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O movimento dos pós-graduandos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) realizou na última quarta-feira (22) uma palestra para debater o movimento estudantil com vistas a estruturar uma APG na universidade. Os diretores Caio Lara, vice-presidente da regional sudeste e Pedro Peixe, diretor de instituições públicas, ambos representando a ANPG, marcaram presença na atividade. O pró-reitor de Pós-Graduação, Prof. Ricardo Santiago Gomez, também prestigiou a mesa de debate.

 
Fotos: Caio Lara e Pedro Peixe
O professor convidado Luis Oswaldo Carneiro Rodrigues proferiu a palestra “Formação acadêmica versus produtividade estudantil: o Tamanduá Olímpico entrega o ouro” para o público formado pelos estudantes do movimento local e os representantes da Universidade Federal Ouro Preto (UFOP). 
 
A participação dos diretores da ANPG vem de encontro com o esforço da entidade em estimular a constituição de novas associações no país.  Os diretores ressaltaram a importância de fortalecer a representação estudantil em Minas Gerais, com a organização do movimento estudantil na universidade, que é a maior do Estado. 
 
O movimento pró-APG UFMG foi encabeçado pela estudante de pós-graduação Juliana Viegas. O próximo passo rumo à concretização da APG/UFMG é a eleição da futura diretoria, dia 22 de Setembro. 
 
Fique atento e participe!
 
Da redação, com informações de Caio Lara
 

 

A  SBPC encaminhou nesta quarta-feira (22) à excelentíssima senhora presidenta Dilma Rousseff, um manifesto sobre os recursos a serem destinados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2013, em preparação pelo Poder Executivo para encaminhamento ao Congresso Nacional. Confira o texto na íntegra.

 

 
 
Senhora Presidenta,
 
A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e suas 105 Sociedades Científicas associadas, em reunião realizada neste mês de agosto, manifestam a preocupação com os recursos a serem destinados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2013, em preparação pelo Poder Executivo para encaminhamento ao Congresso Nacional.
 
O Brasil ocupa hoje a 6ª posição na economia mundial e está entre os 13 países com maior produção científica, segundo ranking baseado nos artigos científicos publicados em revistas indexadas. No entanto, de acordo com dados internacionais, ocupa a 57ª  posição em educação básica, e o 58º lugar em inovação. Essas posições refletem a necessidade de aumento nos investimentos voltados para o desenvolvimento educacional, científico e tecnológico nacional, necessários para a consolidação de uma política de Estado estruturada de ciência, tecnologia e inovação.
 
 
As sociedades científicas reconhecem as iniciativas ousadas de V.Exa. em prol da educação e da CT&I, claramente demonstradas com a criação do programa Ciência Sem Fronteiras. Porém, não podemos negligenciar o fato de que durante dois anos consecutivos houve cortes importantes no orçamento da área de Ciência, Tecnologia e Inovação. 
 
As nações mais desenvolvidas investem em ciência e tecnologia para ampliar sua base de conhecimento e aumentar seu potencial de inovação, de modo a gerar mais emprego e melhorar a distribuição de renda. É esse o conceito da economia baseada no conhecimento propagado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). A falta de recursos adequados não somente impossibilita a necessária expansão da infraestrutura para a pesquisa científica e tecnológica, como põe em risco a infraestrutura já existente. 
 
A SBPC reconhece parte importante do esforço quanto às dotações recebidas à conta de instrumentos como os fundos, sobretudo o Fundo Setorial do Petróleo e Gás Natural, que tem apoiado uma gama extensa de atividades de C,T&I pelo seu caráter transversal, envolvendo diversas áreas do conhecimento.
 
No entanto, a despeito do muito que se realizou com esse fundo, o novo marco regulatório do setor de petróleo e gás natural, que se encontra em discussão no Congresso Nacional, por meio do Projeto de Lei nº 2565/2011, prejudica consideravelmente o esforço do MCTI. O PL propõe a redução de grande parte dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT, especificamente aqueles destinados ao CT-PETRO, que são voltados para o financiamento da pesquisa científica e do desenvolvimento tecnológico aplicados ao setor. 
 
A legislação em vigor (Lei nº 9.478/1997) destina ao CT-PETRO a parcela de 25% dos royalties excedentes do regime de concessão. A gravidade da extinção dos recursos dos royalties do CT-PETRO está no prejuízo causado ao esforço do MCTI de ampliar e tornar mais estáveis os recursos disponíveis para a pesquisa e o fomento tecnológico no País. Solicitamos que no futuro 50% dos royalties do petróleo sejam destinados a C,T&I.
 
Senhora Presidenta, ao invés de se cortar recursos destinados ao MCTI, apelamos ao governo que recomponha o orçamento do Ministério na LOA referente a 2013, de forma a assegurar ao Brasil uma posição de constante desenvolvimento da ciência e tecnologia em busca da prosperidade e da justiça social.
 
 
Atenciosamente,
 
HELENA BONCIANI NADER
Presidente
 
 
 
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou, nesta segunda-feira (20), em São Paulo, o Programa Estratégico de Software e Serviços de TI, o TI Maior, com a finalidade de fomentar a indústria de software e serviços na área de tecnologia da informação (TI).
 
Com investimentos de aproximadamente R$ 500 milhões para o período de 2012-2015, o TI Maior está estruturado em cinco pilares: desenvolvimento econômico e social, posicionamento internacional, inovação e empreendedorismo, produção científica, tecnológica e inovação, e competitividade. Os recursos serão subvencionados por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
 
O TI Maior prevê ações, como: aceleração de empresas com base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais; a preferência nas compras governamentais para softwares com tecnologia nacional; capacitação de jovens para atuar na área de TI e atração de centros de pesquisa globais.
 
"Queremos que a produção de softwares cresça no Brasil a uma taxa muito alta e que esse crescimento represente divisas para o País, geração de renda para as empresas e criação de postos de trabalho qualificados para os brasileiros. O software brasileiro deve fazer frente ao produzido no exterior", disse o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.
 
O secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida, destacou que um dos maiores desafios do programa será a redução da defasagem científica e tecnológica que separa o Brasil das nações mais desenvolvidas. "O setor de TI já tem 73 mil empresas no Brasil e faturou US$ 37 bilhões apenas em 2011, ou seja, nossa indústria é qualificada. O TI Maior chega para fomentar esse campo portador de inovação, acelerando os demais setores econômicos do País", ressaltou Virgilio.
 
Fomento
 
Um dos principais motores do Programa TI Maior será o fomento às start-ups, aceleradoras de pesquisa e desenvolvimento na área de softwares e serviços. As start-ups serão estruturadas em uma rede de mentores e investidores, por meio de consultorias tecnológicas, institutos de pesquisa e incubadoras, parcerias com universidades, articulação com grandes empresas nacionais e internacionais, além de programas de acesso a mercado e compras públicas.
 
 
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Fonte: Jornal da Ciência 
 

O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) divulga nota em defesa da aprovação imediata do Plano Nacional de Educação de 2012. Segundo o Conselho, o PNE foi construído de forma democrática, numa parceria entre governo e sociedade civil.

Segundo o texto, o Plano foi debatido em inúmeras conferências municipais, 27 conferências estaduais e na Conferência Nacional de Educação. Além disso, foi discutido, de forma assídua, por mais um ano, na Comissão Especial do PNE da Câmara dos Deputados. A nota defende, entre outros pontos, a meta de investimento de 10% do PIB no setor.
 
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Fonte: Conjuve

 

A presidenta da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), Luana Bonone, participou nesta quarta-feira (23) da reunião com a presidenta Dilma e o ministro da educação, Aloizio Mercadante para tratar de diversos temas do movimento estudantil e, prioritariamente, da destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação. A União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e a Secretaria Nacional de Juventude também estiveram presentes na audiência. 

 
O governo posicionou-se favorável aos 10% e se comprometeu a defender que área da educação seja contemplada com 50% do Fundo Social do Pré-sal e 100% dos royalties, garantindo, assim, a vitória dos estudantes brasileiros.
 
Na reunião as entidades pautaram a greve nas universidades federais, as demandas de ampliação da assistência estudantil e todas as questões relativas à garantia de qualidade no processo de expansão das federais, exigindo que o governo federal se comprometa com  os avanços da educação brasileira. Luana Bonone aproveitou a ocasião para endossar a luta em defesa dos recursos destinados ao Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), questionando a presidenta Dilma sobre o orçamento destinado a pasta que, de 2010 até os dias de hoje, vêm sofrendo perdas significativas. Segundo a presidenta, em 2013 não haverá contingenciamento. 
 
A ANPG segue mobilizada para recuperar a defasagem dos recursos da educação e, acredita que o caminho rumo à conquista dos pós-graduandos depende da ampliação da campanha e do forte posicionamento político capaz de positivar os direitos dos pesquisadores. “Defender o 50% do Fundo Social do Pré-Sal e 100% dos royalties do petróleo é também lutar pela valorização permanente das bolsas de pesquisa. O dever agora é agitar o Brasil para garantir esse investimento estratégico.” afirma Luana. 
 
Neste sentido, o Ministro Mercadante confirmou que receberá a Associação Nacional de Pós-Graduandos no dia 29 para debater a política de bolsas. Na ocasião, será solicitado o encaminhamento pelo Executivo do PL que estabeleça uma política permanente de reajuste, para que não fiquem defasadas em 40% como ocorreu no último período.
 
Da redação

Na última segunda-feira, 20/08, os pós-graduandos da UNICAMP promoveram um debate com o tema: "A importância do pós-graduandos no desenvolvimento científico do país."

Fotos: Carolina Pinho
A atividade faz parte das mobilizações do Movimento Nacional de Pós-Graduandos em torno da pauta de valorização da pesquisa e do pesquisador no Brasil, especialmente sobre o reajuste das bolsas de pesquisa, e foi promovida por pós graduandos e APG´s de diversos cursos da UNICAMP.
 
No debate, que contou com a participação de pós-graduandos de 11 cursos da UNICAMP, o professor Dr. Plínio Arruda Sampaio Junior e a professora Dra. Teresa Atvars – ambos da UNICAMP – abordaram questões como a política de ciência e tecnologia no Brasil, a condição da mulher pesquisadora e o papel do movimento dos pós-graduandos nas conquistas de seus direitos.
 
Além dos professores, também fez uma fala o Diretor de Políticas de Emprego da ANPG, o pós-graduando Flavio Silveira, da UNICAMP. Flavio destacou a importância da mobilização dos pós-graduandos para a conquista em importantes pautas do movimento nacional de pós-graduandos, inclusive no reajuste de 10% no valor das bolsas de pesquisa e da necessidade de as mobilizações serem aprofundadas para conquistarmos o aumento de 40%.
 
O debate ajudou a impulsionar a mobilização dos pós-graduandos da UNICAMP para a caravana à Brasília pelo Reajuste de 40% nas Bolsas de Pesquisa, na próxima semana. Os pós-graduandos da UNICAMP conquistaram um ônibus para ir até a Caravana e ajudar a aumentar a pressão para que a pauta seja conquistada.
 
Os pós-graduandos planejam realizar um novo debate na UNICAMP, logo após a Caravana, sobre a internacionalização da Pós Graduação. 
 
Texto de Carolina Pinho, Diretora de Instituições Estaduais da ANPG

A ANPG, representada pela APG/UFPE, participou na terça-feira (21) do anúncio oficial do aumento das bolsas de pesquisa de mestrado e doutorado concedido pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe). O compromisso foi firmado no centro de convenções de Pernambuco pelo governador de estado, Eduardo Campos, com a presença do secretário de Ciência e Tecnologia, Marcelino Granja, o diretor da Facepe, Diogo Simões, além dos reitores Anísio Brasileiro (UFPE) e Carlos Calado (UPE).

Os reitores das universidades, técnicos, professores e estudantes de pós-graduação receberam a notícia com muito entusiasmo. A partir de agosto de 2012, o valor da bolsa de mestrado sobe para R$ 1.525, o que representa um aumento de 27%. Para o doutorado, as bolsas atingem o valor de R$ 2.440, representando 36% de reajuste. Com o incremento da oferta e dos valores das bolsas em 2012, a Facepe vai investir em 2013 cerca de R$ 30 milhões somente em bolsas de mestrado e doutorado.

 Para Hercília Melo, presidenta da APG/UFPE, o reajuste anunciado é uma defesa à educação, à pós-graduação, ao desenvolvimento da ciência e do Brasil.  “O aumento nos valores e números de bolsas incentiva diversas áreas de pesquisa em Pernambuco, como também sua interiorização e popularização.”

Durante a cerimônia, a ANPG foi saudada pelo governador e secretário de ciência e tecnologia. O professor Anísio Brasileiro reconheceu o protagonismo da APG/UFPE e afirmou que incentiva a articulação dos pós-graduandos no movimento nacional. 
 
 
Da redação, com informações de Hercília Melo 

A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) aumentou o valor das bolsas concedidas para estudantes de pós-graduação stricto sensu (mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado). Até o ano passado, os incentivos para mestrado eram da ordem de R$ 1.200. Em agosto de 2012, o valor da bolsa sobe para R$ 1.525, o que representa um aumento de 27%. A cifra é ainda superior para as bolsas de doutorado, que recebem 36% de aumento, passando de R$ 1.800 para R$ 2.440.

A elevação dos valores soma-se à ampliação, em 20%, da oferta de bolsas, implantada em 2012. Mais 56 bolsas anuais de mestrado elevaram o número das anteriores 280 para 336. Já as bolsas para doutorado passaram de 150 a 180. Com isso, o investimento da Fundação em bolsas de pós-graduação chega a R$ 23,4 milhões em 2012. 
 
O aumento nos valores e no número de bolsas representa um esforço do Governo de Pernambuco na ampliação da formação de recursos humanos qualificados, visando a atender suas necessidades de desenvolvimento econômico e social, bem como atrair estudantes de pós-graduação stricto sensu para o Estado.  Atualmente, são cerca de 500 bolsistas de mestrado e 630 de doutorado apoiados pela Facepe.
 
Investimento crescente 
 
Desde 2008, a Facepe passou a oferecer, anualmente, 280 bolsas de mestrado e 150 de doutorado, investindo R$ 5,34 milhões no primeiro ano. Em 2009, a continuação das bolsas implantadas no ano anterior somada à nova oferta elevou o investimento para mais de R$ 12,6 milhões.  Em 2010, foram formados os primeiros mestres, dando lugar a outros 280 novos mestrandos, ao mesmo tempo em que continuaram a ser ofertadas 150 novas bolsas de doutorado, elevando o investimento do governo estadual para R$ 16,9 milhões. O mesmo processo se repetiu em 2011, atingindo um total anual de R$ 21,24 milhões.
 
Com isso, a partir de 2012, 280 novos mestres e 150 novos doutores são formados por ano, com apoio da Facepe, mas como o investimento não parou de crescer, esse fluxo continuará aumentando nos próximos anos. 
 
Com o incremento da oferta e dos valores das bolsas em 2012, a Facepe vai investir em 2013 cerca de R$ 30 milhões somente em bolsas de mestrado e doutorado.
 
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Fonte: Facepe  
 
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Acontece amanhã, dia 22, o seminário Representação Estudantil: a importância dos Pós-Graduandos na UFMG. A atividade, realizada pelo Movimento Pró-APG, é aberta a todos os estudantes.

A ANPG participará do evento juntamente com Prof. Dr. Ricardo Santiago Gomez, Pró-Reitor de Pós-Graduação da UFMG e do Prof. Luiz Oswaldo Carneiro Rodrigues, Professor Titular em Fisiologia do Exercício da UFMG.
 
O movimento Pró- APG visa conscientizar os alunos da pós-graduação para a importância de se organizar entorno das lutas dos estudantes da instituição. O objetivo do seminário é reunir interessados em compor a entidade e intensificar sua reativação. Temas como greve, assistência estudantil e assédio moral também serão debatidos na ocasião. 
 
SERVIÇO:
 
Data: 22/08/2012 (Quarta-feira)
Local: Auditório da Reitoria
Horário: 8 às 12h 
 
Da redação 

 

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), divulgou manifesto quanto às resoluções nº 265/2012 e 266/2012 emanadas do Conselho  Regional de Medicina do Rio de Janeiro – Cremerj que proíbem médicos de realizarem parto domiciliar e atuar com em equipe sobreaviso. 

Segundo a associação, tratam-se de medidas que ferem a Ética Médica, uma vez que  restringem a autonomia dos profissionais e das mulheres, pois, desconsideram as evidências  científicas mais atualizadas sobre local de parto, o suporte emocional e  trabalho em equipe multiprofissinal.

Além disso, são resoluções contrárias às recomendações da  Organização Mundial de Saúde e as políticas públicas expressa na Rede  Cegonha do Ministério da Saúde. Representam o retrocesso para a Saúde Coletiva.  A ABRASCO pede que sejam revogadas urgentemente.

 
Fonte: ABRASCO