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No dia 16 de outubro o presidente da Fepodi (Fedreação Nacional de Pós-graduandos em Direito), Yuri Lannes, e responsável pela Ouvidoria da ANPG, Lis Volpe, estiveram reunidos com o subsecretário da Casa Civil,  Daniel Rodrigues, para debater questões de assédio e o próximo Congresso da Fepodi, que aconetcerá entre 13 e 14 de dezembro na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
“Pedimos apoio do Secretário, Aldo Rebelo, para regulamentar e estabelecer diretrizes sobre como as Universidades do Estado de São Paulo poderiam atuar no combate ao assédio no ambiente acadêmico. Na reunião foi apresentada a possibilidade para buscarmos juntos aos reitores um plano antes de formalizar o projeto”, explica Lannes.
Lannes complementa que a ideia é articular um projeto encaminhado pela Secretária do Desenvolvimento Econômico em parceria com a Casa Civil para que o governo do Estado estabeleça essas diretrizes. “Essa construção deve ser feita em conjunto também com alunos, funcionários, professores e reitores”, diz.
É importante ressaltar que o Estado de São Paulo tem importantes Universidades como, por exemplo, USP, Unifesp e Unicamp. “A abertura que a Casa Civil demostrou em discutrir sobre este assunto é muito importante, pois reflete a urgência e de como o assédio interfere não só na vida dos pós-graduandos como também na produção de pesquisa do Estado de São Paulo.

Nós, alunos de pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, viemos, por meio desta, demonstrar publicamente nossa preocupação com as eleições presidenciáveis do Brasil e o destino do nosso país. Neste segundo turno, duas propostas estão em pauta. Uma delas ameaça diretamente os rumos da educação, ciência e tecnologia do nosso país, além de atacar as minorias e as pautas ambientais.
Nós, estudantes de pós-graduação, dedicamos nossa vida ao desenvolvimento do nosso país e acreditamos nas universidades públicas como instituições promotoras da igualdade social, bem estar da população e desenvolvimento sustentável. Por isso, neste momento delicado da nossa história, nós deliberamos, em assembleia extraordinária, pelo apoio a candidatura de Fernando Haddad e sua vice, Manuela D’ávila, por entendermos que suas propostas vão ao encontro dos nossos anseios para o Brasil.
Enquanto o outro candidato ameaça a continuidade da gratuidade do ensino superior público brasileiro, promete fechar o Ministério do Meio Ambiente e não pretende revogar a PEC que congelou os gastos em saúde e educação por 20 anos no nosso país, Fernando Haddad traz propostas concisas para o desenvolvimento da ciência e tecnologia brasileira. Haddad pretende recriar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, destinar 2% do PIB para a pesquisa e desenvolvimento do país e retomar os investimentos públicos na saúde e na educação de nossa população. Além disso, durante o tempo em que foi ministro da educação, Fernando Haddad foi responsável por projetos como REUNI, PROUNI e Ciência sem Fronteiras, garantindo educação superior a muitos jovens que antes não possuíam essas oportunidades.
Por todo o histórico de sucesso a frente do Ministério da Educação e diante do despreparo técnico do outro candidato no que diz respeito as pautas de ciência, pesquisa, inovação e tecnologia, nós, pós-graduandos da Universidade de São Paulo, do campus Ribeirão Preto, reforçamos, publicamente, nosso apoio a candidatura de Fernando Haddad.
APG-USP-RIBEIRÃO PRETO

O segundo turno das eleições presidenciais é pauta dos debates que acontecem em todo Brasil. Principalmente dentro das universidades, visto que o caminho decidido no próximo domingo poderá mudar drasticamente o perfil da universidade pública brasileira, notadamente com relação ao tripé que a sustenta: Ensino, Pesquisa e Extensão.
Valorizamos um ambiente político no qual a divergência de posicionamento, da pluralidade de ideias e do reconhecimento das diferenças entre todos os cidadãos seja a regra geral. Por isso, não podemos apoiar um projeto de governo e de país em que somente prevaleça a vontade da maioria de forma que pensamentos e comportamentos julgados como inadequados sejam reprimidos com a força e intransigência de discursos e práticas sociais violentas.
No pleito presidencial de outubro de 2018, dois distintos projetos de país estão sendo colocados à escolha do povo. Neste sentido, compreendendo o volume de informações, muitas delas falsas, compreendendo o clima de disputa que tem levado o povo brasileiro a atos de violência desmedidos cerceando o direito à manifestação, a Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Viçosa, entidade estudantil que nasceu no berço da resistência ao triste momento histórico da Ditadura Militar implantada em 1964, vem a público declarar seu repúdio a todo projeto que inviabilize a universidade pública, gratuita e de qualidade.
Quaisquer projetos que visem reduzir o investimento em áreas vitais que fortalecem a defesa e a soberania nacional como são Ciência, Tecnologia e Inovação, que retire direitos dos cidadãos e cidadãs assegurados na Constituição Federal, promulgada em 1988 e que rompa com os princípios do Estado Democrático de Direito não terão nosso apoio.
Por isso, a APG UFV acredita que o caminho político será sempre aquele regido pela liberdade e pela democracia, tendo em vista a vasta diversidade que representa o povo brasileiro e a pesquisa científica desenvolvida em nosso país.
APG UFV
Viçosa/MG, 23/10/2018

Nós cientistas brasileiros, independente de nossas posições políticas ou ideológicas, vimos a público reafirmar o nosso pétreo compromisso com a democracia. A ciência, como bem público, precisa do ambiente democrático para progredir e produzir seus benefícios. Os regimes autoritários muito frequentemente instrumentalizam a ciência para fins contrários aos interesses da sociedade. A boa ciência necessita da crítica e do contraditório, do reconhecimento das diferenças e do respeito a opiniões divergentes, todas características que somente podem florescer em ambiente democrático.
As imperfeições do processo democrático necessitam correções, porém nunca deverão servir de pretexto para que renunciemos à democracia. Também repudiamos, com veemência, toda e qualquer apologia à tortura, as inúmeras formas de violação e as ameaças à preservação do meio ambiente praticadas por regimes autoritários do passado e do presente.
O fazer ciência pela vida, pelo progresso social, pelo bem estar da população, passa pela garantia da manutenção das liberdades, dos direitos humanos, pela pluralidade de ideias, pela eliminação da intimidação, da discriminação e da tortura, e pela oposição a qualquer tipo de violência, qualquer que seja sua motivação (étnica, de gênero, sexualidade, posição política ou qualquer outra).
Necessitamos sempre aperfeiçoar e consolidar a democracia para que a ciência avance e possa contribuir para as transformações sociais, tão necessárias à nossa sociedade.
Em 17 de outubro de 2018.
O Manifesto já foi assinado por mais de 600 cientistas. Confira aqui quem já assinou: Cientistas pela democracia 22-10-2018
Quem quiser assinar basta mandar um e-mail para [email protected] afirmando o interesse em assinar e informando nome completo, área de atuação e CPF ou RG.

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Fotos: Karla Boughoff

Em São Paulo, em meio a mais de 30 mil pessoas em uma mobilização capitaneada pelas mulheres na Avenida Paulista a presidenta da UNE, Marianna Dias, denunciou a perseguição política que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem feito a entidade que representa mais de 8 milhões de estudantes.
A UNE foi acionada na justiça pelo candidato do PSL por conta da campanha “Bolsonaro Não” e está solicitando ao Tribunal Superior Eleitoral que a entidade retire as postagens relacionadas a campanha do ar.
“Essa medida de Bolsonaro é porque ele não aceita que pessoas pensem diferente dele, não aceita que organizações tenham pensamentos, ele chegou a dizer que não quer jovens críticos no nosso país deve ser por isso que ele se sente coagido com a nossa campanha. Nós aprovamos essa campanha porque pra nós da UNE seu projeto fere a nossa existência. No dia da eleição no primeiro turno ele fez uma declaração dizendo que se eleito fosse ele acabaria com o ativismo no Brasil”, ressaltou.
 

Ela explica que a UNE mais dos que motivos para se posicionar. ” Quando ele tenta nos censurar ele fere o direito dos estudantes, que queremos escola e não EAD, nós que queremos estudar em universidades públicas, ele apoiou a PEC 55 que tira recursos da educação pública ”, explicou.
Junto com a UNE outros movimentos foram processados por se posicionar contra as ideias do capitão do exército.
“Já resistimos a períodos duros nesse país e continuamos a resistir ao lado das mulheres e dos trabalhadores que querem viver num país de paz. Nós não vamos recuar”, afirmou a presidenta.

A UNE NÃO É FINANCIADA COM DINHEIRO PÚBLICO

O candidato acusa a entidade de estar sendo financiada para fazer campanha contra ele. “Ele não cansa de fazer fake news, de falar coisas que não são verdades. Não existe nenhum dinheiro público financiando nenhum um tipo de campanha que a UNE venha a fazer. Quem deve explicações a cerca de dinheiro de campanha é o próprio candidato Bolsonaro que está sendo investigado por Caixa Dois”, esclareceu.
 

Desde de que a ANPG e demais entidades estudantis declaram seu apoio a Fernando Haddad neste segundo turno das eleições, estudantes estão promovendo atos em suas Universidades.
Em São Paulo o Ato aconteceu no Largo São Francisco, na Universidade de Direito de São Paulo, e reuniu estudantes e juristas em defesa da democracia brasileira. A presidenta da ANPG, Flávia Calé, esteve presente e falou da importância da mobilização de todos os estudantes de pós-graduação.
Flávia Calé e a vice-presidente da ANPG, Manuelle Matias, também estiveram com a candidato Fernando Haddad no dia 18 de outubro no Rio de Janeiro para entregar em mãos a plataforma eleitoral da Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG).  Ele mostrou todo seu compromisso com a educação, ciência e tecnologia e recebe as entidades para ouvir suas demandas.
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Também no dia 18 aconteceu em Campinas, SP, uma marcha contra o candidato Bolsonaro que contou com a presença de 1000 estudantes. Eles saíram do Campus da Universidade e foram até o Terminal Rodoviário da região. Já aderiram cursos como Ciências Sociais e História, Biologia, Educação Física, Química, Computação.

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Já na Universidade Federal do Rio Grande do Norte a assembleia com estudantes aconteceu no dia 16/10. O DCE José Silton Pinheiro, em parceria com a UNE e a ANPG, convocou os estudantes para debater as ações do movimento estudantil da UFRN em defesa da democracia, da educação pública e da ciência e tecnologia. “É muito importante nesse momento não perdermos a esperança na virada do jogo. Correntes de WhatsApp não podem definir quem será o próximo presidente da república. Nós sabemos o que foi nosso campus, nosso laboratório e nossa própria vida após os governos progressistas. É pra defender tudo isso que resistimos. É contra o fascismo e em defesa do emprego, da saúde e da educação pública que vamos às ruas”, disse Germano Neto, diretor da ANPG.

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No Rio Grande do Sul aconteceu no dia 17 uma aula pública pública em defesa da democracia organizada por estudantes e professores da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos).
A vice-presidente da ANPG na região sul, Marianna Rodrigues, fez uma fala em torno da questão “qual é o papel da Universidade na defesa da democracia?”. Através da história da Universidade brasileira, Marianna contou sobre o surgimento da ANPG e a importância da entidade na defesa dos investimentos em ciência e tecnologia para o país.
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E nesta quinta-feira,  18/10, também aconteceu em uma cafeteria de Recife o lançamento do Manifesto Democrático em Defesa da Universidade, com a presença de reitores, professores, pesquisadores, do governador Paulo Câmara (PSB), da deputada federal e futura vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), do senador Humberto Costa (PT) e de representantes UNE e ANPG.

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Paulo defende a eleição de Fernando Haddad Foto: Divulgação/PSB

Ocorreu hoje de manhã, 19/10 em uma cafeteria de Recife o lançamento do Manifesto Democrático em Defesa da Universidade, com a presença de reitores, professores, pesquisadores, do governador Paulo Câmara (PSB), da deputada federal e futura vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), do senador Humberto Costa (PT) e de representantes UNE e ANPG.
Acadêmicos pernambucanos assinaram o manifesto, como a economista Tânia Bacelar, o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Sérgio Rezende, o ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Amaro Lins, o reitor da Universidade de Pernambuco (UPE) Pedro Henrique Falcão, e o Pró-Reitor Comunitário da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) Padre Lúcio Flavio Cirne.
Leia o manifesto aqui: MANIMESTO
Matéria sobre o evento no site do Jornal do Commercio:
https://jconline.ne10.uol.com.br/canal/politica/eleicoes-2018/noticia/2018/10/18/vamos-ajudar-o-haddad-a-vencer-diz-paulo-camara-358832.php

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A ANPG participou de uma aula pública em defesa da democracia organizada por estudantes e professores da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos).
Estiveram presentes importantes lideranças da região, como Fernanda Melchionna, Luciana Genro e Ana Affonso, além da convidada especial Sônia Guajajara e Melchionna, Ana Affonso, Giovanni Culau e Natasha, Cléber.
A vice-presidente da ANPG na região sul, Marianna Rodrigues, fez uma fala em torno da questão “qual é o papel da Universidade na defesa da democracia?”.
Através da história da Universidade brasileira, Marianna contou sobre o surgimento da ANPG e a importância da entidade na defesa dos investimentos em ciência e tecnologia para o país.
Neste contexto de ataque às liberdades democráticas e avanço de programas que interrompem o investimento público em pesquisa, a ANPG convoca a todas e todos para se manterem em luta pela democracia brasileira!

Correto
A Associação Nacional de Pós-graduandos, entidade representativa de todos os pós-graduandos no Brasil, fundada em 1986, vem a público expressar sua preocupação e seu posicionamento em relação à conjuntura eleitoral desenhada no segundo turno das eleições presidenciais neste ano de 2018.
Partimos do entendimento que está colocado em jogo o futuro do país e da democracia brasileira, entre dois projetos: o primeiro representado pela candidatura de Fernando Haddad e a deputada estadual pelo RS, Manuela D’Ávila, enquanto o segundo é representado pelo deputado Jair Bolsonaro e o General Mourão. Diante dessa conjuntura, a ANPG toma para si mais uma vez a responsabilidade histórica de tomar posição sobre os rumos do nosso país. Afinal, o resultado do segundo turno não é indiferente à vida de nenhum de nós.
O descrédito com a política fomentado pela campanha midiática diária que afasta a população do interesse pela participação política alimentou candidaturas que manifestam na aparência a negação e a criminalização da política institucional. A maior expressão desse cenário é a ascensão da extrema-direita, apologista de idéias fascistas e reacionárias e defensora da ditadura civil-militar que acometeu nosso país no século passado.
O projeto representado pela candidatura de Jair Bolsonaro, assentado no ódio e no obscurantismo, tem impulsionado uma onda de intolerância, colocando brasileiros uns contra os outros e ameaçado a nossa jovem democracia. Democracia esta, cara às entidades estudantis que foram as primeiras vítimas da ditadura de 64 justamente por sempre estarem na linha de frente da defesa do povo brasileiro. Estudantes foram brutalmente perseguidos, torturados e assassinados pelo regime ditatorial. Por isso, nossa obrigação histórica é colocar-mo-nos contra qualquer projeto e candidatos que defendam a tortura, o autoritarismo, expressem discursos fascistas e ameacem a nossa democracia.
Não obstante, Jair Bolsonaro tem sido representante do atraso e da continuidade da equivocada política econômica do ilegítimo Michel Temer que ataca os direitos do povo brasileiro e a soberania do país. O candidato além de defender cortes em direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, defende a Emenda Constitucional 95 que congela investimentos públicos em setores estratégicos para retomada do desenvolvimento nacional, como Educação e Ciência e Tecnologia. Além disso, já proferiu ataques ao Estado brasileiro e contra os investimentos públicos em áreas sociais e estratégicas: ataques ao caráter público do ensino superior; a pretensão em acabar com o Ministério da Ciência e Tecnologia; privatizar as empresas estatais brasileiras – bases para nosso desenvolvimento econômico e cientifico; e, entregar as nossas riquezas ao capital estrangeiro. Riquezas essas que deveriam estar a serviço do povo brasileiro, como o pré-sal. Jair Bolsonaro representa um projeto privatista e entreguista em escala sem precedente na história do país.
Por outro lado, a candidatura do professor e pesquisador Fernando Haddad vem se comprometendo com a defesa dos direitos, da democracia brasileira, com a luta contra o autoritarismo e apresenta um roll histórico de realizações no setor educacional e cientifico brasileiro. Os avanços nos investimentos públicos de educação do último período têm assinatura e digital de Fernando Haddad enquanto Ministro de Estado da Educação. Haddad possibilitou o aumento e expansão dos indicadores científicos e do número de matrículas nas universidades públicas, em especial na pós-graduação stricto sensu, que é responsável por quase 90% da ciência produzida no país além do cumprimento das metas iniciais do Plano Nacional de Pós-Graduação (2010/2024) em titulações de mestres e doutores no Brasil. A partir dessas políticas públicas foi possível desenhar um cenário onde temos um parque de pós-graduação com mais de 300 mil estudantes de mestrado e doutorado (sendo 84% matriculados em instituições públicas de ensino), mais de 12 mil residentes em diversas áreas como saúde, medicina e tecnologia, além de mais de 3 milhões de especializações em todo o país.
Ademais, Fernando Haddad assina compromisso com as pautas defendidas pela Associação Nacional de Pós-Graduandos, incluindo a defesa da universidade brasileira e da educação pública, do sistema nacional de pós-graduação e Ciência e Tecnologia, defesa de saúde pública e de qualidade e defesa da soberania brasileira e de suas riquezas. Esse compromisso abre espaço para realizações de anseios do movimento nacional de pós-graduandos. Um Brasil capaz de crescer com igualdade econômica, social e política, tendo a educação e ciência como alicerces para um projeto nacional. Um país com pleno emprego, e emprego qualificado em todas as áreas do conhecimento, com garantia de saúde, educação, transporte e moradia digna para a maioria da população.
Por esses motivos expostos, acreditamos que quem representa melhor os interesses da democracia, da defesa dos direitos dos estudantes de pós-graduação no Brasil e da sociedade brasileira e da defesa da soberania nacional, é a candidatura de Fernando Haddad. Acreditamos no povo brasileiro e sua potencialidade. Com investimentos públicos em setores estratégicos conseguirá construir um projeto nacional de desenvolvimento para atender suas necessidades. Sabemos que a educação e a ciência e tecnologia têm enorme capacidade e potencial para a geração de riquezas e de transformação social e que esse conhecimento deve contribuir para reduzir as desigualdades socioeconômicas de nosso país.
Indubitavelmente, a candidatura de Fernando Haddad representa a melhor possibilidade de avançarmos em pautas históricas de luta da ANPG como a assistência estudantil, o reajuste das bolsas de pós-graduação e a previdência social para os pós-graduandos e pós-graduandas, para garantir melhores condições para o desenvolvimento da ciência em nosso país.
Assim, convocamos a todos os estudantes de pós-graduação a somarem esforços às diversas mobilizações de estudantes nas universidades, comunidades e bairros que vem acontecendo no país de forma a garantir a discussões sobre o rumo do país, a defesa da democracia e nossos direitos e um projeto que vise o desenvolvimento de nossas potencialidades.

Diretoria Executiva ANPG, 17 de outubro de 2018

Na semana passada, ex-reitores de universidades federais brasileiras, incluindo UFPE, UFSCar e UFRGS,  divulgaram uma carta pública em apoio a Fernando Haddad. O documento relembra que o candidato à Presidência da República, quando ministro da Educação, manteve diálogo aberto com a classe, respeitando a autonomia das universidades e instituindo novos centros de ensino superior aumentando o número de campos em todo o país. Veja a nota aqui: EX REITORES APOIAM HADDAD
A Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) também se posicionou em favor a democracia. Leia aqui
A Universidade Federal de Pernambuco também soltou uma nota ontem se posicionando para o segundo turno dessas eleições. Leia aqui. E a Universidade de Pernambuco também (leia aqui).
Já a Universidade do Amapá já se posicionou desde de 28 de setembro a favor da democracia. Leia aqui
 
A ANPG atualizará essa matéria conforme mais notas forem publicadas. Última atualização 16/10/2018 12:05