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Fiocruz e INCT da Comunicação Pública da Ciência promovem, em parceria com Instituto D’Or e Banco Interamericano de Desenvolvimento, uma maratona para quem quer aproximar a ciência da sociedade.
Criar projetos inovadores para falar sobre ciência a diferentes públicos é a meta do Primeiro Hackaton da Divulgação Científica em Saúde, promovido Presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação, e pelo Instituto Nacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia, com a colaboração do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, do Museu da Vida e do Banco Interamericano de Desenvolvimento. O evento, que acontece nos dias 4 e 5 de junho, é gratuito e está com inscrições abertas até 2 de maio.
Podem participar cientistas, jornalistas, designers, museólogos, educadores, pós-graduandos e outras pessoas interessadas em divulgação científica em saúde, independentemente de vínculo institucional. Não se trata de um curso ou de uma aula, mas de um exercício prático, no qual a interação entre os participantes é que vai enriquecer o processo. Ao final, dois projetos serão premiados pela Fiocruz com recursos de até R$ 25 mil.
Para se inscrever, os interessados devem descrever brevemente a ideia para um projeto de divulgação científica que tenha relação com o tema escolhido para o evento: “Todo cidadão faz uso da ciência – como as pesquisas científicas impactam a saúde da população e outros aspectos de sua qualidade de vida”. Serão selecionados 30 participantes.
Além do exercício de desenvolvimento de projeto, o hackaton incluirá uma roda de conversa sobre divulgação científica e relatos práticos de experiências na área. Essas atividades serão abertas ao público em geral.
Consulte programação, perfil dos palestrantes, regulamento e link para inscrições em:
goo.gl/qfpNcU
Email: [email protected]
Primeiro Hackaton da Divulgação Científica em Saúde
Dias 4 e 5 de junho
Local
Tenda da Ciência Virginia Schall e Oficina Escola de Manguinhos
Avenida Brasil, 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro – RJ
Fonte: Fiocruz

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No dia 28 de março, a diretoria da ANPG representada pela presidenta Tamara Naiz, o secretário geral, Vinícius Soares, a tesoureira Elisângela Volpe e o diretor de relações internacionais, Flávio Franco, estiveram na Capes, como parte da Jornada de Lutas e da Caravana a Brasília, para pedir que a primeira reunião sobre o Grupo de trabalho sobre os pós-graduandos fosse marcada.
Os diretores da Capes, Geraldo Nunes, diretor de Programas e Bolsas no país, Alexandre Marafon, Coordenação Geral de Acompanhamento de Programas e Supervisão de Resultados da DPB e Tarcísio Teixeira, Coordenação-Geral de Programas Estratégicos e Adalberto Grassi, Coordenação-Geral de Desenvolvimento Setorial e Institucional receberam a ANPG para uma reunião mais ampla.
A primeira demanda era marcar a primeira reunião do Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 179 de 15 de setembro de 2017, que trata da designação desse GT para realizar diagnóstico da pós-graduação brasileira com a finalidade de avaliar o estágio e uma reflexão sobre o seu futuro. O resultado deste pedido já foi alcançado: a Capes mandou um ofício e marcou o primeiro encontro para o dia 27 de abril deste ano.A primeira demanda era marcar a primeira reunião do Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 179 de 15 de setembro de 2017, que trata da designação desse GT para realizar diagnóstico da pós-graduação brasileira com a finalidade de avaliar o estágio e uma reflexão sobre o seu futuro. O resultado deste pedido já foi alcançado: a Capes mandou um ofício e marcou o primeiro encontro para o dia 27 de abril deste ano.
“É muito importante o início deste grupo de trabalho porque ele vai fazer um levantamento sobre a pós-graduação brasileira no sentido de termos subsídios para verificação de possibilidades de implementação de ações que normatizem direitos e deveres dos pós-graduandos”, contou Soares.
Além da cobrança do GT, os diretores também apresentaram a campanha da previdência para os pós-graduandos e os projetos de lei que estão no Congresso Nacional (Saiba mais aqui). “Também mostramos a nossa atual preocupação sobre o orçamento atual da Capes e a quantidade de bolsas no sistema de pós-graduação”, disse o secretário.
A diretoria da entidade ainda questionou a Capes sobre o atual Edital de bolsas de Doutorado Sanduíche. “Recebemos muitas demandas questionando problemas neste edital. A primeira foi sobre o retorno (seis meses antes), mas a Capes confirmou que não retificará isso. A segunda foi sobre a cobrança de proficiência da língua inglesa para países como Portugal, por exemplo. Neste quesito o órgão confirmou que esta é uma exigência das próprias universidades. Já o terceiro questionamento é a diminuição da pontuação da proficiência e sobre isso conseguimos marcar uma reunião para discutir apenas este assunto. Nós vimos que as notas que a Capes está cobrando, em muitos casos, são superiores ao padrão internacional e isto será debatido em breve com a Capes e a diretoria de relações internacionais”, complementou Soares.

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A Jornada de Lutas da ANPG, que aconteceu entre os dias 27 e 28 de março de 2018, reuniu estudantes de pós-graduação de diferentes partes do Brasil para lutar por pautas importantes para a ciência no país e pela democracria.
O primeiro dia da Jornada foi marcado por uma Blitz. A diretoria da ANPG e os demais estudantes estiveram na Câmara dos Deputados para a apresentar a PL de assistência estudantil, de ajuste de bolsas e mostrou a questão da importância da Previdência para os pós-graduandos. Eles conversaram com o Deputado Orlando Silva (autor da PL 1270/15 de assistência estudantil), e as Deputadas Jô Moraes, Alice Portugal, Margarida Salomão, Luciana Santos e Celso Panzera.
Já o segundo dia ficou marcado por um Ato simbólico realiazado na frente do Planaldo em defesa da Universidade pública, contra cortes, desinvestimento na pesquisa científica e sucateamento das universidades. Além de reforçar o pedido por justiça para a vereadora Marielle e Anderson e em memória do estudante secundarista Edson Luís, assassinado por policiais militares, durante um confronto no restaurante Calabouço, centro do Rio em 1968.  Os estudantes estavam segurando faixas e fizeram uma revoada de balões, que demonstravam a importância da Ciência brasileira ter respaldo público para alcance “vôos maiores”.
A presidenta da entidade, Tamara Naiz, também reforçou em seu discurso que os alunos da pós-graduação representam 90% das pesquisas feitas no país e que é imperativo para fortalecer o Brasil e combater as desigualdades um maior investimento na ciência e tecnologia.
Confira as fotos do evento aqui

ANPG

Nesta última terça-feira, 27,  a presidenta da ANPG, Tamara Naiz, junto com o corpo da diretoria da entidade deram início a Jornada de Lutas em Brasília.
A diretoria fez uma blitz dentro da Câmara dos Deputados para pressionar o andamento de Projetos de Lei que já circulam na casa, entre eles o de reajuste de bolsas e de ações afirmativas.
Na Câmara dos Deputados a ANPG apresentou a PL de assistência estudantil, de ajuste de bolsas e mostrou a questão da importância da Previdência para os pós-graduandos. Eles falaram com o Deputado Orlando Silva (autor da PL 1270/15 de assistência estudantil), e as Deputadas Jô Moraes, Alice Portugal, Margarida Salomão e Luciana Santos.
Confira o texto que foi distribuído na Câmara:
Com mais de 30 anos de história, a Associação Nacional de Pós-Graduandos é a entidade máxima de representação dos pós-graduandos brasileiros. Filha do período da abertura democrática no Brasil, a entidade congrega uma rede de entidades do movimento nacional de pós-graduandos, e vem desde então forjando sua trajetória de defesa intransigente da educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação no país. E, essa luta perpassa diretamente pela defesa dei financiamento destas áreas e de melhores condições de pesquisas para nós pós-graduados brasileiros, que somos responsáveis por 90% da pesquisa praticada no país, dado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), os pós-graduandos. Somos cerca de 300 mil mestrandos e doutorandos e mais 1 milhão e meio de especializandos e residentes de diversas áreas espalhados pelo Brasil produzindo Ciência.
A luta por melhores condições de pesquisa passa pelo direito à Assistência Estudantil, valorização permanente das bolsas de pesquisas, melhoria das relações acadêmicas com democracia, orientação periódica, respeito e direito a organização política dos discentes;  licença maternidade também para não bolsistas e estabelecimento de direitos previdenciários. Afinal não é justo nos dedicarmos exclusivamente e cotidianamente no desenvolvimento da ciência brasileira sem termos os direitos básicos de estudante e trabalhador garantidos. Cabe lembrar que nós, pós-graduandos no Brasil, estamos em condição híbrida por estarmos em processo de formação e ao mesmo tempo em atividade produtiva laboral.
Entendendo o papel do parlamento brasileiro para o desenvolvimento do país e continuando a nossa trajetória, a ANPG chega mais uma vez ao Congresso Nacional com para encampar a bandeira pelo desenvolvimento cientifico do país com valorização do pesquisador. Continuamos a luta que vem desde a Assembleia Constituinte para aprovar o reconhecimento da C & T na Carta Magna de 88 e na luta pela aprovação do PL 2405/89 que tratava dos direitos previdenciários, valorização da bolsa de pesquisa e licença maternidade. Direitos que ainda não estão garantidos por lei, o que nos deixar a mercê de um ambiente de insegurança e sem condições mínimas para realizarmos aquilo que sabemos melhor de fazer, produzindo conhecimento, ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento nacional.
Para seguirmos desenvolvendo a ciência brasileira  precisamos de seu apoio! Hoje, no Congresso Nacional, tramitam leis que podem permitir o esboço de melhores condições para fortalecer a pós-graduação e oferecer melhores condições de pesquisa, são eles:

  • PL de Bolsas (PL 4559/2016) – autoria do deputado Lobbe Neto / PSDB – SP

O projeto de caráter terminativo dispõe sobre o reajuste anual das bolsas de pesquisa. O PL garante um mecanismo por lei ( baseado no INPC), o qual permitiria a valorização da bolsa de pesquisa ( R$ 1500,00 para mestrado e R$ 2200,00 para doutorado) que já está desvalorizada em 65% desde seu último reajuste em 2012. Tramitação: Aprovado já nas Comissões de Educação e de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Agora está esperando relatoria na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

  • PL de Ações Afirmativas (PL 2890/2015) – autoria de Davidson Magalhães / PCdoB – BA  

O projeto dispõe sobre a reserva de vagas para o ingresso na pós-graduação e ainda precisa passar pela comissão de Educação da Câmara de Deputados. Importante PL que democratiza por lei o acesso a pós-graduação no Brasil.

  • PL de seguridade (PL 2950/2015) – autoria de Davidson Magalhães / PCdoB – BA  

O projeto dispõe sobre a inclusão do bolsista de pós-graduação como assegurado obrigatório do Regime Geral de Previdência Social.  PL garante o direito da seguridade social para nós que atrasamos em cerca de seis anos a nossa entrada no mercado de trabalho para desenvolver a pesquisa nacional. A inclusão dos bolsistas na categoria de segurados obrigatórios da Previdência Social permitirá que tenhamos a cobertura financeira na hipótese de ocorrência, entre outros, dos eventos de doença e maternidade, além, é claro, da contagem do tempo de dedicação exclusiva ao estudo e pesquisa para efeito de aposentadoria.
Tramitação: Foi apresentado ao plenário e apensado ao PL 6894/2013 e posteriormente encaminhado para coordenação de Comissões Permanentes. O

  • PL de Assistência Estudantil (PL 1270/2015) – autoria de Orlando Silva / PCdoB – SP

O projeto dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES. E estende o direito de Assistência Estudantil para os pós-graduandos. O PL permitirá a permanência de uma parcela maior dos pós-graduandos dentro da universidade através de políticas como restaurante universitário, casa de estudante entre outros… em um cenário com menos de 50% dos pós-graduandos hoje em dia são bolsistas e número de evasão crescente.

  • PL dos fundos patrimoniais (PL 158/2017) – autoria da deputada Bruna Furlan / PSDB – SP  

Permite a criação de fundo patrimonial nas instituições federais de ensino superior. vinculados com recursos oriundos de doações de pessoas físicas e jurídicas a fim de criar uma poupança de longo prazo que se torne fonte regular e estável de recursos.
Tramitação: matéria com relatoria feita pelo senador Agripino Maia. Aguardando realização de Audiência pública em data oportuna.convocação de audiência publica com data a definir pela Comissão Educação, Cultura e Esporte, Requerimentos do Senador Lindbergh Farias (subscrito pela Senadora Fátima Bezerra) Senadora Ana Amélia

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A Mostra Científica do 26º Congresso Nacional de Pós-Graduandos da Associação Nacional de Pós Graduandos (ANPG), que tem como tema Pós-graduandos em defesa da Ciência, da Universidade e do Brasil: o que é público não se vende”, visa receber trabalhos acadêmicos de estudantes de pós-graduação das mais diversas instituições de ensino e pesquisa do país, sendo estes provenientes de diferentes estudos, em andamento ou concluídos.
Participar da mostra é boa oportunidade para obter certificado e publicação do resumo nos anais, além de trocar experiências acadêmicas com os colegas pós-graduandos, e participar também do Congresso da ANPG que discute os direitos dos pós-graduandos, desenvolvimento nacional e políticas educacionais, elegendo a nova diretoria e a plataforma de gestão de entidade.
Para participar, basta se inscrever e pagar o valor de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) e deve ser feito por meio de depósito identificado na conta da ANPG (Banco do Brasil / Agência: 4328 -1 / Conta: 6698-2 / Favorecido: Associação Nacional de Pós-Graduandos – CNPJ 30.117.154/0001-29). O pagamento deverá ser feito até a data limite para submissão de trabalhos e o comprovante bancário deverá ser enviado para o e-mail [email protected].
Atenção nas datas:
CRONOGRAMA
Prazo Data limite para submissão de resumos 31/05
Divulgação da Lista Final da aprovação 07/06
Confira a lista de trabalhos aprovados aqui: Resultado Mostra ANPG
Mostra Cientifica do 26 CNPG 29 e 30/06
Data limite para envio dos artigos completos para publicação nos anais 22/06
Publicação dos anais da Mostra Cientifica do 26° CNPG 31/08/2018

Veja o edital completo aqui: Edital Final.Mostra Científica do 26º CNPG

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De 26 a 28 de março de 2018, a ANPG e o movimento nacional de pós-graduandos (MNPG) estarão  mais uma vez em Brasília para realizar mais uma edição da Jornada Nacional de Lutas da Juventude Brasileira. Como fruto dos debates do 41º Congresso Nacional de Pós-Graduandos (realizado em novembro de 2017) e das lutas empreendidas em sua história, a Caravana dos pós-graduandos fará uma Blitz no Congresso Nacional para apresentar as atuais reivindicações do MNPG, suas campanhas e os projetos de Lei de interesse para a pós-graduação, educação e ciência brasileira para angariar apoio dos parlamentares em torno deles.
Dentre os Projetos de Lei, está o PL 4559/2016, de autoria do deputado Lobbe Netto (PSDB/SP), que dispõe sobre o reajuste anual das bolsas. O projeto já passou pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática  e  Comissão de Educação da Câmara de Deputados, estando agora na Comissão de Finanças e Tributação, aguardando a relatoria. A proposta é que os pós-graduandos sensibilizem os deputados membros dessa última comissão para acelerar a tramitação do PL que tem caráter terminativo, ou seja, não precisa passar por votação em plenário. Aprovado nesta e mais em outra comissão, passa direto para o Senado e posteriormente sanção presidencial.
Além disso, a ANPG além de levar novamente sua “Campanha por Mais Direitos para os pós-graduandos”, levará  também a campanha “Desenvolvimento com Ciência, pesquisa com Previdência” para o Congresso Nacional afim de transformar a campanha em projeto de Lei para garantir direitos previdenciários nós pós-graduandos que somos responsáveis por quase 90% da Ciência produzida no país. Outra demanda dentro do Congresso Nacional está a busca para incluir os pós-graduandos nos projetos de lei que tramitam na Câmara de Deputados e trata sobre o Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e construção de um complemento da Lei 13.536/2017 que dispõe sobre a licença maternidade para as pós-graduandas. Nesse caso, a proposta que será levada é um projeto de Lei que garantirá a prorrogação dos prazos das atividades acadêmicas para as pós-graduandas não bolsistas.
Ademais, a ANPG estará requerendo audiências para dialogar com a CAPES, CNPq, Ministério da Educação e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação para apresentar as demandas nacionais dos pós-graduandos afim de conquistar mais direitos e conseguir mais investimentos para o Sistema Nacional de Pós-Graduação assim como para a Ciência e Tecnologia no país.
Sobre a Campanha por Mais Direitos para as Pós-Graduandas e para os Pós-Graduandos:
Como fruto dos debates do 24º Congresso Nacional de Pós-Graduandos (realizado em maio de 2014) e das lutas empreendidas em sua história, a ANPG lançou, em setembro de 2014, a Campanha por mais Direitos para os(as) Pós-Graduandos(as). Essa Campanha tem movimentado os pós-graduandos do Brasil em diversas atividades que tem como objetivo a valorização da pesquisa e do pesquisador. A Campanha destaca ainda a necessidade da adoção de medidas que garantam a ampliação de direitos da categoria, dentre elas:
– Universalização e valorização das bolsas de pesquisa;
– Estabelecimento de mecanismo de reajuste anual dos valores das bolsas de pesquisa;
– Assistência Estudantil: direito à moradia universitária, bandejão, atenção à saúde, passe-livre estudantil;
– Mais condições de Pesquisa: 13a Bolsa de Pesquisa, Taxa de Bancada, Financiamento para eventos científicos, Tradução e Publicação, Auxílio Defesa, Direito a afastamento por razões de saúde, Férias, Equipamento de proteção individual (EPI), Adicional insalubridade;
– Melhoria nas relações acadêmicas: Combate ao assédio moral e sexual, orientação e atenção periódica, direito à representação discente;
– Mais verbas para Ciência e Tecnologia: Investimento de 2% do PIB brasileiro em C,T&I, Destinação dos royalties do minério para C,T&I no novo Código Mineral, Lei federal que componha os recursos do FNDCT, Aporte de recursos a cada novo projeto e programa, para que as ações correntes não sejam prejudicadas.
Saiba mais sobre a Campanha Desenvolvimento com Ciência, pesquisa com Previdência” (baixe cartilha previdencia)
Participe você também desta mobilização! Divulgue a Caravana à Brasília entre os pós-graduandos de seu programa e de sua universidade. Vamos juntos lutar por mais direitos para as Pós-Graduandas e para os Pós-Graduandos.
Para mais informações, entre em contato com a ANPG: [email protected]

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Fernanda Moares e sua filha Sofia (a esquerda) no ST 28 – Educação democrática e ensino de história da ANPUH 2017 que contou com mais mães participantes

Às vésperas do dia internacional da mulher, no dia 06 de março a estudante Waleska Lopes, da graduação em Ciências Sociais da UFRN foi humilhada pelo seu professor de introdução a Sociologia por estar em sala com sua filha de 5 anos. Segundo o professor que, curiosamente, pesquisa gênero, a aluna devia se retirar da aula e ela só estaria autorizada a voltar a assistir aula quando arranjasse alguém para cuidar da menina. “O caso gerou algumas reportagens que foram muito compartilhadas na rede. Os áudios foram gravados pelos colegas e divulgados nas redes sociais. Se a notícia da expulsão de sala de aula já despertava o sentimento de revolta, os áudios então eram completamente inaceitáveis. Dentre muitas atrocidades, o professor falava que se a estudante não tinha uma rede de solidariedade, não devia estar estudando na universidade”, conta Fernanda Fernanda Moura, professora de História, bacharel e Licenciada em História, UERJ, especialista em Gênero e Sexualidade e mestra em Ensino de História e uma das criadoras da página Mãe na Universidade.
“O sentimento de revolta gerado entre homens e mulheres foi enorme, mas entre as mulheres mães principalmente. Todas entendíamos em maior ou menor grau as dificuldades vividas pela Waleska porque todas passamos por, pelo menos, algumas delas. Espontaneamente mães começaram a escrever seus relatos e a divulgar em suas próprias páginas ou em grupos no facebook. Vendo aquela chuva de histórias de sofrimento, superação e, acima de tudo, solidariedade à Waleska, tive a ideia de criar uma página para reunir todos esses relatos e chamei a Vanessa Cardoso que geria o grupo “Mamães na pós-graduação” pra participar. Depois encontramos a Waleska e chamamos ela também”. Fernanda explica que a ideia era criar um movimento em defesa da Waleska e em de todas as mães que passam pela mesma dificuldade de precisar/querer estudar e não ter com quem deixar seus filhos, mas também conscientizar a sociedade e os professores das dificuldades de ser mãe estudante, estimular outras mães que desejam voltar a estudar e, quem sabe, organizar um movimento para que se cumpra a lei e que as mães tenham seu direito a estudar garantido na pratica.
Até agora, a página recebeu mais de 200 histórias. Nos primeiros dois dias de existência da página foram agendadas postagens para duas semanas sendo uma postagem a cada duas horas de 9h as 21h diariamente. “Entretanto, algo que desde o início nos chamou muito a atenção é que quase não recebemos relatos de mães negras. Foram pouquíssimos até agora. Acreditamos que essa seja só mais uma face dos processos de exclusão pelos quais as mães negras, mais que as brancas, passam. A exclusão da academia”, observou Fernanda.
Como acabar com o preconceito?
Fernanda recorre a uma frase dita pelo professor Alípio que estava nos áudios divulgados:
“Encontre uma rede de solidariedade para cuidar da criança. Não consegue essa rede de solidariedade? Repense sua vida. Não tem que estar fazendo Ciências Sociais, não tem que estar estudando na universidade. Você só faz isso se tiver condições. Agora não vai impor à instituição coisas que não são assimiladas pela instituição (…) ‘ah, eu sou pobre, não tenho’. Problema seu, a universidade não tem problema com isso, se vire”.
Segundo a criadora da página, essa fala tem muitos problemas. “Vou começar com a questão de que se não ter com quem deixar os filhos é um impedimento legal para as mães estudarem. Não. Não é. A nossa constituição garante o acesso aos níveis mais elevados do ensino segundo a capacidade de cada um. Waleska passou no processo seletivo para o ingresso na universidade. Logo, ela mostrou-se perfeitamente capaz. A constituição também diz que a oferta de ensino noturno regular deve ser adequado às condições do educando. A condição de Waleska é a de mãe. Para que o ensino a ela seja adequado ela precisa que haja creche na universidade. O que, aliás, é uma luta de longa data das feministas e de qualquer pessoa que deseje que alcancemos a igualdade de gênero na nossa sociedade. Então sim. É problema da universidade. É problema também do governo, e é problema da sociedade como um todo. Qualquer país deve garantir os direitos da mãe e da criança, principalmente, um país em que a maternidade é compulsória como o Brasil, onde o congresso tenta acabar com o direito ao aborto até nos casos de risco para a saúde da mãe e em casos de estupro. Se o Estado faz com que a maternidade seja compulsória, ele precisa fornecer meios para as mulheres que se tornam mães darem continuidade a suas vidas. Uma mãe não deveria precisar de uma rede de solidariedade para cuidar de uma criança. Isso é tratar como privada uma questão que é pública. Essa é a função do Estado. Não é a minha opinião. É o que diz a lei. Não podemos naturalizar a situação precária em que vivemos pelo fato do Estado não cumprir com suas obrigações básicas como garantir o acesso à saúde, a educação, ao transporte, a moradia etc”.
Para conhecer a página acesse aqui: https://www.facebook.com/maesnauniversidade/
#VaiTerMãenaUniversidadeSim

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O diretor Flávio Franco durante a reunião da SBPC

 
Hoje, 20 de março, aconteceu a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, SBPC, para debater sobre a avaliação da situação da Ciência, Tecnologia e Inovação no país, da atuação das entidades científicas e ações para 2018. Na reunião a tesoureira da ANPG, Elisângela Volpe, e o diretor de relações internacionais da entidade, Flávio Franco, participaram apresentando um panorama da pós-graduação no Brasil e as ações dos estudantes.
“Apresentei na reunião a Blitz da ANPG, que acontecerá nos dias 27 e 28 de março, no Congresso Nacional juntamente com o MEC para apresentar as demandas dos pós-graduandos e também as iniciativas e demandas da comunidade acadêmica, especialmente as resoluções aqui apresentadas na reunião da SBPC. A situação hoje da pós-graduação no Brasil é alarmante. Muitas pós-graduandas e pós-graduandos estão sem bolsas para continuar suas pesquisas e suas produções científicas e muitos programas estão sem investimento nos laboratórios, sem material entre outros. Precisamos apresentar essa situação caótica que se encontra todo o processo de desenvolvimento científico tecnólogico e de inivação que estão nas universidades a partir dos programas de pós-graduação”, contou Flávio Franco.
Flávio também falou sobre as ações afirmativas na pós-graduação. “Pontuei que já encontramos diversos programas e universidades que aderiram as ações afirmativas na pós-graduação e muitos estudantes cotistas estão nos programas sem bolsas de pesquisa e com dificuldades para permanecerem nestes programas. Nós da ANPG estão mobilizando reitoras, reitores, pró-reitores e pró-reitoras sobre a necessidade de uma ampliação e um maior investimento das bolsas para as pós-graduandas e pós-graduandos”.
Por último, o diretor da entidade fez uma crítica ao edital de internacionalização chamado Capes Print lançado em novembro de 2017. “Neste edital é destinado R$ 300 milhões para 40 projetos. Essa iniciativa se constitui numa hieraquirzação e eletização dos centros de pesquisa e dos programas na acadêmia, já que muitos programas do norte e nordeste serão penalizados pela perspectiva que os programas categorizados no âmbito da Capes com nível de execelencia acadêmica se encontram no sul e sudeste. Precisamos discutir esse processo”, finalizou.

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Em fevereiro a vice-presidente Sudeste da ANPG, Laís Moreira, e a diretora de comunicação da entidade, Karol Rocha, se reuniram com o presidente da FAPEMIG, Evaldo Vilela, para tratarem de questões relativas a bolsas e também sobre a situação da ciência em Minas Gerais. Após um mês, hoje, as diretoras voltaram a sede da agência de fomento, acompanhadas de outros estudantes de pós-graduação para reforçar as pautas.
“Reiteramos não só a questão das bolsas, mas a importância da comissão permanente que cuidará disso e a necessidade da ANPG participar”, explicou Karol Rocha. Esta comissão permanente tem com o objetivo de pensar soluções e coletivizar os problemas e, principalmente, deixar os pós-graduandos mais informados da situação geral.
Além de reforçar as importantes pautas, as diretoras da ANPG convidaram a FAPEMIG a divulgar as campanhas da entidade como a previdência para os pós-graduandos e a luta contra o assédio na universidade.

 As Instituições de Ensino Superior (IES) públicas ou privadas e Centros de Pesquisa (CPs) que tenham política de pesquisa científica institucionalizada podem submeter suas propostas até 10/04/2018. A divulgação dos resultados estará disponível na página do CNPq na internet a partir de junho de 2018.
O formulário eletrônico para inscrição nas Chamadas de ICT está disponível na Plataforma Carlos Chagas  e deverá ser submetido somente pelo Representante Institucional de Iniciação Científica (RIC), indicado pelo Titular (Gestor Institucional, dirigente máximo da instituição) no Diretório de Instituições (DI) do CNPq.
Cabe a esse representante, antes de submeter a proposta, atualizar o currículo na base Lattes, atualizar os dados da instituição no DI e preparar o Relatório Institucional da edição 2016-2018.
Os RICs deverão, ainda, anexar Formulário na proposta segundo o modelo disponibilizado para cada modalidade, com consta no item 6.10 das Chamadas. Esses formulários podem ser acessados a seguir: Formulário PIBICFormulário PIBITIFormulário PIBIC-Af e Formulário PIBIC-EM. A falta do formulário institucional, devidamente preenchido, implicará no cancelamento da participação da instituição no Programa.
O Programa
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) concede bolsas de Iniciação Científica a estudantes de graduação que queiram participar de um projeto de pesquisa, assim como estudantes de ensino médio, e tem como objetivo contribuir para a formação de recursos humanos para a pesquisa e contribuir para reduzir o tempo médio de permanência dos alunos na pós-graduação, e possibilitar o acesso e a integração do estudante à cultura científica.
PIBIC  foi o primeiro programa institucional criado para a Iniciação Científica. O Programa atende instituições de Ensino e/ou Pesquisa públicas e privadas. As cotas de Iniciação Científica são concedidas diretamente às Instituições por meio de Chamada Pública de propostas. A seleção dos projetos é feita pelas instituições.
PIBITI é um programa institucional voltado para a Iniciação Tecnológica e de Inovação de estudantes de graduação. O Programa concede bolsas de Iniciação Científica às instituições que desenvolvem pesquisa em tecnologia e inovação por meio de Chamada Pública de propostas. A seleção dos projetos é feita pelas instituições.
PIBIC-Af é o programa institucional de Iniciação Científica nas Ações Afirmativas, resultado de uma parceria entre CNPq e SEPPIR. O Programa concede bolsas de IC diretamente para as Instituições Públicas, participantes do PIBIC e que tenham implementado ações afirmativas para o ingresso no Ensino Superior. Somente poderão ser indicados os estudantes que sejam beneficiários de ações afirmativas. A seleção dos projetos é feita pelas instituições.
PIBIC-EM é o programa institucional de Iniciação Científica voltado para estudantes do Ensino Médio. As bolsas de IC-Jr são concedidas diretamente às Instituições.  Somente poderão ser beneficiários os estudantes que estiverem cursando o Ensino Público.
Fonte: CNPq