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Este ano, a Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), comemora 80 anos de existência. Para celebrar suas conquistas e projetos – que a colocaram entre as escolas mais importantes do país no quesito da saúde, pesquisa e extensão – a instituição elaborou uma programação especial para o mês de junho, com atividades esportivas, acadêmicas e sociais abertas à comunidade. 

A sessão solene de abertura será realizada pelo professor Antonio Carlos Lopes, Diretor da EPM/Unifesp, no dia14/06/2013 às 10:00h no Anfiteatro Marcos Lindenberg, localizado na Rua Botucatu, 862, 2º andar.
Clique aqui para saber detalhes sobre a programação. 

Em paralelo ao evento, a EPM/Unifesp e a Duke University também realizarão, no dia 10 de junho, o Brazilian Global Health Symposium, sediado no Anfiteatro Leitão da Cunha,das 8h às 17h. O evento, exclusivo para os profissionais da saúde, tem o objetivo de discutir projetos, tecnologias, avanços e políticas públicas da medicina, em prol da promoção qualidade de vida. 

Clique aqui para se inscrever no Brazilian Global Health Symposium.

 


Doutores brasileiros e franceses podem submeter propostas até 5 de julho

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá (Fapeap) e a Embaixada da França no Brasil lançam chamada de proposta do programa Franco-Brasileiro. Os candidatos brasileiros e franceses interessados devem ter doutorado. As propostas podem ser submetidas até 5 de julho.

A chamada visa apoiar a execução de projetos conjuntos de pesquisa, capacitação e inovação tecnológica no âmbito da colaboração científica e tecnológica entre os pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa do Amapá e pesquisadores e docentes franceses. A fundação irá custear recursos de até R$ 200 mil reais.

Serão aceitas propostas nas áreas de biodiversidade, biotecnologia, sensoriamento remoto, ecossistemas aquáticos, saúde e meio ambiente, agroecologia, energias renováveis, ciências humanas e sociais ligadas aos desafios regionais (políticas e estratégias de desenvolvimento territorial sustentável), nas quais haja colaboração científica entre pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa do estado e instituições da Guiana Francesa ou da França.

Mais informações no site: www.fapeap.ap.gov.br.
 
(Agência Gestão CT&I de Notícias)
 
(Jornal da Ciência)
Projetos podem ser enviados até 5 de junho

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) destinará R$ 8 milhões para apoiar propostas que estimulem o desenvolvimento científico, tecnológico e inovador da unidade federativa. Interessados têm até 5 de junho para enviar projetos.

Todas as áreas do conhecimento serão contempladas pelo edital. Para participar, os candidatos devem possuir título de doutor, ter vínculo empregatício com a instituição do projeto e ter currículo cadastrado na Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Os financiamentos das propostas serão realizados por meio das faixas A, até R$ 25 mil, e faixa B, até R$ 50 mil. Os trabalhos terão duração máxima de 24 meses, com a possibilidade de prorrogação, com antecedência mínima de 90 dias corridos da data do término de sua vigência.

Para mais informações acesse a íntegra do edital neste link.
 
(Ascom da Fapergs)


(Jornal da Ciência)

Cidadãos e organizações sociais divulgaram, nesta terça-feira (28), um Manifesto contra a redução da maioridade penal.  O manifesto anuncia preocupação com a recente campanha da grande mídia para criar um clima de terror e tentar abafar o problema da segurança pública por meio de uma única medida. Ele destaca ainda que “reduzir a maioridade penal é inconstitucional e representa um decreto de falência do Estado brasileiro, por deixar claro à sociedade que a Constituição é letra-morta e que as instituições não têm capacidade de realizar os direitos civis e sociais previstos na legislação.” A Associação Nacional de Pós-Graduandos, que participa da marcha da juventude, assinou o manifesto.

Veja alguns cidadãos e organizações que também assinaram:
 
Fábio Konder Comparato- Professor Emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
Marilena Chauí, Professora titular de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP)
Alberto Silva Franco – desembargador TJSP e membro-fundador do IBCRIM – Instituto Brasileiro de Ciências Criminais
Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia
Rui Falcão, presidente do PT
Altamiro Borges, jornalista e membro do Comitê Central do PCdoB
Andreza Lima de Menezes – advogada
Ângela Konrath – Juíza do Trabalho – Santa Catarina
Sérgio Mazina Martins, Juiz de Direito da 2a Vara, Especial da Infância e Juventude de São Paulo, Prof.
de Direito Penal na UNIFIEO/SP, Membro da AJD
Siro Darlan Oliveira – Desembargador do TJ Rio de Janeiro
Wagner Hosokawa – Mestre em Serviço Social pela PUC/SP e Coordenador de Juventude da Prefeitura de Guarulhos
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC)
UNE
UBES
CONEN – Coordenação Nacional de Entidades Negras
AJD – Associação dos Juízes pela Democracia
ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
APIB – articulação dos povos indígenas do brasil
UJS- União da Juventude Socialista
UNEGRO
Via Campesina Brasil
 


Nesta terça-feira (28), ocorreu uma assembleia geral dos pós-graduandos na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), no Mato Grosso do Sul, para a criação da Associação de Pós-Graduandos da UFGD. Durante o debate de fundação, formou-se uma comissão diretora da associação para reformular o modelo prévio do Estatuto, bem como divulgar uma minuta de estatuto na próxima assembleia. A comissão também organizará um processo de eleição da primeira diretoria da APG. A presidenta da Associação Nacional de Pós-Graduandos, Luana Bonone, também esteve presente na reunião, durante a qual falou sobre a história e o papel da ANPG e das APGs.

Um dos membros da comissão diretora, João Henrique da Silva, destacou os principais motivos que levaram os pós-graduandos da UFGD a criarem uma APG: “Ela vem como uma representação política dentro da universidade, no sentido de melhorar e fortalecer a pós-graduação.” João da Silva mencionou a importância da APG tanto internamente, para pedir melhoras na infraestrutura da universidade e nas condições de pesquisa, quanto na busca por parcerias e projetos externos. “Nos informaremos melhor sobre os direitos dos pós-graduandos, as questões em debates na ANPG e os projetos das outras instituições."

A versão final do estatuto será aprovada na próxima assembleia, que ocorrerá no dia 25 de junho.
 

Na foto, a presidente da ANPG e os membros da comissão: Fabiano, Dhiones,
 Ilsyane Kmitta, Jaqueline Campos, Ronise Nunes, Ellen Almeida, Wilker e João Henrique.

 

O Núcleo de Consciência Negra (NCN), entidade engajada no movimento pela igualdade étnica e racial, finalmente conquistou status de instituição, por meio da aprovação – pela Comissão de Cultura e Extensão da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP) – do Núcleo de Apoio à Cultura e Extensão Universitária (NACE). Por ser uma entidade autônoma, anteriormente, o NCN não era considerado parte integrante da USP. Agora, o conselho poderá promover suas políticas de inclusão social e educacional com o apoio da universidade. 

A aprovação do núcleo ocorreu, justamente, em maio, o Mês da Abolição Interrogada II – reconhecendo que o fim da escravidão marcou, meramente, o fim da utilização da mão de obra negra forçada, e abandonou a população liberta em condições de exclusão e desigualdade.

Como podem ser observados, os dados também revelam que a abolição da escravidão está inconclusa. O ingresso dos estudantes negros na USP está muito aquém do percentual desta população na sociedade, sobretudo, nos cursos de maior demanda social. Apesar de o Censo apontar a existência de 34,6% da população de São Paulo é composta por pretos e pardos, em 2013, houve apenas um calouro preto nos cinco cursos mais disputados da USP.

Este braço institucional do NCN é resultado da luta do movimento estudantil e negro, organizado por meio de seminários, saraus e mostras de arte este mês por toda USP. Dentre outras coisas, o núcleo promove, por meio de cursos gratuitos, educação e formação com o foco voltado paras as questões étnicas.

As reinvindicações do NCN não terminam por aqui.  Conforme explica o coordenador do núcleo, Leandro Salvatico, o movimento ainda precisa conquistar espaço na USP. “A USP quer demolir o barracão do Núcleo de Consciência Negra”, diz o coordenador, “por isso estamos na luta pela Casa de Cultura Negra.” Salvatico conta que esse espaço servirá para o estudo e entendimento acadêmico e cultural da população negra brasileira, e futura sede do Núcleo de Consciência Negra na USP.  Para aderir à campanha, clique aqui. 

 
 

21/05/2013

Educação
Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil
 
Brasília – O governo vai criar uma universidade de artes, que vai oferecer cursos de graduação e pós-graduação voltados para as artes e a cultura. De acordo com o ministro da Educação Aloizio Mercadante, a pasta, em conjunto com o Ministério da Cultura, terá 100 dias para apresentar um projeto. A universidade estará entre as quatro que o Ministério da Educação (MEC) vai criar em 2014.
 
"Queremos reunir na universidade todas as expressões da cultura: a música clássica, a dança clássica, a música popular, a dança popular, as artes plásticas, a pintura, a poesia, tudo em cursos de graduação, mestrado, doutorado, em uma única instituição", disse Mercadante.
 
A universidade não tem lugar definido. O ministro explica que os governadores e prefeitos devem enviar propostas. "Quem apresentar o melhor espaço, o espaço mais interessante, culturalmente mais rico, a melhor arquitetura, seguramente levará o projeto. Vamos fazer uma seleção pública para a localização da universidade", diz.
 
A ministra da Cultura, Marta Suplicy, acrescenta que a universidade poderá ganhar outros campi. "A universidade de artes pode começar como uma primeira e depois ser ampliada. Poderemos ter um celeiro de talentos e especializações em áreas que ainda não temos. O brasileiro é criativo, vai muito longe, mas se tiver instrumentos na jornada, poderá alcançar um grau de excelência. Pode ser um marco bastante importante para a cultura no Brasil".

Edição: Beto Coura

 
(Agência Brasil)

 

Alguns temas em pauta são: royalties do petróleo para a educação, comissão da verdade da UNE, ensino público e privado, maioridade penal e democratização da mídia
 
A 53ª edição do Congresso da UNE (Conune) – encontro mais importante do movimento estudantil – ocorrerá entre 29 de maio e 2 de junho.  A entidade estima que receberá cerca de 10 mil estudantes para eleger a nova diretoria da UNE, incluindo o presidente, e discutir seus  próximos rumos e posicionamentos na capital de Goiás.  A Associação Nacional de Pós-Graduandos é parceira da União Nacional dos Estudantes e apoia suas causas – sobretudo, na defesa por mais verbas para a educação pública e ampliação do acesso ao sistema universitário. 
 
De acordo com a união, durante os cinco dias, os delegados e observadores terão a oportunidade de debater e trocar opiniões sobre os rumos do país, avaliar as políticas públicas, a ação dos movimentos sociais, os avanços na área da educação, esporte, meio ambiente, direitos humanos e outros assuntos importantes do universo da juventude. O congresso assumirá forma de celebração da diversidade entre estudantes de diversas regiões, com atividades culturais, shows, intervenções artísticas, trocas e vivências diárias. As atividades do encontro serão concentradas em torno da tradicional Praça Universitária da capital goiana, na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) e na Universidade Federal de Goiás (UFG). 
Paralelamente ao congresso, haverá o 3º Encontro Nacional de Estudantes Cotistas e Prounistas, que deve contar com a presença da presidenta Dilma Rouseff e do ministro da Educação Aloizio Mercadante para discutir críticas e pontos positivos das políticas de acesso à educação.  
 
A programação também incluirá a apresentação do primeiro relatório de trabalho da Comissão da Verdade da UNE, que está investigando o caso do ex-presidente da entidade, o goiano Honestino Guimarães. Sua família receberá um novo atesto de óbito, reconhecendo a responsabilidade do Estado brasileiro por seu desaparecimento, tortura e morte.
Outra discussão proposta pelos estudantes enfatizará uma das grandes bandeiras levantadas pela UNE, “o papel do petróleo no desenvolvimento socioeconômico do país”.  A urgência da democratização da mídia, a educação como mercadoria no ensino privado, a questão da segurança pública e da maioridade penal, juntamente com o debate sobre a expansão e qualidade de ensino nas universidades federais também conduzirão as discussões. 
 
Nos dias do evento, a taxa de inscrição custará R$ 125, que incluirá alojamento, transporte em Goiânia e alimentação durante os dias do evento. Para saber mais, acesse a programação do congresso.
 

 

A Escola Nacional dos Farmacêuticos realizará, nos dias 20 e 21 de junho deste ano, o I Seminário Farmácia, com o tema “Ciência e Tecnologia a favor da Vida”.  O evento, que pretende colocar em pauta as inovações do setor da saúde em benefício da população,  será sediado no Hotel Umuarama Plaza, no Setor Central de Goiânia (GO). 
 
No primeiro dia, haverá uma mesa redonda às 20h, que discutirá o “Desenvolvimento econômico, científico e tecnológico orientado pelas necessidades do povo brasileiro”, que terá, entre seus convidados, a Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O segundo dia, terá como proposta debater “O farmacêutico, o medicamento e a farmácia no desenvolvimento econômico, cientifico e tecnológico do Brasil”, e contará com a presença do Conselho Federal de Farmácia (CFF), da  Associação Brasileira de Ensino Farmacêutico (Abenfar), da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar (SBRAFH) entre outros. 
 
O evento é co-organizado pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar). Inscreva-se no site da Escola Nacional dos Farmacêuticos. 

 
O Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), presidido por Alessandro Melchior, divulgou, na sexta-feira (17), uma nota pública sobre a redução da maioridade penal e as propostas de retrocesso no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).  A nota comunica repúdio à PEC 33/2012, proposta pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), que altera a redação dos arts. 129 e 228 da Constituição Federal a partir de um parágrafo que prevê a possibilidade de desconsideração da inimputabilidade penal de maiores de dezesseis anos e menores de dezoito anos por lei complementar.

Dentre outras coisas, a nota diz: “O Conjuve chama atenção para a visão distorcida e preconceituosa que tem justificado as propostas voltadas para o rebaixamento da maioridade penal, amplamente massificada pelos principais meio de comunicação do país. As justificativas puramente repressivas, que desconsideram a importância das políticas sociais e de medidas de caráter preventivo condizentes com a trajetória de desenvolvimento desses adolescentes escondem que quem tem majoritariamente morrido pelas armas da violência são os jovens pobres e negros das cidades brasileiras.”

A ANPG participou do debate somando-se aos defensores dos direitos da criança e do adolescente, destacando que a questão da segurança pública não será resolvida por meio de uma única medida. “É uma medida simples e ineficaz”, declarou o representante da ANPG na Conjuve, Marcelo Arias. “Devemos investigar a origem do problema: a exclusão social e a desigualdade”.  Clique aqui para ler a nota na íntegra.

Recentemente, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, voltou a afirmar, durante audiência pública, no Senado, que a maioridade penal é impedida por uma das cláusulas pétreas da Constituição.

Atualmente, há três propostas de emenda à Constituição (PECs 33/2012, 74/2011 e 83/2011) que regulam a possibilidade de punição de infratores menores de 18 anos tramitam em conjunto na CCJ.