundo Tamara “o projeto de lei [131/2015] também afeta a política de conteúdo nacional. Essa política é muito importante para a Ciência brasileira e para o desenvolvimento nacional, pois tem sido usada tanto para desenvolver setores atrasados historicamente como a indústria naval e a industrialização na área de petróleo e gás, tem contribuído para a geração de empregos formais nos últimos anos quanto, além de contribuído para o fortalecimento de programas de excelência nas engenharias e áreas estratégicas. Ou seja, não é só uma questão orçamentária”, pondera.

Além disso, outro problema desses PLs que flexibilizam a condição da Petrobras como operadora do petróleo no país é a questão da transparência na operação. “A Petrobras, ao desempenhar essa tarefa, possibilita ao Estado um maior controle dos custos e, consequentemente, do excedente gerado da extração do petróleo. Parte desse excedente vai para o Estado e pode ser investido em setores públicos, como Educação e Ciência e Tecnologia”, explica o deputado Davidson Magalhães (PCdoB/BA), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Pós-Graduação, Ciência e Tecnologia.

Para o ex-diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima, que participou da elaboração da proposta que resultou no modelo de exploração do pré-sal, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a decisão brasileira pela partilha na exploração do petróleo no pré-sal foi “minuciosa e demoradamente” discutida no Congresso, e não deve ser modificada.

“Isso não tem precedente, isso é um certo absurdo. Peguem as experiências do mundo, onde há contrato de partilha: Angola, China, Egito, Líbia, Filipinas, Malásia, Peru, Guatemala e por aí afora. É o contrato da modernidade”, argumentou Lima.

Corroborando o que falou Lima, o deputado Davidson afirma “Não é à toa que 80% da produção de petróleo no mundo é controlada por empresas estatais nacionais”. E acrescenta: “Os proponentes do PL que flexibiliza a condição da Petrobras como operadora do petróleo usa como justifica a crise na Petrobras, agravada com a operação Lava-Jato. No entanto, a crise do petróleo não é apenas no Brasil, é mundial. Houve uma redução de 98% no lucro das petroleiras do mundo, com a queda do preço do barril de petróleo em 70%”.

Aprovação da nova partilha do pré-sal no Senado é retrocesso
A aprovação do projeto 131/2015 no Senado Federal, na noite da última quarta-feira (24), que retira a obrigatoriedade da Petrobras ser a operadora única do pré-sal e também a participação de 30% na exploração do recurso foi visto pelas entidades sociais como um duro golpe na democracia e nos investimentos em políticas públicas.

O PLS 131 segue agora para a Câmara dos Deputados e está sujeito a veto da presidenta da República, Dilma Rousseff.

Da redação com informações da Carta Maior e EBC

Matérias relacionadas:

24/02/2016 – Nota: Não à revisão do modelo de partilha do Pré-sal
26/02/2016 – ANPG convoca para Ato em Defesa da Petrobras em Brasília

 
A ANPG foi surpreendida, nas últimas semanas, pela notícia de que as bolsas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) teriam redução de 50% das bolsas a partir de segunda-feira, 29. A informação foi obtida por um ofício circulado através da Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes).
Essa, inclusive, chegou a ser uma reivindicação da fala da presidenta da entidade, Tamara Naiz, durante reunião do Conselho Superior da Capes, lamentando o impacto que esse corte geraria para a relação entre pesquisa e extensão com intuito de melhorar a educação básica. A preocupação com o desenvolvimento da educação básica é uma pauta da ANPG e o assunto se tornou mais importante a partir da criação do Fórum de Educação Básica da ANPG.
O PIBID tem se notabilizado pela conexão escola/universidade/sociedade, com o intuito de ofertar mais e melhores extratos práticos de vivência, desempenho e convivência escolar para os alunos das licenciaturas e promover projetos que visem o desenvolvimento, a partir do acompanhamento, da educação básica. Nessa modalidade, alunos de graduação, professores universitários e professores supervisores da unidade escolar recebem bolsa para realização de atividades de âmbito educacional.

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Em audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado, no último dia 24 de fevereiro (foto acima), o  secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Jesualdo Pereira Farias, afirmou que os efeitos do ofício precisam ser desconsiderados, assegurando, assim, a manutenção dos mais de 90 mil bolsistas do programa.
Com informações do Jornal da Ciência 

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A Chamada Universal do MCTI/CNPq foi lançada no último dia 11 de janeiro com o objetivo de receber propostas em todas as áreas do conhecimento. O investimento em ciência e tecnologia é uma pauta bastante debatida e defendida pela ANPG nos mais diversos espaços, desde a realização do I Seminário de Internacionalização da Ciência Brasileira, realizado em fevereiro de 2015 no Rio de Janeiro até o Salão Nacional de Divulgação Científica, com o tema  Financiamento da ciência no Brasil, o qual ocorreu durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em São Carlos. 

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Presidenta da ANPG fala de financiamento durante o Salão Nacional de Divulgação Científica, em São Carlos

A Chamada Universal é dividida em 3 faixas de financiamento, sendo a primeira de projetos com orçamento até 30.000 reais, a segunda para projetos até 60.000 reais e a terceira para projetos de até 120.000 reais em seu orçamento.
A chamada inova por dois motivos. O primeiro deles é que ela é feita para projetos em todas as áreas do conhecimento, inclusive as ciências humanas e sociais, sendo também essa uma demanda e luta da ANPG e dos pesquisadores brasileiros nos últimos anos. O segundo motivo é que a chamada reserva a cota obrigatória de 30% dos recursos para projetos que venham de pesquisadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
A diversificação e expansão da pesquisa brasileira para lugares ainda não integrados no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia precisa se dar através de políticas que reservem garantias para que os recursos cheguem, de fato, a essas áreas. Nesse sentido a chamada universal recém-lançada tem um papel importante.
Os pesquisadores têm até o próximo dia 29 de fevereiro para enviar os projetos através da Plataforma Carlos Chagas.
Da redação