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Membros da 1ª diretoria da APG UFGD, da esquerda para a direita: Bruna (Mestrado em Educação), Jatene (Mestrado em Sociologia), Ronise (Mestrado em Educação), João Henrique (Mestrado em Educação), Rodolpho (Doutorado em Agronomia), Ilsyane (Doutorado em História), Fabiano (Doutorado em História), Joziane (Mestrado em Antropologia), Jaqueline (Doutorado em Entomologia e Conservação da Biodiversidade)

Nesta terça-feira, 3 de setembro, ocorreu a cerimônia de posse da APG da Universidade Federal da Grande Dourados (MS). Os membros da 1ª diretoria da APG UFGD são: Bruna (Mestrado em Educação), Jatene (Mestrado em Sociologia), Ronise (Mestrado em Educação), João Henrique (Mestrado em Educação), Rodolpho (Doutorado em Agronomia), Ilsyane (Doutorado em História), Fabiano (Doutorado em História), Joziane (Mestrado em Antropologia), Jaqueline (Doutorado em Entomologia e Conservação da Biodiversidade), Wilker (Mestrado em Educação), Gislaine (Mestrado em Educação) e Marcelo (Mestrado em Geografia). 


Divulgação do Plano de Trabalho da APG UFGD:

– Fundação da APG, conforme instâncias jurídicas e financeiras;

– Realização de carteirinha de estudante em parceria com a ANPG;

– Conhecer as demandas e necessidades dos Pós-Graduandos;

– Criar um espaço físico com recursos para os pós-graduandos e APG; 

– Participação nos órgãos institucionais da UFGD (Conselhos e Câmaras);

– Realização de um evento científico em parceira com a UFGD;

– Evento sócio-comunitário (festa, confraternização, esporte).

Bem-vindos à luta!

 

Na próxima segunda-feira (09/09/2013), o Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da Unesp (IPPRI) promoverá uma mesa redonda que discutirá o tema: "Cuba, Estados Unidos e América Latina – A experiência do Taller académico Cuba-EUA (TACE)". O objetivo do encontro será debater o que pode ser feito para melhorar as relações entre Cuba e Estados Unidos, e promover a inserção de Cuba no hemisfério latino-americano. Participarão da mesa os convidados André Serbin (CRIES), Carlos Alzugaray (Cuba), Clifford Andrew Welch (Unifesp), Regiane Nitsch Bressan (Unifesp).  O evento será realizado no Memorial da América Latina (Anexo dos Congressistas, portão 13), das 15h às 17h30. Clique aqui para saber mais. 

 
Capital sul-mato-grossense recebe evento nos dias 10 e 11 de setembro
 
O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) se reúnem mais uma vez para promover, em conjunto, o Fórum Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação. O encontro ocorrerá nos dias 10 e 11 de setembro, no Grand Park Hotel (Av. Afonso Pena, 5282), em Campo Grande (MS) e visa tratar de assuntos de interesse geral das Faps como agenda regular, das parcerias com as agências nacionais, além de debater acerca de projetos que estão em andamento.
 
As Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa se congregam regularmente a cada três meses, em uma região geopolítica diferente, de acordo com um calendário estabelecido anualmente. Esta edição do fórum será sediada em Campo Grande em comemoração aos 15 anos de trajetória da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia (Fundect) – a Fap local no estado do Mato Grosso do Sul. "Apesar de ser uma fundação relativamente nova, a Fundect tem uma ação bastante ativa e importante, a gestão de seus processos é bem atualizada e sua direção é muito atuante. No sistema Sifaps, por exemplo, tivemos a oportunidade de compartilhar e agregar muitas experiências", afirma o presidente do Confap, Sergio Gargioni.
 
Ele ainda acrescenta: "é fundamental que o fórum aconteça em diferentes estados, para que possamos conhecer de perto a cultura local e o modelo de gestão da Fap anfitriã e aprender as suas boas práticas. Cada fundação tem sua forma de gerir todo o processo administrativo burocrático e, neste caso, o exemplo de uma pode servir para a outra. Portanto, conhecer a realidade local é essencial assim também como mobilizar as autoridades de cada região, para que haja uma verdadeira movimentação pela causa do desenvolvimento científico e tecnológico em cada estado".
 
Principais autoridades da área de CT&I do Brasil e de Campo Grande já confirmaram presença no fórum. Entre elas, o secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antônio Elias; o secretário de Inovação do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto; o gerente de marketing corporativo da 3M, Luiz Eduardo Serafim; o secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação do MCTI, Álvaro Prata; o diretor executivo da Nastek, José Wanderley Scucuglia; o diretor de programas e bolsa no país – Capes, Márcio de Castro Silva Filho; os presidentes da Finep, Glauco Arbix; do CNPq, Glaucius Oliva; e da Telebras, Caio Bonilha; além do governador do estado do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli.
 
Inovação em pauta


Além dos temas tradicionais já citados, a programação (grade completa abaixo) dá destaque a temas ligados à inovação, como o lançamento da chamada pública Tecnova-MS, a assinatura do convênio de parceria entre o Consecti e a 3M do Brasil que também apresenta a palestra "Como desenvolver o país por meio da inovação" e ainda o painel "A inovação como instrumento indutor da industrialização", que será conduzido pelo secretário de Inovação do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto.
 
Outros assuntos de relevo pontuados pelo presidente do Confap são o debate sobre o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e a atualização dos programas com as diferentes Faps, principalmente no que diz respeito à legislação.
 
Para mais informações sobre o Fórum Nacional Confap-Consecti envie um e-mail para [email protected]. Outros detalhes pelo telefone (67) 3044-4444.
 
Confira abaixo a programação completa:
 
10 de setembro | terça-feira
 
9 horas | Abertura com autoridades convidadas
10 horas | Lançamento da chamada pública Tecnova-MS e assinatura do convênio de parceria entre o Consecti e a 3M do Brasil.
10h30 | "A importância das redes de pesquisa para o desenvolvimento regional" Luiz Antônio Elias – secretário Executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
– Lançamento da revista da rede de pesquisa e pós-graduação do Centro-Oeste e início do doutorado em biotecnologia e biodiversidade
12 horas | Almoço
14 horas | "Avaliação e acompanhamento do programa Tecnova/Finep"
Glauco Arbix – presidente da Finep
15 horas | "Como desenvolver o país por meio da inovação"
Luíz Eduardo Serafim – gerente de marketing corporativo da 3M
16 horas | "A proposta do MCTI para parques tecnológicos"
Álvaro Prata – secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação
17 horas | "A inovação como instrumento indutor da industrialização"
Nelson Fujimoto – secretário de inovação no ministério de desenvolvimento, indústria e comércio exterior
18 horas | Nastek (National System of Techonology): Desafios de inovação em Mato Grosso do Sul
José Wanderley Scucuglia – diretor executivo
18h30 | Encerramento
20 horas | Confraternização
 
11 de setembro | quarta-feira
 
AGENDA CONSECTI
9 horas | Painel: "O papel da Telebrás para o PNBL"
Caio Bonilha – Presidente da Telebrás
10h30 | Pausa para o café
10h45 | Agenda interna (deliberações) e encerramento
12 horas | Almoço
 
AGENDA CONFAP
9 horas | Painel: "O papel da Telebrás para o PNBL"
Caio Bonilha – Presidente da Telebrás
OBS: Programação conjunta com o Consecti
10h30 | CAPES – Avaliação de programas com as Faps
Márcio de Castro Silva Filho – Diretor de programas e bolsas no país – Capes
Manoel Santana Cardoso – Assessor de planejamento e consolidação da informação
Idelazil Talhavini – Coordenadora de programas de indução e inovação
11h30 | CNPq – Avaliação de programas com as Faps
Glaucius Oliva – Presidente do CNPq
Liane Hentschke – Diretora de cooperação institucional do CNPq
Ana Paula Reche Correa – Coordenadora de parcerias estaduais do CNPq
12h30 | Almoço
14 horas | Debate: "Desafios de gestão das Faps" – Relato dos grupos de trabalho
15h30 | Deliberações
16 horas | Encerramento
 
(Assessoria de Imprensa Confap)
 
(Jornal da Ciência)

 

Com previsão de promulgação para dezembro, conjunto de leis poderá ter impacto de 70 bilhões de dólares na economia do país

Relator do PL 2.177/11, o deputado federal Sibá Machado explica como e por que a proposta que instituiria o Código Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação acabou sendo desmembrada em leis distintas. Em entrevista exclusiva para o Jornal da Ciência, ele afirma que em dezembro já estará sendo promulgado um conjunto de leis que promete mudar a vida do pesquisador brasileiro. Para ele, o impacto da nova legislação deve ser de mais de 70 bilhões de dólares na economia do país.
 
Como nasceu a ideia de uma nova legislação para CT&I?
Nasceu de uma reclamação antiga dos pesquisadores, principalmente em relação à lei das licitações, que mais engessa do que serve à pesquisa. Precisávamos substituir o princípio da Lei 8.666, que é o principio do baixo preço, pelo principio da qualidade. Esse foi o grande ponto de partida. Mas, quando nós começamos a construir o Código Nacional de Ciência e Tecnologia, nós vimos que precisaríamos mexer em assuntos para os quais o legislativo não está autorizado.
 
Por exemplo?
Tudo o que diz respeito à redução de taxas, à tributação. Em questões ligadas à área fazendária, nós não poderíamos tomar a iniciativa, e sim o executivo. Também existiam questões consideradas cláusulas pétreas da Constituição.
 
Será preciso promover modificações na Constituição?
Exatamente. Sem amparo constitucional nós não conseguiríamos fazer nada.
 
Por isso é que, além do PL 2.177, há uma proposta de emenda constitucional [PEC]?
Mais que isso. Chegamos à conclusão de que são necessárias cinco grandes leis. Três delas são de iniciativa do poder executivo. As duas do poder legislativo são a PEC que vai mudar a Constituição nesse assunto e o próprio PL 2.177.
 
E quais as leis de iniciativa do executivo?
O RDC [Regime Diferenciado de Contratações], que o governo vai encaminhar por projeto de lei ou por medida provisória; a legislação das fundações de apoio, que já foi aprovada na Câmara dos Deputados dentro da Medida Provisória 614; e a lei sobre o acesso à biodiversidade. Então, o PL 2.177 virou cinco leis.
 
E o marco legal da inovação? Não vai ter lei específica para o assunto?
Não. Ele será tratado no próprio PL 2.177. E também temos que alterar a Constituição nesse item porque ela sequer trata de inovação hoje. Temos que mudar artigos para criar um conceito e uma regra para inovação. Tem que ser criada a possibilidade para o Sistema Nacional de CT&I. Temos que criar linhas de diretrizes gerais para poder abrir um cenário para as relações entre as iniciativas públicas e privadas. Tendo essa base constitucional, a inovação vai ser tratada no PL 2.177 porque o que faltar nas leis específicas vai constar no PL 2.177. Por ser uma espécie de complemento, ele vai ser o último a ser aprovado. Ele vai ser a lei regulamentadora da Constituição.
 
Dentro desses cinco eixos, qual tem sido a maior dificuldade?
A biodiversidade, porque envolve a questão da segurança. Vou te dar um exemplo: um pesquisador da Amazônia que queira fazer doutorado e acaba fazendo com um laboratório do exterior. O material genético que ele colhe, ele manda para o orientador do exterior. Quando vem de lá, vem só a informação que ele precisa para fechar a tese. Mas tudo o que foi, o material que ele mandou pra lá, quem é que sabe? Aí nós estamos gerando patentes no exterior de maneira legal. É uma biopirataria legalizada. Então, a gente tem que tomar muito cuidado. Mas, por outro lado, hoje para ter licença para acesso a um material desse demora tanto… São problemas graves e contraditórios.
 
E o RDC, como vai funcionar?
Não tem segredo. Hoje o pesquisador é tratado como se trata um prefeito. A Lei 8.666 é regra para obras físicas. Isso é um problema. Na questão do preço, por exemplo, se eu vou comprar um microscópio, eu tenho que comprar o mais barato. Mas o mais barato nem sempre serve para o pesquisador. Ele quer comprar o que ele precisa. Então é uma dificuldade. Os órgãos da fiscalização são um terror nessa hora.
 
Como serão as novas regras?
Com base no que existe na lei da copa, nós estamos colocando na linguagem e dentro da visão e do interesse da ciência. Então, os prazos mudam. A pesquisa, em muitas áreas, não tem como dar um prazo, só uma estimativa de prazo. Não tem um prazo definido. O que é obra física para um laboratório? O que é material de pesquisa? Um microscópio, um computador de alta precisão? A lei diz que tudo tem que ser licitado como obras físicas. Nós vamos colocar na lei que tudo isso tem que ser contratado como material de pesquisa.
 
O que a lei das fundações de apoio traz de novidade?
As fundações de apoio voltam a ter uma importância muito grande dentro das universidades e vão poder fazer contratações diretas independentes da universidade. Claro que, em comum acordo, ela poderá contratar direto com empresas. Vamos autorizar esses contratos diretos. Não é papel do pesquisador mexer com burocracia. Para que o pesquisador não perca tempo com isso, nós propomos – e o governo já aceitou – que haverá uma equipe de administração dentro das fundações. Ele faz a pesquisa e a fundação faz a prestação de contas.
 
A proposta inicial era de que houvesse um Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Pelo fato de o projeto estar sendo desmembrado em leis distintas, deixa de ser considerado um código?
Deixa. Formalmente não é mais um código. É inapropriado, mas continuamos chamando assim porque é um grande título. Nós não pudemos consolidá-lo numa única peça de lei porque é um conjunto de detalhes tão grandes que, algumas vezes, a velocidade de modificação é muito grande. Essa questão de inovação muda muito rápido. Então, se colocar num código não dá para mexer a qualquer hora. Por isso, os assuntos serão tratados em diferentes leis ordinárias.
 
As audiências públicas já realizadas influenciaram na decisão pelo desmembramento?
Sim. Eu propus essa metodologia e todos concordaram. O próprio governo concordou.
 
E de que forma a comunidade científica se manifestou?
Muito confiante. Você imagina cinco leis e a complexidade de cada uma delas. A gente conseguir aprovar com a rapidez com que está aprovando… Alguns não acreditavam. Isso tem motivado muito os pesquisadores. Temos tido contribuições, onde quer que a gente chegue. E vamos continuar debatendo nas audiências públicas.
 
Quais são as próximas?
Temos mais quatro aprovadas: Vitória, Salvador, Rio Grande do Sul e uma na UnB [Universidade de Brasília]. E ainda dentro da Câmara teremos ainda, pelo menos, mais duas. Cada lei dessas vai ter que organizar audiências próprias.
 
E os deputados, como se posicionam a respeito?
No início, eles não compreendiam de fato aonde eu queria chegar. Num momento, achavam que eu estava perdido; em outro, achavam que não valeria a pena.
 
E aonde o senhor quer chegar?
Como eu não tinha como ter o código numa lei só, eu tive que negociar com o governo os grandes gargalos e propor ao próprio governo que propusesse as leis de competência dele. Essa foi a grande conquista. Quando o governo concordou em desmembrar, a comissão entendeu.
 
O senhor acha que haverá resistência por parte dos parlamentares em aprovar as leis?
Não. O primeiro grande teste foi a aprovação da Medida Provisória 614 sem briga, sem confusão. Acredito que haja um amadurecimento. O pessoal entendeu que é o conjunto dessa obra que vai dar a resposta que os cientistas estão precisando.
 
Qual a perspectiva de que essa legislação esteja em vigor?
Dentro da Câmara, a gente tem cinco coisas para serem votadas até outubro. Aí temos novembro para ver se o Senado acompanha a mesma velocidade. E acho que vai. Até o Natal, estaremos promulgando tudo isso.
 
De que forma ela vai melhorar a vida do pesquisador?
Ah, é muito mais liberdade… Só o RDC, que é a espinha dorsal de tudo, vai ter um impacto enorme na área de importação e exportação. Nós estimamos que, em dez anos, o Brasil pode estar substituindo uma série de produtos de alto valor agregado, que hoje é o que tem desequilibrado mais a nossa balança comercial.
 
Então, vai ter um impacto considerável na economia do país…
Só para você ter uma ideia, o que estamos fazendo aqui foi feito lá nos Estados Unidos. E eles têm a expectativa de dar um impacto positivo de 3% na economia americana. Aqui, o impacto deve ser de mais de 70 bilhões de dólares, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
 
(Mario Nicoll, Jornal da Ciência)


Lilian Cristina Monteiro França* para o Jornal da Ciência

Não existe pesquisa sem revisão de literatura e referencial teórico. Em um momento em que o fluxo de comunicação se acelera e a Internet disponibiliza uma vasta gama de artigos científicos, escritos sob as mais variadas perspectivas, orientações e matizes teóricos, uma nova barreira se apresenta.

Se, antes da rede das redes, o acesso à produção acadêmica envolvia o deslocamento até as grandes bibliotecas e a seus acervos de livros, revistas científicas, teses, dissertações e monografias, demandando recursos consideráveis para o transporte/alojamento, hoje, a cobrança por acesso a conteúdo (paywall systems) vai surgindo como nova preocupação, mais uma vez segmentando o acesso ao conhecimento.

Um pesquisador que deseje ler o artigo "n-3 fatty acids and lipoproteins: Comparison of results from human and animal studies", de William S. Harris, deve "comprar o artigo" por $39,95 (USD); aquele que quiser estudar as mudanças no jornalismo contemporâneo poderia, por exemplo, selecionar os artigos, "Dumbing down or shaping up: New technologies, new media, new journalism", "Journalism in a state of flux: Journalists as agents of technology innovation and emerging news practices", "New media and journalism practice in Africa: An agenda for research", "Coming to Terms with Convergence Journalism: Cross-Media as a Theoretical and Analytical Concept", "US Foreign Correspondents: Changes and Continuity at the Turn of the Century", e teria em seu "carrinho de compras" a quantia de $125 (USD), $25 (USD), pelo acesso a cada um dos cinco artigos.
 

Mas se o preço parece alto, existem alternativas, é possível alugar um artigo científico por 24h com valores que oscilam entre $1,99 (USD) e $12 (USD) ou optar pela compra de pacotes que dão direito à leitura de um determinado número de artigos por um preço mais baixo, por $9,99 (USD) ou $19,99 (USD) a depender da área.

Nesse shopping de artigos, a lei da oferta e da procura também funciona, artigos mais procurados têm valor mais elevado, assim como autores mais conceituados. Como determinam as estratégias de marketing, lançamentos são mais caros e artigos com mais de dois anos sofrem deflação, alguns chegam, mesmo, a entrar no espaço de liquidação, antes de serem liberados para os espaços de acesso gratuito. Grandes portais oferecem planos individuais e institucionais e descontos especiais para quem quiser voltar a ser assinante.

No site da DeepDyve-Search, Rent, Read é possível arrendar 40 artigos por $40 (USD) por mês, com a vantagem (sic) de poder manter os artigos alugados não utilizados nos meses seguintes ("Unused rentals get rolled over", afirma o site). O site promete também varrer a DeepWeb, zona não indexada da Internet, onde supostamente se encontram artigos e pesquisas raros além dos chamados materiais proibidos (como manuais terroristas, pornografia, tráfico de pessoas e drogas, entre outros) e que merece a constante vigilância dos serviços de informação. Em resumo, o DeepDyve protege (sic) o usuário que não precisa se arriscar a mergulhar nas águas turvas da "web invisível".

Ironias à parte, o mercado de artigos científicos vem se tornando cada vez mais rentável. Duas das maiores editoras de artigos científicos elevaram os preços de suas assinaturas on-line em mais de 145% nos últimos seis anos.

A crise promovida pelos paywall systems não atinge apenas os pesquisadores individuais. Recentemente, a universidade de Harvard publicou uma nota informando que não pode mais arcar com o custo da assinatura de revistas e portais científicos (cerca de 3,5 milhões de dólares por ano) e recomendou que seus pesquisadores passassem a publicar seus artigos em plataformas de acesso livre. Robert Darnton, diretor da Harvard Library, em entrevista ao jornal The Guardian, disse que o custo da assinatura de uma revista científica, como o The Journal of Comparative Neurology equivale ao custo de produção de 300 monografias (ver http://www.theguardian.com/science/2012/apr/24/harvard-university-journal-publishers-prices).

Um movimento chamado "primavera acadêmica", uma analogia à chamada "Primavera Árabe", capitaneado pelo matemático e pesquisador de Cambridge, Tim Gowers, prega um boicote à principal editora de publicações científicas, a Elsevier. O movimento conta com um site, o The Coast of Knowledge, em que os pesquisadores podem declarar o seu boicote e optar por publicar apenas em plataformas de acesso livre. O grupo também se recusa a atuar como parecerista para qualquer tipo de publicação que cobre por acesso, numa estratégia que pode desmontar os sistemas baseados na avaliação do tipo peer reviewed.

As três maiores editoras da área, Elsevier, Springer e Wiley, detêm mais de 20.000 publicações científicas e representam 42% de todos os artigos publicados no mundo e o lucro das três somam alguns bilhões de dólares.

Submeter artigos para a publicação em alguns periódicos também implica no pagamento de taxas. A pressão para que os pesquisadores tenham seus trabalhos publicados abriu um novo nicho de mercado; o preço para publicar artigos em algumas revistas chega a $5.000 (USD), como é o caso da revista Cell Report, que destaca: "To provide open access, expenses are offset by a publication fee of $5000 (USD) that allows Cell Reports to support itself in a fully sustainable way. This publication charge is the only fee that authors pay" (grifo meu). O valor da taxa é superior à maior parte dos salários mensais pagos a professores universitários no Brasil. A Cell Report não cobra pelo acesso aos artigos, inserindo-se no rol das publicações do tipo open acess.

Algumas publicações exigem pagamento mesmo para artigos que forem rejeitados, sob o argumento de que os pareceristas são remunerados para fazer a avaliação dos artigos. A remuneração varia, em média, entre $32 e $400 (USD), para cada artigo avaliado.

De todo modo, as contas não fecham. Os custos com impressão em offset não se justificam numa era em as publicações são majoritariamente baixadas pela web, os custos administrativos alegados e com os pareceristas também não justificam o fato de um artigo de vinte páginas custarem quase o dobro de um livro de cem páginas. Se a lógica fosse essa, as editoras já teriam fechado as suas portas.

O chamado "fator impacto" determina o "preço do prestígio", fazendo com que os pesquisadores invistam no pagamento para publicar, ameaçados pela pressão do "publicar ou perecer". Recentemente, quatro periódicos brasileiros foram punidos pela Thomson Reuters e suspensos do ranking por um ano, em virtude da aplicação de um algoritmo que fazia elevar o "fator de impacto" através do aumento do número de citações, fator este que é considerado nas avaliações de jornais científicos.

Em uma era marcada pela Web 2.0 e sua perspectiva de produção colaborativa, o mundo acadêmico parece sucumbir à lógica capitalista do lucro, monetizando a ciência e a produção do conhecimento.

Lilian Cristina Monteiro França é professora/doutora do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Sergipe (DCOS/UFS)

(Jornal da Ciência)


Inscrições serão abertas no dia 16 de setembro
 

Quem terminou a graduação e está em busca de uma especialização na área não pode perder esta oportunidade. O Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) estará com inscrições abertas de 16 de setembro a 05 de novembro de 2013 para o processo seletivo dos cursos de Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu, referentes ao ano letivo de 2014.
 
É possível candidatar-se aos cursos de especialização em Educação de Jovens e Adultos – campus Nilópolis (15 vagas), Educação e Divulgação Científica – campus Mesquita (10 vagas), Ensino de Ciências com ênfase em Biologia e Química – campus Rio de Janeiro (15 vagas), Ensino de Ciências Naturais e Matemática – campusVolta Redonda (15 vagas), Ensino de Histórias e Culturas Africana e Afro-Brasileira – campus São Gonçalo (18 vagas), Gestão Ambiental -campus Nilópolis (15 vagas), Linguagens Artísticas, Cultura e Educação – campus Nilópolis (15 vagas) e Segurança Alimentar e Qualidade Nutricional – campus Rio de Janeiro (20 vagas). Também há oportunidades para o Mestrado Acadêmico em Ensino de Ciências – campus Nilópolis (10 vagas), Mestrado Profissional em Ensino de Ciências – campus Nilópolis (12 vagas) e Mestrado Profissional em Ciência e Tecnologia de Alimentos – campus Rio de Janeiro (10 vagas).
 
Os interessados devem pagar taxa de inscrição no valor de R$70 (cursos de especialização) e R$90 (mestrados), em qualquer agência do Banco do Brasil, através da Guia do Recolhimento da União – GRU, disponível no endereço eletrônico:https://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp
 
Os pré-requisitos variam de acordo com a vaga pretendida. O processo seletivo consta de avaliação escrita, análise de currículo e arguição (para os cursos de especialização, exceto os de Gestão Ambiental e Segurança Alimentar e Qualidade Nutricional, que é igual ao dos mestrados) e das mesmas etapas mais exame de suficiência em língua inglesa (mestrados).
 
Os editais estão disponíveis no site do IFRJ, em www.ifrj.edu.br – Concursos – Ensino de Pós-Graduação – Pós-Graduação Lato Sensu(cursos de especialização) e Pós-Graduação Stricto Sensu(mestrados).
 
(Assessoria de Comunicação do IFRJ)

(Jornal da Ciência)
 
Transporte e Logística, Finanças e Análise de Investimentos e Gerência de Produção são as áreas de concentração

O Departamento de Engenharia Industrial do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio) acaba de abrir inscrições para os cursos de Mestrado e Doutorado em Engenharia de Produção, com início em março de 2014. Os interessados na pós-graduação podem se inscrever até 29 de novembro no site http://www.ind.puc-rio.br.
 
As sete linhas de pesquisa oferecidas – sistemas de transporte, sistemas logísticos, mercado de capitais, finanças corporativas, gerência de operações, planejamento e organização de sistemas produtivos e engenharia de qualidade – estão inseridas nas áreas de concentração Transporte e Logística, Finanças e Análise de Investimentos e Gerência de Produção.
 
Os alunos têm a possibilidade de obter bolsas da CAPES ou do CNPq. Para mais informações, basta entrar no site ou enviar e-mail para [email protected].
 
(Assessoria de Comunicação CTC/PUC-Rio)
 
(Jornal da Ciência)
 
 
As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de setembro pelo e-mail [email protected]
 
Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) promove, no dia 20 de setembro, o simpósio "Os desafios da invenção e inovação no Brasil: Experiências de sucesso e insucesso no Estado de São Paulo", na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), interior de São Paulo, que será realizado no auditório Bento Prado Jr.
 
A reunião terá a participação de profissionais reconhecidos nas áreas de desenvolvimento de produtos, processos, patentes, interação com empresas, estudos e administração de ciência e tecnologia que discutirão o processo de invenção e inovação nas universidades e empresas do Estado de São Paulo.
 
As inscrições podem ser feitas até 16 de setembro pelo e-mail [email protected], colocando no assunto da mensagem "Simpósio Inovação São Carlos" e, no conteúdo, o nome, endereço e cargo atual.
 
O cartaz de divulgação pode ser conferido em www.acadciencias.org.br.
 
 
Decisão foi tomada após conversa com Helena Nader, presidente da SBPC
 
O senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF) vai apresentar um requerimento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) solicitando a realização de uma audiência pública para debater o Projeto de Lei do Senado 387/2011, que trata dos repositórios das publicações científicas. A decisão do senador foi tomada ontem, após uma audiência com a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, sobre o assunto. O objetivo é ampliar a discussão do texto com diversas instituições ligadas ao setor, entre elas, a SBPC, a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (Capes) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
 
O projeto determina que as instituições de educação superior de caráter público e as unidades de pesquisa constituam repositórios institucionais de acesso livre na rede mundial de computadores à sua produção técnico-científica. Segundo o texto do projeto, nesses repositórios, deverá ser obrigatoriamente depositado "o inteiro teor da produção técnico-científica conclusiva dos estudantes aprovados em cursos de mestrado, doutorado, pós-doutorado ou similar, assim como da produção técnico-científica, resultado de pesquisas científicas realizadas por seus professores, pesquisadores e colaboradores, apoiados com recursos públicos".
 
Desse modo, deverá ser depositada nesses repositórios toda a produção científica resultado de pesquisas que receberem apoio financeiro dos governos federal, estaduais ou municipais. Em maio do ano passado, o senador Cristovam Buarque (PDT/DF) protocolou relatório favorável à aprovação do PLS 387/2011. Agora, após a audiência pública, o projeto deverá seguir para a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). Se aprovado por esta comissão, o projeto de lei será encaminhado para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), para em seguida ser encaminhado à Câmara dos Deputados.
 
(Vivian Costa)

(Jornal da Ciência)

A Associação de Pós-graduandos da Universidade de São Paulo do Campus de Ribeirão Preto (APG-USP-RP) vem, desde 1976, refletindo e construindo junto à formação de cientistas, professores universitário, dirigentes de órgãos públicos e privados, durante seus anos de formação universitária. 

Esta nossa pequena contribuição para os rumos democráticos e jubilosos de nosso país se faz em um processo de diálogo e cooperação com as instituições que tradicionalmente tem em seus papéis uma vultosa responsabilidade neste direcionamento, concomitante a sensibilidade em ouvir aqueles que estão, em sua limitação, colocando proposições relevantes ao olhar do outro lado da prática cotidiana.
 
Neste intuito, inicialmente, gostaríamos de parabenizar a construção desta parceria de Universidades e Forças Armadas em uma proposta de Extensão Universitária voltada para a educação e o empreendedorismo social, superando a visão utilitarista e impositiva que muito tempo vigorou nas universidades e no círculo da intelectualidade brasileira na relação entre o saber sistematizado e o saber popular.
 
No mais pretendemos, brevemente, colocar algumas reflexões e proposições para construir em conjunto um novo desafio junto a estas práticas extensionistas de forma a ampliar seus êxitos já bem estabelecidos. 
 
Em termo de educação pós-graduanda, as políticas de Cultura e Extensão são demasiadamente desprezadas pela academia. Quando propomos a discussão sobre as relevâncias sociais de um projeto ou mesmo o planejamento de atividades de educação com a população, nos deparamos com um olhar de estranheza dentro dos colegiados ou grupo de pesquisas.
 
Outra evidencia que nos traz esta necessidade de fortalecer as atividades de extensão universitária junto à pós-graduação está na ausência explícita de indicadores de Cultura e Extensão, ou o baixo peso atribuído a estes, em avaliações institucionais oficiais.
 
Daí a imprescindibilidade de ampliarmos uma práxis sólida entre educação-pesquisa-desenvolvimento social-justiça social, como já vemos na graduação, ampliando e valorizando os projetos de Cultura e Extensão que podem ter como exemplo concreto, e de sucesso, a fase atual do “Projeto Rondon”.
 
Estes projetos, inegavelmente, apenas se consolidarão e perpetuarão com a participação destes que serão futuros docentes universitários, ou outras lideranças em suas áreas, que por sua experiência em Cultura e Extensão durante a pós-graduação irão fomentar e participar ativamente destas atividades no futuro.
 
Assim se dirigindo a nossa universidade, mas deixando em aberto nossa colaboração com outras faculdades e universidades, as seguinte propostas:
 
– Elaborar em conjunto e dar suporte a projetos multidisciplinares em todos os campi, com a participação de um grupo formado por docentes, funcionários, estudantes de graduação e pós-graduação, lideranças comunitárias e movimentos sociais, para construirmos internamente e em nossos próprios arredores uma nova proposição de formação de nossos estudantes, de prática para nossos professores e de futuro para estas populações.
 
– Estabelecer um Programa de Aperfeiçoamento em Cultura e Extensão (PACEx), similar ao Programa de Aperfeiçoamento de Ensino (PAE) já implantado na USP, que consiste em um programa que ao mesmo tempo: valoriza as atividades de Cultura e Extensão cadastradas junto a instituição que solicitarem a participação de um ou mais pós-graduando; valoriza a inclusão das atividades de Cultura e Extensão na formação universitária; e valoriza a participação do estudante comprometido com esta área com uma bolsa.
 
Lembramos que na graduação da USP a monitoria departamental, uma atividade que introduz o aluno no conhecimento da educação universitária, possui no PAE um similar que trabalha como uma sistematização do início da docência universitária, assim, naturalmente, esperaríamos que o projeto de “Aprender com Cultura e Extensão”, que introduz a prática aos estudantes de graduação, tenham um similar no PAEX, que não existe hoje.
 
E se dirigindo aos responsáveis das Forças Armadas pelo Projeto Rondon, colocamos as seguintes propostas:
 
– Ampliar as atividades e parcerias entre universidade e Forças Armadas, para além do “Projeto Rondon”, ampliando o suporte logístico a atividades de duração mais prolongadas que possibilitem a organização de atividades de Cultura e Extensão de longo prazo dentro do currículo universitário, possibilitando a construção pela universidade de estágios disciplinares em novos cenários de prática e formação profissional. Estas atividades possibilitam ao graduando e pós-graduando novas opções em sua vida profissional, por uma área de atuação que atenda populações ou regiões, ou mesmo se direcionar a carreira militar, que só terão contatos prévios com a existência destas atividades. 
 
– Incluir no quadro de rondonistas a participação dos pós-graduandos como auxiliares de coordenação junto as operações do Projeto Rondon ou projetos similares, lembrando:  da dificuldade de participação de mais de um docente pelo período das atividades da operação; da capacidade de supervisão na área profissional graduada deste profissional-estudante; e da necessidade de aproximar os pós-graduandos para que se perpetue a construção destes e de demais projetos de Cultura e Extensão pelos futuros docentes e apoiadores destas atividades.
 
Mais que propostas, estas são algumas das reflexões e opiniões que esperamos discutir com maior profundidade neste I Congresso Nacional do Projeto Rondon e em diálogos futuros tanto com a USP e demais universidades, quanto com as Forças Armadas, e outros órgãos governamentais envolvidos, mostrando que estamos atentos a necessidade de ampliação e sistematização das atividades de Cultura e Extensão junto a Pós-graduação Strictu-Sensu brasileira e confiantes que as instituições prestigiosas que também empunham a bandeira da Cultura e Extensão nas Universidades, como a USP e demais universidades presentes neste Congresso e as Forças Armadas do Brasil, possam ser receptivas ao nosso esforço pequeno em termo da grandiosidade do tema, mas que se engrandece por estas entidades identificarem nos pós-graduandos e nas instituições que os representam, verdadeiros, parceiros.
 
Agradecemos a atenção e nos dispomos a colaborar sempre neste sentido, parabenizando a todos por mais esta vitória à Cultura e Extensão Universitária Brasileira.
Associação dos Pós-graduandos da Universidade de São Paulo do campus de Ribeirão Preto
Entre seus diretores:


     Claudimar Amaro de Andrade Rodrigues
        rondonista, Operação Vale do Ribeira – 2006 (Eldorado-SP) e Operação Centenário da Comissão Rondon – 2007 (Vitória do Jari-AP)
 
    Mariana Lopes Borges
       rondonista, Operação Rei do Baiao – 2010 (Santa Maria da Boa Vista- PE)
 
    Silvana Proenca Marchetti
             rondonista, Operação Rei do Baiao – 2010 (Santa Maria da Boa Vista- PE)
 
Ribeirão Preto, 31 de agosto de 2013