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Temáticas científicas inspiraram incontáveis filmes ao longo do século passado. Há décadas o público lota salas de cinema para assistir a produções do gênero. Mas apesar do interesse geral, um tipo específico de história tem sido bem menos explorado pelos produtores: são aquelas cujo foco é a própria vida de cientistas renomados. Além de terem contribuído significativamente para o avanço de nosso conhecimento sobre a realidade (o que por si só já é um feito heroico), algumas dessas pessoas viveram belíssimas histórias pessoais. Elas são cheias de momentos de superação, coragem, brilhantismo – qualidades dignas de compor as melhores narrativas cinematográficas. Prova disso são os excelentes dramas biográficos lançados no fim do ano passado sobre a vida do cosmólogo Stephen Hawking e do matemático Alan Turing.

Cientistas e Pesquisadores – Pós-Graduandos

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O jogo da imitação (2014)

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A teoria de tudo (2014)

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Estão abertas as inscrições para delegados e seus respectivos suplentes e observadores para o 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos. Esta etapa acontece após a validação dos processos eleitorais e eleição dos delegados das APGS.

Confira aqui a lista dos delegados eleitos

As inscrições para delegados e suplentes custam R$ 80 até 06/06. Já as inscrições para observadores custam R$ 150 até 06/06. Este ano temos a novidade do pagamento online feito exclusivamente na via formulário por meio do botão do PagSeguro. Após preencher o formulário, clique no botão de pagamento do ícone do Pagseguro. Só serão validadas as inscrições que tiverem seus pagamentos confirmados a partir do PagSeguro.
Durante o Congresso, o valor da inscrição para delegados e suplentes, custará R$ 130, e o de observadores, R$ 180.
Para se inscrever acesse o hotsite do 25º CNPG: http://www.cnpg25.com.br/p/inscricoes.html
Da redação

O Conselho Nacional de Juventude foi notificado na última terça-feira (17) pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que “conteúdo indevido” no site do Conjuve seria retirado. O suposto conteúdo indevido é a nota publicada pelo Conselho no dia anterior (16) contra o golpe que se deu por meio do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A ANPG, que tem assento no Conjuve, repudia qualquer tipo de censura.

Confira abaixo a carta do Conjuve, publicado no dia 17 de maio, em resposta à censura do Governo de Michel Temer:

Governo golpista censura Conselho Nacional de Juventude!

A nota da sociedade civil do CONJUVE, publicada ontem (16), foi censurada pelo governo golpista de Michel Temer. A justificativa dada pela área de comunicação é que a nota se tratava de um “conteúdo indevido”. Não aceitamos essa postura que retoma os tempos sombrios de nosso país. As organizações da sociedade civil que compõem o conselho têm autonomia para se posicionar sobre todos os temas relacionados à juventude brasileira e aos interesses nacionais, inclusive sobre rupturas democráticas e retrocessos na garantia de direitos.

Ao repudiarmos a ação do governo golpista de Michel Temer, queremos apresentar o que consideramos ações “indevidas”:
1. apoiar e articular um golpe de Estado, com a sustentação jurídica, midiática e parlamentar, que afastou da presidência Dilma Rousseff;
2. um governo não possuir em sua equipe ministerial nem mulheres e nem negros;
3. acabar com o Ministério da Cultura e o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos;
4. possuir em sua equipe três ministros investigados diretamente na Lava Jato e sete ministros que sofrem processos por crimes de corrupção;
5. fazer com que a Controladoria Geral deixe de ser independente e passe a ser subordinada ao governo;
6. indicar Alexandre Moraes para o Ministério da Justiça. Como se sabe, o ex-secretário do Governo Alckmin foi advogado de Eduardo Cunha, do PCC e comandou o ataque aos movimentos sociais e às(aos) estudantes secundaristas nas ocupações das escolas, além de aumentar em quase 70% o número de mortes por ação policial;
7. indicar Mendonça Filho, do DEM, para o Ministro da Educação, autor de ação na Justiça que combate as políticas afirmativas e é contra o FIES e o Prouni.
8. indicar para o Ministério da Agricultura, Bairo Maggi, um dos campeões em desmatamento e já propôs o fim do licenciamento ambiental.
9. exonerar o presidente da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), com mandato e desrespeitando a autonomia e a opinião do Conselho Curador da EBC;
10. revogar decretos referentes à ampliação do maior programa de habitação do mundo, o “Minha casa, minha vida”;
11. afirmar, como dito pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-RR), que o SUS precisa ser revisto em seu tamanho e que a Constituição Federal possui muitos direitos, algo que não poderá ser sustentado pelo Estado.
Reafirmamos a nossa posição! “Não reconhecemos o governo do vice-presidente Michel Temer. O atual governo se utilizou de um golpe de Estado jurídico-parlamentar para afastar a presidenta Dilma Rousseff, democraticamente eleita e sem a existência real de um crime de responsabilidade”.
Resistiremos!
Sociedade Civil do Conselho Nacional de Juventude

Foi prorrogado o prazo para a submissão de trabalhos científicos da Mostra Científica do 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos até o dia 29 de maio. A mostra será realizada como parte da programação do evento na Universidade Federal de Minas Gerais, compreendendo o período de 10 a 12 de junho de 2016.

A inscrição de resumos pode ser efetuada através de endereço eletrônico ([email protected]) na modalidade de resumo e artigo completo, com exposição em sessão coordenada.  Visando receber trabalhos de estudantes de graduação, pós-graduação e pesquisadores de todos os estados e instituições de ensino e pesquisa do país, a mostra relaciona-se com as seguintes áreas: Biociências; Ciências exatas e da terra; Ciências humanas, letras e artes; Ciências da saúde;  Ciências sociais aplicadas;  Educação; Ciências tecnológicas.

 Além da mostra científica, o XXV Congresso Nacional de Pós-Graduandos oferecerá em sua programação conferências, mesas e grupos de discussão. A inscrição na mostra científica é de R$ 20,00.

Para inscrever trabalhos, acesse a biblioteca virtual da ANPG e o edital da mostra:  https://www.anpg.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Edital-mostra-2016.pdf

Novo calendário e outras informações podem ser vistas na página do Congresso: http://www.cnpg25.com.br/p/mostra-cientifica.html

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Inscreva seu trabalho na Mostra Científica do 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos

Acesse o hotsite do 25º CNPG

A Associação Nacional de Pós-Graduandos foi surpreendida com a notificação sobre a suspensão do Grupo de Trabalho “Inclusão Social na Pós-Graduação” da CAPES”. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior publicou no Diário Oficial da última sexta-feira (13), o seguinte: “Considerar encerradas as atividades do Grupo de Trabalho designado pela Portaria CAPES nº 149, de 13 de novembro de 2015, publicada no DOU de 16 de novembro de 2015 e revogadas as demais Portarias que a alteraram”.

Leia a publicação no Diário Oficial da União

Conquista dos pós-graduandos e das pós-graduandas, esse grupo teve como objetivo, ao longo de três meses, analisar e propor mecanismos de inclusão de estudantes autodeclarados pretos, pardos e indígenas e estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, em programas de mestrado e doutorado e em programas de mobilidade internacional.
Apesar da criação, no último dia 11 de maio, da portaria que incentiva a reserva de cotas em programas de mestrado e doutorado, anunciado pelo então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a suspensão do Grupo de Trabalho é considerado pela ANPG um retrocesso.
“A ANPG foi surpreendida pela suspensão do Grupo de Trabalho que daria continuidade à análise dos mecanismos de inclusão social na pós-graduação. Essa suspensão foi realizada sem aviso prévio e não foi tratado no âmbito do Grupo”,  diz Gabriel Nascimento, diretor da ANPG.

A Associação entende que é importante que a sociedade civil participe deste debate sobre a inclusão social na pós-graduação a partir das cotas. O GT seria uma comissão permanente para acompanhar os avanços provenientes da portaria.

“A criação da portaria que incentiva a reserva de cotas na pós-graduação é uma conquista dos estudantes, mas a própria portaria diz que o Grupo de Trabalho seria o responsável pela vigilância da própria da portaria de cotas”, disse Gabriel.

Saiba mais sobre o Grupo de Trabalho “Inclusão Social na Pós-Graduação” da CAPES”

Saiba mais sobre a portaria que incentiva a reserva de cotas na pós-graduação
“A ANPG tem solicitado, juntamente com outras entidades como a Educafro e a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros, diálogo com a CAPES sobre esse assunto e o retorno do Grupo de Trabalho o quanto antes!”, finaliza Gabriel.
 
Em nota, a Capes dá explicações sobre a não existência do grupo e se responsabiliza pela elaboração de um censo discente da pós-graduação.
Veja a nota na íntegra enviada pela Capes à ANPG:
 
A conclusão do Grupo de Trabalho instituído pela Portaria CAPES nº 149, de 13 de novembro de 2015, deu-se em função da publicação  da Portaria Normativa MEC nº.13, de 11 de maio de 2016, pois esta última se sobrepõe em hierarquia e em escopo à primeira portaria mencionada (analisar e propor mecanismos de inclusão).
Com a Portaria MEC nº 13/2016, o MEC solicita diretamente às instituições de educação superior a apresentação de propostas de inclusão de negros, pardos, indígenas e pessoas com deficiência em seus programas de pós-graduação no prazo de 90 dias. As Instituições Federais de Ensino deverão criar comissões próprias com a finalidade de dar continuidade ao processo de discussão e aperfeiçoamento das Ações Afirmativas propostas.
Adicionalmente, a portaria dá à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) a incumbência de coordenar a elaboração periódica de um censo discente da pós-graduação, que permitirá o acompanhamento das ações de inclusão, bem como a avaliação de tais ações junto aos programas de pós-graduação.
Por fim, de acordo a Portaria MEC, o Ministério da Educação instituirá Grupo de Trabalho para acompanhar e monitorar as ações propostas na Portaria englobando o que anteriormente estava proposto na Portaria Capes.
A Capes segue encaminhando as ações discutidas no âmbito do GT (por exemplo, projeto do Censo) para consolidar sua contribuição para as ações de inclusão.

Da redação

Na tarde desta quarta-feira (18), o diretor da ANPG, Gabriel Nascimento, participou do Encontro de Pós-Graduação da Unesp – Campus Botucatu. O encontro, cujo tema foi “A profissionalização da carreira do cientista”, foi organizado pelos alunos e professores dos programas de pós-graduação na área de saúde.

No encontro, Gabriel discorreu sobre a polêmica que foi o projeto da neurocientista Suzana Herculano para profissionalização do cientista, em 2013. Na ocasião, a Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG), assim como a SBPC e ABC, se manifestou contra a proposta, pelo conjunto de equívocos que eram imanentes do projeto.

Leia o artigo: “Profissionalização dos cientistas: a ANPG está dando o primeiro passo” para saber porque a ANPG se posicionou contra

Gabriel falou também sobre os direitos dos pós-graduandos e comentou que o Brasil ainda não está preparado para este debate porque o país ainda não se chegou ao patamar de conceder direitos plenos aos pesquisadores; etapa por que passa, necessariamente, o processo até se tornar em uma carreira, profissão.

“No Brasil, há ainda a visão tecnocrática, que confunde ciência com técnica. E nós sabemos que Ciência não é técnica”, disse o diretor da ANPG.
Por fim, ele apresentou o Documento de Direitos e Deveres das pós-graduandas e dos pós-graduandos, comentou sobre o documento e se disponibilizou a falar sobre ele quando fosse necessário.

“Se vamos falar de profissionalização, temos que falar dos direitos daqueles que mais produzem pesquisa no Brasil, que são os pós-graduandos”, finaliza.

Da redação
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26/08/2013 – Profissionalização do Cientista: um olhar além da manchete

Nota da Comissão Executiva da APG-UERJ: Sobre a Precarização da nossa Universidade

Nos últimos dias,  a APG da Universidade Estadual do Rio de Janeiro tem recebido relatos de pós-graduandas e pós-graduandos em relacionados ao cancelamento do bilhete único universitário para estudantes de pós-graduação.

O Decreto Nº 38.280 de 29 de janeiro de 2014 que institui Institui o Passe Livre Universitário, segundo o disposto no Artigo 11, abre para “estudantes da rede pública de ensino fundamental, ensino médio, universitários beneficiados pelos programas do Governo Federal de cotas ou Programa Universidade para Todos e alunos universitários com renda familiar per capta de até 01 (um) salário mínimo” o acesso a cartões eletrônicos contendo créditos de viagens de Bilhete Único, a cada ano letivo.

Segundo o disposto no mesmo artigo, os estudantes poderão utilizar até 76 (setenta e seis) viagens de Bilhete Único por mês, sendo no máximo 04 (quatro) por dia, incluindo os finais de semana e feriados. A utilização das 04 (quatro) viagens por dia é condicionada a preservação de no mínimo 02 (duas) viagens de Bilhete Único por dia útil até o último dia do mês.

A bolsa de pós-graduação não é considerada renda pelas agências de fomento e pelos programas de pós-graduação. Mesmo assim, se o fosse, infelizmente ainda temos vários estudantes de pós-graduação sem acesso à bolsa.

Não há portanto justificativa legal para o não cumprimento do disposto no Decreto, podendo ser classificadas como arbitrárias as situações nas quais há o cancelamento e impedimento de registro das pós-graduandas e pós-graduandos.

“Consideramos essa medida um retrocesso no que se refere à Assistência Estudantil e a luta por mais direitos na Pós-Graduação”, diz Manuelle Matias, doutoranda do Instituto de Medicina Social da UERJ e sou membro-fundadora da APG-UERJ.

Essa medida é ainda mais grave se considerarmos o contingente de pós-graduandos migrantes e imigrantes na cidade do Rio de Janeiro e no Brasil, sem garantias de bolsas, moradia, alimentação e outras condições básicas de permanência nos seus programas de pós-graduação.

“Lutaremos contra esse retrocesso!”, conclui Manuelle.

Da redação

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Tamara Naiz defende mais investimentos na área e teme retrocesso secular

 
A presidenta da Associação Nacional de Pós-graduandos, que havia declarado o perigo de um governo Temer para a ciência, tecnologia e inovação no Brasil, se diz assustada com a decisão do vice-presidente, agora presidente interino, de fundir o ministério da Ciência e Tecnologia com o ministério da Comunicação.
“O MCTI tem um papel estratégico desde a redemocratização do Brasil. É filho da nova democracia, da necessidade de pensar estrategicamente a geração de quadros tecnológicos para alavancar a ciência brasileira”, avalia Tamara.
Para a presidenta da ANPG, trata-se de um retrocesso de mais de 50 anos, pois a política de ciência e tecnologia avançou muito nas últimas décadas a ponto do Brasil avançar mais de 50 anos na produção científica e tecnológica.
“Embora o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação não tenha 50 anos, o Brasil avançou em 50 anos na ciência, tecnologia e inovação. Claro que também por causa do empenho dos pesquisadores brasileiros, entre eles os pós-graduandos, aqueles que produzem mais de 90% das pesquisas em andamento no país. Porém, a fundição do MCTI com o da Comunicação coloca em risco o investimento da área porque confunde duas pastas totalmente distintas, com reservas e projetos absolutamente distintos, e compromete o investimento já em andamento em áreas estratégicas”, diz Tamara.
Uma das primeiras decisões do governo Temer, que Tamara avalia como “ilegítimo e antidemocrático”, porque, segundo ela, “chegou ao poder não pelo voto popular, mas por um golpe”, foi diminuir a quantidade de ministérios, transformando os dois ministérios em um só.
E Tamara adverte: “Nós, pós-graduandos, vamos resistir”.
Da redação 

processos eleitorais 25CNPG

O prazo para o cadastramento dos processos eleitorais para o 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos foi encerrado. Foram cadastrados 118 eleições de delegados, que estão sendo conduzidas pelas APGs, Federações, Associações ou Comissões Pró-APG e Comissões de 10 pós-graduandos(as) em universidades de 22 Estados brasileiros: Acre, Roraima, Amapá, Pará, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

Este ano, há mais APGs, Federações e Associações do que Comissões de 10: são 71 APGs contra 47 Comissões, o que representa mais da metade dos processos eleitorais inscritos (cerca de 60%). Segundo Giovanny Kley, diretor da ANPG e integrante da comissão de credenciamento do 25º CNPG, “isso é muito positivo, pois significa que o movimento de pós-graduandos está mais organizado e se consolidando cada vez”.

O prazo para o envio da ATA com o resultado das eleições se encerra na próxima segunda-feira, dia 16/5. A publicação dos processos eleitorais validados e invalidados, acompanhados de justificação sobre os motivos da invalidação, será feita no dia 19/5.

Da Redação

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04/05/2016 – FAQ: Perguntas frequentes sobre o CNPG
02/05/2016 – 25º CNPG: Prorrogado o prazo para cadastro dos processos eleitorais das Comissões de 10
26/04/2016 – Inscreva seu trabalho na Mostra Científica do 25º Congresso Nacional de Pós-Graduandos
18/04/2016 – Prorrogado até 20/4 o prazo para o cadastro dos processos eleitorais das APGs para o 25º CNPG
29/03/2016 – Defesa da Democracia e Superação da Crise é tema do 25º CNPG

28/03/201 – APGs já podem cadastrar processos eleitorais para o 25º CNPG

21/03/2016 – Prestação de contas da ANPG é aprovada em reunião e será submetida no 25º CNPG