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A Associação Nacional de Pós-Graduandos, entidade representativa dos estudantes de pós-graduação, denuncia os graves retrocessos que a aprovação do PL 4302/98 implica para o Sistema Nacional de Pós-Graduação no país.

O PL 4302/98, que agora vai a sanção presidencial, foi aprovado com 231 votos favoráveis, 188 contrários e 8 abstenções. Agora as universidade públicas e privadas podem passar a contratar professores e pesquisadores através de empresas terceirizadas, já que o projeto libera esse tipo de contratação para atividades fins tanto no sistema público como nas empresas privadas.
A aplicação desta medida poderá levar ao virtual fim dos concursos públicos para professores e pesquisadores que agora passariam a ser contratados como terceirizados.
É uma ameaça ao atual padrão de qualidade das universidades públicas, a autonomia dos pesquisadores e das próprias pesquisas de pós-graduação e o conjunto dos direitos dos trabalhadores no país, visto que as pesquisas comprovam: os terceirizados ganham menos, trabalham mais, têm mais acidentes de trabalho e menor estabilidade no emprego.
Por tudo isso a Associação Nacional de Pós-Graduandos convoca os estudantes de pós-graduação e suas entidades representativas (as Associações de Pós-Graduandos) a denunciarem o caráter retrógrado dessa medida e a mobilizar seus colegas nas universidades em conjunto com os trabalhadores e seus sindicatos para manifestações unitárias.
Associação Nacional de Pós-Graduandos,

23 de março de 2017.

assembleia apg usp capital - 23-03-2017

Em assembléia realizada no dia 23 de março na sede da APG-USP Capital os pós-graduandos da USP decidiram por uma calendário de mobilização para divulgar e debater com o conjunto de pós-graduandos da USP em São Paulo os efeitos nocivos para o futuro (e o presentes) dos estudantes da aprovação do PL 4302/98  (terceirização) na Câmara do Deputados na última quarta e a proposta da Reforma da Previdência PEC 287/16.

O vice-presidente da ANPG, Cristiano Junta, esteve presente e pontuou  “a proposta de terceirização é um enorme retrocesso, ela é verdadeiramente catastrófica. A cominação de ajuste fiscal da PEC 55, aprovada ano passado e a aprovação do PL 4302 ontem irá acabar com qualquer perspectiva de que se façam no futuro concursos de qualquer tipo nas universidade públicas. Cada dia a mais que Temer fica no governo é uma nova medida antipopular que ele adota, é preciso divulgar as medidas aos pós-graduandos (…) temos que pôr um fim a seu governo arbitrário o quanto antes”.
Diversos pós-graduandos ressaltaram as atividades que a APG tem feito no último mês e buscaram opinar para ampliar ainda mais os debate e o engajamento da entidade entre os pós-graduando da USP nos campi da capital paulista, base representativa da entidade.
No calendários de luta dos pós-graduando da USP esta a manifestação de 31/03 convocada pela Frente Brasil Popular contra a aprovação do PL 4302/98 (terceirização) e posteriormente a “Recepção dos Ingressantes de Pós-Graduação da USP Capital” no dia 6/4 organizado pela APG-USP Capital com o convidado Prof. Dr. Miguel Nicolelis, neurocientista, considerado um dos 20 maiores cientistas do mundo pela revista “Scientific American”.
Confira mais sobre as decisões adotadas e o calendário de atividades da APG-USP Capital na Pagina do Facebook da entidade: https://www.facebook.com/apg.usp/
 
 

5º SALÃO NACIONAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

“Impacto da ciência na sociedade”

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Vem aí o 5º Salão Nacional de Divulgação Científica, um dos maiores eventos da Associação Nacional de Pós-Graduandos,  que acontecerá entre os dias 16 e 22 de julho, em Minas Gerais, Belo Horizonte. O evento será realizado durante a 69ª Reunião Anual da SBPC.
Com o tema “Impacto da ciência na sociedade”, o 5º Salão tem como objetivo principal a promoção da divulgação científica, da cultura nacional e a integração entre estudantes, professores, pesquisadores e comunidade em geral. Além disso, as atividades que serão realizadas durante o evento buscam aproximar a produção de conhecimento acadêmico da realidade social brasileira.
Acesse a página do 5º Salão Nacional de Divulgação Científica clicando AQUI
Envie AQUI o seu trabalho para a Mostra Científica do 5º Salão Nacional de Divulgação Científica
O tema central do 5º Salão que visa contribuir a analise do papel da ciência e suas contribuições para a transformação da sociedade nos seus mais diversos contextos. Este tema tem muita abrangência, mas é pouco discutido pela própria comunidade cientifica até então. Quando se fala em impacto, geralmente é sobre o impacto das publicações científicas, o que reduz a dimensão do papel da ciência em impactar a vida adas pessoas. Ao propor um tema como esse, a ANPG pretende ouvir a comunidade científica e os órgãos governamentais sobre a possibilidade de colocar o impacto da ciência na sociedade no centro da pauta e fomentar uma ciência mais humana, com a relação entre a pesquisa e a realidade social, econômica e política.
Dentre as atividades previstas, estão:
– Conferências temáticas com profissionais relacionados ao tema;
– Debates;
– Mostra Científica do 5º Salão;
Confira o edital da MOSTRA aqui
Veja mais informações sobre os demais salões:
1º Salão Nacional de Divulgação Científica
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O 1º Salão Nacional de Divulgação Científica, organizado durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2009, foi uma iniciativa das entidades estudantis nacionais: Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) em conjunto com a Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial (CENAPET), e teve como temática a “Popularização da Ciência no Brasil”. Aconteceu entre os dias 21 e 23 de outubro de 2009 na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) – São Paulo, SP.
2º Salão Nacional de Divulgação Científica
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O 2º Salão Nacional de Divulgação Científica, organizado durante a 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foi uma iniciativa das entidades estudantis nacionais: ANPG, UNE e UBES, em conjunto com a CENAPET e com a Organização Continental Latino-Americana e Caribenha dos Estudantes (OCLAE). Teve como temática “Integração Científica e Tecnológica da América Latina” e foi realizada  de 25 a 30 de julho de 2010 na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Natal, RN.
3º Salão Nacional de Divulgação Científica
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O 3º Salão Nacional de Divulgação Científica, organizado durante a 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), foi uma iniciativa das entidades estudantis nacionais: ANPG, UNE e UBES em conjunto com a Universidade Federal de Pernambuco. Teve como temática a: “Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Soberania Nacional” e foi realizado entre 22 e 26 de julho de 2013, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Recife, PE.
4º Salão Nacional de Divulgação Científica
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o 4º Salão Nacional de Divulgação Científica aconteceu entre os dias 12 e 17 de julho, na Universidade Federal de São Carlos, interior de São Paulo. Com o tema “Desafios e perspectivas para o Financiamento da Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”.

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Nesta semana está previsto para ser votado na Câmara dos Deputados dois projetos de lei polêmicos: o Projeto de Lei (PL) 4302/98, que permite a terceirização de todas as atividades da empresa e o PL 4330 que aprova terceirização da atividade-fim e estende regras para empresas públicas.
Segundo informações do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior  – (Andes), além de permitir a terceirização de todos os postos de trabalho, o PL 4302 inclui mais alguns agrados às empresas, anistiando multas, débitos e penalidades que não estejam compatíveis com a nova lei. O projeto prevê ainda menos obrigação de fiscalização e garantia de direitos dos trabalhadores às empresas contratantes. No Brasil, mais de 12,7 milhões de pessoas trabalham em empresas terceirizadas, o que corresponde a 26,8% do total. Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), de 2015, apontam que a remuneração nestas empresas é, em média, 24,7% menor e a jornada de trabalho 7,5% maior (3 horas semanais) do que o mercado formal de trabalho.
A ANPG é contra esses dois projetos. Na Jornada de Lutas 2017 da ANPG, esta é uma das bandeiras. “Existem diversos estudos e dados que comprovam que a liberação ilimitada da terceirização aumentará o subemprego, reduzirá os salários e colocará em risco a vida dos trabalhadores/as, além de contribuir para o desmonte nos institutos de pesquisas e universidades, que poderão trabalhar de forma flexibilizada e precarizada”, explica Tamara Naiz, presidenta da Associação.
PEC 395
Também está prevista para hoje,  22, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 395/14, que põe fim ao princípio constitucional da gratuidade das atividades de cursos de especialização oferecidas pelas Instituições de Ensino Superior (IES) públicas.
De autoria do deputado Alex Canziani (PTB-PR), a proposta acaba com gratuidade em cursos de especialização e extensão, com exceção para os programas de residência (em saúde) e de formação de profissionais na área de ensino, que continuarão gratuitos. O mestrado profissional também ficou de fora da cobrança por luta e pressão da ANPG e do movimento educacional.
“Esta PEC vai contra tudo o que a ANPG luta: um ensino público e de qualidade para todos. Esta emenda abre mais portas ainda para a privatização da educação pública superior no país”, diz Tamara Naiz.
A ANPG está presente nesta luta e acompanha de perto e pressiona os deputados para que esta PEC não seja aprovada.

A Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC), fundada em 15 de julho de 1999, surgiu para unir ideias, compartilhar experiências, projetos e possibilitar um grande intercâmbio entre os Centros e Museus de Ciência de todo o Brasil. Faz parte da sua missão promover diálogo com as autoridades públicas, nas suas diversas instâncias, no sentido de contribuir para o fortalecimento de programas de divulgação científica e de articulação de uma Política Nacional de Popularização da Ciência. O diálogo com esse Ministério, que coordena as políticas públicas federais para a popularização da ciência, se deu de forma proveitosa desde a fundação da nossa entidade.
Depois de um longo período de ampliação do campo da popularização da ciência, e dos centros e museus de ciências em particular, acompanhamos com pesar o atual momento de grande perplexidade e receio quanto ao futuro desse campo. Esse desenvolvimento foi especialmente verificado a partir dos anos 1980, conforme pode ser observado nas edições de 2005, 2009 e 2015 do Guia de Centros e Museus de Ciência do Brasil, coordenado pela ABCMC, que registram respectivamente 110, 190 e 268 instituições dessa natureza no país. Apesar do grande desenvolvimento citado acima, trata-se de uma política historicamente muito recente, com importantes questões a serem equacionadas. Por exemplo, podemos observar no Guia 2015 que muitas capitais não dispõem sequer de um museu de ciência de porte, que possa atender à população local e funcionar como centro propulsor da popularização da ciência nesses Estados.
Lamentamos, ainda, o desmonte gradual de museus históricos, como a Estação Ciência e o Museu de Ciência e Tecnologia da Bahia (MCT/BA), entre outros que passam por dificuldades até para permanecerem funcionando.
O museu Estação Ciência (USP) iniciou um processo de dispersão de profissionais altamente qualificados para outras unidades da universidade, depois veio o fechamento provisório e finalmente foi anunciado o fechamento definitivo dessa referência do nosso campo.
Exemplo de decadência, decorrente da falta de consciência em relação à importância da popularização da ciência para a formação cidadã de jovens e adultos, é o caso do Museu de Ciência e Tecnologia da Bahia. O MCT/BA, que tem um papel histórico de pioneirismo entre os museus interativos brasileiros, há muitos anos vem sendo sucateado, assim como sua unidade móvel, o “Ciência Móvel”. Trata-se de um patrimônio do Estado da Bahia que foi ao longo dos anos posto à deriva. O seu prédio, especialmente projetado para servir de sede para o museu, portanto, portador de valor histórico, foi transformado em área administrativa e a população privada do seu importante acervo.
Outros museus vivem em permanente expectativa quanto à própria sobrevivência, por dificuldades financeiras, políticas e administrativas, inclusive alguns ameaçados de extinção. Nos últimos tempos nos chegaram relatos preocupantes desse tipo de problemas sobre alguns espaços de Vitória (ES), como o Planetário de Vitória (1995), a Praça da Ciência (1999), a Escola da Ciência – Física (2000) e a Escola da Ciência – Biologia e História (2001); sobre a Fundação Zoobotânica do Rio Grande Do Sul (FZB), que presta relevantes serviços à sociedade por meio de seus três órgãos, o Museu de Ciências Naturais, o Jardim Botânico e o Parque Zoológico; sobre o Museu Ciência e Vida, implantado no Município Duque de Caxias (RJ), que passa pelas mesmas dificuldades do Estado do Rio de Janeiro. Algumas instituições afirmam que montaram grupos de trabalho para tratar dessas questões, mas as dificuldades vêm se perpetuando ao longo do tempo.
É inadmissível a situação dessas instituições, que fizeram história na área da popularização da ciência, sobre as quais não sabemos qual será o final e consideramos imperiosa uma ação desse Ministério, órgão máximo das políticas públicas para a área, através de iniciativas no seu próprio âmbito e de articulações com outras instâncias governamentais que possam reverter esse difícil momento.
Uma questão que certamente viria atender a algumas necessidades imediatas de muitos museus seria a liberação dos restos a pagar da Chamada MCTI/CNPq/SECIS nº 85/2013 – Apoio à criação e ao desenvolvimento de Centros e Museus de Ciência e Tecnologia com recursos do FNDCT. Pelo que sabemos dos R$ 20 milhões previstos no edital, mais da metade desse valor ainda não foi liberado.
Por outro lado, a comunidade dos centros e museus de ciência reclama por informações desse Ministério a respeito de novos editais para a área, neste ano de 2017. Os editais se mostraram um importante mecanismo de alocação de meios, dado o seu caráter democrático e sua exigência de projetos qualificados. Como grande parte dos centros e museus de ciência desenvolve outras atividades de popularização da ciência, essa comunidade demanda também apoios e editais específicos para Olimpíadas Científicas, Feiras e Mostras Científicas, projetos Ciência Móvel, Planetários Móveis e eventos em geral da área, como a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e o Biênio da Matemática, que a ABCMC também participa da Coordenação Nacional e que engloba a Olimpíada Internacional de Matemática, em 2017, e o Congresso Internacional de Matemáticos, em 2018.
O atual documento da ENCTI (Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação- 2016/2019) ao definir a temática “Ciências e Tecnologias Sociais” como um de seus temas estratégicos, confere especial atenção à importância da educação científica da população brasileira como forma de garantir a soberania do país no século XXI nos âmbitos nacional e internacional. Essa temática tem sido continuamente contemplada em documentos estratégicos na área de Ciência e Tecnologia, frutos das Conferências Nacionais de Ciência e Tecnologia que aconteceram, em 2001, 2005 e 2010. Nesta última, na IV Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, foi aprovada a agenda “Pop Ciência 2022”, à qual sugerimos especial atenção. O tema da Educação Científica da população brasileira também foi foco da ENCTI 2012-2015. A atual ENCTI, ao definir como um de seus objetivos “Desenvolver e difundir conhecimento e soluções criativas para a inclusão produtiva e social, a melhoria da qualidade de vida e o exercício da cidadania”, estabelece a meta “Promover a melhoria da educação científica, a popularização da C&T e a apropriação social do conhecimento” como uma das estratégias associadas ao referido objetivo.
O cenário exposto evidencia o papel estratégico da Divulgação e Popularização da Ciência e Tecnologia e a necessidade do reconhecimento da socialização da cultura científica enquanto determinante para a formação cidadã e para o crescimento da produção científica e tecnológica do país e, consequentemente, de dar sequência à implantação de políticas estruturantes para o setor, assim como ao oferecimento de meios mais robustos, regulares e sistemáticos que garantam a continuidade do desenvolvimento do campo da popularização da ciência, através de editais e outras formas de fomento.
Agradecemos a atenção e nos colocamos à disposição para discutir as questões elencadas acima e outras que sejam colocadas em pauta e contribuir para o enfrentamento dos desafios, que ainda são muitos, para a melhoria da educação científica e da popularização da cultura científica em nosso país.
Atenciosamente,
José Ribamar Ferreira
Diretor Presidente
Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC)

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A ANPG participou, entre os dias 9 e 12 de março da reunião do Secretariado Geral da Organização Continental Latino-Americana e Caribenha de Estudantes (OCLAE), na cidade de Buenos Aires, Argentina.  O encontro reuniu entidades nacionais e federações estudantis de toda a América Latina e Caribe para debater e construir uma plataforma comum das reivindicações estudantis no continente.
O último dia do encontro, 11 de março, aconteceu na Faculdade de Econômicas da Universidade de Buenos Aires e nele foram discutidos os informes sobre o Festival Mundial da Juventude e dos estudantes FMJE; Jornada continental de luta; Encontro Continental de estudantes secundários; Sedes da próxima reunião do secretariado geral da oclae e do próximo Congresso Latino Americano e Caribenho de estudantes – CLAE e a aprovação das resoluções de Educação e conjuntura e demais documentos da reunião.
No final do debate foi aprovado que a próxima sede do CLAE será em Córdoba, Argentina, por conta do Marco na Reforma de Córdoba. O evento acontecerá em junho de 2018.
Também foi aprovado o manifesto contra a PISA. “Um importante ponto foi o repúdio contra a avaliação PISA, que será feito em todos os países. Isso coloca a politica de ranking como prioridade, mas deveria termos uma politicas de renovação e restauração da educação pública em toda a América Latina”, explicou Camila Lanes, presidenta da Ubes.
Além disso foi aprovado que o secretariado geral da Oclae será em Havana, entre os  dias 12 a 16 de Fevereiro de 2018; foi feita uma convocação para que os estudantes latinos participem do 19 FMJE (Rússia) e para a jornada continental de lutas estudantis.
Em outubro também acontecerá na Colômbia o Encontro Continental de estudantes secundários. “Receberemos na Colômbia o II Encontro latino-americano e caribenho de estudantes secundaristas com muita alegria. Vamos construir uma agenda conjunta de lutas que permita seguir mobilizando os estudantes pela garantia de uma educação de direito, publica. Também discutiremos a perspectivas das ocupações, a necessidade de fortalecimento das relações entre as nossas organizações, assim como a aposta de uma construção de um manifesto limiar dos estudantes secundaristas como aporte a atualização do manifesto de Córdoba em seu marco centenário”, contou Deisy Aparicio, Asociación Nacional de Estudiantes de Secundaria- ANDES.
Jairo Marques, diretor das relações internacionais da UBES, também comentou sobre o Encontro Continental de Estudantes secundaristas. “Frente as grandes mobilizações dos estudantes secundaristas no continente as organizações secundaristas da OCLAE convocam o II Encontro latino americano e caribenho de estudante secundarista que é um espaço muito importante para a articulação e formulação sobre a escola que queremos a, existe hoje um ambiente de muita luta as ocupações no brasil a luta dos estudantes colombianos pela implementação dos acordos de paz , a luta dos estudantes chilenos para a aprovação de uma reforma educacional e a bravura dos estudantes cubanos na luta contra o bloqueio. Neste sentido iremos realizar em outubro na Colômbia este grande encontro dos bravos estudante secundaristas organizados na OCLAE”.
A ANPG esteve representando os estudantes de pós-graduação de toda a América Latina e Caribe no secretariado geral da OCLAE. “Nós da ANPG valorizamos e lutamos pela integração educacional e científica e tecnologia em nosso continente, também pela cooperação solidária entre nossos povos. A OCLAE tem se revelado cada vez mais um importante espaço para a discussão dessa temática e acredito que temos boas contribuições para tal debate e para a organização dos pós-graduados em nossa região”, disse Tamara Naiz, presidenta da ANPG, que esteve em Buenos Aires.
RESOLUÇÕES E DOCUMENTOS APROVADOS
Baixe aqui:
Manifiesto contra PISA suscribir

Jornada Continental de Lucha por la democracia y contra el neoliberalismo 2017
Llamamiento a la juventud del mundo a participar en el 19 Festival Mundial de la Juventud y los Estudiantes
Convocatoria a la Caravana Che
Solidaridad Puertoo Rico
Día Internacional de la Mujer OCLAE
 

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A Organização Continental Latino-Americana e Caribenha de Estudantes (OCLAE) está celebrando seus 50 anos. E para comemorar lança sua revista em qual conta seus anos de luta.
Você pode baixar neste link; Revista de la OCLAE ESPECIAL 50 AÑOS
SOBRE A OCLAE
A OCLAE foi fundada em 1966, reúne 38 federações estudantis de 24 países do continente, inclui organizações do movimento estudantil secundarista, universitário e de de pós-graduação, tem assento no conselho consultivo da ONU. Participa, ainda, do Instituto Internacional da Unesco para Educação Superior da América Latina e Caribe (Iesalc) e compõe a comissão de segmento da rede de enlaces da Unesco.
Entre os seus principais objetivos de trabalho estão:  lutar pela erradicação do analfabetismo, a acessibilidade da educação, bem estar do estudante e igualdade na cobertura à educação; a defesa da autonomia universitária, liberdade e pluralidade da academia e da educação pública e gratuita; promover e desenvolver a solidariedade efetiva dos alunos na sua luta contra o fascismo, o imperialismo, o colonialismo, neocolonialismo, a fome, a injustiça social e toda conduta ou afirmação que fere a dignidade humana e para a unidade e integração latino-americana.
A OCLAE vem se consolidando como importante espaço de discussão para definir os rumos da educação no continente. Seus fóruns discutem questões como a regulamentação do ensino privado, o fortalecimento da educação pública, a mobilidade acadêmica e a integração latino-americana, condição para um desenvolvimento soberano do Brasil, e um tema caro para a ANPG.

5º SALÃO NACIONAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

“Impacto da ciência na sociedade”

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Salão Nacional de Divulgação Científica

Os Salões Nacionais se consolidaram como uma das principais atividades da ANPG e expressam um espaço diversificado de atividades com o intuito de promover a divulgação científica, a cultura nacional e a popularização do conhecimento. O evento é aberto e gratuito, e busca integrar estudantes, professores, pesquisadores, pessoas responsáveis por políticas públicas e a comunidade em geral.

O 1º Salão Nacional de Divulgação Científica debateu a “Popularização da Ciência no Brasil”, e aconteceu durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, entre 21 a 23 de outubro de 2009, na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). A iniciativa para a realização do evento partiu das entidades estudantis: ANPG, União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), junto com a Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial (CENAPET). Em 2010, fizemos o 2º Salão Nacional de Divulgação Científica, durante a 62ª Reunião da SBPC, no qual discutimos a “Integração Científica e Tecnológica da América Latina”, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Nestes encontros, a ANPG alavanca debates específicos – como os direitos dos pós-graduandos – assim como discute temas mais gerais, como a educação em todos os níveis de ensino, e as ciências – humanas, exatas e biológicas – e a tecnologia no Brasil.

A ANPG defende e valoriza a educação científica e busca articular a produção de conhecimento à realidade social brasileira.

O 5º Salão nacional de Divulgação Científica da ANPG acontecerá entre 16 e 22 de julho de 2017, em Belo Horizonte.

Ainda não entendeu o que é o Salão Nacional? Saiba mais AQUI

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O dia 15 de março será o Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência. Este será um dia de mobilização dos trabalhadores e estudantes, da rede pública e do setor privado, juntamente com todas as demais categorias, contra os ataques aos direitos previdenciários e trabalhistas.
A ANPG tem o dia 15 em seu calendário de Lutas (veja mais aqui). A entidade reforça a contrariedade da proposta de reforma da previdência aprovada no Congresso Nacional que coloca em prática o fim da aposentadoria integral. Isto porque só quem contribuir por 49 anos de idade terá direito a ela.
As novas regras da previdência afetam diretamente os pós-graduandos e pesquisadores, que retardam sua entrada no sistema providenciaria, para qualificar altamente a formação. Com as novas normas uma pessoa que decida fazer pós-graduação só poderá se aposentar com rendimento integral por volta dos 75 anos de idade – uma injustiça para quem dedicou um tempo precioso da sua vida para a pesquisa brasileira.
Leia mais sobre o assunto neste artigo: https://www.anpg.org.br/e-a-previdencia-dos-pos-graduandos-como-e-e-como-ficaria-com-a-proposta-de-temer/
 

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Tamara Naiz, presidenta da ANPG

A ANPG participa, entre os dias 9 e 12 de março da reunião do Secretariado Geral da Organização Continental Latino-Americana e Caribenha de Estudantes (OCLAE), na cidade de Buenos Aires, Argentina.
O segundo dia de sessão da reunião do secretariado geral da OCLAE, 10 de março, ocorreu na Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires e foi centrado em debates sobre a educação. Neste bloco foi discutido o panorama da educação no contexto da América Latina e Caribe, além de um manifesto contra PISA e a caravana educacional da OCLAE, na qual foi definido seus eixos centrais, formato e algumas datas.
Para Tamara Naiz, presidenta da ANPG, o debate educacional acontece num momento fundamental para se pensar nos desafios educacionais neste momento pré-CRES 2018. “Devemos aproveitar esse momento para pensar o papel da universidade na sociedade, assim como refletir sobre qual tipo de contribuição a Universidade deve dar para a formulação de projetos para o desenvolvimento da sociedade e das pessoas, além de combater o processo de mercantilização da educação superior que cresce fortemente em nosso continente e no mundo”.
Em sua intervenção Tamara destacou ainda que a universidade é por excelência um espaço de produção do conhecimento, de vanguarda, é uma instituição construída a partir do compromisso de alavancar o desenvolvimento humano e social por meio da formação de pessoas, do caráter científico e da promoção de ações voltadas para a sociedade, expressando assim seu compromisso social e conectando-se com a vida das pessoas. “A Unesco já classificou, em 2009, a educação superior como patrimônio público, com o dever de responder às necessidades sociais por meio da pesquisa comprometida e do ensino de qualidade, acredito que é dessa forma a universidade contribui para o desenvolvimento do país. Para tal torna-se importante a participação de estudantes, professores e pesquisadores na definição das prioridades sociais no campo da educação, da ciência e da tecnologia. Dessa forma a Universidade contribuirá para a promoção da transformação social, do desenvolvimento sustentável e da inserção soberana e competente do país no cenário internacional”, disse.
SAIBA MAIS SOBRE O PISA:
O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) foi criado em 2000 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e tem como objetivo realizar uma comparação entre o desempenho de alunos na educação básica em 65 países. Acontece a cada três anos e abrange três áreas do conhecimento: leitura, matemática e ciências. As entidades estudantis secundaristas da América Latina e Caribe, como a UBES, tem duras criticas ao exame, pois o veem apenas como um ranking, sem o compromisso dos governos em melhorar a educação básica e provocar uma educação mais emancipadora e transformar a vida das pessoas.
“La campaña internacional contra la lógica de la estandarizacion en la educacion pública, mediante el manifiesto contra la prueba PISA, busca generar el debate y combate a este tipo de pruebas que buscan la homogenidad en los sistemas educativos, eliminando la diversidad de modelos y contenidos en la educacion. Como evaluacion estas pruebas tienen efectos punitivos para el magisterio y para el estudiantado ya que condiciona presupuestos a la educacion publica.
Demandamos la cancelacion de los contratos con la OCDE por parte de nuestros gobiernos quien administra la aplicacion de PISA y que para 2018 ha sedido a la trasnacional pearson la aplicacion de esta”, Veronica Teneria, RED SEPA e UNAM, México.
DEBATE SOBRE EDUCAÇÃO SUPERIOR
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Ainda no segundo dia de atividades, aconteceu o painel “ENLACES y Conferencia Regional de Educación (CRES) – Camino al Centenário de la Reforma de Córdoba”. Estiveram presentes o conselho interuniversitário da argentina e da coordenação da CRES 2018 com Hugo Juri Reitor da Universidade Nacional de Córdoba (UNC) e Guillermo Tamarit Reitor da  Universidad Nacional del Noroeste de la Provincia de Buenos Aires (UNNOBA) e Presidente do Comitê Interuniversitário Nacional da Argentina (CIN)
CRES 2018
O Instituto Internacional para a Educação na América Latina e Caribe, ligado a Unesco, escolhei Córdoba como a sede da Conferência Regional da Educação Superior 2018. Todo o sistema de educação apoiou, pois reconhece e homenageia a Reforma Universitária de 1918, em seu centenário.
A CRES acontecerá em Córdoba dentro de dois anos e é uma reunião preparatóriqa para a Conferência Mundial da Educação Superior que acontecerá em Paris em 2019. Na ocasião, cada continente levará suas propostas para a educação do ensino superior. Todas as conferencias, tanto regionais como a mundial, são organizadas pela Unesco.
A organização do CRES 2018 estará a cargo, conjuntamente, a Iesalc e UNC, com respaldo da CIN e da Secretária de Políticas Universitárias das Nações.
A ANPG participará da construção da participação estudantil para a CRES 2018. Em setembro de 2016 a entidade participou do I Foro Averto de Ciências da América Latina e Caribe em Montevideo, organizado pela Unesco e AUGM, onde propôs a inclusão de um eixo sobre CTI na CRES 2018, com a justificativa de que as universidade não são mais apenas formadoras de recursos humanos, mas instituições fundamentais para o desenvolvimento cientifico na região. Em janeiro, durante o II seminário sobre a internacionalização da ciência brasileira (veja aqui), a entidade realizou a mesa “A CRI na Conferencia Regional de Educação Superior (CRES 2018)”, com a presença do presidente da Comissão organizadora da CRES, professor Francisco Tamarit, da universidade de Córdoba.
A entidade também conseguiu aprovar na CRES a inclusão do eixo “La investigación científica y tecnológica y,  la innovación como motor del desarrollo humano, social y económico de América Latina y el Caribe”. Uma vitória que precisa ser comemorada!